EMPREENDEDOR DE SUCESSO

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Cachorro chamado 'Gatilho' dispara contra própria dona

BBC 
 27/10/2015 - 05h52 

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Reprodução/Instagram/@bonosurfdog


Uma mulher no Estado americano de Indiana foi vítima de um disparo de arma de fogo provocado por seu próprio cachorro. Ela passa bem.
 O incidente aconteceu no último sábado quando Allie Carter, de 25 anos, estava caçando uma ave aquática no norte do Estado.
 Em dado momento, ela deixou sua espingarda calibre 12 no chão, mas seu cachorro pisou nela, disparando contra o seu pé, informou Jonathan Boyd, funcionário da reserva onde Allie caçava.
 Curiosamente, o autor do disparo -- um labrador de pele marrom -- tem um nome singular: "Gatilho".
 Allie sofreu ferimentos leves em seu pé esquerdo. Ela foi encaminhada a um hospital, mas já se recupera em casa.
 Segundo Boyd, a mulher não havia concluído um curso profissional de caça. Ele sugeriu que todos os caçadores passem pela formação

Conheça os finalistas do Prêmio Empreendedor Social e vote no seu preferido


Do UOL, em São Paulo  27/10/2015 - 12h00 

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Conheça os finalistas do Prêmio Empreendedor Social



  

  

  

1 / 7Arte/UOL
Seis candidatos disputam a Escolha do Leitor, categoria especial do Prêmio Empreendedor Social, na edição 2015. O ganhador será conhecido em cerimônia marcada para 18 de novembro, que será transmitida ao vivo pelo UOL. Conheça os concorrentes
O Prêmio Empreendedor Social, realizado pela "Folha de S.Paulo" em parceria com a Fundação Schwab, chega à sua 11ª edição em 2015.
Três organizações são finalistas na categoria principal e outras três concorrem ao Prêmio Empreendedor Social de Futuro, voltado a iniciativas que estão começando.
Os seis disputam a partir de agora também na categoria especial, a Escolha do Leitor. Nos vídeos abaixo, você pode conhecer os empreendedores finalistas, que tiveram um minuto para "vender o seu peixe". Assista e clique em "votar" para eleger o seu preferido.
Você pode compartilhar suas histórias inspiradoras com seus amigos para eles votarem também.
O ganhador da Escolha do Leitor será conhecido na cerimônia do Prêmio Empreendedor Social, em 18 de novembro, que será transmitida ao vivo pelo UOL.
O vencedor do Prêmio Empreendedor Social é escolhido por um júri especializado. Os ganhadores têm a oportunidade de entrar na Rede Schwab de empreendedores socioambientais, que propicia interação com organizações inovadoras de todo o mundo.
Os empreendedores aceitos pela Schwab também têm acesso a reuniões regionais e mundiais do Fórum Econômico Mundial.
A "Folha" realiza também o Prêmio Folha Empreendedor Social de Futuro, voltado a jovens de 18 a 35 anos. Os finalistas e o vencedor desse concurso recebem benefícios como bolsas de estudo e assessoria jurídica e de comunicação.
O Empreendedor Social é patrocinado pela Coca-Coca e pela CNI e tem a TAM como transportadora oficial. Fundação Dom Cabral, ESPM e UOL são parceiros estratégicos.

Prêmio Empreendedor Social 2015 - 6 vídeos
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Empreendedor Social - Gustavo Fuga - 4YOU2

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Empreendedor Social- Eliana Sousa - Redes da Maré

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Empreendedor social - Panmela Castro - Rede Nami

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Empreendedor Social - Fernando Assad - Programa Vivenda

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Empreendedor Social - Luis Salvatore - Instituto Brasil Solidário

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Empreendeor Social- Sergio Andrade - Agenda Pública

