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domingo, 26 de julho de 2015

Com alergia severa, Sofia volta a ser internada e vai passar por biópsia

Esta é a segunda vez no mês que a menina volta ao hospital nos EUA.
Partes da pele da bebê serão colhidas para análise.

Jomar BelliniDo G1 Sorocaba e Jundiaí
Com alergia severa, Sofia volta a ser internada e vai passar por biópsia (Foto: Patrícia de Lacerda/Arquivo Pessoal)Sofia voltou a ser internada e vai passar por biópsia (Foto: Patrícia de Lacerda/Arquivo Pessoal)
A menina Sofia Gonçalves de Lacerda, de um ano e seis meses, voltou a ser internada neste sábado (25) no Jackson Memorial Hospital, em Miami, nos Estados Unidos. A mãe, Patrícia de Lacerda, afirmou que a bebê está com um quadro de alergia severa e vai passar por uma biópsia. Está é a segunda vez que a menina é internada após receber alta devido a um transplante de cinco órgãos do sistema digestivo.
Patrícia relatou que a criança apresenta muito desconforto por conta de uma "severa alergia". “Ela se coça muito e chega a se ferir, ficamos vigiando-a para não se machucar. Ela fica muito irritada”, escreve.
Com alergia severa, Sofia volta a ser internada e vai passar por biópsia (Foto: Patrícia de Lacerda/Arquivo Pessoal)"Ela coça e chega a ser ferir", diz a mãe, Patrícia
(Foto: Patrícia de Lacerda/Arquivo Pessoal)
A mãe relata como faz para acalmar a criança quando ela começa a se coçar. “Eu fico agarradinha com ela, abraçando e mantenho ela protegida entre meus braços. Assim, ela fica tranquila e calma”, diz.
A bebê passou por exames e agora irá colher amostras de pele para biópsia. “Tenho fé que logo descobrirão a causa disso tudo. Vamos pedir a Deus para que a nossa bonequinha fique boa logo.”
Segunda vez
Esta é a segunda vez que Sofia é internada desde que teve alta hospitalar. A menina foi submetida ao transplante de cinco órgãos do sistema digestivo no dia 10 de abril, deixou o hospital no início de julho. Porém, segundo a mãe, a menina apresentou uma reação alérgica a fórmula que ela recebe pela veia, que é um tipo de um leite que ajuda a alimenta-lá, seis dias após a alta.
O tratamento da menina está sendo feito ao estilo homecare, que inclui a visitação diária de enfermeiros para recolher amostras para exames. Sofia continuará recebendo a nova fórmula via veia e sendo também diariamente estimulada a se alimentar pela boca. Além disso, ela irá receber 17 medicamentos pelo sistema intravenoso.
Disputa judicial
transplante dos cinco órgãos (intestino grosso e delgado [que inclui o duodeno]; fígado; pâncreas e estômago) só foi possível após uma longa disputa judicial para que o governo brasileiro pagasse os custos da cirurgia, estimados em R$ 2 milhões. A alta ocorreu exatamente um ano depois da chegada da família aos Estados Unidos, no dia 2 de julho.
O transplante foi comandado pelo médico brasileiro Rodrigo Vianna - que trabalha há três anos no hospital de Miami - no dia 10 de abril. A cirurgia durou quase 10 horas. Sofia nasceu com a Síndrome de Berdon, que causa a má-formação dos órgãos do sistema digestivo. 
Entenda o caso
Devido à complexidade da síndrome de Berdon, os médicos estimaram, no dia do nascimento de Sofia, que ela não passaria de um ano de vida. Porém, a menina contrariou as expectativas da medicina e comemorou seu primeiro aniversário no dia 24 de dezembro de 2014. "Quando temos fé, o impossível não existe. Quando temos perseverança, o impossível é possível. E a Sofia continua lutando com fé", disse Patrícia ao G1, na época.
Desde que nasceu, no hospital da Universidade de Campinas (Unicamp), no interior de São Paulo, Sofia nunca esteve na casa dos pais, que moram em Votorantim (SP). Ela passou pelo Hospital Samaritano, em Sorocaba (SP) e pelo Hospital das Clínicas de São Paulo. Neste período, passou por três cirurgias, mas ainda necessitava de atendimento especializado para a síndrome rara e para o transplante multivisceral, que não era realizado no Brasil.
Sofia precisa de máscara em locais com aglomeração de pessoas (Foto: Patrícia Lacerda/Arquivo pessoal)Sofia precisa de máscara em determinados locais
 (Foto: Patrícia Lacerda/Arquivo pessoal)
Por isso, uma campanha de iniciativa da própria mãe foi iniciada na internet, com o nome “Ajude a Sofia”, visando arrecar fundos para transferir a menina. Ao todo, a família arrecadou R$ 1,8 milhão. Mas os pais continuaram brigando na Justiça para que o governo brasileiro pagasse o valor da cirurgia.
Após diversas questões judiciais, o desembargador do Tribunal Regional Federal (TRF) determinou, em julho do ano passado, a transferência da menina para o Jackson Memorial Hospital, em Miami, nos Estados Unidos, especializado no tipo de procedimento ao qual Sofia precisava ser submetida, o transplante multivisceral.
Com relação ao dinheiro arrecadado através da campanha "Ajude a Sofia", a intenção dos pais era de doar para outras crianças que, como a Sofia, precisavam de um tratamento caro. Mas quando a família chegou aos EUA, ficou sabendo que o governo brasileiro pagou apenas a cirurgia, um pacote de homecare e alguns medicamentos. "A partir daí passamos a precisar utilizar o dinheiro da campanha. A conta é monitorada pela Justiça”, recorda Patrícia.
Sofia nasceu com síndrome que causa má-formação no sistema digestivo (Foto: Marcus Vinícius Souza/G1)Sofia nasceu com síndrome que causa má-formação no sistema digestivo (Foto: Marcus Vinícius Souza/G1)
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AVÓS por Mirian Marclay Fraga

