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quarta-feira, 15 de julho de 2015

Belém, PA: o que fazer, o que visitar, o que comer na capital paraense

Cidade fundada em 1616 oferece diversas opções de lazer para visitantes.
Veja roteiro com atrações históricas, gastronomia e passeios de barco.

Do G1 PA
Mercado de Ferro do Ver-o-Peso continuará com a cor azul tradicional. (Foto: Dirceu Maués/O Liberal)Mercado de Ferro do Ver-o-Peso (Foto: Dirceu Maués/O Liberal)
Belém é uma das maiores cidades da Região Norte, com 1,5 milhão de habitantes. Fundada em 1616, a cidade surgiu pela importância estratégica com a construção do Forte do Presépio na margem da baía do Guajará, e cresceu graças à economia da borracha durante o período da Belle Époque, cuja influência pode ser percebida na arquitetura dos prédios do centro histórico.
 
Belém mistura a tradição bucólica que conquistou o poeta Mário de Andrade e modernidade frenética das luzes e ritmos das festas de aparelhagens. Para que visitante possa aproveitar as belezas desta cidade que está prestes a completar 400 anos, o G1 elaborou um roteiro de até cinco dias com as principais atrações da capital paraense. Confira:
Mercado do Ver-o-peso é uma das principais atrações de Belém (Foto: Oswaldo Forte / O Liberal)Mercado do Ver-o-peso é uma das principais atrações de Belém (Foto: Oswaldo Forte / O Liberal)
Dia 1
O turista que visita Belém pela primeira vez não pode deixar de visitar os principais cartões postais da cidade – felizmente é possível fazer este roteiro a pé, permitindo que o visitante aprecie a paisagem da cidade durante sua caminhada.

Pela manhã a dica é visitar o mercado do Ver-o-peso. O mercado tem 388 anos de idade, e condensa cores e sabores da região – lá é possível experimentar frutas regionais, como o bacuri, o cupuaçu e o açaí, que é servido na tradição paraense: com farinha e peixe frito. O turista também pode entrar em contato com as superstições amazônicas no setor dos vendedores de ervas, homens e mulheres que receberam a tradição oral do preparo de banhos e infusões que, segundo a crença popular, podem atrair sorte, saúde, dinheiro e alegria no amor.
 
Estação das Docas Belém Pará (Foto: Fábio Costa/ Agência Pará)Estação das Docas é uma das atrações de Belém
(Foto: Fábio Costa/ Agência Pará)
Saindo do Ver-o-peso, uma caminhada de cinco minutos pelo Boulevard Castilhos França leva o visitante até a Estação das Docas, um espaço construído nos anos 2000 para dar um novo significado ao antigo porto fluvial de Belém. Com lojas, bares e restaurantes, a estação permite que o turista aproveite a brisa do rio enquanto conhece a gastronomia e cultura do estado.

De noite, uma boa pedida é conhecer a cidade de forma diferente, olhando para Belém a partir do rio: os passeios fluviais saem de um porto na Estação das Docas em horários regulares, sempre às 17h30 e 20h.

Dica do G1: após o passeio de barco o visitante pode aproveitar o resto da noite nos bares da estação, provando cervejas artesanais e tira-gostos regionais, feitos com pato e caranguejo.
 
Interior da Basílica Santuário de Nossa Senhora de Nazaré, em Belém (Foto: Ingrid Bico/G1)Interior da Basílica Santuário de Nossa Senhora de Nazaré, em Belém (Foto: Ingrid Bico/G1)
Dia 2
Uma das principais atrações de Belém é o Círio de Nazaré, um conjunto de romarias que acontecem em outubro cuja procissão principal, celebrada no segundo domingo do mês há 222 anos, reúne 2 milhões de pessoas. Seguir os passos da procissão permite que o visitante conheça uma parte importante da cultura de Belém, mesmo fora do período do Círio.

Pela manhã, o visitante deve ir até a Basílca de Nossa Senhora de Nazaré, que fica na avenida de mesmo nome, no centro da cidade. Foi neste local que, segundo a tradição católica, havia um igarapé onde o caboclo Plácido encontrou a imagem de Nossa Senhora que deu inicio à devoção mariana do estado.  A igreja é conectada à Praça Santuário, local que marca o encerramento da procissão do Círio, e está perto de várias opções de lojas e restaurantes no centro da cidade.
 