Empreendedores 2015
Eliana Sousa Silva, 53
 Ela fundou a Redes da Maré para desenvolver o potencial dos moradores do maior complexo de favelas do Rio de Janeiro. A intelectual criada na comunidade desenvolve projetos em eixos como educação e segurança pública. Colocou, literalmente, a favela no mapa, ao fazer a primeira cartografia e um censo da região. Aposta em ações estruturantes como criar um cursinho pré-vestibular que levou 1.300 moradores da Maré à universidade.
Luis Eduardo Salvatore, 38
 O Instituto Brasil Solidário nasceu do sonho do empreendedor social de mudar a realidade da educação no Brasil profundo. Hoje, dissemina uma tecnologia social que coloca a escola no centro da mobilização em municípios de baixo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano). Envolve o poder público e demais atores locais para criar "ilhas de desenvolvimento". Sua caravana passa e deixa lições de música, fotografia, higiene, alimentação saudável e cidadania.
Sergio Andrade, 38
 O cientista político resolveu colocar a mão na massa para disseminar boas práticas de gestão pública pelo Brasil. Fundou a Agenda Pública para atuar no fortalecimento de municípios impactados por grandes obras e megaempreendimentos. Tornou-se assim um empreendedor social que leva princípios de eficiência e participação popular para que o poder público possa entregar melhores serviços à população. E acredita e aposta na política como canal de transformação.
Fernando Assad, 32
 O empreendedor desbrava uma nova frente com o Programa Vivenda: financia e realiza reformas de baixo custo e alto impacto na saúde e na qualidade de vida dos moradores de favela. Com obras de baixa complexidade, como reformar um banheiro e melhorar a ventilação de um cômodo, contribui para reduzir o deficit habitacional qualitativo. Seu nicho são as 11 milhões de famílias brasileiras que hoje vivem em moradias inadequadas.
Gustavo Fuga, 22
 Estudante de Economia da USP, ele se tornou CEO do próprio negócio social: o 4You2, um curso de inglês de baixo custo, que leva professores estrangeiros para viver e ensinar na periferia. Com mais de 1.500 alunos matriculados, o jovem empreendedor faz planos de expansão do seu método inovador de ensino de idiomas. Além de uma experiência multicultural, a missão é oferecer uma ferramenta para transformar a vida de estudantes carentes.
Panmela Castro, 34
 A artista plástica e grafiteira criou a Rede Nami para promover o direito das mulheres que, a exemplo dela, foram vítimas de violência doméstica. Usa o grafite e arte urbana para espalhar pelos muros do Rio de Janeiro e do mundo mensagens sobre igualdade de gênero, além de disseminar informações sobre a Lei Maria da Penha em oficinas nas escolas públicas. Criou ainda um grupo de afrografiteiras que usam sua arte para combater o racismo.

Conheça Poonam, uma escrava do século 21


Nicholas Kristof
 Em Katmandu (Nepal)  27/10/2015 - 06h00 

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Nicholas Kristof/The New York Times