  • AVÓS
    Eles...sempre eles. Nossos amados pais e mães de nossas mães e nossos pais. Amor mais doce, feito vinho envelhecido e enternecido no tempo. Cheiro de casa de avós é aconchego. É tempo bento, é dobra espacial de amor. É bolo assado com cheiro de açúcar queimado. Pinhão na chapa. Pipoca quentinha de panela. É receber os primeiros ensinamentos de cozinha, nutrir as primeiras lembranças do apego, aprender matemática enquanto se conversa sobre marcenaria.
    Aqueles que convivem ou conviveram com avós sabem do que estou falando. Cada um por mais diferente que possa ser do outro são eles-nossos avós-fonte de algo comum além da ancestralidade: acolhimento. Avós são mais que uma instituição ou patrimônio, são como o conjunto do espírito de obras de arte inestimáveis feito tesouro que se guarda no coração, tampouco de vende quando muito se empresta -para os demais primos e tios, seus filhos e netos.
    Algum avós já são saudade, outros  muito mais que um retrato na estante da sala junto com as fotos de outros entes queridos nos são presentes ainda que distantes.
    Com avós toma-se desde um chá a uma taça de vinho enquanto eles nos contam artes nossas que já não recordávamos, as artes de nossos pais e, para os que possuem a sorte de terem filhos e darmos-lhes bisnetos, compartilhar das travessuras dos filhos nossos. Com eles aprendemos a jogar baralho, sobre hortas, papagaios, aninhamos nosso espírito e lhes escrevemos cartas, desvendando o emaranhado de emoções guardados em algum baú envelhecido. Entendem nossos medos, nossas dores, nosso cansaço. São nossa rocha e fortaleza e a certeza de que podemos retornar a ser crianças e termos o colo tão essencial toda vez que lhes acessarmos em nosso íntimo buscando força para prosperar.
    Neles repousam nosso pensamento mais puro e primitivo, nossas raízes, o sentimento de que entre tantas estrelas e seus mistérios aqueles olhos cansados também já contemplaram o infinito além de nós.
    Por: Mirian Marclay Fraga


Alternativas ao Fies têm juros mais altos e exigem atenção, diz educador

Educador financeiro alerta que alunos devem evitar acumulo de dívidas.
No primeiro semestre, 178 mil pessoas não conseguiram acesso ao Fies.

