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sábado, 18 de julho de 2015

Mega-Sena, concurso 1.724: ninguém acerta e prêmio acumula em R$ 32 mi

Veja as dezenas sorteadas: 27 - 33 - 37 - 39 - 58 - 60.
A quina saiu para 53 apostas, e cada uma vai levar R$ 48.154,01.

Do G1, em São Paulo

MEGA-SENA
CONCURSO 1724
27 33 37
39 58 60
Nenhuma aposta acertou as 6 dezenas do sorteio do concurso 1.724 da Mega-Sena, realizado neste sábado (18) em São José dos Pinhais (PR). A estimativa de prêmio para o próximo concurso é de R$ 32 milhões.
Veja as dezenas sorteadas: 27 - 33 - 37 - 39 - 58 - 60.
A quina saiu para 53 apostas e cada uma delas levará um prêmio de R$ 48.154,01. Outros 4281 bilhetes acertaram a quadra e ficarão com R$ 851,65 cada.
Para apostar
As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 3,50.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.
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Em 12 anos, Thiago soma 23 pódios e vira maior nome da história dos Jogos

Nadador vibra com primeiro lugar no revezamento 4 x 100m medley. Trajetória começou bronze nos 400m medley, em Santo Domingo, e totaliza 15 ouros

Por Direto de Toronto, Canadá
Thiago Pereira 200m medley natação Pan de Toronto (Foto: Satiro Sodré / SSPress)Thiago Pereira posa para foto com medalha dos 200m medley (Foto: Satiro Sodré / SSPress)
No dia 12 de agosto de 2003, Thiago Pereira subia no bloco para buscar sua primeira medalha pan-americana. Aquele bronze surpreendente nos 400m medley de Santo Domingo, aos 17 anos, colocava o menino de Volta Redonda no mapa da natação internacional. Parecia muito. Mas nem tanto perto do que ainda estava por vir. Vinte e duas outras medalhas “escolheriam” o mesmo destino nos 12 anos seguintes. Quinze delas de ouro. As duas últimas com direito a desfecho especial, desses digno de último capítulo de novela das 21h. O final feliz teve a prata nos 200m medley, a ouro no 4x100m medley e o título de maior medalhista da história dos Jogos Pan-Americanos. 
A penúltima medalha do brasileiro em Toronto veio em uma de suas provas preferidas, os 200m medley, a prata, com o tempo de 1m57s42. Thiago ficou atrás apenas do compatriota Henrique Rodrigues, que fez o excelente tempo de 1m57s03, terceira melhor marca de 2015. Na última disputa da natação na competição canadense, veio a medalha derradeira. Da arquibancada, o brasileiro viu seus amigos Guilherme Guido, Felipe França, Arthur Mendes e Marcelo Chierighini conquistarem seu 23º pódio, com o ouro, em 3m32s68. Mesmo sem ter participado do quarteto na final, os nadadores que disputam as eliminatórias também recebem medalha. 
Após o feito, Thiago viajou rapidamente ao seu passado e lembrou do começo de sua jornada em edições de Jogos Pan-Americanos. Emocionado, disse que jamais poderia imaginar que chegaria tão longe e entraria na história. Em meios aos triunfos, não deixou de lembrar dos momentos difíceis.
- O legal disso tudo é que a gente vai vivendo dia a dia e muitas vezes não pensa em tudo que a gente fez, que conquistou. Quando a gente é moleque, só pensa no próximo passo. Fui para Santo Domingo (Pan de 2003) e nunca imaginei estar vivendo isso agora. Foi sendo construído ano a ano, muitas batalhas. Alguns sentimentos, lógico, de tristeza. Fui quarto colocado várias vezes e cansei de ouvir que nunca ia deixar de ser quarto. E minha medalha olímpica veio, e não foi de maneira fácil - lembrou Thiago, após nadar os 200m medley.
01
DO MENINO DE 2003 AO CONSAGRADO THIAGO DE TORONTO
O menino de 17 anos distribuiu o seu cartão de visitas em Santo Domingo 2003 com categoria. A revelação brasileira da modalidade na época surpreendeu ao suportou a pressão da estreia e abrir o placar na contagem de medalhas, com a prata nos 200m medley e o bronze nos 400m medley. Mas foi no Pan Rio 2007 que o nadador de Volta Redonda virou o queridinho da torcida brasileira. Nadando em casa, simplesmente fez a festa, com seis ouros, uma prata e um bronze. Para completar, bateu o recorde de número de medalhas em uma mesma edição.