Quando os leitores ouvirem falar de "escravidão moderna" nos Estados Unidos ou no exterior, talvez revirem os olhos e digam que é exagero. Escravidão? Mesmo? Escravidão moderna?
 Se você está entre os céticos, então ouça Poonam Thapa, uma adolescente que conheci aqui no Nepal, onde está reconstruindo sua vida depois de ter sido vendida para um bordel.
 E se você pensa, como sugeriu recentemente a Anistia Internacional, que a solução é descriminalizar o comércio sexual em todo o mundo, então preste bem atenção.
 Poonam era pobre e sem instrução quando uma mulher ofereceu uma escapatória sob a forma de um emprego bem remunerado. "Você pode ter uma vida melhor", Poonam lembra da mulher dizendo. "E se você fizer um bom dinheiro, você será respeitada pelo seu pai. Você poderá ajudar a sua família."
 Então Poonam, com 12 anos, fugiu com a mulher. Quando Poonam acabou sendo depositada em um bordel em Mumbai, na Índia, ela ficou intrigada. "Eu nem sabia o que era um bordel", lembra ela.
 A dona do bordel, colocou nela um vestido decotado, equipou-a com seios postiços e fez ela usar saltos altos. Em seguida, a proprietária vendeu a virgindade de Poonam para um homem mais velho.
 "O homem me estuprou", diz Poonam. "Eu não sabia o que ele estava fazendo. Mas eu estava sangrando e doía e eu chorava."
 A dona do bordel mandou Poonam se recompor --ela tinha pago US$ 1.700 (cerca de R$ 6.800) pela garota e precisava recuperar seu investimento. Então Poonam ficava trancada dentro do bordel, forçada a ter relações sexuais com 20 a 25 homens por dia, e mais aos domingos e feriados. Não havia dias de folga, nem passeios fora do bordel e, é claro, não havia remuneração.
 Um dia, Poonam estava com muita dor e recusou um cliente. Ela conta que a dona do bordel espancou-a e queimou-a com cigarros; ela me mostrou as cicatrizes.
 Assim, Poonam tornou-se uma das 20,9 milhões de pessoas em todo o mundo --um quarto delas sendo de crianças-- submetidas a trabalho forçado, de acordo com a OIT (Organização Internacional do Trabalho da ONU). Nos Estados Unidos, dezenas de milhares de crianças são traficadas por ano para o comércio sexual.
 Os homens visitando o bordel de Poonam pagavam US$ 2,50 pelo sexo e eram, por vezes alheios à brutalidade, lisonjeando-se de que as meninas gostavam de seu trabalho. Eles veem as meninas sorrindo e ninguém está segurando uma arma apontada para suas cabeças.
 Poonam respondeu como tantas outras: os sorrisos eram por fora, enquanto, por dentro, as meninas estão chorando.
 "Elas nos mandavam sorrir, porque sorriso é dinheiro e atrai clientes", disse Poonam. As meninas também recebiam ordens de dizer que eram maiores de 18 anos e que trabalhavam voluntariamente.
 Então, um dia, a polícia invadiu o bordel. Advertida pela dona do bordel de que a polícia iria torturá-la se achasse que ela era criança ou traficada, Poonam alegou que tinha 23 anos e que trabalhava voluntariamente, mas a polícia conseguiu identificar que ela era uma criança e levou-a para um abrigo.
 As autoridades indianas devolveram Poonam aos cuidados do Maiti Nepal, uma organização importante no combate ao tráfico. Agora Poonam está estudando para ser assistente social na esperança de ajudar outras meninas traficadas. Um novo estudo sugere que o transtorno de estresse pós-traumático é frequente entre as vítimas de tráfico.
 Anuradha Koirala, fundadora do Maiti Nepal, observa que houve certo progresso no combate ao tráfico sexual de meninas nepalesas. Um passo crucial, seja no Nepal ou nos Estados Unidos, é acabar com a impunidade para os cafetões e traficantes, e Koirala diz que o Maiti Nepal ajudou a processar 800 pessoas pelo envolvimento com tráfico.
Nos EUA também precisamos processar os traficantes, em vez de suas vítimas.
 Muitas pessoas bem-intencionadas defendem a proposta da Anistia Internacional, de descriminalização total do comércio do sexo, inclusive de cafetões e bordéis, e é certamente verdade que algumas mulheres (e homens) trabalham no comércio do sexo voluntariamente.
No entanto, na prática, abordagens semelhantes à da Anistia acabaram simplesmente conferindo maior poder aos cafetões. E apesar dessas propostas manterem o tráfico humano ilegal, a polícia já não teria uma razão para invadir os bordéis em busca de meninas como Poonam.
Tanto Poonam quanto Koirala acham que a descriminalização total é uma ideia catastrófica; se já estivesse em vigor, Poonam talvez ainda estivesse escravizada.
 "Não há nenhuma proteção para os oprimidos", disse Koirala sobre a descriminalização total. "Todos os benefícios vão para os perpetradores e exploradores."
 A verdade nua e crua é que nenhuma estratégia funciona muito bem contra o tráfico. Talvez a mais bem sucedida tenha sido a da Suécia, que reprime os traficantes e os clientes, enquanto fornece serviços sociais e vias de escape para as mulheres no comércio sexual.
 Estou no Sul da Ásia em minha viagem premiada anual com um estudante --este ano é Austin Meyer, da Universidade de Stanford-- para fazer reportagens sobre questões sociais negligenciadas. O tráfico humano é isso, uma forma feia de exploração que, em seu pior, representa a escravidão moderna. No século 21, não seria finalmente a hora de abolir a escravidão para sempre?
 Tradutor: Deborah Weinberg

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**DE-SP**
1 hora atrás

Parece que no brasil não tem nada disso. Só ir no norte e nordeste que vai achar MILHARES de meninas como esta.