Gabriela GonçalvesDo G1, em São Paulo
Com novas regras (incluindo aumento de juros) e limitação em novos contratos, estudantes se mobilizam em busca de alternativas ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Há no mercado bancos e fundos que oferecem opções de financiamento para universitários.
(Veja abaixo resumo dos programas e dicas do educador financeiro Álvaro Modernell)
As principais opções são oferecidas por Bradesco, Santander, Pravaler (Ideal Invest e Itaú) e Fundaplub (instituição privada que faz a gestão de programas próprios das insituições de ensino superior).

O educador financeiro Modernell alerta que as alternativas não são comparáveis ao programa federal. O primeiro alerta é que o Fies tem 6,5% de juros ao ano, enquanto os bancos trabalham com taxas de até 2,23% ao mês.

"O Fies é um programa social. As outras opções são paliativas e não são cômodas. Elas requerem atenção, concessões e adaptações", afirma.
Modernell ressalta que os estudantes que procuram estes créditos têm a renda baixa e não podem ter o orçamento empenhado em outras dívidas. "A prioridade deve ser concluir os estudos e, por isso, não é indicado que o aluno tenha outras dívidas como baladas, carros, motos, viagens."
RESUMO DAS PRINCIPAIS ALTERNATIVAS AO FIES
BANCO
JUROS    
QUANTO FINANCIA?
UNIVERSIDADES
ADESÃO
PRAZO
PRAVALER
Até 2,19% ao mês
Ao menos 50% da mensalidade
Cerca de 200 universidades
Em qualquer etapa do curso
Até 2,5 vezes a duração do curso
FUNDAPLUB
Sem juros; Taxa de 0,35% ao mês
50% da mensalidade
Mais de 60 universidades
Depende da universidade conveniada
X
BRADESCO
Entre 1,41% e 2,23% ao mês
X
Nove universidades
Em qualquer etapa do curso
Até 42 meses
Embora sejam alternativas ao programa do governo federal, os juros são mais altos. Enquanto o Fies cobra 6,5% ao ano, o Pravaler, por exemplo, pode ter 29,7% de juros ao ano. Outra diferença é o pagamento da dívida. No Bradesco, Fundaplub e Pravaler, as parcelas são pagas durante a faculdade e após o fim do curso.
Segundo o educador financeiro, há mais taxas envolvidas nestes financiamentos. "É muito importante lembrar que no ato de assinar o contrato do financiamento, não é só a taxa de juros que deve ser considerada. Todas as taxas, reajustes e custos com material devem ser compatíveis com a renda do aluno. O volume que está sendo endividado é que deve ser analisado", explica.
Dicas para não se endividar
- Procurar universidades que sejam mais baratas e tenham taxas menores
- Negociar desconto com a universidade
- Cursar um número menor de matérias durante o semestre e ter um custo menor mensalmente
- Juntar dinheiro antes de se matricular em um curso para financiar por menos tempo
- Não financiar o curso inteiro
- Atentar-se aos juros e às outras taxas
- Comparar as alternativas e escolher a mais viável
- Considerar custos com materiais nessários para o curso
- Fazer concessões e adaptações à sua realidade
- Não comprometer o orçamento com outras dívidas
Santander
O Crédito Educação Continuada oferecido pelo Santader é diferente dos demais. A proposta é de auxiliar o universitário no período de matrículas e rematrículas. Para isso, o crédito oferecido é de até R$ 2 mil e pode ser parcelado em 36 meses com a taxa de juros de 1,95% ao mês. A universidade deve procurar o banco e fazer um convênio. A partir disto, o estudante poderá optar pelo crédito com os requisitos estipulados pela própria faculdade.
Pravaler
Com o financiamento Pravaler, o estudante deve pagar pelo menos 50% da mensalidade por mês com a taxa de juros de até 2,19%. Os únicos grupos que pagam o total de juros é a Estácio e Anima, mas a instituição tem convênio com cerca de 200 universidades. Cada mensalidade do curso é dividida em duas parcelas. Dessa forma, o estudante pagará o curso em pelo menos o dobro do tempo.
Para garantir o crédito, é necessário ter um fiador, com reda a partir de um salário mínimo, sem contrato vigente com a instituição. Não ter restrições de crédito no SPC e SERASA e estar com o CPF regular. As inscrições devem ser feitas pelo site.
Fundaplub
O financiamento ofercido pela Fundaplub é o único que não tem taxa de juros, apenas uma taxa administrativa de 0,35% ao mês, o equivalente a 4,2% ao ano. O estudante paga 50% da mensalidade durante o curso e o restante será custeado sucessivamente aos pagamentos das mensalidades acadêmicas.