Complexo Feliz Lusitânia faz parte das 2,8 mil construções de Belém fazem parte da área protegida pelo governo federal. (Foto: Oswaldo Forte/Amazônia Jornal)Complexo Feliz Lusitânia foi onde Belém começou
(Foto: Oswaldo Forte/Amazônia Jornal)
Na parte da tarde, o turista pode se deslocar para a Praça Frei Caetano Brandão, no bairro da Cidade velha, conhecer duas atrações da cidade: a primeira é a Catedral Metropolitana, que foi construída pelo arquiteto italiano Antônio José Landi em 1755 e serve como ponto de partida para o Círio de Nazaré. Do outro lado da praça está a igreja de Santo Alexandre, que abriga o Museu de Arte Sacra de Belém, que pode ser visitado de terça a sexta-feira de 10h a 18h, e aos sábados e domingos de 10h a 13h, mas permanece fechado nas segundas-feiras.

Após visitar o museu, o turista pode caminhar pelo Complexo Feliz Lusitânia, onde a cidade começou, e aproveitar a noite para conhecer o Forte do Presépio e a Casa das 11 Janelas, onde há um espaço para exposições de arte e uma bela vista para o rio.

Dica do G1: Além da tradição católica, Belém também é berço de religiões pentecostais. A Igreja-mãe da Assembléia de Deus foi fundada na cidade há 104 anos.
 
Da Ilha do Combu, é possível avistar quase toda a orla da capital paraense (Foto: Ingrid Bico/G1)Da Ilha do Combu, é possível avistar quase toda a orla da capital paraense (Foto: Ingrid Bico/G1)
Dia 3
Além dos seus bairros mais conhecidos, Belém também é composta por 39 ilhas. Em seu terceiro dia de viagem, o turista deve aproveitar para conhecer esta parte insular da cidade. E o melhor lugar para começar esta jornada é a praça Princesa Izabel, no Condor. Embora deteriorada, a praça é ponto de saída para a Ilha do Combu, um local onde é possível experimentar culinária rústica e banhos de rio longe do movimento da cidade.
 
Acesso aos restaurantes é feito de barco, que aportam em pequenos trapiches (Foto: Ingrid Bico/G1)Acesso aos restaurantes é feito de barco, que
aportam em pequenos trapiches
(Foto: Ingrid Bico/G1)
A travessia custa um valor simbólico, mas só é feita quando os barcos atingem uma determinada lotação, que varia de barqueiro para barqueiro. A mesma coisa acontece na volta – é preciso que haja um pequeno grupo de pessoas dispostas a retornar para fazer a travessia, por isso é recomendado reservar o dia inteiro para o passeio.

Dica do G1: Viajantes sempre devem verificar as condições de segurança de barcos que fazem a travessia para o Combu, e só embarcar em transportes que disponham de equipamentos de segurança, como coletes salva-vidas, e com o eixo do motor coberto para evitar acidentes.
 
Pôr-do-Sol na praia do Marahú, ilha de Mosqueiro, Pará (Foto: Rebeca Sarges de Lemos/VC no G1)Pôr-do-Sol na praia do Marahú, ilha de Mosqueiro, Pará (Foto: Rebeca Sarges de Lemos/VC no G1)
Dia 4
Continuando o passeio pelas ilhas de Belém, outro roteiro interessante é a ilha de Mosqueiro, distrito da cidade que ganhou apelido de “bucólico”. Para chegar até a ilha é preciso atravessar uma ponte que fica na rodovia PA-391. Chegando na ilha uma das atrações fica na Vila de Mosqueiro, onde diversas vendedoras comercializam cuscuz e tapioquinhas feitas na hora.
Tapioca Tapioquinha Mosqueiro Vila (Foto: Reprodução/ TV Liberal)Tapioquinha vendida na vila de Mosqueiro é famosa
(Foto: Reprodução/ TV Liberal)
Com o estômago forrado, o visitante pode se dedicar a conhecer as praias de Mosqueiro, como o Chapéu Virado e o Murubira – locais de muita agitação durante os períodos de veraneio no mês de julho, feriados prolongados e férias de final de ano. As praias da ilha chamam a atenção pois, apesar de Mosqueiro não ser banhada pela água do mar, tem um litoral que apresenta ondas formadas pela marola do rio.

