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quarta-feira, 15 de julho de 2015

Jovem posta '#MeuBandido' na web e é autuada por apologia de criminoso

Segundo delegado, ela exaltou namorado, que tem passagens pela polícia.
Ao G1, jovem disse que não sabia que era crime: 'só agradeci pelo presente'.

Do G1 MS
Apologia MS (Foto: Divulgação/Polícia Civil de MS)Post de jovem no Facebook considerado apologia
ao crime (Foto: Divulgação/Polícia Civil de MS)
Uma jovem de 21 anos, moradora de Nova Alvorada do Sul, a 107 quilômetros de Campo Grande, foi autuada por apologia de crime ou criminoso após exaltar o namorado em uma rede social como "#MeuBandido".
Ao G1, ela disse que não sabia que isso era crime: "Eu só agradeci pelo presente que ele me deu".
O crime está previsto no artigo 287 do Código Penal. Trata-se de fazer, publicamente, apologia de fato criminoso ou de autor de delito. A pena é de três a seis meses de prisão ou multa.
Declaração de amor
Nesta terça-feira (14), a jovem postou no perfil dela no Facebook uma declaração de amor ao namorado e, no fim, colocou a frase #MeuBandido, que a levou à polícia.
Na mesma postagem, há fotos do casal e dos presentes que ela ganhou do namorado.
De acordo com o delegado Christian Duarte Mollinedo, investigadores souberam da postagem e verificaram que se tratava de um crime. A jovem foi levada à Delegacia de Polícia Civil, assinou Termo Circunstanciado de Ocorrência e foi liberada.
Ficha
Segundo o delegado, o namorado da jovem tem 18 anos e passagens por tráfico de drogas e roubo, tendo ficado um período em Unidade Educacional de Internação (Unei).
O delegado afirma que a jovem sabia dos antecedentes do namorado, e que as passagens dele pela polícia também são conhecidas por outros moradores da cidade. No caso de incitação ao crime, o rapaz é citado como testemunha.
Mollinedo explicou que exaltar pessoas que têm passagens pela polícia com palavras que remetem à criminalidade é crime. "Não pode virar hábito exaltar criminoso ou atividades contrárias à lei."

Do abrigo lotado à faculdade de direito: a saga de uma haitiana no Brasil

Dois anos após chegar ao Brasil, imigrante com deficiência visual estuda para se tornar diplomata e quer publicar um livro.