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loryystar
2 horas atrás

Em qualquer lugar do mundo....homem e´tudo Igual.....OS VELHOS GOSTANDO DE TIRAR A VIRGINDADE DE MENINA DE12 ANOS\\\\ QUE INDENCENCIA..E ELES NÅO TEM VERGONHA NA CARA .ESSES TRASTES .DEVIAM MORRER TODOS ...E TENHO DITO...TUDO BAKA.

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Carro elétrico se livra do Imposto de Importação a partir desta terça


Do UOL, em São Paulo (SP)  27/10/2015 - 11h32  >  Atualizada 27/10/2015 - 18h41 

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Murilo Góes/UOL
BMW i3 é primeiro elétrico à venda no varejo, e atualmente custa R$ 209.950
BMW i3 é primeiro elétrico à venda no varejo, e atualmente custa R$ 209.950

A partir desta terça-feira (27), veículos de propulsão elétrica ou movidos a hidrogênio (tecnologia também conhecida como célula de combustível) não pagarão mais o chamado Imposto de Importação, alíquota de 35% cobrada para a entrada de automóveis importados no Brasil.
Conforme antecipado na última segunda (26) por UOL Carros, a medida seria publicada no Diário Oficial da União nesta terça. Ela tem vigência imediata, o que significa que as próximas unidades faturadas, de qualquer modelo que se encaixe nas características acima descritas, já se beneficiarão da isenção.


AFP - arquivo

Nissan aguardava incentivos do governo para definir produção do hatch elétrico Leaf em Resende (RJ); falta agora ver se preço do dólar permitirá venda a preço competitivo
Com o anúncio, a Anfavea (associação dos fabricantes) espera que o mercado nacional atinja em 2015, pela primeira vez, volume de 1.000 veículos com matriz energética alternativa emplacados em um só ano.
Segundo a resolução 97/2015 da Camex (Câmara de Comércio Exterior), órgão do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, serão contemplados com isenção total do II automóveis montados, semidesmontados (apenas com a carroceria pronta) e totalmente desmontados, o que também facilitará a produção local desses carros em sistema CKD (as peças chegam prontas e separadas do exterior).
A exigência é que o motor elétrico forneça autonomia mínima de 80 quilômetros, algo que praticamente todos os elétricos comercializados no mundo conseguem cumprir.
Atualmente, o único carro 100% elétrico vendido no varejo por aqui é o BMW i3, que parte de R$ 209.950. Em nota, a fabricante alemã afirmou ter "recebido a notícia de maneira muito positiva", mas adiantou que ainda está "avaliando os impactos da medida para a estratégia de negócios do i3". A intenção da marca, aliás, é fabricá-lo em Araquari (SC) entre 2017 e 2018, caso os incentivos permitam.
Outro elétrico que está perto do país é o Nissan Leaf, que já roda por aqui, por contrato de comodato, em frotas de táxis. A nossa reportagem, executivos da marca japonesa admitiram que a isenção do II representaria um grande avanço para a produção nacional do hatchback. "O preço precisa ser atrativo. Vamos seguir fazendo as contas", disse João Veloso Jr., diretor de comunicação da companhia.
Extensão para híbridos
Na mesma resolução a Camex estendeu o escopo de automóveis híbridos (com recarga externa ou não) contemplados com redução no Imposto de Importação. Desde outubro do ano passado, modelos com capacidade para levar até seis passageiros e munidos de motor a combustão entre 1 e 3 litros podem ter isenção total ou pagar tributação de 2% a 7%, de acordo com o nível de eficiência energética. Confira na tabela:
•Automóvel desmontado; consumo de 0,01 MJ/km a 1,68 MJ/km: 0%
•Automóvel semidesmontado; consumo de 0,01 MJ/km a 1,10 MJ/km: 0%
•Automóvel montado; consumo de 0,01 a 1,10 MJ/km: 2%
•Automóvel semidesmontado; consumo de 1,10 a 1,68 MJ/km: 2%
•Automóvel desmontado; consumo de 1,68 a 2,07 MJ/km: 2%
•Automóvel montado; consumo de 1,10 a 1,68 MJ/km: 4%
•Automóvel desmontado; consumo de 1,68 a 2,07 MJ/km: 5%
•Automóvel montado; consumo de 1,68 a 2,07 MJ/km: 7%
Por ela, é possível perceber que a resolução também visa a estimular a montagem local de híbridos, o que explica o interesse da Toyota em fazer no Brasil a nova geração do Prius, a partir de 2018. Além dele, são comercializados aqui os seguintes híbridos: Fusion Hybrid, Toyota Prius, Lexus CT200h e Outlander PHEV.

