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sábado, 25 de julho de 2015

Motoristas de ônibus protestam e fecham via na Zona Leste de SP

Estrada fica perto de avenida onde condutor de coletivo morreu na sexta.
Policial militar confundiu vítima com assaltante e disparou na sexta.

Do G1 São Paulo
Funcionários de uma cooperativa de ônibus protestaram na tarde deste sábado (25) na Estrada do Iguatemi, Zona Leste de São Paulo, fechando totalmente a via. Na noite de sexta-feira (24), na região, um motorista morreu baleado por um policial militar que o confundiu com um assaltante.
Segundo a Polícia Militar, o ato começou por volta das 14h40 e fechou a via na altura do número 1.300. Pelo menos 10 coletivos bloquearam a estrada, que fica perto da Avenida Ragueb Chohfi, no Jardim Pedra Branca, Cidade Tiradentes. A via foi onde o motorista morreu.
No início da noite, os manifestantes seguiram até a Rua Sara Kubitschek, onde dispersaram.
Crime
Quatro homens entraram em um ônibus por volta das 19h30 e começaram a assaltar os passageiros. Em seguida, os ladrões desceram do veículo, mas um deles retornou e tentou pegar a bolsa de uma mulher. Ela viu que o criminoso não estava armado e reagiu. Outros passageiros tentaram ajudá-la, houve confusão dentro do veículo.
O policial militar atirou na direção do grupo, atingindo os motoristas Carlos Roberto Garcia de Aquino, que morreu, e Nilson Ferreira de Pinho Júnior, que ficou ferido. Ele teve o pulmão perfurado e foi internado num hospital de Cidade Tiradentes.
O advogado João Carlos Campanini, que defende o policial, diz que os tiros foram direcionados para o suspeito e acabaram acertando as duas vítimas. “O rapaz que acabou fugindo se virou para ele, estava bem agressivo, ele [policial] acabou atirando e acertou duas pessoas”, contou. Segundo o advogado, antes dos disparos houve uma briga generalizada e o policial relatou que não conseguia identificar quem era vítima e quem era criminoso.
O PM, que não teve o nome divulgado, foi detido e levado ao 49º Distrito Policial, em Cidade Tiradentes, onde foi indiciado por homicídio culposo, sem intenção de matar, e lesão corporal culposa. Segundo a corporação, ele foi encaminhado ao Presidio Militar Romão Gomes.
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PM é preso ao reagir a arrastão em ônibus e matar passageiro em SP

Policial militar também baleou e feriu outro ocupante; ele confundiu vítimas.
Criminosos que roubaram usuários do veículo fugiram com pertences.