Dica do G1: Ônibus urbanos saem da Praça do Trabalhador, perto do termina rodoviário, com destino a mosqueiro. Quando chegar nas praias, não esqueça o protetor solar! Mesmo em dias nublados o banhista pode sair com queimaduras de sol.
Visitantes do museu Emílio Goeldi podem conhecer detalhes da flora amazônica, como a Vitória Régia (Foto: Igor Mota / Amazônia Jornal)Visitantes do museu Emílio Goeldi podem conhecer detalhes da flora amazônica, como a Vitória Régia (Foto: Igor Mota / Amazônia Jornal)
Dia 5
O último dia do visitante na cidade deve ser reservado para conhecer a riqueza de Belém, e o melhor lugar para começar esta caça ao tesouro é no Museu Paraense Emílio Goeldi. Criado em 1866, o museu é uma instituição de pesquisa vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia que estuda a cultura, natureza e sociedades da Amazônia. Além de ser um centro de referência de pesquisa e biodiversidade, o museu mantém um parque zoobotânico que ocupa um quarteirão entre as avenidas Magalhães Barata e Gentil Bittencourt.
O ingresso para o museu, que dá acesso ao parque e exposições permanentes, custa R$ 2, com meia entrada para crianças, estudantes com carteirinha e idosos. O local pode ser visitado de 9h a 17h.
Programação especial para a família acontece neste sábado (25), no Mangal das Garças (Foto: Marcelo Seabra/O Liberal)Mangal tem atrações como viveiro de aves,
borboletário e orquidário
(Foto: Marcelo Seabra/O Liberal)
Dando continuidade ao passeio, o turista pode conhecer a riqueza mineral do Pará visitando o Museu de Gemas, que fica no complexo São José Liberto. Localizado na Praça Amazonas, no bairro do Jurunas, o local foi inaugurado em outubro de 2002 em um prédio do século XVIII onde funcionava um presídio no centro da cidade. A ressignificação do espaço deu lugar ao museu e também ao polo joalheiro, onde são confeccionadas as coleções de biojóias dos artesãos paraenses. O museu pode ser visitado de terça a sábado, de 9h a 18h30, e nos domingos entre  10h e 18h.
Encerrando o tour, o visitante deve ir até a passagem Carneiro Rocha, no bairro da Cidade Velha. Lá fica o Mangal das Garças, um espaço público que serve de santuário para aves como flamingos, gaviões e garças. O local ainda tem restaurante, mirante, orquidário e um borboletário que também serve de vivieiro para beija-flores. O mangal fica aberto de terça a domingo, de 9h a 18h.

Dica do G1: O parque do Utinga, cujo acesso é pela Avenida João Paulo II, no bairro do Curió-Utinga, é uma excelente pedida para quem gosta de fazer trilhas e pedalar. Porém o local está em obras, e só deve receber visitantes após o mês de outubro.
Vista aérea do Parque do Utinga, em Belém (Foto: Fernando Araújo/O Liberal)Vista aérea do Parque do Utinga, em Belém (Foto: Fernando Araújo/O Liberal)
Vale experimentar
- Os pratos típicos do Pará, como o tacacá, a maniçoba, o filhote e o açaí tradicional servido com peixe, camarão ou carne seca.
- Sucos e sorvetes de frutas como cupuaçu, bacuri e muruci.
- O cachorro quente vendido nos carrinhos espalhados nas esquinas. Ao contrário da maior parte do país, o "dogão" de Belém não é feito com salsicha: no pão vai carne moída temperada, maionese de repolho e batata palha.
- A cachaça de jambu, que deixa a boca amortecida.
- As vitaminas batidas com guaraná da Amazônia.
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Sucesso em praias chinesas, 'facequíni' surpreende até inventor

No ano passado, 30 mil unidades foram vendidas.
Muitas chinesas usam a peça para não ficarem com o rosto bronzeado.

