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domingo, 19 de julho de 2015

Mick Fanning sofre ataque de tubarão na final de J-Bay, mas escapa ileso

Etapa sul-africana quase acaba em tragédia. Tricampeão chega a ser derrubado da prancha por animais, mas é resgatado sem ferimentos. Final é cancelada

Por Jeffreys Bay, África do Sul

A etapa de Jeffreys Bay por muito pouco não termina em uma grande tragédia. O australiano Mick Fanning sofreu um ataque de tubarão ao vivo logo no início da bateria válida pela final do evento, contra o compatriota Julian Wilson. Aparentemente dois animais se aproximaram do surfista. O tricampeão mundial foi surpreendido pelos animais e começou a tentar se desvencilhar usando a prancha. Demonstrando um semblante de desespero, Fanning chegou a ser atingido no rosto e caiu da prancha. Em determinado momento, o australiano sumiu das imagens causando grande apreensão. Logo depois, apareceu tentando nadar para a costa. 
O resgate agiu rápido. Uma lancha e dois jet skis da organização se deslocaram para a cena do ataque e socorreram os surfistas. Para alívio geral, Fanning saiu da água inteiro, sem ferimentos, assim como Julian. Os tubarões chegaram a cortar a corda que prendia a prancha ao pé do australiano, mas não o machucaram. 
Momento em que tubarão se aproxima de Mick Fanning durante final da etapa de Jeffreys Bay (Foto: Divulgação / WSL)Momento em que tubarão se aproxima de Mick Fanning durante final da etapa de Jeffreys Bay (Foto: Divulgação / WSL)

Já na lancha, mas ainda muito assustado, Fanning deu seu relato sobre o incidente:
- Era dos grandes. Eu estava sentado, parado e comecei a sentir algo ficar preso em minha perna e instintivamente eu pulei, tentando escapar. Mas ele começou a atacar minha prancha, eu comecei a gritar e socá-lo. Eu só vi barbatanas, não vi dentes. Eu estava esperando virem os dentes em mim. Chutei a traseira dele – disse Fanning, um tanto assustado, mas mantendo o bom humor.
Gif - Fanning - Atque de Tubarão - Surfe (Foto: globoesporte.com)
Final é cancelada
A organização da WSL decidiu não realizar mais a final. Com isso, ambos os surfistas ficam com a pontuação de segundo colocado, e Adriano de Souza, o Mineirinho, segue como líder do ranking. O brasileiro perderia a ponta para quem fosse campeão da etapa. Confira o ranking.
Mick Fanning faz sinal de positivo após escapar de ataque de tubarão na fial de Jeffreys Bay (Foto: Reprodução)Mick Fanning faz sinal de positivo após escapar de ataque de tubarão na fial de Jeffreys Bay (Foto: Reprodução)
Imediatamente a bateria foi interrompida. Somente Julian havia pegado onda e liderava com 6.67.  Havia pouco menos de quatro minutos de bateria dos quarenta previstos. Por precaução e ainda apreensiva com o enorme susto, a organização da WSL a princípio adiou a disputa da final para segunda-feira. Horas depois, os dirigentes sentaram com os dois surfistas e decidiram encerrar o evento. Fanning havia chegado à decisão após vencer Kelly Slater na semifinal, enquanto Julian derrotou o compatriota Adrian Buchan.
- Temos regras e regulamentos para incidentes como esse. Aparentemente foram dois tubarões. Só vamos retomar a final assim que tivermos 100% de segurança para os surfistas competirem. Não só Mick, mas Julian também pode não estar se sentindo confortável em voltar para a água hoje. É a primeira vez que isso acontece na história do surfe profissional. Nunca tínhamos visto isso – disse o comissário adjunto da WSL, o brasileiro Renato Hickel, momentos antes de decretar o adiamento da final para segunda-feira.
Mick Fanning mostra corda da prancha cortada por tubarões em Jeffreys Bay (Foto: Reprodução)Mick Fanning mostra corda da prancha cortada por tubarões em Jeffreys Bay (Foto: Reprodução)
Uma hora depois do incidente, Fanning voltou a dar entrevistas. Visivelmente abalado e com os olhos marejados, o australiano mal conseguia concatenar as frases.
- Estou tão aliviado, estou viajando ainda. Estou feliz por poder competir novamente, sair de lá bem... - disse.
Também assustado, Julian Wilson, em lágrimas, que estava na água no momento do ataque, se disse aliviado por nada de grave ter acontecido com Fanning:
- Eu vi tudo. Eu estava tipo "por favor"... Achei que o bote de segurança não chegaria a tempo. Só estou feliz que ele está vivo - desabafou Julian.
Imagem aérea do ataque de tubarão a Mick Fanning na final da etapa de Jeffreys Bay (Foto: Divulgação / WSL)Imagem aérea do ataque de tubarão a Mick Fanning na final da etapa de Jeffreys Bay (Foto: Divulgação / WSL)








