EMPREENDEDOR DE SUCESSO

sábado, 18 de julho de 2015

De luto, FIA lamenta morte de Bianchi: "Um dos maiores talentos da geração"

Bianchi morreu na noite de sexta-feira, aos 25 anos; ele estava internado desde outubro, após acidente no GP do Japão

EFE
Jules Bianchi acertou um trator que rebocava o carro de Adrian Sutil durante o GP do Japão 2014
Reprodução/Facebook
Jules Bianchi acertou um trator que rebocava o carro de Adrian Sutil durante o GP do Japão 2014
A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) se declarou de luto pela morte do piloto francês Jules Bianchi, com a qual afirma que "o esporte perde um dos maiores talentos desta geração de pilotos, procedente de uma família de longa tradição na história do esporte".
Em comunicado, a entidade diz que "Jules Bianchi era uma personalidade popular na Fórmula 1, em posse das melhores qualidades esportivas e humanas". A FIA "reconhece a coragem com que o piloto se comportou em sua última batalha, na companhia de sua adorável família".
Bianchi morreu na noite de sexta-feira, aos 25 anos, em um hospital de Nice. O piloto havia sido transferido ao hospital universitário da cidade francesa após ser inicialmente internado no Japão depois de se envolver em um acidente com um guindaste que retirava a Sauber do alemão Adrian Sutil da área de escape no Grande Prêmio do Japão no dia 5 de outubro de 2014.
Relembre alguns dos piores acidentes na Fórmula 1:
Jules Bianchi acertou um trator que rebocava o carro de Adrian Sutil durante o GP do Japão 2014. Foto: Reprodução/Facebook
Em 2013, um fiscal morreu depois de ser atropelado por um guindaste durante o GP do Canadá. Foto: Reprodução/Twitter
Felipe Massa é socorrido após o acidente no GP da Hungria que o tirou do fim da temporada de 2009. Foto: EFE
Robert Kubica só sobreviveu ao forte acidente que sofreu em Montreal, em 2007, porque a célula de sobrevivência o protegeu. Foto: Getty Images
Fernando Alonso deu sorte por ter ficado apenas com dores após bater na subida da pista de Interlagos no GP do Brasil de 2003. Foto: Getty Images
Jacques Villeneuve não se feriu, mas sua batida no GP da Austrália de 2001 deixou um fiscal morto. Foto: Getty Images
MIchael Schumacher quebrou a perna direita após acidente no GP da Inglaterra de 1999. Foto: Getty Images
Mika Hakkinen, da McLaren, bateu forte no GP da Austrália de 1995 e foi socorrido com o rosto cheio de sangue. Foto: Reprodução
Ayrton Senna morreu em 1994 após acidente que deixou sua Williams destruída no GP de San Marino. Foto: Getty Images
Um dia antes da morte de Senna, Roland Ratzerberger perdeu a vida ao bater no treino para o mesmo GP de San Marino de 1994. Foto: Reprodução
Rubens Barrichello também poderia ter sido uma vítima fatal do GP de San Marino de 1994, mas teve sorte. Foto: Getty Images
Duas semanas depois do acidente fatal de Senna, Karl Wendlinger quase morreu no GP de Mônaco ao bater na saída do túnel. Foto: Getty Images
Gerhard Berger viu sua Ferrari ficar em chamas após acidente na curva Tamburello, a mesma que matou Senna, em 1989. Foto: Reprodução
Nelson Piquet também bateu forte na curva Tamburello, mas em 1987, ano em que conquistou o tricampeonato de F1. Foto: Reprodução
Gilles Villeneuve morreu em um dos mais impressionantes da história da F1 durante treino para o GP da Bélgica de 1982. Foto: Reprodução
Niki Lauda sofreu queimaduras e quase morreu em famoso acidente no GP da Alemanha de 1976. Foto: Reprodução
Helmut Koinigg morreu no GP dos Estados Unidos de 1975. Foto: Reprodução
Jules Bianchi acertou um trator que rebocava o carro de Adrian Sutil durante o GP do Japão 2014. Foto: Reprodução/Facebook
1/17
close

    Leia tudo sobre: Jules Bianchi • morte na F1

    “Concurso público é uma máquina de injustiça social”

    Autor de estudo que critica os métodos de seleção de funcionários públicos no País, professor da FGV propõe o fim das provas de múltipla escolha e das taxas de inscrição