Do G1 São Paulo
Um policial militar à paisana foi preso suspeito de reagir a tiros a um arrastão num ônibus, matar um passageiro e ferir outro, na noite de sexta-feira (24) na Zona Leste de São Paulo. A informação é do SPTV.
De acordo com a reportagem, o policial militar baleou as vítimas por engano porque teria confundido elas com quatro criminosos que entraram no veículo e anunciaram o roubo, por volta das 19h30, na Avenida Ragueb Chohfi, no Jardim Pedra Branca, Cidade Tiradentes.
Os quatro homens entraram no ônibus e começaram a assaltar os passageiros. Em seguida, os ladrões desceram do veículo, mas um deles retornou e tentou pegar a bolsa de uma mulher. Ela viu que o criminoso não estava armado e reagiu. Outros passageiros tentaram ajudá-la, houve uma confusão dentro do ônibus e os tiros foram disparados.
O advogado João Carlos Campanini, que defende o policial, diz que os tiros foram direcionados para o suspeito e acabaram acertando as duas vítimas. “O rapaz que acabou fugindo se virou para ele, estava bem agressivo, ele [policial] acabou atirando e acertou duas pessoas”, contou. Segundo o advogado, antes dos disparos houve uma briga generalizada e o policial relatou que não conseguia identificar quem era vítima e quem era criminoso.
O policial foi detido e levado ao 49º Distrito Policial (DP), em Cidade Tiradentes, onde foi indiciado por homicídio culposo, sem intenção de matar, e lesão corporal culposa.
Os quatro criminosos fugiram com objetos levados das vítimas: celulares e bolsas com dinheiro. Cerca de 20 pessoas estavam no coletivo durante o roubo.
Um dos baleados foi o motorista Carlos Roberto Garcia de Aquino, que morreu. O outro ferido é o motorista Nilson Ferreira de Pinho Júnior. Ele teve o pulmão perfurado e está internado num hospital de Tiradentes.
Logo após ser baleado, ele telefonou para a mãe. “Meu filho me ligou e disse: ‘Mãe, eu tomei um tiro. Eu vou morrer’. Eu saí correndo e quando eu entrei dentro do ônibus, o policial que estava à paisana falou para mim: ‘Eles são bandidos’. Eu disse: ‘Meu filho não é bandido’”, disse Lucilene Gonçalves.
Por meio de nota, a Polícia Militar (PM) informou "que quatro suspeitos entraram em um ônibus, renderam o motorista e roubaram os passageiros. Na fuga, dois funcionários da empresa de ônibus, de 29 e 26 anos, tentaram segurar um dos bandidos. O policial militar interveio, mas na confusão os tiros do policial atingiram os funcionários da empresa. Foi realizado um auto de flagrante delito e o policial encaminhado ao Presidio Romão Gomes. O delegado Ramon Euclides Padrão, do 49º DP, esclarece que o PM foi indiciado por homicídio culposo e lesão corporal culposa. Todas as circunstâncias em que se deram os fatos estão sendo apuradas."

Procuradores acreditam que Marcelo Odebrecht planejava até fugir do país Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/brasil/procuradores-acreditam-que-marcelo-odebrecht-planejava-ate-fugir-do-pais-16963020#ixzz3gwkxUffj © 1996 - 2015. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.

MP sustentou em denúncia que presidentes das empreiteiras sabiam de esquema de corrupção

POR 

O presidente da Odebrecht já em Curitiba, após ser preso pela Polícia Federal - Geraldo Bubniak/20-6-2015
SÃO PAULO — Ao denunciar os dirigentes das maiores empreiteiras do país, Odebrecht e Andrade Gutierrez, o Ministério Público Federal sustentou que o cartel, as fraudes e a propina só foram possíveis no esquema de corrupção na Petrobras porque eram de conhecimento dos dois presidentes: Marcelo Odebrecht, do Grupo Odebrecht, e Otávio Marques de Azevedo, da Andrade Gutierrez. Os dois foram denunciados nesta sexta-feira pelos crimes de corrupção ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
Foi contra Marcelo Odebrecht que o MPF acumulou indícios mais fartos. A surpresa é que muitos deles foram tirados de anotações pessoais do empresário, além de ligações telefônicas e mensagens de celular, que foram esmiuçadas. Para os procuradores, Marcelo tinha como plano B até mesmo uma fuga do país.
A conclusão foi tirada de uma anotação na qual surge a expressão “tática Noboa”. O MPF considerou evidente ser uma “referência ao caso de Gustavo Noboa”, ex-presidente do Equador que fugiu do país, em 2003, ao ser acusado de malversação de fundos na renegociação da dívida externa.
“Risco Swiss? E EUA?”, anotou Marcelo Odebrecht.
Os investigadores interpretaram como “risco de serem descobertas as contas bancárias na Suíça e nos EUA”, que acabaram encontradas.
“PRC/Suíça. PV?” seria alusão à conta mantida em favor de Paulo Roberto Costa (PRC) no Banco Pictet & Cie Banquiers, na Suíça. Segundo o MPF, de 17 contatos telefônicos entre Odebrecht e seu subordinado Rogério Araújo, quatro antecederam contatos do executivo com o operador Bernardo Freiburhaus, que movimentava as contas no exterior.
Os procuradores assinalam ainda como Odebrecht fazia agrados aos integrantes do esquema com uma relação de “brindes especiais”: pinturas valiosas de artistas como Alfredo Volpi e Cildo Meirelles. A lista de presenteados era formada “tão somente por funcionários do alto escalão da Petrobras”, entre eles vários réus da Lava-Jato.
Na avaliação do MPF, a Odebrecht é uma empresa familiar cuja gestão, “tanto lícita quanto ilícita”, concentra-se em membros da família.
Entre as provas contra Otávio Azevedo está o fato de ele ter sido apontado por dois delatores — Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef — como um dos responsáveis por negociar com o lobista Fernando Soares, o Fernando Baiano, a oferta de vantagens indevidas a integrantes do esquema.
Num dos depoimentos ao MPF, Youssef afirmou que o primeiro contato para recebimento de propina dos contratos da Petrobras foi feito diretamente com Azevedo. Segundo o MPF, Fernando Baiano só foi alçado ao posto de operador de propina pela proximidade com Azevedo. “O vínculo entre Otávio e Fernando Soares”, segundo eles, é a compra por Baiano de uma lancha do empresário, avaliada em R$ 1,5 milhão. Outro documento apresentado pela denúncia é uma planilha apreendida na casa de Costa, que indicava dois contatos na Andrade Gutierrez: o próprio Azevedo e Flávio Machado Filho, um dos executivos da empresa.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/brasil/procuradores-acreditam-que-marcelo-odebrecht-planejava-ate-fugir-do-pais-16963020#ixzz3gwl451Ad 
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Turquia ataca EI na Síria pela 3ª vez em 24 horas para criar 'zona segura'