Mick Fanning desce escadas chorando após susto com ataque de tubarão em Jeffreys Bay (Foto: WSL)Mick Fanning desce escadas chorando após susto com ataque de tubarão em Jeffreys Bay (Foto: WSL)
Aliviados, Mick Fanning e Julian Wilson se abraçam após susto com ataque de tubarão em Jeffreys Bay (Foto: WSL / Cestari)Aliviados, Fanning e Julian Wilson se abraçam após susto com ataque de tubarão em Jeffreys Bay (Foto: WSL / Cestari)
Litoral sul-africano tem histórico de ataques de tubarões
O litoral sul-africano abriga uma das maiores concentrações de tubarões brancos, presença frequente em praias como Jeffreys Bay. Os surfistas ficam com o alerta ligado. Em 2007, o australiano Mick Lowe se assustou ao ver um animal na competição, e, em 2003, o aussie Taj Burrow deixou a disputa com medo de um tubarão. No dia anterior, Strider Wasilewski, o repórter aquático da WSL, havia precisado deixar a água devido a presença de tubarões. Antes da etapa, o próprio Mick Fanning havia dito que nunca tinha visto tubarões na região e contou como reagiria. 
- Eu já mergulhei com tubarões na costa de J-Bay em uma gaiola e aquilo foi selvagem, mas eu nunca vi nenhum no line-up. É algo que pode te enlouquecer se você pensar muito. Eu prefiro sempre seguir a minha intuição, se eu sentir o perigo, eu não fico dentro da água - disse Fanning, na ocasião.

No último mês, o bodyboarder Caleb Swanepoel, de 19 anos, perdeu a perna direita e sofreu lacerações na esquerda depois de um ataque de um tubarão branco em Buffels Bay. No dia anterior, o surfista Dylan Reddering, de 23, foi atacado, em Plettenberg Bay. No ano passado, um enorme tubarão branco foi visto em um dia de condições perfeitas em J-Bay, causando pânico entre os surfistas. O ex-top da elite mundial Daniel Ross, da Austrália, foi um dos primeiros a perceber a presença do animal. Após a debandada, o big rider Grand "Twiggy" resolveu voltar ao mar usando um "shark pod", uma espécie de "repelente" de tubarões. O dispositivo eletrônico emite ondas sonoras que afastam os predadores. O aparelho, utilizado por surfistas e mergulhadores, funciona em 90% das vezes, segundo testes realizados por pesquisadores da Universidade da Austrália Ocidental (UWA).
http://globoesporte.globo.com/radicais/surfe/mundial-de-surfe/noticia/2015/07/mick-fanning-e-atacado-por-animal-em-j-bay.html

Ativistas protestam nus contra plano de desmatamento na Califórnia, EUA

Ato foi registrado na Universidade da Califórnia, em campus de Berkeley.
Desmatamento não reduz perigo de incêndios florestais, diz ambientalista.