Para o crédito ser liberado, o estudante deve estar em situação financeira regular com a instituição de ensino superior e ter um fiador. Trinta universidades têm parceria com a Fundaplub. As inscrições devem ser feitas pelo site.
Bradesco
O aluno que utiliza o Crédito Universitário Bradesco pode financiar o curso de quatro anos em até oito anos com a taxa de juros que variam entre 1,41% e 2,23%. Há a possibilidade de financiar 100% do curso. Para a liberação do crédito é necessário passar por uma análise financeira e ter feito a matrícula em uma das nove universidades conveniadas com o programa. As inscrições devem ser feita pelo site.
Estudantes contam suas experiências com os créditos
Leticia Paes Gonçalves, de 28 anos, aderiu ao Fundalub para financiar os dois últimos anos do curso de relações públicas na PUC-RS (Foto: Arquivo pessoal/Leticia Paes Gonçalves)Leticia Paes Gonçalves, de 28 anos, aderiu ao
Fundalub para financiar os dois últimos anos
do curso de relações públicas na PUC-RS
(Foto: Arquivo pessoal/Leticia Paes Gonçalves)
Bolsa de estudos expirou
Leticia Paes Goncalves, de 28 anos, recorreu ao Fundaplub quando sua bolsa de estudos expirou na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Nos dois primeiros anos do curso de relações públicas, a estudante tinha 80% de desconto, em função de um convênio entre a universidade e a empresa na qual sua mãe trabalha. Quando completou 24 anos, perdeu o direito ao acordo e procurou o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
"Eu tentei o Fies duas e vezes e não consegui, porque constava no sistema deles um problema com documentos. Até hoje eu não sei que documentos são esses", explica a gaúcha de Porto Alegre. Com a mensalidade de R$ 1.800, Gonçalves teria que trancar o curso se não conseguisse um financiamento. "O setor financeiro da faculdade me indicou o Fundaplub e eu consegui o crédito. A dificuldade maior foi encontrar um fiador e uma colega de serviço da minha mãe se disponibilizou."
Com o financiamento, a estudante paga cerca de R$ 600 de mensalidade. Cursando o sétimo semestre, a preocupação de Letícia é pagar o crédito. "Eu não tinha alternativas, era a única chance que eu tinha, mas agora tenho que pagar os 50% do curso que falta. E já começo a pagar em janeiro. Antes o medo era de não conseguir fazer a faculdade e ter uma profissão. Hoje é de ter que pagar o financiamento."
Gonçalves acredita que o crédito seja importante para quem não tem condições de pagar os custos de uma universidade, mas que o ideal seria ter mais oportunidades. "Eu não tinha opção. Preferi fazer o financiamento do que ter que trancar meu curso. Sou grata por ter feito uma faculdade, mas hoje eu tenho dois anos para pagar as prestações", ressalta a estudante.
Vagner da Costa, de 32 anos, cursou redes de computador na Universidade Cruzeiro do Sul e fez contrato com a Pravaler (Foto: Arquivo pessoal/Vagner da Costa)Vagner da Costa, de 32 anos, cursou redes de
computador na Universidade Cruzeiro do Sul e fez
contrato com a Pravaler
(Foto: Arquivo pessoal/Vagner da Costa)
Fies negado
Sem conseguir o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), o paulista Vagner Aparecido da Costa, de 32 anos, recorreu ao crédito do Pravaler para concluir o curso de redes de computador na Universidade Cruzeiro do Sul. Com o salário de R$ 2.300, o estudante não conseguiria arcar com as mensalidades de R$ 670 e ajudar seus pais. Ao buscar financiamentos estudantis na internet, encontrou a instituição e fez o contrato para o último semestre de sua faculdade.
Costa se viu obrigado a procurar o crédito estudantil, quando conseguiu um emprego que exigia o ensino superior. "Quando me negaram o Fies, eu fiquei apavorado, porque se eu não terminasse a graduação, seria demitido. E depois que eu descobri o Pravaler, fiquei aliviado. Eu me formei no ano passado, entreguei o diploma no meu trabalho e tive um reajuste. A faculdade mudou minha vida em todos os sentidos", afirma.
O valor total do semestre era de aproximadamente R$ 3.400. Com o financiamento, parcelou em 12 vezes e faltam três mensalidades para quitar sua dívida. "No lugar de pagar a mensalidade integralmente, eu paguei a metade. E, depois de formado, continuei pagando", afirma Costa, que calcula ter pago R$ 400 de juros nas 12 prestações.