João FelletDa BBC Brasil
Nadine domina quatro idiomas, mas teve dificuldade de conseguir emprego ao chegar no Brasil; empresários só recrutavam homens (Foto: BBC/João Fellet/Paula Froes)Nadine domina quatro idiomas, mas teve dificuldade de conseguir emprego ao chegar no Brasil; empresários só recrutavam homens (Foto: BBC/João Fellet/Paula Froes)
Enquanto uma multidão se acotovelava à espera das quentinhas com o almoço, uma mulher esperava em silêncio no canto, torcendo para que sobrasse comida para ela. Deficiente visual e viajando sozinha, a haitiana Nadine Talleis estava há quase dois meses naquele abrigo quando a BBC Brasil a abordou durante uma reportagem sobre a crise migratória no Acre, em 2013.
Após a entrevista, ela pediu ajuda para que pudesse deixar o alojamento, um ginásio cercado por lama onde 1.300 imigrantes dividiam dois banheiros e dormiam num espaço que deveria abrigar 200.
Passados dois anos, Nadine hoje mora no Distrito Federal, cursa o terceiro semestre da faculdade de Direito e pretende ser diplomata.
"Aquele foi o momento mais difícil desde que eu cheguei aqui", lembra Nadine, de 29 anos, em conversa pelo telefone nesta semana.
Estado de emergência
As condições do abrigo em Brasileia fizeram o governo do Acre decretar estado de emergência. Com a carteira vazia, Nadine estava angustiada porque os empresários que visitavam o centro todos os dias para contratar imigrantes só recrutavam homens, em geral para serviços braçais no Sul e Sudeste.
"Eles iam embora e eu pensava: 'vou ter que passar outra noite neste lugar'."
Sem conseguir se deslocar pela cidade, pois só tem 15% da visão, ela contava com voluntários e funcionários do abrigo para encontrar algum emprego como massagista ou telefonista.
Imigrantes viviam amontoados e em más condições de higiene no abrigo em Brasiléia, no Acre.
A haitiana já havia desempenhado as duas funções ao viver por três anos na República Dominicana, antes de se mudar para o Brasil.
Na capital Santo Domingo, ela fez um curso de massagem e, ao trabalhar num call center, aprendeu a falar espanhol e inglês. Como já conhecia o francês e o creole, as línguas oficiais doHaiti, passou a dominar quatro idiomas.
Infância e terremoto
Nadine cruzou a fronteira com a República Dominicana após o terremoto que atingiu o Haiti em 2010. Ela vivia no país natal com o avô, que lhe criara desde que seus pais haviam morrido, em sua infância.
Apesar dos crescentes problemas para enxergar, conta que "tinha tudo de que precisava".
Filha única, Nadine diz ter herdado duas casas dos pais, o que lhe garantiu certa segurança financeira.
No entanto, o terremoto pôs abaixo os dois imóveis, causando-lhe um grande prejuízo.
Como o avô estava velho e não podia sustentá-la, Nadine foi morar com parentes na República Dominicana. "Eles tratam muito mal os haitianos lá", lembra.
Estima-se que 500 mil pessoas nascidas no Haiti ou de ascendência haitiana vivam na República Dominicana.
Grande parte do grupo está num limbo jurídico desde que, em 2013, a Justiça do país decidiu que filhos de imigrantes ilegais nascidos após 1929 não têm direito à cidadania dominicana, o que abriu o caminho para deportações em massa.
Nadine diz ter decidido deixar o país após gastar 30 mil pesos dominicanos (cerca de R$ 2.100) para tentar regularizar sua documentação, sem êxito. "Doeu muito o meu coração."
Ela soube que um tio havia migrado para o Brasil e que o país era mais aberto a estrangeiros.
Com as economias que lhe restavam, voou da República Dominicana até o Equador e, de lá, contou com a ajuda de outros haitianos para viajar de ônibus até a fronteira do Brasil com o Peru.
"Pensei que o Brasil poderia me ajudar, porque havia progresso no Brasil", ela disse em inglês ao ser entrevistada ainda no abrigo, em 2013.
No país, diz ter notado semelhanças entre haitianos e brasileiros. "A alegria do brasileiro se parece muito com a nossa. E quando você tem alegria, não falta nada."
'Nadjíne'
Hoje Nadine fala português com desenvoltura e se apresenta como "Nadjíne", versão abrasileirada de seu nome. Foi sua habilidade linguística que chamou a atenção de funcionários do alojamento no Acre. Como não contavam com intérpretes, eles passaram a recorrer a Nadine para traduzir diálogos com imigrantes haitianos, senegaleses e dominicanos.
Um dos funcionários lhe sugeriu que tentasse a sorte em Brasília e lhe pôs em contato com pessoas que poderiam ajudá-la na capital.
Essas pessoas, diz ela, acabaram se tornando sua "família adotiva".
Nadine passou alguns meses na casa deles e ouviu que uma faculdade próxima, na cidade-satélite de Taguatinga, abrira inscrições para o vestibular.
Ela se registrou e fez a prova para direito. Passou. "Foi o dia mais feliz da minha vida", recorda.
Mas Nadine não tinha dinheiro para pagar o curso, e sua "mãe adotiva" sugeriu que ela procurasse um trabalho e, quando estivesse estabilizada, tentasse a vaga outra vez.
Nadine resolveu se matricular mesmo assim. "Eu disse para ela: 'eu vim aqui para estudar. Se fosse para ficar sem fazer nada, não precisaria ter vindo'."
No primeiro semestre, Nadine pagou as mensalidades da faculdade Mauá com a ajuda da família adotiva. Até que conseguiu uma emprego de auxiliar administrativa na própria instituição e ganhou uma bolsa integral para prosseguir com o curso.
Nas aulas, Nadine anda sempre com um gravador. A haitiana acessa os livros por meio de um programa de computador que lê os textos para ela.
Hoje ela aluga um apartamento perto da faculdade, em Vicente Pires.
'Dom de conversar'
A haitiana já planeja os próximos passos. Depois de se formar, quer seguir a carreira diplomática. Ela pretende usar a facilidade que tem de se comunicar para ajudar países a se entenderem.
Religiosa – é adepta do adventismo –, Nadine diz ter recebido de Deus o "dom de conversar".
"Eu gosto muito de paz, de tranquilidade, e acho que posso ajudar o mundo com esse dom."
Como a legislação brasileira proíbe a contratação de diplomatas estrangeiros, Nadine sabe que talvez tenha de buscar trabalho em outros países.
Por enquanto, ela tem outro objetivo mais imediato: publicar um livro sobre sua vida. Nadine começou a escrever a obra neste mês e pretende terminá-la até o ano que vem.
Ela diz acreditar que sua trajetória possa inspirar outras pessoas.
"Não vou dizer que tenho tudo, mas estou feliz porque, apesar de todos os problemas, consegui encontrar o meu caminho."
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Nasa divulga foto de Plutão feita durante passagem de sonda

New Horizons teve aproximação máxima do planeta anão nesta terça (14).
Fotos de alta resolução foram transmitidas para a Terra nesta quarta-feira.