Do G1, em São Paulo
Ativistas protestam nus contra derrubada de árvores no campus de Berkeley da Universidade da Califórnia (Foto: Noah Berger/Reuters)Ativistas protestam nus contra derrubada de árvores no campus de Berkeley da Universidade da Califórnia (Foto: Noah Berger/Reuters)
Um grupo de ativistas protestou nu no sábado (18) contra a derrubada de árvores em uma área da Universidade da Califórnia, no campus de Berkeley, nos Estados Unidos. A manifestação foi liderada pelo ambientalista Jack Gescheidt, que organizou e fotografou a reunião como parte do projeto TreeSpirit.
Nas imagens, os ativistas são vistos abraçando árvores inseridas no Plano de Desmatamento da Baía Leste. Segundo Gescheidt, o projeto não irá reduzir o perigo de incêndios florestais.
Segundo ambientalista, projeto de desmatamento não irá reduzir chances de incêndios florestais em Berkeley, na Califórnia (Foto: Noah Berger/Reuters)Segundo ambientalista, projeto de desmatamento não irá reduzir chances de incêndios florestais em Berkeley, na Califórnia (Foto: Noah Berger/Reuters)
Ativistas protestam na Califórnia contra plano de desmatamento (Foto: Noah Berger/Reuters)Ativistas protestam na Califórnia contra plano de desmatamento (Foto: Noah Berger/Reuters)

