EMPREENDEDOR DE SUCESSO

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Enem gera 3,7 milhões de posts no Twitter; veja memes e polêmicas

Hashtags como #showdosatrasados fizeram sucesso na rede social.
Tema da redação também provocou comentários.

Do G1, em São Paulo
Memes fizeram Enem ultrapassar a marca de um milhão de tuítes neste sábado (Foto: Reprodução/Twitter)Memes fizeram Enem ultrapassar a marca de três milhões no fim de semana (Foto: Reprodução/Twitter)
Enem gerou 3.792.577 menções no Twitter entre a manhã de sábado até a meia-noite do domingo (25). A maior parte das postagens tinha as hashtags #enem e #enem2015 – cerca de 2,5 milhões de tweets.
Dentre os assuntos abordados pelos internautas, estava o tema da redação: “A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira”. De acordo com a equipe do Twitter, foram 550.963 menções ao termo redação.
Gráfico do Twitter mostra postagens entre sábado (24) e domingo (25). (Foto: Reprodução/Twitter)Gráfico do Twitter mostra postagens entre sábado (24) e domingo (25). (Foto: Reprodução/Twitter)
Nos comentários, havia comemorações pela relevância do assunto proposto pelo Ministério da Educação. A cantora Pitty usou sua conta para fazer elogios à escolha do tópico. Outros usuários da rede social criticaram o tema e usaram termos pejorativos, como “feminazi” e “enemfeminista”. Os deputados Jair Bolsonaro (PP-RJ) e Marcos Feliciano (PSC-SP) acusaram o Enem de “doutrinação”.
Outro aspecto do Enem que fez sucesso no Twitter foram as histórias dos candidatos que chegaram aos locais de prova depois do fechamento dos portões. A hashtag #showdostrasados2015 gerou 246.529 posts no microblog.
Piadas sobre as questões que caíram no Enem também movimentarem a rede social. O termo #aprendinoenem teve 393.145 menções no fim de semana.

Veja alguns memes
  •  
memes enem 2015 (Foto: Reprodução/Twitter)
  •  
Meme Enem 2015 (Foto: Reprodução/Twitter)
  •  
 
 
  •  
meme enem 2015 (Foto: Reprodução/Twitter)
Cantora Pitty fala sobre o tema da redação do Enem 2015 (Foto: Reprodução/Twitter)Cantora Pitty fala sobre o tema da redação do Enem 2015 (Foto: Reprodução/Twitter)
  •  

 


Redação do EnemEnem 2015- internautas comentam redação (Foto: Reprodução/Twitter)(Foto: Reprodução/Twitter)
Enem 2015- internautas comentam redação (Foto: Reprodução/Twitter)(Foto: Reprodução/Twitter)
Enem 2015- internautas comentam redação (Foto: Reprodução/Twitter)(Foto: Reprodução/Twitter)


Memes de atrasados
Internautas que não estão inscritos no Enem entraram na já tradicional onda de memes e piadas sobre os candidatos que, por algum motivo, se atrasaram e perderam as provas.
O tema rendeu até a hashtag #ShowdosAtrasados2015. Após as provas, candidatos do Enem também foram até a rede social para brincar com a hashtag #AprendinoEnem, indicando os conteúdos inusitados que apareceram nas questões.
Uma candidata de 20 anos que chegou momentos após o fechamento dos portões em São Paulo, e tentou entrar na prova mesmo assim, se espremendo por uma grade, não foi poupada pelos internautas. Ela foi retirada do local por seguranças e acabou desmaiando na calçada.
Um internauta comparou a "expectativa" sobre quem perderia a prova com fãs de bandas:
  •  
Atrasados do Enem viraram hashtag no Twitter: #ShowdosAtrasados2015 (Foto: Reprodução/Twitter)Atrasados do Enem viraram hashtag no Twitter: #ShowdosAtrasados2015 (Foto: Reprodução/Twitter)
O que é uma tragédia para uns virou diversão para outros....
Atrasados do Enem viraram hashtag no Twitter: #ShowdosAtrasados2015 (Foto: Reprodução/Twitter)Atrasados do Enem viraram hashtag no Twitter: #ShowdosAtrasados2015 (Foto: Reprodução/Twitter)
Este perfil falso que faz brincadeiras sobre o valor do dólar frente ao real também não deixou de entrar na brincadeira mais popular do dia: a "malhação" dos atrasados do Enem:
Perfil que faz piadas com o dólar alto também entrou na brincadeira sobre atrasados no Enem (Foto: Reprodução/Twitter)Perfil que faz piadas com o dólar alto também entrou na brincadeira sobre atrasados no Enem (Foto: Reprodução/Twitter)