Corredor faz pedido de casamento na linha de chegada da Maratona no Rio

Flávio Freire e Caroline Sendi correram por 21km.
'A cada quilômetro dava um beijo para poder motivar', diz ele.

Do G1 Rio
A Maratona do Rio reservou emoções não só para os corredores profissionais na manhã deste domingo (26). Flávio Freire pediu a namorada Caroline Sendi em casamento na linha de chegada da prova de 21 quilômetros, como mostrou a Globonews. "Já queria casar antes, mas o pedido... pensei no Cristo, no Pão de Açúcar, mas disse: 'Não'. O momento mais especial é a chegada da Meia [Maratona]. Ela dizendo que estava cansada... a cada quilômetro eu dava um beijo para poder motivar", disse ele à Globonews.
Ao fim da corrida, Caroline se disse realizada. "É a realização de dois sonhos. Completar a Meia [Maratona] e o casamento", disse.
Flávio pediu a mão de Caroline na linha de chegada (Foto: Reprodução/TV Globo)Flávio pediu a mão de Caroline na linha de
chegada (Foto: Reprodução/TV Globo)
Competição movimenta economia
A Maratona do Rio movimentou também o comércio e o setor hoteleiro da cidade. Segundo a associação de hotéis do Rio, a taxa de ocupação dos quartos na Zona Sul chegou a 72%, graças a quase 10 mil turistas que vieram correr na cidade.
Os "gringos" são quase 40% dos 26 mil corredores que participam da prova neste domingo. Entre eles, há pessoas de outros estados e de 61 países. Por conta deste movimento, a feira Rio Run Market foi marcada justamente no local onde os kits da prova são retirados.
Ao todo, são 26 expositores na feira que cresceu 58% em relação ao ano passado. Em 2014, a Rio Run Market faturou R$ 2 milhões e os organizadores esperam um crescimento de 25% para esta edição.
"A gente está com bastante movimento comparado ao ano passado até pelo número de inscritos que cresceu um pouco", diz a gerente de comunicação Kátia Buriol.
Maratona espera receber 26 mil participantes (Foto: Thiago Diz / Divulgação)Maratona espera receber 26 mil participantes (Foto: Thiago Diz / Divulgação)

Mega-Sena, concurso 1.726: ninguém acerta e prêmio acumula em R$ 46 mi

Dezenas sorteadas no concurso 1.726 foram: 03 - 10 - 42 - 49 - 54 - 57.
Quina teve 111 apostas ganhadoras e cada uma levou R$ 34.383,16

Do G1, em São Paulo
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MEGA-SENA
CONCURSO 1726
03 10 42
49 54 57
Nenhuma aposta acertou as 6 dezenas do sorteio do concurso 1.726 da Mega-Sena, realizado neste sábado (25) em Lontras (SC). A estimativa de prêmio para o próximo concurso é de R$ 46 milhões.
Veja as dezenas sorteadas: 03 - 10 - 42 - 49 - 54 - 57.
A quina saiu para 111 apostas e cada uma delas levará um prêmio de R$ 34.383,16. Outros 7.581 bilhetes acertaram a quadra e ficarão com R$ 719,19 cada.
Para apostar
As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 3,50.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.
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