Na última edição dos Jogos, em Guadalajara 2011, Thiago repetiu o admirável desempenho do Rio de Janeiro. Novamente oito medalhas, sendo seis ouros, uma prata e um bronze. O “bônus” no México foi o status de brasileiro com mais títulos pan-americanos no total: 12. Quatro anos depois – com direito a uma medalha olímpica de prata no meio – Thiago Pereira chegou a Toronto disposto a nadar oito provas em busca das cinco medalhas que faltavam para ultrapassar o ex-ginasta cubano Érick Lopez Rios no ranking dos maiores medalhistas da história da competição. 
Thiago Pereira 200m medley natação Pan de Toronto (Foto: Satiro Sodré / SSPress)Thiago Pereira durante os 200m medley em Toronto (Foto: Satiro Sodré / SSPress)
A maratona esperada para o Canadá, no entanto, precisou ser adaptada. Aos 29 anos, o medalhista de prata nas Olimpíadas de Londres 2012 sentiu o cansaço durante a semana de disputas e desistiu de duas provas (100m costas e 100m borboleta). Restaram seis provas para cinco medalhas. Em uma delas, nos 400m medley, Thiago foi ouro, mas acabou desclassificado. Com isso, depois de ter faturado nos primeiros dias dois ouros (4x100m livre e 4x200m livre) e um bronze (200m peito), chegou ao último dia dependendo das duas medalhas nas duas provas que estava inscrito (200m medley e 4x100m medley). 
Thiago Pereira 200m medley natação Pan de Toronto (Foto: Satiro Sodré / SSPress)Thiago Pereira é o recordista de medalhas em Pan-Americanos (Foto: Satiro Sodré / SSPress)
- Como um dos atletas mais importantes da natação do Brasil, tinha que voltar. Sabia que o nosso país precisava de mim. É uma força a mais. Não podia deixar que isso me abalasse e não tem muito o que choramingar - diz Thiago, lembrando o imprevisto em Toronto.
Antes de embarcar para a disputa do Mundial de Esportes Aquáticos de Kazan, na Rússia, Thiago Pereira quer celebrar um pouco. Curtir cada minuto a sua ampliada e histórica coleção de medalhas pan-americanas que agora tem em sua estante. Sobre a possibilidade de voltar a nadar no próximo Pan, daqui a quatro, preferiu não falar em decisão. 
- Eu fiz sempre meus ciclos de quatro em quatro anos. Toda a minha carreira sempre fiz pensando nos próximos Jogos Olímpicos. Vamos para o Rio, depois a gente pensa no próximo ciclo. Acho que muita coisa pode acontecer. São quatro anos. Não vou falar que vou estar, nem que não vou estar. Vou deixar rolar cada ano. E vamos embora para o Rio. Me sinto bem iluminado com tudo que tive na minha carreira e o que venho conquistando.
Mais medalhas
Campeão dos 400m medley neste Pan, Brandonn Almeida demonstrou mais uma vez que briga dentre os grandes do continente americano.  O jovem de 18 anos irá embora do Canadá também com o bronze dos 1.500m, obtido com o tempo de 15m11s70, atrás apenas do ganhador do ouro, o canadense Ryan Cochrane (15m06s40) e o americano Andrew Gemmel (15m09s92).
Não foi apenas a natação masculina brasileira que foi ao pódio neste último dia da natação no Pan de Toronto. O quarteto formado por Daynara de Paula, Larissa Martins, Etiene Medeiros e Jhennifer Conceição conquistou a medalha de bronze no revezamento 4x100m medley. As meninas fizeram o tempo de 4m02s52 e ficaram atrás só das americanas, que ganharam o ouro (3m56s53) e das canadenses, que colocaram a prata no peito (3m58s51).

Casal elimina mais de 100 kg: 'Precisamos do incentivo um do outro'

Mariana Boni e Mario Campagnone começaram namoro junto com dieta.
Com mudança de hábitos, ele emagreceu 71 kg e ela, 35 kg em um ano.