Homenagem à ONU ilumina monumentos de azul em Salvador

Elevador Lacerda,Farol da Barra e Fonte Nova ficarão iluminados. Campanha lembra 70 anos de criação da Organização das Nações Unidas.
24/10/2015 10h22 - Atualizado em 24/10/2015 10h23

Do G1 BA

Complexo viário do Imbuí está iluminado desde quarta-feira. (Foto: Carol Garcia/ GOVBA)
Complexo viário do Imbuí está iluminado desde quarta-feira. (Foto: Carol Garcia/ GOVBA)
Pontos turísticos de Salvador serão iluminados na cor azul a partir deste sábado (24) em comemoração ao 70º aniversário da Organização das Nações Unidas (ONU). O Elevador Lacerda, o Farol da Barra e a Arena Fonte Nova fazem parte da campanha. O complexo viário do Imbuí já está iluminado de azul desde a quarta-feira (21) também em homenagem ao aniversário da organização mundial.
Além de Salvador, as capitais São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro foram escolhidas para participar da campanha, que reúne cerca de 50 países. Em todo o mundo, monumentos como o Empire State Building, em Nova York, a Torre de Pisa, na Itália, a Casa da Ópera de Sydney, na Austrália, e as Pirâmides de Gizé, no Egito aderem à iluminação azul.
A celebração global é denominada “Turn the World UN Blue” (Iluminando o mundo com o azul da ONU, em português), com o objetivo conscientizar a comunidade internacional sobre a importância da organização. No estado, a iniciativa é coordenada pelo Escritório de Representação do Ministério das Relações Exteriores na Bahia (Erebahia), com apoio do governo estadual, Prefeitura de Salvador e a Marinha do Brasil.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Cartão de crédito: saiba usar a seu favor

Por iG São Paulo
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Confira dicas e entenda o que pode e o que não pode ser feito pelas administradoras de cartões e pelos consumidores