Do G1, em São Paulo
Moda nas praias chinesas nos últimos anos, o "facequíni" vendeu 30 mil unidades no ano passado. Usada para se proteger do sol e de águas vivas, a máscara foi inventada pelo ex-contador Zhang Shifan, que não esperava que a peça fizesse tanto sucesso.
'Facequíni' vendeu 30 mil unidades no ano passado (Foto: Reuters)'Facequíni' vendeu 30 mil unidades no ano passado (Foto: Reuters)
O "facequíni" apareceu nas praias da cidade costeira de Qingdao em 2004. Desde então, surgiram diversos modelos, de diferentes cores. Muitas chinesas usam a peça para não ficarem com o rosto bronzeado.
Muitas chinesas usam a peça para não ficarem com o rosto bronzeado (Foto: Reuters)Muitas chinesas usam a peça para não ficarem com o rosto bronzeado (Foto: Reuters)
Na China, o "facequíni" se tornou uma peça de "status social", já que a pele pálida é altamente valorizada como delicada e feminina, enquanto a pele escura sugere bronzeamento causado pela agricultura nos campos ou por trabalhos braçais ao ar livre.
Peça é usada para se proteger do sol e de águas vivas (Foto: Reuters)Peça é usada para se proteger do sol e de águas vivas (Foto: Reuters)
'Facequíni' conta com diversos modelos, de diferentes cores (Foto: Reuters)'Facequíni' conta com diversos modelos, de diferentes cores (Foto: Reuters)


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‘Não vi cenas iguais nem em filme de terror’, diz sobrevivente de tornado

Chuvas fortes no Paraná deixaram um morto e mais de 70 pessoas feridas.
Francisco Beltrão e Mariópolis, no sudoeste, são as cidades mais atingidas.