Enem 2015 - internautas postam piadas e lamentos sobre o dia da prova (Foto: Reprodução/Twitter)(Foto: Reprodução/Twitter)
Enem 2015 - internautas postam piadas e lamentos sobre o dia da prova (Foto: Reprodução/Twitter)(Foto: Reprodução/Twitter)
tópicos:

Bebê tem pés queimados ao ser levado de UTI para quarto de hospital

Criança foi transportada em berço no DF, junto com uma garrafa térmica.
Hospital de Brasília informa que instaurou comitê interno para apuração.

Jéssica NascimentoDo G1 DF
Bebê de 1 ano sofreu queimaduras de segundo grau nos dois pés (Foto: Fernanda Aguiar/Arquivo Pessoal)Bebê de 1 ano com queimaduras de segundo grau nos dois pés (Foto: Fernanda Aguiar/Arquivo Pessoal)
A Polícia Civil do Distrito Federal investiga as circunstâncias em que um bebê de 1 ano sofreu queimaduras de segundo grau nos dois pés dentro do Hospital Brasília, no Lago Sul. Segundo a mãe, a publicitária Fernanda Aguiar, de 34 anos, o incidente aconteceu quando Miguel era transferido da UTI para o quarto, após 18 dias de internação por causa de uma otite. O menino foi levado em pé em um berço junto com uma garrafa térmica, que vazou água quente. O líquido atingiu o menino. A unidade de saúde instalou comitê interno para apurar os fatos.
A mãe afirma que uma série de erros aconteceu nos dias em que Miguel esteve internado, desde alimentação errada até má prestação de serviços. "Ele tem alergia à proteína do leite e era sempre oferecido mingau com lactose, por exemplo. Eu trazia a mamadeira de casa e não deixavam a gente esterilizar lá. Pedia todos os dias um raio X e nada era feito. Nos últimos dias, fomos descobrir que ele estava com pneumonia e que a otite tinha se agravado. Só não transferimos ele de lá porque não havia outras vagas."
O garoto foi levado para o quarto na última quinta-feira (22). Ele tomaria os últimos antibióticos e seria liberado para tratamento em casa, na véspera da festa de aniversário do 1 ano. Fernanda e o marido, deixaram o garoto aos cuidados da avó materna para poder limpar a casa.
Após queimadura, bolhas se formaram no pé de Miguel, de 1 ano (Foto: Fernanda Aguiar/Arquivo Pessoal)Bolhas que se formaram no pé de Miguel, de 1 ano (Foto: Fernanda Aguiar/Arquivo Pessoal)
"A medicação foi feita e tudo estava correndo como previsto. Às 23h17, a minha mãe me liga, desesperada ao telefone com o nosso menino aos berros, informando que Miguel estava com os pés queimados. Eu fiquei desesperada, só pensava coisas ruins. Quando cheguei até o hospital e vi o jeito que as queimaduras estavam, entrei em choque. Ele estava desfalecido, todo molinho e suado de tanto  chorar", conta Fernanda.
Às 23h17, a minha mãe me liga, desesperada ao telefone com o nosso menino aos berros, informando que Miguel estava com os pés queimados. Eu fiquei desesperada, só pensava coisas ruins. Quando cheguei até o hospital e vi o jeito que as queimaduras estavam, entrei em choque. Ele estava desfalecido, todo molinho e suado de tanto  chorar"
Fernanda Aguar,
mãe do bebê