Mariana LenharoDo G1, em São Paulo
Quando Mario Campagnone e Mariana Boni se conheceram, no ensino médio, ele pesava 115 kg e ela, 80 kg. Na época, eram só bons amigos. Três anos depois, quando se reencontraram, estavam com alguns quilos a mais: ele, com 151 kg e ela, com 105 kg. Os dois não só se apaixonaram e começaram a namorar como também iniciaram outro projeto juntos: emagrecer mudando a alimentação e fazendo exercícios físicos.
Mariana Boni e Mario Campagnone perderam, juntos, mais de 100 kg: compare o casal antes e depois da dieta (Foto: Mariana Boni e Mario Campagnone/Arquivo Pessoal)Mariana Boni e Mario Campagnone perderam, juntos, mais de 100 kg: compare o casal antes e depois da dieta (Foto: Mariana Boni e Mario Campagnone/Arquivo Pessoal)
Hoje, ambos com 23 anos, têm silhuetas bem mais esguias. Mario, que emagreceu 71 kg, pesa 80 kg e Mariana, que emagreceu 35 kg, pesa 70 kg. Os dois vão à academia juntos quase todos os dias e aproveitam os fins de semana para correr. Eles contam que o apoio mútuo foi essencial para superar as dificuldades. "Como eu via que ele também estava emagrecendo, pensava: ‘Se eu desistir agora, ele vai ficar magro e eu não, ou ele vai desistir junto comigo'", conta Mariana.
Raio-X - Mario Campagnone e Mariana Boni (Foto: G1)
Mariana: 25 kg a mais em 2 anos
A fisioterapeuta sempre foi gordinha, mas isso se acentuou quando entrou na faculdade: engordou 25 kg em dois anos. O que a fez decidir emagrecer de vez foram os problemas de saúde. “Sempre me senti bem do jeito que eu era. Não tinha problema com meu peso. Mas passei a ter muita falta de ar, pressão alta. Um dia decidi mudar isso”, diz. Quando começou a namorar Mario, tanto ela quanto ele tinham acabado de começar a dieta.
"Começamos a levar a dieta mais a sério. Um ficava acompanhando o outro, saíamos juntos para correr”, conta. Ela não foi ao nutricionista nem seguiu uma dieta específica. Só cortou do cardápio alimentos como pizza, pastel, doces e lanches em geral. O pão branco e o arroz branco foram substituídos pelas versões integrais. Verduras, frutas e legumes, que antes ela não gostava de comer, passaram a fazer parte de sua alimentação.
A academia entrou na rotina como um remédio amargo. “Não gostava nem um pouco de ir à academia. Eu comecei a ir porque sabia que era bom pra mim, mas me forcei a ir. Acabei aprendendo a gostar e, depois que a gente treina, é muito bom ter a sensação de dever cumprido”
Mario: 100 kg aos 9 anos de idade
O que motivou Mario a emagrecer também foi a preocupação com a saúde. “Minha pressão sempre foi alta, já tinha predisposição para diabetes. Não tinha disposição para fazer as coisas.” O sobrepeso o acompanhava desde a infância: chegou aos 100 kg com 9 anos de idade.
“Eu comia muito e em horários errados. Chegava da faculdade e comia uma pizza inteira”, conta. Quando resolvia comer esfiha, comia 40 de uma vez. Para se satisfazer com lanches de fast food, tinha que comer pelo menos cinco. Durante a adolescência, fez algumas dietas, mas sempre voltava a engordar.
Marmitas do casal incluem salada de alface, frango, ovo cozido, panqueca e frutas (Foto: Mariana Boni e Mario Campagnone/Arquivo Pessoal)Marmitas do casal incluem salada de alface, frango, ovo cozido, panqueca e frutas (Foto: Mariana Boni e Mario Campagnone/Arquivo Pessoal)
Diferentemente de sua namorada, o administrador sempre gostou de fazer exercício físico e frequentava a academia desde os 15 anos. Mas nunca tinha mudado a alimentação. No começo de sua dieta, como não tinha buscado a ajuda de um nutricionista, chegou a passar fome. Depois, ao consultar um profissional, descobriu que tinha que comer mais vezes por dia, em porções menores.
No começo sua meta era modesta: queria chegar aos 120 kg. Mas gradualmente foi aumentando sua exigência. Hoje, pesando 80 kg, ele já mudou seu objetivo de novo: quer ganhar mais massa muscular e por isso mudou a alimentação e fica mais de duas horas por dia na academia. "Minha namorada me motivou muito porque chega um momento em que você pensa: 'Cansei de fazer dieta, não aguento mais comer salada, frango e arroz'".
Mario Campagnone foi dos 151 kg aos 80 kg em cerca de um ano: apoio da namorada foi fundamental  (Foto: Mariana Boni e Mario Campagnone/Arquivo Pessoal)Mario Campagnone foi dos 151 kg aos 80 kg em cerca de um ano: apoio da namorada foi fundamental (Foto: Mariana Boni e Mario Campagnone/Arquivo Pessoal)
O casal de Mogi Mirim conclui que o incentivo do outro foi essencial. "A pessoa tem que acreditar nela mesma. Só depende dela, de mais ninguém. Mas se tiver alguém que incentive, isso ajuda muito. A gente fica estressada porque tira o que a pessoa mais gosta, que é comer. Por isso quem está por perto tem que ajudar", diz Mariana
Mariana Boni foi dos 105 kg para os 70 kg: mudança na alimentação e academia foram fundamentais (Foto: Mariana Boni e Mario Campagnone/Arquivo Pessoal)Mariana Boni foi dos 105 kg para os 70 kg: mudança na alimentação e academia foram fundamentais (Foto: Mariana Boni e Mario Campagnone/Arquivo Pessoal)
Casal Mariana Boni e Mario Campagnone costumam praticar corrida juntos nos fins de semana (Foto: Mariana Boni e Mario Campagnone/Arquivo Pessoal)Casal costuma praticar corrida juntos nos fins de semana (Foto: Mariana Boni e Mario Campagnone/Arquivo Pessoal)