Do G1, em São Paulo
A Nasa divulgou, nesta quarta-feira (15), as primeiras imagens feitas pela sonda New Horizons durante sua aproximação de Plutão, quando a nave passou a 12,5 mil km da superfície do planeta anão.
As primeiras imagens divulgadas em uma coletiva de imprensa na tarde desta quarta mostram as luas Hidra e Caronte.
Em seguida, a equipe da New Horizons mostrou uma imagem em alta resolução da superfície de Plutão, que revelou a existência de montanhas.
Os cientistas revelaram ainda que o "coração" visto na superfície do planeta anão agora tem um nome. A área foi batizada de Tombaugh Regio, em homenagem a Clyde Tombaugh, astrônomo que descobriu Plutão em 1930. A New Horizons viaja pelo espaço carregando as cinzas de Tombaugh, além de outros itens, como duas bandeiras americanas.
Luas
Pelas imagens, foi possível concluir que Caronte, a maior lua de Plutão, tem uma superfície cheia de penhascos, vales e uma marca apelidada pelos cientistas de "Mordor", no norte da região polar da lua.
Imagem feita pela New Horizons mostra Caronte, uma das luas de Plutão (Foto: Nasa TV/Divulgação)Imagem feita pela New Horizons mostra Caronte, uma das luas de Plutão (Foto: Nasa TV/Divulgação)
A breve passagem da sonda New Horizons por Plutão ocorreu nesta terça-feira às 8h50 (horário de Brasília). À noite, a sonda se comunicou com a Terra, indicando que o encontro com Plutão tinha sido bem sucedido.
Na manhã desta quarta, durante uma transmissão de dados mais longa, a New Horizons enviou as prinicpais informações obtidadas no encontro, incluindo fotos de altíssima resolução.  
As melhores imagens que tinham sido divulgadas até o momento mostravam Plutão a 800 mil km de distância. As divulgadas nesta quarta-feira têm uma resolução 10 vezes maior do que isso.
Hidra, uma das luas de Plutão (Foto: Nasa TV/Divulgação)Hidra, uma das luas de Plutão, em imagem feita pela sonda New Horizons (Foto: Nasa TV/Divulgação)
A sonda espacial viajou durante nove anos por quase bilhões de quilômetros (que é a distância entre Plutão e a Terra) até chegar perto do planeta anão.
O feito vai colaborar com a ciência para analisar mais detalhes sobre a superfície e a temperatura de Plutão e de sua região, chamada de Cinturão de Kuiper.
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Membros da equipe da New Horizons se reúnem para ver imagens de Plutão enviadas pela sonda espacial  (Foto: Reprodução/Facebook/Nasa)Equipe da New Horizons vê imagens de Plutão enviadas pela sonda (Foto: Reprodução/Facebook/Nasa)
Trajetória
A sonda foi lançada em 2006, dos Estados Unidos, a bordo do foguete Atlas. Ela viajou até Júpiter e usou a gravidade desse planeta como um estilingue para acelerar sua velocidade.
Desde então, a sonda ficou adormecida e viajou pelo espaço até ser reativada, em dezembro do ano passado.
Sete instrumentos que estão a bordo da sonda vão captar essas imagens, que serão transmitidas para a Terra. O tempo de transmissão dos dados de Plutão até a Nasa, nos Estados Unidos, é de quatro horas e meia.
Imagem de cima mostra Plutão, em imagem feita pela sonda New Horizons esta semana; imagem de baixo mostra detalhes na superfície do planeta anão feitos durante passagem da New Horizons (Foto: Nasa TV/Divulgação)A imagem de cima, feita esta semana antes da aproximação máxima entre a New Horizons e Plutão, mostra o planeta anão com uma área em destaque; a imagem de baixo, de alta resolução, mostra a área destacada em detalhes (Foto: Nasa TV/Divulgação)
Maior do que esperado
Nesta segunda-feira (13), os cientistas divulgaram que o planeta anão é maior do que se previa. Plutão, antes considerado o nono e mais distante planeta do Sistema Solar, tem um diâmetro de cerca de 2.370 quilômetros, quase 80 quilômetros a mais do que previsões anteriores.
Agora ele é oficialmente maior do que Eris, um dos centenas de milhares de miniplanetas e objetos parecidos com cometas que circulam o Cinturão de Kuiper.
Segundo a agência Reuters, ser um pouco maior significa que Plutão consiste significativamente de mais gelo e um pouco menos de água do que o previsto, um detalhe importante para cientistas determinarem a história de como ele e o resto do Sistema Solar foram formados.
ENTENDA A MISSÃO EM 2 MINUTOS NO VÍDEO


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Falha de Impressão - L200 / L210 / L220 / L355 / L365 / L455 / L555 / L8...