Segundo a publicitária, o transporte do paciente dentro do berço é um procedimento do Hospital de Brasília. A medida ocorre porque carregar a criança no colo pode colocá-la em risco de queda. A mãe diz que Miguel foi transportado em pé, com todos os objetos pessoais – mala, sacola de brinquedos e caixa de fraldas – e a garrafa térmica.
"O berço virou um caminhão de mudanças. As coisas dele estavam há 18 dias no chão, porque não havia lugar para colocar. A garrafa térmica, que era o único jeito de esterilizar as mamadeiras, estava fervendo. A enfermeira responsável pela UTI Pediátrica autorizou e acompanhou a transferência nessas condições. Foi uma sessão de terror, erros primários que ocasionaram em queimaduras de 2° grau."
Após o episódio, um cirurgião plástico conversou com os pais e fez curativos. Porém, segundo Fernanda, o Hospital Brasília não se pronunciou e nem pediu desculpas pelo erro. Ela registrou um boletim de ocorrência e pretende entrar na Justiça contra a empresa.
Miguel com os dois pés enfaixados (Foto: Fernanda Aguiar/Arquivo Pessoal)Miguel com os dois pés enfaixados (Foto: Fernanda Aguiar/Arquivo Pessoal)
"Ele [o hospital] me disse que as queimaduras não afetaram nenhum tecido, nenhuma articulação e que não irá comprometer os movimentos dele. Eu só queria um pedido de desculpas, um telegrama. Eles não entraram em contato comigo para nada", lamentou.
Meu filho está de volta em casa, mas em condições que jamais pensei trazê-lo de um hospital, ainda mais sendo particular e renomado. Olho para ele e não consigo não pensar na dor que sentiu. Fico imaginando como seria bom tê-lo de volta andando e brincando"
Fernanda Aguiar,
mãe do bebê
Por nota, o Hospital de Brasília informou ao G1que está prestando todo o atendimento para tornar a recuperação de Miguel mais breve possível. Segundo a empresa, a criança está sendo acompanhada por equipe de cirurgia plástica e permanecerá com estes cuidados até recuperação total.
"Sobre o episódio ocorrido no dia 22 de outubro nas dependências do Hospital Brasília, informamos que a criança estava internada para tratamento de uma síndrome infecciosa. No dia da alta da UTI para o apartamento ocorreu um incidente, e desde então o hospital está prestando todo o atendimento. O Hospital Brasília informa que instaurou um comitê interno para apuração dos fatos."
A mãe de Miguel diz que a única coisa que resta é rezar para que o filho se recupere rapidamente e possa voltar a andar normalmente, sem problemas físicos. Segundo ela, mantê-lo tranquilo tem sido uma missão difícil. Ela diz que a  criança está assustada, com medo até de pessoas conhecidas e extremamente sensível.
"Meu filho está de volta em casa, mas em condições que jamais pensei trazê-lo de um hospital, ainda mais sendo particular e renomado. Olho para ele e não consigo não pensar na dor que sentiu. Fico imaginando como seria bom tê-lo de volta andando e brincando. Tenho fé que suas feridas vão curar e que Deus vai derramar suas bênçãos para que ele não fique com nenhuma cicatriz nem sequela.”

Redação do Enem 2015 'plantou uma semente', diz Maria da Penha

O G1 ouviu a vítima de violência que dá nome à lei abordada na prova.
'Está na boca do povo agora', disse a cearense, que hoje tem 70 anos.

