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domingo, 26 de julho de 2015

Alexandre Nero se casa em cerimônia íntima: "era pra ser segredo"

Alexandre e Karen estão juntos há três anos e serão pais do pequeno Noá
Redação iBahia
Atualizado em 26/07/2015 10:17:16
  
O ator Alexandre Nero celebrou sua união com a atriz e consultora de imagem, Karen Brusttolin, neste sábado (25). A cerimônia, íntima e para poucos amigos e familiares, aconteceu em um sítio no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.
Alexandre e Karen estão juntos há três anos e serão pais do pequeno Noá
(Foto: AgNews)
De acordo com o site 'Ego', o casamento começou por volta das 16h, com convidados chegando para a festa vestidos com looks mais casuais e a banda do ator foi uma das atrações do casamento. Através de seu perfil no Instagram, o ator comentou a união.
"Era pra ser segredo, e algo extremamente íntimo e particular, MASSSSS como não deixam que isso aconteça nem na marra, então vamos esclarecer as coisas. Se exigem rótulos, nomes e significados preferimos "celebração de amor", pois o festejo é pelo Noá, que já está a caminho. Uma energização de alegria e sorrisos de parentes e amigos íntimos para o curumim, já que em dezembro, data prevista para o seu nascimento, eu estarei no meio do furacão de #RegraDoJogo , e não terei tempo para isso. (Resumindo: uma desculpa pra brincar, beber e gargalhar com nossos amores)", contou.
Filho
Alexandre e Karen confirmaram que estavam esperando um filho em maio deste ano. O menino irá se chamar Noá e está previsto para nascer em dezembro. Os dois estão juntos há três anos.
iBahia.com

Cartão de Ponto: FTC seleciona para campi no interior

Graciela Alvarez (graciela.alvarez@redebahia.com.br)
  
Terminam neste domingo (26), às 23h59, as inscrições do concurso público da Junta Comercial do Estado da Bahia (Juceb). Ao todo, são 21 vagas para os cargos de analista de registro do comércio, que exige diploma em qualquer curso de nível superior, e técnico de registro do comércio (nível médio), sendo seis delas destinadas a candidatos que se declararem negros ou pardos. A jornada de trabalho será de 30 horas semanais e o salário base de R$ 2.655,12 e R$ 757,91, respectivamente. A inscrição deve ser realizada no endereço eletrônico  www.ibfc.org.br. A taxa é de R$ 100 (analista) e de R$ 70 (técnico).

FTC seleciona para campi no interior

A Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC) está contratando professores para Itabuna e Vitória da Conquista. As vagas são para os cursos de Administração, Direito, Engenharia Civil, Fisioterapia e Psicologia. Os editais estão disponíveis em portal.ftc.br. 

Call center: carga horária de 6h/dia
Tramita na Câmara um projeto de lei que fixa a jornada de trabalho dos operadores de telemarketing em 6 horas diárias e 36 semanais. A Casa também está analisando o Projeto de Lei nº 6.875/13, que regulamenta a profissão de operador de telemarketing.
Anote aí
O resultado final da seleção para motoristas do Samu, promovida pela prefeitura de Salvador, está disponível no endereço eletrônico  A remuneração é de R$ 1.245,89, com jornada de trabalho de 36 horas.

Em marcha no Rio, mulheres negras defendem inclusão social

Pré-Marcha de Mulheres Negras 2015 Contra o Racismo e a Violência e Pelo Bem Viver foi realizada na Praia de Copacabana
Agência Brasil
  