Marina defende afastamento de políticos denunciados formalmente por Janot

A intensidade da atual crise política brasileira, que começou a se desdobrar na última semana em uma crise institucional, fez a ex-senadora Marina Silva (PSB-AC), terceira colocada nas duas últimas eleições presidenciais, voltar a se manifestar sobre a situação do país.
Em artigo enviado ao Blog, Marina defendeu que os políticos que, eventualmente, venham a ser denunciados formalmente nos processos da Lava Jato pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, sejam afastados de seus cargos. Atualmente, Janot está apenas investigando os 52 políticos com foro privilegiado que foram indiciados.
A expectativa no meio político é de que o chefe do Ministério Público deve formalizar nas próximas semanas, no Supremo Tribunal Federal (STF), as denúncias de parte dos políticos suspeitos de envolvimento no esquema de corrupção que atuava na Petrobras.
Sem mencionar nomes, Marina Silva ressaltou que o afastamento dos políticos que vierem a ser denunciados evitaria que os ocupantes de cargos poderosos possam "interferir nas decisões".
"Quando as investigações resultarem em provas e denúncias formais ao Supremo Tribunal Federal, devemos exigir o afastamento dos que ocupam cargos cujos poderes possam interferir nas decisões. Mas, desde já, precisamos estar atentos contra qualquer tentativa de sabotagem", escreveu Marina no artigo.
No texto, a ex-senadora também afirma que, boa parte daqueles que gritam "fora Cunha", parecem querer apenas aproveitar a oportunidade de apontar um novo inimigo público para desviar a atenção dos gritos de "fora Dilma”.
Aguardando a análise do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para a criação do seu partido, a Rede Sustentabilidade, Marina diz ainda no texto que "assim como saímos do impeachment de Collor para outro ciclo de evolução […] da mesma forma podermos ser capazes de sair da crise atual para outro momento positivo".
Todavia, ela alerta que, para isso, deve-se "cuidar de manter as bases institucionais democráticas [construídas] a duras penas”. E segue com um pedido: “ao menos em nome do bom senso impõe-se evitar mexer mais ainda num equilíbrio institucional que já está precário, não usando poderes públicos como navios de guerra de onde os litigantes disparam contra os outros”.
Na última sexta, poucas horas depois oficializar seu rompimento político com o Palácio do Planalto, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, autorizou CPIs que contrariam o governo.
O artigo de Marina termina com a ex-senadora afirmando: "que o epílogo desse drama, quando ocorrer, seja o prólogo de uma nova história de afirmação da democracia no Brasil".
Leia a íntegra do artigo enviado ao Blog por Marina Silva:
Justiça a tempo
Por Marina Silva
Quem ainda tem esperança de um mundo e de um Brasil melhores deve manter neste momento uma grande atenção nas conquistas democráticas e apoiar com firmeza o trabalho da Polícia Federal, do Ministério Público e da Justiça. O que está em curso no Brasil não é apenas a desconstrução de um sistema político que revela, a cada dia, sua falência. Há também uma lenta construção da democracia e de instituições independentes e fortes, instrumentos de navegação em meio às crises.
Assim como saímos do impeachment de Collor para outro ciclo de evolução, com a estabilização econômica nos governos de Itamar e Fernando Henrique, que possibilitou avanços sociais no governo Lula, da mesma forma podermos ser capazes de sair da crise atual para outro momento positivo. Para isso, entretanto, devemos cuidar de manter as bases institucionais democráticas que construímos a duras penas e, como diz o ditado popular, não jogar a criança fora com a água suja.
Aparentemente, há apenas sujeira. Mas devemos ver além das aparências, ou seja, além da crise e da confusão política que se profundam e crescem. Na realidade, as novidades são poucas. A crise é a mesma e todos os envolvidos nela já faziam o que fazem e diziam o que dizem – com os mesmos maus resultados na vida do povo brasileiro – há vários meses. Os rompantes dos dirigentes políticos e as manifestações de seus seguidores, a histeria na guerrilha virtual, as justificativas diante das denúncias, tudo igual.
Num artigo que escrevi há alguns meses, quando reclamavam que eu estava em silêncio, mostrei que continuava participando da vida política brasileira com os poucos meios que tenho à minha disposição. Naquela ocasião afirmei: “basta olhar o ambiente político para ver que tudo serve à manipulação, que o objetivo não é sair da crise, mas usá-la”. Isso também continua.
Se a manipulação da crise foi o modo como o presidente da Câmara encontrou para aumentar seu poder, é normal que ele agora tente explicar as denúncias de corrupção que recebe como sendo manipulação dos outros – o governo, no caso. Não há novidade nisso e boa parte dos que saem gritando “fora Cunha” parecem querer apenas aproveitar a oportunidade de apontar um novo inimigo público para desviar a atenção dos gritos de “fora Dilma”.
O Congresso Nacional divide com o governo as responsabilidades pela crise e a atenção pública se volta para os parlamentares. Neste momento, deveria predominar entre eles a consciência de que o Poder Legislativo é maior que seus membros, mesmo aqueles que ocupam cargos de direção. Como poder independente, deve respeitar a independência dos demais poderes e avaliar suas ações em conformidade com a Constituição Federal.
Repito o que disse há pouco mais de uma semana, numa nota pedindo apoio aos órgãos de investigação e do sistema judiciário: “a confiança vigilante nas instituições é a melhor maneira de evitar precipitações ou aventuras”. Precisamos estar alertas contra a manipulação política de qualquer lado e contra todas as formas de pressão e intimidação sobre a Justiça, o Ministério Público e a Polícia Federal.
Quando as investigações resultarem em provas e denúncias formais ao Supremo Tribunal Federal, devemos exigir o afastamento dos que ocupam cargos cujos poderes possam interferir nas decisões. Mas desde já precisamos estar atentos contra qualquer tentativa de sabotagem.
Aos denunciados resta rever suas práticas e posturas. Ao menos em nome do bom senso impõe-se evitar mexer mais ainda num equilíbrio institucional que já está precário, não usando poderes públicos como navios de guerra de onde os litigantes disparam contra os outros.
Obviamente, ninguém mais espera um comportamento minimamente virtuoso da maioria dos personagens no palco da política brasileira dos dias atuais. Mas se temos que respeitar as instituições que eles, infelizmente, dirigem tão mal, e respeitar a população que lhes confiou seu voto, temos também que manter viva nossa esperança de que a Justiça será feita e os erros serão punidos. Afinal, como disse Rui Barbosa, “a Justiça tardia nada mais é do que injustiça institucionalizada”.
Que o epílogo desse drama, quando ocorrer, seja o prólogo de uma nova história de afirmação da democracia no Brasil.

http://g1.globo.com/politica/blog/matheus-leitao/1.html

Pojuca é o município mais violento da Região Metropolitana este ano

A taxa considera o número de crimes proporcionalmente ao tamanho da população
Clarissa Pacheco (clarissa.pacheco@redebahia.com.br)
  