Cartão de crédito
LaTunya Howard / Creative Commons
Cartão de crédito
O cartão de crédito é uma modalidade de pagamento das mais populares no Brasil e no mundo. No País, existem mais de 85,7 milhões de cartões ativos, segundo dados do Banco Central. Mas é preciso saber como usá-lo para não se prejudicar com os altos juros cobrados, principalmente quando se faz uso do rotativo.
De acordo com o BC, não existe um limite máximo para as taxas de juros cobradas pelas emissoras de cartão de crédito. As taxas variam de instituição para instituição, não detendo o Banco Central atribuição legal para fixá-las ou intervir para que sejam alteradas.
Para verificar as taxas, muitos órgãos de defesa do consumidor divulgam mensalmente as variações do mercado. O BC também disponibiliza as tarifas das instituições financeiras para consulta.
Tarifas 
Desde junho de 2011, segundo resolução do Banco Central, o pagamento mensal não poderá ser inferior a 15% do valor total da fatura e só poderão ser cobradas cinco tarifas referentes à prestação de serviços de cartão de crédito. Quais sejam elas: 
a. anuidade;
b. para emissão de 2ª via do cartão;
c. para retirada em espécie na função saque;
d. no uso do cartão para pagamento de contas; 
e. no caso de pedido de avaliação emergencial do limite de crédito.
Conheça as exceções na cobrança de serviços vinculados a cartão de crédito
Além das tarifas acima, podem ser cobradas ainda taxas pela contratação de serviços de envio de mensagem automática relativa à movimentação ou lançamento na conta de pagamento vinculado ao cartão de crédito e pelo fornecimento de plástico de cartão de crédito em formato personalizado. Esses serviços são considerados “diferenciados” pela regulamentação.
Tipos de cartão de crédito:
Cartão de crédito básico: é o cartão de crédito exclusivo para o pagamento de compras, contas ou serviços. O preço da anuidade para sua utilização deve ser o menor preço cobrado pela emissora entre todos os cartões por ela oferecidos. As instituições financeiras, no processo de negociação com os clientes, estão obrigadas a oferecer o cartão básico, que pode ser nacional e internacional. Esse cartão não pode ser associado a programas de benefícios ou recompensas, comos os pontos de fidelidade.
Cartão diferenciado: além de permitir o pagamento de compras, está associado a programas de benefícios e recompensas. O preço da anuidade do cartão diferenciado abrange os dois serviços. É opção do cliente a contratação de cartão básico ou de cartão diferenciado, observando que os cartões básicos terão as menores tarifas de anuidade dentre todos os cartões ofertados pelos emissores.
Pagamento mínimo
O valor mínimo da fatura de cartão de crédito a ser pago mensalmente não pode ser inferior a 15% do valor total da fatura. Caso opte pelo pagamento mínimo, o cliente assume o uso do rotativo e os procedimentos a serem adotados nessas situações. É importante saber que ao não realizar o pagamento total da fatura, você estará contratando uma operação de crédito, sujeita à cobrança de juros sobre o saldo não liquidado. As operações de crédito estão sujeitas à incidência de encargos financeiros. As taxas de juros são livremente pactuadas entre o cliente e a emissora do cartão e devem constar no contrato.
O que fazer com as cobranças indevidas
Publicidade
Quando receber uma cobrança injustificada, o cliente deve procurar primeiramente a agência responsável por seu atendimento e buscar a solução do problema com o gerente responsável por sua conta. Caso não consiga, deve recorrer aos serviços de atendimento ao consumidor (SAC) disponibilizados pelos bancos por telefone e/ou pela internet.
Se as tentativas de solução pelos canais indicados não funcionarem, o cliente deve entrar em contato com a ouvidoria da instituição emissora do cartão de crédito. Por fim, caso o cliente não consiga solução, poderá apresentar sua reclamação aos órgãos de defesa do consumidor ou ao Banco Central.
As reclamações ao BC podem ser feitas nos escritórios físicos e também pelo telefone 0800-979-2345 (das 8h às 20h, de segunda a sexta-feira). O consumidor ainda pode utilizar o site do Banco Central, acessando os passos a seguir: perfis, cidadão, Banco Central do Brasil, atendimento ao público e reclamações.
Informações que devem constar na fatura do seu cartão
Além das tarifas, a fatura deve ter informações dos seguintes itens:
 - gastos realizados com o cartão por cada compra, inclusive se parcelados;
 - identificação das operações de crédito contratadas e valores;
 - valores relativos aos encargos cobrados, informados de forma separada de acordo com os tipos de operações realizadas com o cartão;
- valor dos encargos a serem cobrados no mês seguinte, no caso de o cliente optar pelo pagamento mínimo da fatura;
- Custo Efetivo Total (CET), para o próximo período, das operações de crédito passíveis de contratação;
- limite de crédito total e limites individuais por tipo de operação de crédito passível de contratação.
Envio de cartão de crédito sem prévia solicitação do cliente é proibido
As instituições financeiras devem assegurar o encaminhamento do cartão de crédito ao domicílio do cliente ou à sua habilitação somente em decorrência de sua expressa solicitação ou autorização. Caso você receba algum cartão sem ter permitido o envio, reclame nos órgão de defesa do consumidor ou no site do BC.