Fabiula WurmeisterDo G1 PR
A vendedora Rosemar Fiorese diz que passou momentos de pânico e terro durante o tornado que destruiu a casa onde estava, em Francisco Beltrão (PR) (Foto: Josiane Soares Sai / Arquivo Pessoal)A vendedora Rosemar Fiorese diz que passou momentos de pânico e terro durante o tornado que destruiu a casa onde estava, em Francisco Beltrão (PR) (Foto: Josiane Soares Sai / Arquivo Pessoal)
tornado que atingiu Francisco Beltrão, no sudoeste do Paraná, na noite de segunda-feira (13), surpreendeu principalmente moradores da área rural, onde ao menos 11 casas foram destruídas. Em uma delas, estavam 15 pessoas da mesma família em uma festa de aniversário, quando o vendaval começou. De acordo com a Somar Meteorologia, os ventos chegaram a 115 km/h na cidade.
“Não deu tempo de nada. Estávamos na varanda, quando começou a escurecer e o meu marido pediu que entrássemos porque estava começando a ventar. De repente começou a ventar muito forte e acabou a luz. A primeira reação foi se proteger embaixo das mesas na cozinha. Foi horrível, o vento arrastando tudo, pessoas gritando. Nascemos de novo”, lembra a vendedora Rosemar Fiorese. “Agora é tentar encontrar os documentos e voltar para casa.”
Ela, o marido e o filho moram em Curitiba e viajaram para Francisco Beltrão na sexta-feira (10) para o aniversário do sogro, o aposentado Antônio Soares, de 78 anos. “A gente já tinha comido e estava se preparando para voltar para casa. Não vi cenas iguais àquelas nem em filme de terror”, destaca. “Escuridão, destruição, gente gritando e outros tentando socorrer os feridos. Fiquei mais chocada depois que vi os estragos do que na noite do vendaval.”
Izolete Soares, de 65 anos, ficou bastante ferida e deixou o hospital na terça (14); ela e o marido, o aposentado Antônio Soares, de 78 anos, tiveram a casa destruída pelo tornado (Foto: Josiane Soares Sai / Arquivo Pessoal)Izolete Soares, de 65 anos, ficou bastante ferida e deixou o hospital na terça (14); ela e o marido, o aposentado Antônio Soares, de 78 anos, tiveram a casa destruída pelo tornado (Foto: Josiane Soares Sai / Arquivo Pessoal)
Com ferimentos nas pernas, a sogra de Rosemar, Izolete Soares, de 65 anos, deixou o hospital na terça-feira (14) e agora ela e o marido se revezam entre as casas dos familiares. “Na hora foi um susto. Meu pai estava na festa e, quando conseguiu um sinal de celular, me telefonou pedindo socorro. Ele contou que estava tudo destruído e que tinha pessoas feridas lá”, relata a advogada Josiane Soares Sai. “Dos sete carros que estavam na casa, só um não foi destruído. E foi com essa caminhonete que os feridos foram socorridos. Se não fosse a comemoração, meus avós estariam sozinhos em casa e a tragédia teria sido muito maior.”
Entre os feridos estavam duas crianças, um menino de um ano e meio e outro de cinco anos. “O menor, o Bernardo, voou dos braços da mãe e desapareceu. Todo mundo chamava o nome dele e ele demorou para responder, até que a mãe ouviu o choro. Ele estava em estado de choque, todo cheio de lama e ensanguentado. Mas, agora está tudo bem”, reforça Josiane, que está abrigando parte da família em casa.
Atingidos
Segundo o boletim divulgado pela Defesa Civil Estadual às 12h desta quarta-feira (15), o número de atingidos subiu de 24.653 para 31.346 atingidos em 47 municípios, a maioria no sudoeste. O levantamento mostra ainda que 12 pessoas continuam desabrigadas e que as chuvas e ventos danificaram 3.820 casas e destruíram outras 11. Uma pessoa morreu em Araruna, no noroeste, entre sexta (10) e sábado (11). O jovem tentava atravessar um córrego quando foi arrastado pela correnteza e acabou se afogando.
Estragos
A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Rural de Francisco Beltrão estima que os prejuízos no interior do município, área mais atingida, passem de R$ 5 milhões. De acordo com o levantamento, pelo menos 25 propriedades rurais foram atingidas.
Em apenas uma propriedade, onde uma área de reflorestamento foi devastada com os ventos, as perdas chegam a R$ 1,2 milhão. Em outra propriedade, dois aviários foram destruídos e 60 mil pintinhos morreram. Perda de cerca de R$ 800 mil.
ameaça agora é de enchentes. Segundo a Defesa Civil do município, o nível do Rio Marrecas está 4 metros acima do normal e está subindo dez centímetros por hora. Alguns moradores que ficam na área de risco de enchentes já estão deixando as casas.
Ajuda
A Secretaria Municipal de Assistência Social de Francisco Beltrão começou nesta terça uma campanha para arrecadar donativos às famílias atingidas pelo tornado. Quem desejar ajudar pode se informar sobre como fazer a doação pelos telefones (46) 3520-2190, (46) 3520-2191 e (46) 3520-2192. Além de água, alimentos, roupas, calçados e cobertores, também podem ser doados materiais de construção e móveis.
Depois do tornado, moradores de áreas atingidas pelo mau tempo começam a voltar para casa em Francisco Beltrão (PR) (Foto: Prefeitura de Francisco Beltrão / Divulgação)Depois do tornado, moradores de áreas atingidas pelo mau tempo começam a voltar para casa em Francisco Beltrão (PR) (Foto: Prefeitura de Francisco Beltrão / Divulgação)
Previsão do tempo
Segundo o Somar Meteorologia, a quarta-feira (15), ainda será de muita instabilidade em todo o sul do país. Ainda há chances de chuva forte acompanhada e rajadas de vento e raios no Paraná, porém a chuva mais intesa deve se concentrar no oeste e sul do estado. Nas outras regiões não há previsão de grandes acumulados de chuva.
A chuva começa a diminuir no estado entre quinta (16) e sexta-feira (17), mas o sol só volta a aparecer no fim de semana.
Cidades atingidas
Os municípios atingidos são: Alto Paraíso, Amaporã, Ampére, Apucarana, Araruna, Barracão, Bom Jesus do Sul, Cafezal do Sul, Campo Mourão, Congonhinhas, Corbélia, Floresta, Francisco Beltrão, General Carneiro, Indianópolis, Iporã, Jandaia do Sul, Janiópolis, Loanda, Londrina, Lunardelli, Manfrinópolis, Marialva, Mariópolis, Matelândia, Mauá da Serra, Nova Londrina, Pérola D'Oeste, Pinhão, Ponta Grossa, Pranchita, Prudentópolis, Querência do Norte, Roncador, Rondon, Santa Cruz de Monte Castelo, Santana do Itararé, Santo Antônio do Sudoeste, São Jorge do Ivaí, São Jorge do Patrocínio, São José dos Pinhais, São Pedro do Paraná, Siqueira Campos, Teixeira Soares, Terra Rica, Umuarama e Vitorino.
Tornado - entenda como funciona (VALE ESTE) (Foto: Arte/G1)Tornado - entenda como funciona (Foto: Arte/G1)

Cônego é liberada após seis horas de manifestação e vandalismo

Três ônibus foram incendiados durante ato na altura de Cubatão (SP).
Corpo de Bombeiros foi acionado para combater às chamas.