Japão e EUA se enfrentarão em duelo de robôs gigantes

Norte-americanos desafiaram e japoneses aceitaram briga de máquinas.
Robôs têm até 5,4 toneladas e até possuem canhões.

Da EFE
Megabot é o robô norte-americano que participará de disputa contra o japonês Kurata.  (Foto: Reprodução/YouTube)Megabot é o robô norte-americano que participará de disputa contra o japonês Kurata. (Foto: Reprodução/YouTube)
A fabricante de robôs japonesa Suidobashi Heavy Industries aceitou o desafio lançado nesta semana pela concorrente americana Megabot para um duelo de robôs gigantes.
Embora a data e o lugar ainda não tenham sido anunciados, um robô japonês de 4 toneladas e um americano, de 5,4 toneladas, em breve estarão cara a cara inaugurando um novo tipo de espetáculo, já retratado em obras de ficção científica: as batalhas de robôs gigantes.
A Megabot publicou nesta semana um vídeo bem humorado apresentando Mark II, "o primeiro robô gigante pilotável completamente funcional" dos Estados Unidos. Assista ao primeiro vídeo
Os fundadores da Megabot, Gui Cavalcanti e Matt Oehrlein, aparecem no vídeo usando a bandeira dos EUA como capa e explicam que "por serem americanos" equiparam Mark II "com canhões [de paintball] muito grandes" antes de desafiar para um duelo a Suidobashi e seu modelo Kuratas.
O vídeo de resposta de Kogoro Kurata, diretor-executivo da empresa japonesa, demorou um dia para chegar. O engenheiro e principal criador do Kuratas se cobriu com uma bandeira japonesa para dizer que aceitava o desafio da Megabot. Assista ao segundo vídeo
"Parece muito interessante [a proposta]", disse Kurata, que fez uma provocação, ao dizer que seu adversário poderia ter feito melhor.
"Construir uma coisa gigante e colocar canhões, isso é tão americano... Não podemos permitir que outro país ganhe, os robôs gigantes são parte da cultura japonesa", disse em tom de deboche, antes de dizer que sua intenção é acabar com Mark II.
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Forte onda de calor deixa 5 mortos e mais de 3 mil hospitalizados no Japão

Fez mais de 39 em Gunma e Fukushima.
Metade dos hospitalizados é formada por idosos.

Da EFE
Mulher se protege do forte calor em Tóquio (Foto: Thomas Peter / Reuters)Mulher se protege do forte calor em Tóquio (Foto: Thomas Peter / Reuters)
Cinco pessoas morreram e mais de 3 mil tiveram que ser hospitalizadas no Japão devido à onda de calor que afetou o país durante a última semana, informou nesta quarta-feira (15) a imprensa local. Os mortos eram pessoas de idade avançada que não resistiram às elevadas temperaturas registradas em parte do país.
Em locais como nas províncias de Gunma e Fukushima, elas superaram os 39 graus, acompanhadas por um índice de umidade superior a 63%.
Além disso, cerca de 3.200 pessoas foram hospitalizadas em todo país durante os últimos oito dias por sintomas relacionados com o calor, a metade delas de 65 anos ou mais, de acordo com dados das autoridades japonesas divulgados pela agência "Kyodo".
Entre os hospitalizados há oito vítimas em estado crítico, informou a emissora estatal "NHK".
A Agência Meteorológica Japonesa (JMA) recomendou aos cidadãos das zonas mais afetadas pela onda de calor que se hidratem suficientemente e evitem a exposição direta ao sol.
As previsões indicam que o calor diminuirá a partir desta quarta, quando as temperaturas máximas devem atingir 35 graus. Quase todo o Japão, porém, deve ficar nublado pela chegada do tufão Nangka.
Junho foi o mais quente em todo o planeta desde o início dos registros de temperatura no final do século XIX, disse hoje a JMA.
A temperatura superficial média global para o mês ficou 0,41 graus centígrados acima da média entre os anos de 1981 e 2010, além de 0,76 graus superior à média de todo o século XX.
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