    Divulgação
    Fernando Fontainha, professor de direito da FGV: sistema é voltado para quem tem tempo e dinheiro para pagar um bom cursinho
    Os concursos públicos no Brasil não foram feitos para escolher os melhores candidatos. Essa é a opinião do professor de Direito da FGV Rio, Fernando Fontainha, crítico voraz do sistema que filtra os ocupantes de cargos públicos no País.
    Para o acadêmico, a ideologia concurseira que se firmou ajuda a alimentar uma "indústria milionária de cursos preparatórios e um sistema de arrecadação que desvirtuou os processos seletivos".
    Boa parte destas críticas está no livro recém-lançado “Processos Seletivos para a Contratação de Servidores Públicos: Brasil, o País dos Concursos”, fruto de uma pesquisa do Centro de Justiça e Sociedade da FGV Direito Rio em parceria com a Universidade Federal Fluminense (UFF). Na obra, Fontainha propõe criar um marco regulatório para mudar radicalmente os critérios de seleção de funcionários públicos no Brasil.
    O professor propõe, entre outras ideias, abolir as provas de múltipla escolha e acabar com as taxas de inscrição. No estudo, aparecem exemplos de provas em 20 órgãos federais, entre eles Banco Central, INSS, Polícia Federal e Receita. Para selecionar os candidatos com as competências mais adequadas, Fontainha sugere que a experiência profissional prévia seja requisito básico para inscrever-se no concurso.
    iG - Por que, na sua opinião, os concursos públicos não são capazes de selecionar os melhores candidatos?
    Fernando Fontainha - Os concursos no Brasil são autocentrados, voltados para si mesmos. Neles, impera a ideologia concurseira, que acontece em enorme prejuízo do serviço público brasileiro, sem dúvida alguma. Eles servem para selecionar os que mais se prepararam para as provas, e não os mais competentes. Isso reflete na qualidade dos serviços públicos no Brasil.
    Como você sugere mudar esse sistema?
    Existem duas maneiras de se averiguar os candidatos mais competentes: de forma profissional ou acadêmica. Criamos propostas provocativas de um novo marco regulatório, com 10 itens que passam pelo fim das provas de múltipla escolha e pela necessidade de expor as habilidades e competências exigidas pelas carreiras já no edital.
    Você propõe acabar com as provas de múltipla escolha. Por quê?
    Com certeza, esse tipo de prova não avalia bem o candidato, é uma prova cheia de macetes. Ela averigua capacidades completamente desligadas das competências acadêmicas. Não são provas de múltipla escolha que os alunos estão acostumados a fazer na faculdade e não elas não vão definir o que farão na carreira. As questões de múltipla escolha não avaliam nem competências acadêmicas, nem profissionais. Esse é o problema. Todo mundo sabe como se treina para essas provas em cursinhos. Você pega os truques e técnicas para escapar das pegadinhas.
    Deveria haver uma prova prática para substituir o método atual?
    Nós sugerimos que sim. Ou prova prática ou requisitos de experiência prévia. O médico do Ministério da Saúde faz apenas uma prova de múltipla escolha para ser admitido. A única exigência é de que ele seja bacharel em medicina. Isso é no mínimo questionável. Mas não quero parecer elitista.
    Pra fazer cursinho, você precisa ter tempo. E ter tempo é poder não trabalhar. O brasileiro que sai do ensino médio e precisa trabalhar estará concorrendo em desvantagem com alguém que pode ficar só em cursinhos"
    O cargo de técnico do INSS, que pede ensino médio, e que em 2012 recebeu quase um milhão de candidatos, é alguém que fica atrás do balcão atendendo pessoas. Ele é avaliado por uma prova de múltipla escolha, com questões de direito previdenciário, português, informática. Mas a competência fundamental pra prestar um bom atendimento público não é avaliada, apesar de ser fundamental.
    A ideia seria selecionar apenas pessoas com alguma experiência prévia?
    Seria uma solução muito simples pra diminuir essa quantidade alucinante de inscritos e, com certeza, aumenta as chances de contratar pessoas que vão prestar um bom serviço. Exige que, para se inscrever, a pessoa comprove que tem cinco anos de experiência com atendimento ao público. Isso não é elitista, pelo contrário. Você exige que a pessoa demonstre que durante cinco anos ela foi caixa de supermercado ou balconista de farmácia por exemplo. Aquele sujeito que hoje tem condições de ser liberado para se preparar para os cursinhos não vai poder concorrer ao cargo, por exemplo.
    Na sua opinião, os concursos públicos favorecem pessoas de nível social mais elevado?
    O concurso público hoje é uma máquina de exclusão social, e não de inclusão. Esse sistema é voltado para quem tem tempo e dinheiro para pagar um bom cursinho. Pra quem pode pagar um bom colégio, que já no ensino médio ministra disciplinas para preparar o seu filho para os concursos da administração pública. Esse é um dos reflexos perversos da ideologia concurseira. Pra fazer cursinho, você precisa ter tempo. E ter tempo é poder não trabalhar. O brasileiro que sai do ensino médio e precisa trabalhar estará concorrendo em desvantagem com alguém que pode ficar só em cursinhos. É uma máquina de injustiça social.
    Por que vocês acham necessário eliminar as taxas de inscrição dos concursos?
    No Brasil, se acha natural pagar para fazer um concurso público. Mas não é assim em todos os países do mundo. Temos um capítulo no livro que mostra uma comparação com a França, onde ninguém nem compreende dizer que você vai pagar uma taxa para prestar um concurso. É um verdadeiro absurdo por lá, mas aqui é normal.
    Mesmo com a taxa, os concursos recebem um grande número de candidatos...
    Para essa máquina poder funcionar, é preciso haver um contingente enorme de pessoas que não param de fazer provas, uma atrás da outra. A ideia de vocação, de desejo de um cargo desaparece diante da ideia de que se vai sair fazendo vários concursos por aí, até passar em algum. Isso é ser um concurseiro profissional, faz parte da sua ideologia se inscrever para todos os cargos que puder. Ele não sabe se gostaria de trabalhar com previdência ou ser policial. Mesmo que não queira fazer aquilo da vida, vai pelo salário, pela estabilidade e por outras vantagens que a vida de funcionário público oferece.
    Por isso vocês propõem também que o candidato não possa prestar mais de três vezes o mesmo concurso?
    Sim. Isso acontece na França. Você só vai se inscrever se achar que tem condições reais de passar. Vai acabar com essa coisa de prestar por prestar. E inverte essa relação de cliente que existe nos concursos. Quando você instaura uma taxa, está privatizando a relação. Por isso é um problema grave no Brasil. O que se discute hoje não é a qualidade do serviço público e do recrutamento, mas o rol de direitos dos concurseiros. Acho que tem que haver esses direitos, mas o foco do concurso é pensar num recrutamento que vai ampliar a qualidade da prestação do serviço público. Esse deveria ser o foco principal.
    As bancas examinadoras também precisariam mudar?
    Sim. Dependendo do foco, dizemos que todo serviço público precisa ter uma escola profissional. Se você recrutou o candidato, agora tem que formá-lo. A menos que seja um concurso que já recrute profissionais gabaritados no mercado. Pela nossa proposta, metade da banca tem que ser formada por acadêmicos da área. Existem até membros de banca profissionais. A gente propõe que isso acabe. O profissional vai pra a banca e publica um livro que deve ser lido pelos candidatos. O ideal é que se ele participou de uma banca, tem que ficar dois anos sem participar de novo. No caso de um concurso de vocação profissional, que a banca seja composta por profissionais não acadêmicos com pelo menos 10 ou 15 anos de experiência comprovada na área.
    Veja abaixo 10 profissões com mais profissionais psicopatas:
    10º - Funcionário Público. Foto: Thinkstock/Getty Images
    9º - Chef. Foto: Thinkstock/Getty Images
    8º - Líderes religiosos. Foto: Thinkstock/Getty Images
    7º - Policial. Foto: Thinkstock/Getty Images
    6º - Jornalista. Foto: Thinkstock/Getty Images
    5º - Médico cirurgião. Foto: Thinkstock/Getty Images
    4º - Vendedor. Foto: Thinkstock/Getty Images
    3º - Profissional de mídia (Rádio / TV). Foto: Thinkstock/Getty Images
    2º - Advogado. Foto: Thinkstock/Getty Images
    1º - CEO. Foto: Thinkstock/Getty Images
    10º - Funcionário Público. Foto: Thinkstock/Getty Images
    1/10
    close
    IG.COM
      Leia tudo sobre: concurso público • provas • carreiras • serviço público