    Leia tudo sobre: Cartão de crédito • tarifas • anuidade • dívidas • finanças

    Como é o asteroide que está se aproximando da Terra

    Por BBC  - Atualizada às 
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    Asteroide apelidado de "Grande Abóbora", passará a uma distância considerada segura; astro se movimenta a 35 km/s

    BBC
    O Dia das Bruxas, data bastante popular nos países de língua inglesa, está chegando. E, a exemplo dessa celebração em que crianças se disfarçam para pedir doces, se aproxima também o momento da visita da "Grande Abóbora".
    Não se trata, porém, de mais um personagem dessa festa pagã de origem celta, mas sim de um asteroide gigantesco que, segundo a Nasa (agência espacial americana) descobriu recentemente, passará relativamente perto da Terra às 19:05 (horário de Brasília) de 31 de outubro.
    Para a Nasa, essa será uma excelente oportunidade para estudar o asteroide. A próxima vez em que um objeto tão grande passará tão perto do nosso planeta deve ser apenas em agosto de 2027
    BBC
    Para a Nasa, essa será uma excelente oportunidade para estudar o asteroide. A próxima vez em que um objeto tão grande passará tão perto do nosso planeta deve ser apenas em agosto de 2027
    Conhecido tecnicamente como TB145, esse objeto tem uma largura aproximada de 400 metros. Isso faz com que ele seja 20 vezes maior que o meteorito que explodiu sobre o céu de Chelyabinsk, na Rússia, em 2013, destruindo centenas de janelas e deixando mais de mil feridos por causa de seus detritos.
    Sua velocidade também é maior: enquanto o meteorito entrou na atmosfera a uma velocidade de 19 km por segundo, a "Grande Abóbora" se movimenta a 35 km/s. No entanto, o asteroide felizmente passará a uma distância que, se é bem próxima em termos espaciais, é considerada segura para o nosso planeta.
    Oportunidade
    Quando estiver mais perto, o TB145 estará a 480 mil quilômetros da Terra. Isso representa 1,3 vez a distância entre a Lua e a Terra. O asteroide não será visto facilmente. "Será preciso ao menos um pequeno telescópio para vê-lo", afirmou Paul Chodas, diretor do Centro para Estudo dos Objetos Próximos da Terra do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa.
    No momento em que estiver perto, o TB145 estará a 480 mil quilômetros da Terra. Isso representa 1,3 vez a distância entre a Lua e a Terra. Será preciso ao menos um telescópio para enxergá-lo
    BBC
    No momento em que estiver perto, o TB145 estará a 480 mil quilômetros da Terra. Isso representa 1,3 vez a distância entre a Lua e a Terra. Será preciso ao menos um telescópio para enxergá-lo
    Para a agência espacial americana, essa será uma excelente oportunidade para estudar o asteroide. A próxima vez em que um objeto tão grande passará tão perto do nosso planeta deve ser apenas em agosto de 2027.
    A Nasa planeja obter imagens de radar para analisar sua superfície e para detectar se ele está ou não acompanhado de uma lua, o que pode apontar pistas sobre sua massa e densidade. "A influência gravitacional do TB145 é tão pequena que não terá efeitos detectáveis na Lua, nas placas tectônicas ou nas marés da Terra", explicou a Nasa em um comunicado.
    Consequências catastróficas
    Felizmente, a "Grande Abóbora" passará rapidamente pelo céu, cumprindo sua órbita.
    No entanto, não haveria tempo hábil para evitar uma colisão se a Terra estivesse em seu caminho. "Um asteroide deste tamanho é muito difícil de desviar com um alerta de apenas 20 dias", afirmou Chodas à revista Popular Science. Em caso de um choque com a Terra, um pedaço gigante de rocha ou gelo como o TB145 poderia causar uma devastação catastrófica, avaliou o pesquisador.
    Cientistas estão trabalhando atualmente em planos para desviar e destruir esse tipo de objeto – nosso planeta é alvo do impacto de asteroides medianos a cada 100 mil anos, em média.
    A Nasa assegura que não temos com o que nos preocupar. Ao menos desta vez.
      Leia tudo sobre: asteróide • astronomia • nasa

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