Na Região Metropolitana de Salvador, a liderança em números absolutos de homicídios é de Camaçari, com 112 casos até 14 de julho. A cidade, a maior da RMS, com 281,4 mil habitantes, segundo dados do IBGE, é a que tem mais homicídios no ranking levantado pelo CORREIO desde 2011. Mas é na cidade de Pojuca, com 37 mil habitantes, que a taxa de homicídios mais chama a atenção. A taxa  considera o número de crimes proporcionalmente ao tamanho da população. 
Se considerados os 21 casos levantados até 14 de julho, a taxa em Pojuca  é de 56,6 homicídios a cada 100 mil habitantes – 22 a mais do que a taxa média de 34 para toda a RMS. Caso a média de homicídios se mantenha a mesma até o final do ano, a taxa será de 106,06 a cada 100 mil habitantes em Pojuca. Para se ter uma ideia, a segunda cidade em taxa é Mata de São João, com 86,9 homicídios por 100 mil habitantes, e Simões Filho, diversas vezes apontada como a cidade mais violenta do país, está com uma taxa de 71,1 homicídios por 100 mil habitantes. Simões Filho, aliás, vem, desde 2012, diminuindo sua participação nos primeiros mil homicídios do ano. Foram 64 naquelo ano, 62 em 2013; 56 no ano passado e 50 este ano. 
Moradores de Pojuca afirmam que, de um modo geral, o número de homicídios aumentou do ano passado para cá, mas sentem que os números começaram a cair no último mês, após a troca do comando da Polícia Militar. “Aqui morria uma média de dois a três por semana. Agora está sendo de 15 em 15 dias. Com a troca do comando, diminuiu. Aqui tinha até toque de recolher e só agora o comércio está voltando ao normal à noite”, conta um comerciante que preferiu não se identificar. “Aqui, a gente tem que ficar meio calado, não pode falar demais, não, porque fica visado”, explica.
 O delegado titular de Pojuca, Geraldo Adolfo Barreto Nascimento, não foi encontrado. Também não houve posicionamento da 32ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM) da cidade. No entanto, a Polícia Civil confirmou o aumento no número de homicídios em Pojuca. No ano passado, o município registrou 13 mortes até a data em que se atingiu a milésima vítima, no dia 16 de junho.

Manutenção em playground deve ser periódica para evitar acidentes

Em condomínios novos, as construtoras são responsáveis pelos equipamentos até cinco anos após a entrega
Jorge Gauthier (jorge.souza@redebahia.com.br)
Atualizado em 19/07/2015 09:41:54
  
Com o fim das férias escolares, as crianças começam a estudar e a rotina dos condomínios volta ao normal. Neste período, quando os playgrounds são menos usados, é a época ideal para que as manutenções sejam feitas para evitar acidentes pelo excesso de uso dos moradores. 
O coordenador de condomínios da Apsa, João Ferraz, indica que a manutenção periódica da área é fundamental, segundo que  é indispensável guardar todas as informações dos brinquedos, antigos e novos. Existem três tipos de inspeções: rotineira, onde se analisa perigos óbvios ou atos de vandalismo; registrada, que visa identificar corrosão, desgastes ou deterioração, feita trimestralmente; e a certificada, pelo fabricante ou profissionais  do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Bahia (Crea-BA), duas vezes ao ano.
(Foto: Robson Mendes/Arquivo Correio)
João indica  que, em condomínios novos, as construtoras são responsáveis pelos equipamentos até cinco anos após a entrega. Foi o caso do condomínio onde mora a comerciante Vanessa Mota.
“O escorregador começou a enferrujar com menos de um ano depois que nos foi entregue pela empresa. No início, eles queriam nos repassar os custos, mas conseguimos nos livrar desse orçamento, pois estava escrito no contrato”, explica Vanessa. 
INSPEÇÕES
Na inspeção é necessário checar se o material é atóxico,  se não há parafusos frouxos ou desencaixados   e se há farpas expostas ou pregos enferrujados. Pisos desnivelados, partes sem tinta, partes de madeira não impermeabilizadas e que não permitem escoamento de água, peças sem lubrificação ou com problemas na solda também devem ser vistos. É necessário também manter um espaço livre de, no mínimo, 1,30m entre os brinquedos. É também indispensável analisar a data de validade  do brinquedo. Os de plástico, por exemplo, possuem vida útil, em média, de três anos. Os que têm estrutura plástica e metálica duram entre 15 e 20 anos.
“É importante anotar orientações de limpeza e manutenção no livro de registro de inspeção do espaço. A existência do livro é obrigatória e deve ser aberta ao público. É necessário que os pais participem da sua elaboração, contribuindo caso vejam algo errado”, explica João.
Outro cuidado  deve ser a qualidade do piso do playground, que deve estar preparado para absorver o impacto. Materiais de borracha são uma  alternativa, pois diminuem o atrito com o chão e melhoram a aderência . “É importante lembrar que a espessura das placas deve ser escolhida de acordo com o máximo da altura que as crianças podem chegar em cima dos brinquedos”, conta o coordenador.