Do G1 Santos
Manifestantes atearam fogo em ônibus durante a manhã desta quarta (Foto: Roberto Strauss/G1)Manifestantes atearam fogo em ônibus durante a manhã desta quarta (Foto: Roberto Strauss/G1)
Após seis horas de manifestação e diversos ônibus queimados e destruídos, a Rodovia Cônego Domênico Rângoni foi liberada na altura de Cubatão (SP). Trabalhadores realizaram o ato, nesta quarta-feira (15), por conta do fechamento do Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) da cidade.
Segundo a Prefeitura de Cubatão, o PAT foi alvo de vandalismo na última terça-feira (14), o que resultou na suspensão dos atendimentos que ocorrem no local. Não há previsão para o PAT ser reaberto já que, segundo a prefeitura, os funcionários ficaram bastante assustados após o ataque. Em nota, o município repudiou as ações violentas.
De acordo com a Ecovias, responsável pela adminstração da rodovia, não há mais nenhum reflexo no trânsito. A Polícia Militar acompanhou os manifestantes durante o ato e o Corpo de Bombeiros foi acionado para combater às chamas.
Dois ônibus também foram queimados na avenida 9 de Abril, em Cubatão (Foto: Roberto Strauss/G1)Dois ônibus também foram queimados na avenida 9 de Abril, em Cubatão (Foto: Roberto Strauss/G1)
Manifestantes atearam fogo em ônibus durante a manhã desta quarta (Foto: Roberto Strauss/G1)Manifestantes atearam fogo em ônibus durante a manhã desta quarta (Foto: Roberto Strauss/G1)

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Máquina alemã que codificava textos na 2ª Guerra é leiloada por R$ 733 mil

Lógica da Máquina Enigma foi quebrada pelo matemático Alan Turing.
Saga do 'pai da computação' foi mostrada no filme 'O Jogo da Imitação'.

Do G1, em São Paulo
Máquina Enigma, usada por alemães para codificar mensagens na 2ª Guerra Mundial, foi a leilão e levantou R$ 733 mil. (Foto: Divulgação/Sotheby's)Máquina Enigma, usada por alemães para codificar
mensagens na 2ª Guerra Mundial, foi a leilão e
levantou R$ 733 mil. (Foto: Divulgação/Sotheby's)
Um exemplar autêntico da Máquina Enigma, usada pelos alemães durante a Segunda Guerra Mundial para codificar mensagens, foi leiloado nesta terça-feira (14) por mais de 149 mil libras, o equivalente a R$ 733 mil.
Os códigos enviados pela Enigma foram quebrados pelo matemático e cientista da computação Alan Turing (1912-1954), o "pai da computação", e seu grupo em Bletchley Park. O esforço da equipe foi retratado pelo filme “O Jogo da Imitação”, vencedor do Oscar de 2014 na categoria de melhor roteiro adaptado.
A máquina leiloada pela Sotheby’s, de Londres, foi fabricada em 1943. Muitas delas foram destruídas pelos próprios alemães à medida que perdiam espaço e tinham que recuar durante o conflito. Por isso, são muito raras, o que fez a Sotheby’s estimar o valor arrecadado entre o equivalente a R$ 245 mil e R$ 344 mil. O lance vencedor, porém, teve valor quase duas vezes maior que o teto da expectativa da casa de leilões e foi dado por um comprador não identificado.
A tecnologia por trás das máquinas Enigma foi patenteada em 1919 e adotada pelos alemães na década seguinte. A função do aparelho era substituir letras de uma mensagem para que seu conteúdo não fosse entendido caso caísse em mãos erradas. A Enigma é capaz de criar 159 milhões de milhões de milhões de possibilidades diferentes de combinação por dia.

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