Ana Carolina MorenoDo G1, em São Paulo
A ativista cearense Maria da Penha conversou com o G1 sobre a redação do Enem 2015, que abordou a violência contra a mulher (Foto: Divulgação/Instituto Maria da Penha)
Enquanto 5,7 milhões de candidatos do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) redigiam, na tarde deste domingo (25), uma redação com base na lei que leva seu nome, a farmacêutica e ativista cearense Maria da Penha Maia Fernandes, de 70 anos, era uma das cinco pessoas homenageadas no centenário da Editora Paulinas, no Recife. Foi durante esse evento que ela descobriu o tema da prova de redação do Enem 2015, da boca de uma das candidatas da prova.
"Uma menina que tinha feito o Enem se aproximou de mim, pediu uma foto e falou: 'a senhora soube que a redação foi sobre a Lei Maria da Penha?'", contou ela, em entrevista por telefone aoG1, nesta segunda (26).
"Fiquei feliz, o tema realmente está na boca do povo agora. Plantou uma semente", explicou Maria, que é de Fortaleza e, em 1983, ficou paraplégica depois de seu marido tentar assassiná-la com um tiro nas costas, enquanto ela dormia. O agressor foi condenado, mas foi solto depois de cumprir parte da pena. Hoje está livre.
tema da redação do Enem 2015 foi "a persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira", e provocou polêmica nas redes sociais.
A ativista afirma que não parou para pensar na quantidade exata de pessoas que fizeram a prova de redação, mas diz que ele é "muito significativo", e um sinal de que "a lei está sendo comentada e conhecida na vivência de cada um e também na escola, porque despertou nas pessoas a necessidade realmente de conhecer o funcionamento da lei, e de entender mais profundamente a situação".
Propostas sugeridas
Maria da Penha elogiou o conteúdo dos textos de apoio da prova de redação, que levantaram uma série de dados sobre a violência contra a mulher: números históricos sobre assassinatos de mulheres, tipos de violências mais denunciados no Disque 180, que, segundo o levantamento divulgado na prova, já recebeu 237 mil relatos de agressão contra mulheres, a questão sobre o feminicídio e estatísticas sobre a aplicação real da Lei Maria da Penha, que está perto de completar dez anos.
"Foram muito felizes os tópicos, deu um direcionamento no que o aluno pode escrever, e realmente o poder público precisa estar mais presente para que a lei funcione com mais rapidez e as mulheres possam evitar o assassinato de mulheres", comentou ela, destacando um dos números apresentados na prova, o de que apenas 33% dos casos denunciados entre 2006 e 2011 chegaram a ser julgados.
Trecho da prova de redação do Enem 2015. Tema foi 'a persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira (Foto: Reprodução/Inep)Trecho da prova de redação do Enem 2015. Tema foi 'a persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira (Foto: Reprodução/Inep)
Ao fazer o exercício de sair do papel de "rosto da lei de combate à violência contra mulheres", e se colocar no lugar dos estudantes que fizeram o Enem, Maria da Penha contou ao G1 que sua proposta de intervenção social teria duas frentes: a educação e as políticas públicas.
"[Minha proposta] seria a de investir na educação para conscientizar as pessoas de que as mulheres, em seus relacionamentos, têm que ter seus direitos humanos respeitados. A educação trabalha nesse sentido, do respeito ao outro", explicou ela. "E também que haja uma mudança da cultura machista, com a criação das políticas públicas onde a mulher possa denunciar, possa ser protegida, e o seu agressor possa ser punido. A finalidade da lei é exatamente punir o agressor. A gente não quer punir o homem, a gente quer punir o homem que não respeita sua mulher."
A candidata pernambucana do Enem que lhe deu a notícia do tema da redação comemorou o assunto da prova, que ela já conhecia. Mas a ativista explicou que mesmo estudantes que não estão próximos do tema puderam aproveitar a riqueza dos dados apresentados nos textos de apoio, que deram "um apanhado geral da gravidade do caso".
Infelizmente a cultura machista ainda interfere em muitos municípios, na falta de políticas públicas, falta de interesse dos políticos para que a lei funcione de verdade"
Maria da Penha,
ativista cearense
Lei sozinha 'não sai do papel'
Com a vida pessoal "praticamente inexistente" em nome da luta para "tirar a lei do papel" em todo o país, Maria, que fundou o Instituto Maria da Penha para atuar na área, conta que passou a viajar muito pelo Brasil, e se deparou com muitos municípios onde os políticos não têm interesse em garantir o apoio do poder público às mulheres vítimas de violência.
"Têm municípios que estão bem estruturados, e a população está cada vez mais consciente, mas infelizmente a cultura machista ainda interfere em muitos municípios, na falta de políticas públicas, falta de interesse dos políticos para que a lei funcione de verdade, que saia do papel."
O motivo final de comemoração pela abordagem do tema pelo Enem, na visão dela, são os desdobramentos que podem ir além da nota que cada candidato ou candidata vai receber no fim deste ano, após a correção das redações. "Num futuro próximo, os estudantes que ontem fizeram o Enem vão ser os profissionais que vão atender os casos previstos na Lei Maria da Penha."