Ao mesmo tempo, caças bombardeiam bases de curdos no Iraque.
Polícia turca prende 590 suspeitos de ligação com organizações terroristas.

Do G1, em São Paulo
A Turquia atacou novamente neste sábado (25), pela terceira vez em 24 horas, alvos do grupo jihadista Estado Islâmico (EI) na Síria, ao mesmo tempo em que caças F-16 bombardearam posições dos rebeldes do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) no norte Iraque. Não foi divulgado se houve mortes.
Estes bombardeios representam uma guinada na política do governo islâmico e conservador turco, acusado por seus aliados de fazer vista grossa e até de apoiar organizações radicais em guerra contra o regime do presidente sírio Bashar al-Assad. O Estado Islâmico assumiu o controle de maior parte das regiões norte e leste da Síria, quatro anos após o início da guerra civil no país.

"Há operações aéreas e terrestres atualmente em andamento", anunciou o primeiro-ministro Ahmet Davutoglu. “Tais operações não são ‘operações pontuais’ e vão continuar enquanto houver ameaças contra a Turquia”, disse ele. De acordo com o governo em Ancara, a campanha tem o objetivo de ajudar a criar uma “zona segura” em faixas do norte sírio.
Imagem de avião militar divulgada nesta sexta-feira (24) pela agência estatal da Turquia Anadolu mostra o que seria ataque a alvos do grupo Estado Islâmico na fronteira com a Síria (Foto: Anadolu via AP Video)Imagem de avião militar divulgada nesta sexta-feira (24) pela agência estatal da Turquia Anadolu mostra o que seria ataque a alvos do grupo Estado Islâmico na fronteira com a Síria (Foto: Anadolu via AP Video)
As operações militares foram ordenadas após uma espiral de violência que começou na última segunda-feira com o atentado suicida de um jovem turco contra militantes pró-curdos na cidade de Suruc (sul), perto da fronteira síria, com um saldo de 32 mortos e uma centena de feridos. O governo atribuiu a autoria deste ataque ao EI, que não o reivindicou.
Explosão matou dezenas de pessoas na cidade turca de Suruc, perto da fronteira com a Síria, nesta segunda-feira (20) (Foto: Dicle News Agency/AFP)Explosão matou 32 pessoas na cidade turca de
Suruc, perto da fronteira com a Síria, nesta
segunda-feira (20) (Foto: Dicle News Agency/AFP)
Em represálias por este atentado, militantes próximos ao PKK multiplicaram suas operações contra as forças de segurança turcas, símbolo de um governo acusado por muitos de cumplicidade com os jihadistas. Na quarta-feira, o PKK reivindicou o assassinato de dois policiais na cidade de Ceylanpinar (sudeste).
Davutoglu informou neste sábado sobre 121 ataques armados e 281 "atos terroristas", entre eles 15 sequestros, na Turquia desde 7 de junho.
Cessar-fogo abalado no Iraque
A frente contra o PKK foi aberta na noite de sexta-feira, quando os aviões bombardearam sete alvos dos rebeldes, refúgios, hangares e depósitos de munições, em suas retaguardas das montanhas Kandil, no extremo norte do Iraque.
Davutoglu diz ter falado com o presidente da região autônoma curda do Iraque, Masud Barzani, que expressou sua solidariedade. Mas uma declaração feita por Barzani posteriormente disse que o presidente turco expressou "seu desgosto com o perigoso nível que a situação alcançou".
"As condições para manter o cessar-fogo (...) foram eliminadas", respondeu pouco depois o PKK por meio de sua ala militar, as Forças de Defesa Popular (HPG). O comunicado do braço armado do PKK denunciou a "agressão bélica" e prometeu manter a "resistência".
Esta ofensiva contra os militantes curdos ameaça lançar pelos ares o processo de paz iniciado em 2012 para tentar acabar com uma rebelião que deixou 40 mil mortos desde 1984 em território turco.