      Por um ponto, Yane Marques recupera o ouro pan-americano do pentatlo moderno

      A pernambucana, que havia sido campeã no Rio 2007, travou uma disputa emocionante com mexicana e levou o ouro pela diferença mínima, com bom rendimento na esgrima e natação

      A brasileira Yane Marques confirmou seu favoritismo e recuperou em Toronto, neste sábado, o título de campeã pan-americana do pentatlo moderno. Campeã no Rio de Janeiro 2007, ela havia ficado com a prata em Guadalajara 2011.
      Yane Marques (d) desaba após sprint final pelo ouro
      Reprodução
      Yane Marques (d) desaba após sprint final pelo ouro
      Yane, de 31 anos, é a atleta das Américas mais bem colocada no ranking mundial da modalidade, ocupando a sexta colocação, três postos acima de Margaux Isaksen, dos Estados Unidos, que ficou apenas com o oitavo lugar no geral neste Pan.
      O México foi quem completou o pódio, colocando duas atletas ao lado da brasileira: Tamara Vega e Maryan Oliver. Vega ficou muito, mas muito perto a campeã na disputa geral e foi superada por apenas um ponto (1.348 a 1.347), na combinação das cinco modalidades.
      Pernambucana de Afogados da Ingazeira, Yane compete pela Comissão de Desportos do conseguiu seu título devido a um excelente início de prova, ficando em primeiro tanto na esgrima como na natação, sua especialidade. No hipismo e no combinado (tiro e corrida), ela ficou respectivamente em décimo e nono. A mexicana medalhista de prata foi mais regular, alternando entre terceiro e sétimo.
      IG.COM
        Leia tudo sobre: Toronto 2015 • Jogos Pan-Americanos • pentatlo moderno • Yane-Marques

        SEJA UM EMPREENDEDOR DIGITAL, NO CONFORTO DO SEU LAR, COM SEU ESCRITÓRIO VIRTUAL

        SEJA UM EMPREENDEDOR DIGITAL

          SEJA UM EMPREENDEDOR DIGITAL Tenha sua  Página Lucrativa  Online e Fature Dezenas ,  Centenas  ou  Milhares  de PAGAMENTOS  de  R$ 50,...