Mais de 300 pessoas são deslocadas devido a incêndios na Califórnia, EUA

Não há informações sobre feridos, segundo o corpo de bombeiros.
Incêndios florestais se espalharam por conta do período de seca.

Da Reuters
Frame retirado de vídeo mostra carros em chamas na rodovia Interstate 15 na passagem de Cajon, na Califórnia. Um incêndio florestal invadiu a auto-estrada e incendiou vários carros e caminhões (Foto: NBCLA.COM/Reuters)Frame retirado de vídeo mostra carros em chamas na rodovia Interstate 15 na passagem de Cajon, na Califórnia. Um incêndio florestal invadiu a auto-estrada e incendiou vários carros e caminhões (Foto: NBCLA.COM/Reuters)
Dezenas de crianças estavam entre as mais de 300 pessoas evacuadas de acampamentos na manhã deste sábado (18), com bombeiros combatendo incêndios florestais em áreas afetadas pela seca do sul da Califórnia (EUA), segundo os bombeiros.
Não houve feridos, tampouco estruturas foram ameaçadas pelo fogo que começou por volta de 21h30 (horário local) ao longo da estrada Angeles Crest. O incêndio já queimou mais de 125 hectares a noroeste de San Bernardino, de acordo com um posto do Serviço Florestal dos Estados Unidos.
Pelo menos cinco acampamentos perto do fogo foram evacuados, mandando 300 campistas, incluindo 130 crianças com necessidades especiais, para uma escola nas proximidades, disse o Corpo de Bombeiros de Los Angeles no Twitter.
A rodovia permaneceu fechada na manhã de sábado perto do fogo, que foi 10% contido, segundo disseram os bombeiros.

Estouro de champagne motivou morte em pizzaria, dizem testemunhas

Crime ocorreu na madrugada deste sábado (18), na Ribeira, em Salvador. 
Autor do crime está foragido; vítima será sepultada neste domingo (19). 

Do G1 BA
O estouro de duas champagnes é apontado por testemunhas como motivação da morte do técnico de informática Fábio Luiz do Santos Carmo, de 33 anos, assassinado a tiros dentro de uma pizzaria no bairro da Ribeira, em Salvador, na madrugada deste sábado (18).
Segundo testemunhas, que preferem não se identificar, um homem que estava em uma das mesas do bar molhou Fábio Luiz e os amigos ao abrir uma garrafa de champagne. Minutos após, a mesma pessoa teria aberto outra garrafa, molhando novamente o grupo que estava na mesa vizinha.
Testemunhas relatam que Fábio reclamou com o rapaz que estava abrindo as garrafas e foi atingido por quatro tiros no peito e no rosto. Amigo da vítima, Carlos da Hora disse que o homem responsável pelos disparos saiu de forma fria do local. "O espaço era pequeno. Foi um pânico, todos correndo. Parece que ele saiu andando como se tivesse matado uma muriçoca e não a vida de um ser humano", conta o eletromecânico.
Tia da vítima, Neide Gonçalves conta que a mãe de Fábio está inconsolável. "Minha irmã, ela até agora não acredita que isso está acontecendo, que isso aconteceu o filho dela", disse emocionada. Já a amiga Núbia Cavalcanti lembra com carinho das qualidades do amigo. "Meu coração está sangrando. Você não tem noção que espetáculo de ser humano era aquele garoto", desabafa.
O bar onde ocorreu o crime não abriu neste sábado. O estabelecimento tem câmeras, mas a polícia não informou se já recebeu as imagens do local. O homem responsável pelo crime está foragido.
Crime
O crime ocorreu na madrugada deste sábado (18), por volta das 0h30, dentro do estabelecimento que fica na Avenida Beira Mar, na Ribeira. Segundo a Centel, a vítima chegou a ser encaminhada para o Hospital São Jorge, no bairro de Roma, mas não resistiu aos ferimentos. O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) investiga o caso.
O sepultamento de Fábio Luiz do Santos Carmo será realizado neste domingo, às 11h, no cemitério Campo Santo, localizado no bairro da Federação.

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