Críticos, incluindo políticos de oposição na Turquia, acusam o presidente turco, Tayyip Erdogan, de tentar usar a campanha contra oEstado Islâmico como um pretexto para reprimir os curdos.
Novas detenções
Além disso, pelo segundo dia consecutivo, a polícia antiterrorista turca realizou na manhã deste sábado dezenas de detenções de supostos militantes do grupo EI e do PKK em várias cidades, sobretudo em Istambul, Ancara, Adana (sul), Konya (centro) e Manisa (noroeste), informou a imprensa turca.
Esta operação, inédita nas fileiras jihadistas, começou na sexta-feira e contou com a participação de milhares de policiais. Segundo o último balanço fornecido neste sábado pelo governo, há 590 pessoas detidas, entre elas dezenas de estrangeiros suspeitos de colaboração com os grupos que fazem os jihadistas chegarem à Síria através do território turco.
Outros dois suspeitos detidos em Istambul (Foto: Ozan Kose / AFP Photo)Suspeitos por ligação com o Estado Islâmico são
detidos em Istambul (Foto: Ozan Kose / AFP Photo)
Desde segunda-feira, a tensão cresce em muitas cidades e a polícia reprime as manifestações contra a política do presidente Recep Tayyip Erdogan.
Manifestação cancelada
Em busca de apaziguamento, o principal partido curdo da Turquia cancelou a marcha antijihadista prevista para domingo em Istambul. Ela havia sido proibida pelo governador local.
Em outro sinal da guinada estratégica da Turquia, as autoridades confirmaram ter autorizado os Estados Unidos e outros países da coalizão antijihadista a utilizar suas bases, como a de Incirlik (sul).
Estes países criticavam Ancara por sua atitude passiva contra o EI e sua negativa em intervir militarmente em apoio às milícias curdas da Síria. O governo turco sempre foi reticente a isso por medo da criação de uma região autônoma hostil no norte do país.

Corpo é encontrado em córrego na Zona Sul de São Paulo

Cadáver não tinha marcas de violência.
Bombeiros e PMs retiraram o morto na Avenida Ricardo Jafet.