Food trucks invadem e lotam o bairro de Ondina; hoje tem mais

Entre as opções gastronômicas: temaki (R$ 10), escondidinho de fumeiro (R$ 15), croissant (R$ 10) e hambúrguer com queijo cheddar (R$ 15)
Da Redação (redacao@correio24horas.com.br)
  
O primeiro dia do Food Park Salvador foi um sucesso. Pessoas de todas as idades, incluindo famílias inteiras, escolheram passar a tarde de sábado no evento, que reuniu vários food trucks (carrinhos de comida), em Ondina. Foi o caso da designer Ana Paula Galindo, 34 anos, que estava acompanhada da afilhada, Letícia, de 3 anos.
“Sou suspeita, gosto muito de festivais assim. Vou sempre na Feira da Cidade. Mas, normalmente, estou só com adultos. Gostei mais de vir com criança, é outro clima. Andamos de bicicleta, comemos sanduíche e churros. Vou voltar”, disse.
Esse é um dos objetivos do evento, segundo Isaac Edington, presidente da Saltur: “A prefeitura de Salvador está qualificando a cidade, mas de nada adianta se a população não tomar as ruas. É ótimo ver famílias inteiras se divertindo. Queremos a participação das pessoas, seja no Food Park, na Feira da Cidade ou na Boa Praça”.
O evento continua hoje, a partir das 11h e segue até 20h. Entre as opções gastronômicas: temaki (R$ 10), escondidinho de fumeiro (R$ 15), croissant (R$ 10) e hambúrguer com queijo cheddar (R$ 15).