Polícia bloqueia via em operação e faz alunos perderem Enem em Itapecerica

Cerca de 50 estudantes não conseguiram chegar para prova de domingo. 
Secretaria da Segurança Pública ainda não se manifestou sobre o caso.

Anne BarbosaDo G1 São Paulo
Um grupo de aproximadamente 50 estudantes foi impedido de seguir para o segundo dia de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) neste domingo (25) por causa de um bloqueio policial em uma das principais vias que liga a periferia ao centro da cidade de Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo.
Jhonny Miranda havia utilizado o mesmo trajeto um dia antes, quando fez as provas do primeiro dia do exame  (Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal)Jhonny Miranda havia utilizado o mesmo trajeto um
dia antes, quando fez as provas do primeiro dia do
exame (Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal)
De acordo com Johnny Miranda, de 17 anos, os policiais foram grosseiros e impediram que qualquer pessoa furasse o bloqueio policial.
“Nós chegamos naquele local umas 12h30. Os policiais disseram que nós estávamos atrapalhando o trabalho deles e a gente só queria fazer a prova. Eles foram muito mal educados com todo mundo”, disse.
Os estudantes afirmaram que os policiais só liberaram a via por volta das 13h30 - meia hora depois que os portões dos locais para realização do exame se fecharam.
Em nota, a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo informou que "o isolamento da área foi necessário para garantir a segurança dos cidadãos que eventualmente poderiam passar pelo local, em caso de confronto".

A secretaria disse ainda que a operação foi realizada para combater o comércio ilegal em uma feira clandestina. "Na ocasião, foram efetuadas quatro prisões em flagrante, além de apreensão de 484 celulares e outros 42 aparelhos eletrônicos", diz a nota.
O bloqueio foi realizado na Estrada João Rodrigues de Moraes, conhecida como Estrada do São Pedro. No local, segundo relato dos estudantes, funciona uma ‘feira do rolo’, onde são comercializados aparelhos eletrônicos, roupas, bicicletas, entre outros produtos.
Johnny estuda na Escola Estadual Jardim Jacira e ia realizar a prova na Escola Estadual Professor Porcino Rodrigues, no centro da Cidade. Ele havia utilizado o mesmo trajeto um dia antes, quando fez as provas do primeiro dia do exame.
Com o exame, Daniela Miranda pretendia conseguir uma bolsa de estudos (Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal)Com o exame, Daniela Miranda pretendia conseguir
uma bolsa de estudos (Foto: Reprodução/Arquivo
Pessoal)
Daniela Pereira da Silva, de 33 anos, também ia realizar a prova e foi impedida de seguir o caminho por causa do bloqueio policial. “Eles [policiais] disseram que não podiam fazer nada e que, agora, a gente vai ter mais tempo para estudar para o ano que vem. É um absurdo”, disse.
“Eles fecharam a rua bem no meio e não tinha a opção de voltar. Ficou todo mundo preso”, reforçou Daniela. Segundo ela, o trajeto até o centro da cidade duraria aproximadamente 20 minutos de ônibus, um caminho bastante longo para seguir a pé. Com o exame, ela pretendia conseguir uma bolsa de estudos para cursar pedagogia.
Os alunos que perderam a prova estão se organizando nas redes sociais para recorrer ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
tópicos:

SEJA UM EMPREENDEDOR DIGITAL, NO CONFORTO DO SEU LAR, COM SEU ESCRITÓRIO VIRTUAL

SEJA UM EMPREENDEDOR DIGITAL

  SEJA UM EMPREENDEDOR DIGITAL Tenha sua  Página Lucrativa  Online e Fature Dezenas ,  Centenas  ou  Milhares  de PAGAMENTOS  de  R$ 50,...