Do G1 São Paulo
Bombeiros trabalham para retirar corpo encontrado no córrego Ipiranga, na Avenida Dr. Ricardo Jafet, próximo ao cruzamento com a avenida Santa Cruz, na Vila Mariana, zona sul de São Paulo, na tarde deste sábado. (Foto: Marco Ambrosio/Estadão Conteúdo)Bombeiros trabalham para retirar corpo (Foto: Marco Ambrosio/Estadão Conteúdo)
Policiais militares encontraram, na tarde deste sábado (25), um corpo no Córrego Ipiranga, Zona Sul de São Paulo. Segundo a corporação, o cadáver estava na Avenida Ricardo Jafet com a Rua Santa Cruz.
Equipes do Corpo de Bombeiros também atuaram na operação. O cadáver não tinha sinais de violência. A identidade do morto não foi confirmada. O caso foi registrado como morte suspeita no 16º Distrito Policial, na Vila Clementino.
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Em foto inédita, Allana Moraes pede Cristiano Araújo em casamento; veja

Na imagem, a jovem, de 19 anos, aparece sentada em um sofá, sorridente e com um cartaz no colo
Redação iBahia
Atualizado em 25/07/2015 10:59:56
  
O produtor executivo do cantor Cristiano Araújo, Rafael Vanucci relembrou o um mês da morte do sertanejo com uma foto inédita de Allana Moraes, namorada do artista que também faleceu, o pedindo em casamento, no Instagram. No clique, compartilhado na madrugada deste sábado (15), a jovem, de 19 anos, aparece sentada em um sofá, sorridente e com um cartaz no colo. No papel, aparece escrito: "Criis, quer casar comigo?", com um desenho de aliança ao lado.
Foto: Reprodução

"Daria tudo para produzir e cuidar de todos detalhes deste casamento, patroinha! Mas queria ser padrinho!", escreveu Rafael na legenda da publicação. "Parecia ser um amor tão verdadeiro e é eternamente", "Lindo demais essa pedido de casamento mais me foi respondido lá no céu", "Como dói... saudades eternas de vocês", "Sem palavras. É linda essa imagem e nos faz refletir sobre a vida,estamos aqui de passagem. É muito difícil acreditar que tudo isso aconteceu", foram alguns comentários dos fãs do sertanejo na imagem.

Acidente e morte
Cristiano e Allana faleceram na manhã do dia 24 de junho em um acidente de carro na BR-153. O fato aconteceu por volta das 3h30, no KM 614 da BR-153. O cantor estava voltando de um show na cidade de Itumbiara no momento. Além eles, o motorista Ronaldo Miranda e o assessor Vitor Leonardo também estavam no veículo, mas sobreviveram.

O cantor chegou a ser socorrido com vida, mas não resistiu aos ferimentos. A namorada morreu no local. O motorista que conduzia o carro, Ronaldo Miranda, 40, passou por teste do bafômetro que indicou que ele não consumiu bebidas alcoólicas, segundo o delegado Fabiano Jacomelis, responsável pelo caso.

Velório
Segundo cálculo da Polícia Militar, entre 45 e 50 mil pessoas passaram pelo velório do cantor e de sua namorada. Familiares e amigos do casal e fãs de Cristiano estiveram na cerimônia fúnebre, que aconteceu entre 18 horas da noite de quarta e 10 da manhã do dia seguinte.

Entre os amigos famosos do cantor que estiveram no local, estava Leonardo. O sertanejo se emocionou bastante durante a cerimônia. Mateus, da dupla Jorge e Mateus, Bruno, parceiro de Marrone, Guilherme, da parceria Guilherme e Santiago, a dupla Ricardo e Thiago, os cantores Munhoz, Mariano, Eduardo Melo e o ex-BBB Yuri Fernandes também passaram pelo velório durante a madrugada.

Enterro
Foi enterrado na manhã do dia 25 de junho, no cemitério Jardim das Palmeiras, o corpo do cantor Cristiano Araújo. Allana foi enterrada no mesmo cemitério algumas horas antes. O sepultamento aconteceu às 12 horas sob forte comoção da família, amigos e fãs do artista.

Durante todo o sepultamento, familiares e amigos mais próximos de Cristiano ficaram ao lado do túmulo. Eles rezaram o 'Pai Nosso' e choraram muito. João Reis, pai de Cristiano, se debruçou sobre o caixão do filho para se despedir. Depois, ele permaneceu bastante tempo ajoelhado na beira do jazigo. Inconformado, João foi amparado pela filha, Ana Cristina.
iBahia.com

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