Alô Alô Correio: ACM Neto viaja para encontrar o Papa Francisco, no Vaticano

Rafael Freitas
  
Essas surpresas que às vezes a vida nos faz, diante de uma coisa que supomos boa ou agradável e a qual nos deparamos de forma inesperada, nos ajudam a entender que o cotidiano às vezes nos traz grandes novidades. A partir de hoje, estaremos semanalmente por aqui - não custa lembrar que a semana começa no domingo e termina no sábado seguinte - trazendo notinhas sociais em forma de gente importante. Queremos um pouco mais que o gosto médio. Queremos um certo inusitado; um charme; um agrado ao nosso olhar. O que não queremos?! Tudo certinho; mais do mesmo. Por isso, seja bem-vindo à nova coluna social da Bahia. Será uma página de excelência, evidenciando o que há de melhor. Enjoy. 
Karine Queiroz: Soho nos EUA
(PHILIPE MONÇÃO/DIVULGAÇÃO)
Com a coragem de sempre e o típico atrevimento baiano, Karine Queiroz decidiu abrir uma filial do restaurante Soho em Miami, nos Estados Unidos. Aproveitou as facilidades da internet - esse grande pequeno mundo do e-business, onde todos fazem parte de um jogo contínuo de proximidade - e colocou seu nariz para fora do país. Está por lá, construindo internacionalmente a sua marca. Confira, abaixo, nosso bate-papo. 
Como está a movimentação do Soho Bay Miami?  
Estamos abertos há três meses. Começamos na baixíssima estação de Miami (a alta estação vai de novembro a março). Ainda não estamos cheios, mas o importante é o movimento crescente. As pessoas estão gostando muito da nossa cozinha. Estamos em todos os guias e iniciamos um trabalho de marketing, mais ‘face to face’.  
Recentemente, por lá, aconteceu uma exposição de quadros. O restaurante possui um programa de ações para os próximos meses?
Sim, estamos começando um trabalho de marketing mais agressivo, organizando o calendário. 
Vocês vão fazer festa de Réveillon? 
Com certeza! Será com DJ e mais alguns entretenimentos.
Pensa em abrir um outro Soho nos EUA?
Lógico que sim. Mas temos primeiro que estabilizar esse que acabamos de abrir. Daí partiremos para uma nova unidade. 
ACM: rumo à Europa (Foto: Arisson Marinho)
Do forno do poderÉ inútil especular o destino político de ACM Neto - de verdade, ele ainda não decidiu que rumo tomar. No momento, rumo certo mesmo é a viagem a Roma, onde cumpre agenda oficial a convite do papa Francisco, de segunda a quarta.
A programação começa com um jantar na Embaixada do Brasil, no extraordinário Palazzo Pamphili, na Piazza Navona.
Para marcar o encontro com o papa, que vai reunir lideranças políticas do mundo inteiro, ACM Neto leva na bagagem um DVD de Irmã Dulce - o Filme, uma imagem da beata e um convite para que Francisco venha à Bahia.
Biga no Atacama
A empolgação de Biga Suarez tem um efeito de mágica e, quando você percebe, ela já está fazendo coisas que quase ninguém nunca imaginaria, como se aventurar pelas areias do Deserto do Atacama, no Chile. Lá, além de fazer os tradicionais passeios, aproveitou para brindar, na terça, seu aniversário, com o amado Fernando Mizziara.
Pés na areiaOs empreendimentos imobiliários no Litoral Norte se multiplicam. No próximo mês,  começa a ser construído, em Itacimirim, o Villas da Enseada – Beach House’s. O condomínio pé na areia contará com 18 unidades, área de lazer e apoio à praia com piscina em borda infinita. O projeto arquitetônico é da CB+CO, liderada por Caio Bandeira, que revelou à coluna: “Os apartamentos terão quatro ou cinco suítes”.  A previsão é que as obras sejam concluídas em 15 meses.

Festa na Graça
São tantos amigos que Paulo Lemos se esforçou para finalizar a lista de convidados, sexta-feira, para a comemoração de seus 50 anos.
O auê foi em seu apartamento, na Graça, com meia Bahia importante baixando por lá.


LB Home terá café com docinhos da Pat Piva
Larissa Bicalho acaba de chegar de uma temporada em São Paulo e já está, como sempre, em ritmo acelerado. É que no dia 7 de agosto, a partir das 17h, inaugura, em sua loja, a LB Home, no Jardim Brasil, um café com os produtos da Pat Piva. “Vamos ter degustação para casamentos e aniversários”, nos contou, avisando, ainda, que o espaço funcionará diariamente. Bacana, né?
Mesa de pista
Onde ir pra comer, pra balada, um drinque, namorar, se esconder ou se mostrar

Sob o comando de Rosa Guerra e Romildo Almeida, o Larriquerri, no Garcia, é no momento e sem a menor discussão o melhor restaurante em Salvador para quem quer sair do tradicional circuito gastronômico.  Como a casa só possui oito mesas,  a reserva precisa ser feita com alguma antecedência.
Alô Alô Jussara e Carlos Amorim, Marcella Brandalize, Carlos Rodeiro, Maria Helena Mendonça, Samuel Queiroz Jr, Verinha Luedy, Luis Gaban, Fátima Mendonça, Bruno Adry e Isabela Suarez, e Mary e Bel Borba. Beijo, beijo! Domingo que vem tem mais. Maria passa na frente.

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