A Pré-Marcha de Mulheres Negras 2015 Contra o Racismo e a Violência e Pelo Bem Viver reuniu hoje (26), na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, centenas de representantes e simpatizantes da causa, como encerramento das comemorações do Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, lembrado ontem (25). O evento é preparatório à marcha nacional, que ocorrerá no dia 18 de novembro, em Brasília.
Uma das organizadoras do encontro Clátia Vieira explicou que a finalidade é pregar a equidade de direitos e a inclusão social. “A gente precisa ir para a rua para dizer que do jeito que está não dá para ficar”, destacou. Ela espera que até novembro, os negros famosos das artes brasileiras incorporem a ideia e participem da marcha que luta pelo respeito da mulher negra.
O babalaô Ivanir dos Santos, interlocutor da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa, apoia a pré-marcha. “[A iniciativa ocorre] em homenagem às grandes yabás [mães], que deram os fundamentos do início do candomblé na Bahia, e às mulheres negras que são um símbolo importante de luta e resistência no nosso país”, destacou ele.
Cláudia Vitalino, da União de Negros pela Igualdade (Unegro), destacou que a mobilização visa a tirar a invisibilidade das mulheres negras que, segundo índices oficiais, são as que mais morrem no país e recebem os menores salários, inclusive em relação a mulheres brancas e a homens negros.
A secretária de Assistência Social e Direitos Humanos do estado do Rio de Janeiro, Teresa Cosentino, reforçou que o órgão apoia todo movimento de não discriminação e de vida fraterna e solidária. “E aqui tem duas questões, de gênero e de etnia que, somadas, são explosivas no preconceito.”
A advogada Roseli Brasiliense Caetano, da Comissão de Igualdade Racial da Ordem dos Advogados do Brasil seção Rio de Janeiro (OAB-RJ), destacou que a criação da comissão é um fato novo no órgão, que aumenta a conscientização entre os advogados a população, de modo geral, a essa causa. “[A mulher negra] precisa ser tratada com o mesmo respeito que todos os profissionais merecem”.
Inês Teixeira, do Terreiro Axé, de candomblé de Nilópolis, disse que combater o racismo é também combater a intolerância religiosa. "Quando colocamos os nossos torsos e nossos fios de contas, sabemos o quanto o racismo é cruel conosco. Somos solidárias com o bem viver de todas as mulheres.”
O estudante de direito e voluntário da organização não governamental (ONG) Anistia Internacional, Adolfo Tavares, argumentou que o racismo existe no Brasil, até de forma  inconsciente. “Mas, se você tiver um olhar mais crítico e profundo da sociedade, você vê que ainda há preconceito”. Apoiar essa causa é, para ele, uma questão de ética.
Durante a mobilização, a grafiteira internacional Panmela Castro, presidente e fundadora da Rede Nami, ONG feminista que usa as artes urbanas para promover os direitos das mulheres, divulgou o projeto Afrografiteiras. Ela enfrentou diferenças em sua própria família, por ser a única negra, “em uma família de brancos”.

Mais votada, baiana é uma das ganhadoras do concurso Bailarina do Faustão

Além da vaga no balé, ela ganhou 10 mil reais e um carro 0km
Redação iBahia
Atualizado em 26/07/2015 19:18:52
  
Salvador está em festa. A baiana Lorena Improta foi a mais bem votada desde domingo (26) no concurso Bailarina do Faustão. Ela chegou ao 9,9 e conquistou uma das três vagas. Além da loira, Brendda Martins, com 9,7, e Francielle Pimenta, com 9,6.
Além da vaga no balé, elas ganharam 10 mil reais e um carro 0km. No palco do programa, elas superaram 57 bailarinas. Neste domingo, as novas integrantes do Balé do Faustão se jogaram no samba e no forró acompanhadas dos atores Lucas Lucco, Raphael Viana e Marcello Melo Jr, respectivamente.
Foto: GShow
Sucesso nas redes sociais
Sucesso no Instagram e com mais de 70 mil seguidores, Lorena também trabalha como  instabloggers – denominação para usuários que usam o aplicativo como diário virtual e fazem publicidade de marcas – e dá dicas de moda, beleza, coreografias, fitness, além de compartilhar a rotina em fotos e vídeos. O sucesso nas redes sociais é inegável: Lorena já tem mais de 15 fã-clubes. A inscrição no concurso, por sinal, foi feito por uma fã.
iBahia.com

Moradores de São Marcos recebem 600 títulos de terra da prefeitura

Desde 2013, quando o programa Casa Legal foi lançado, 20 mil famílias foram beneficiadas
Da Redação (redacao@correio24horas.com.br)
Atualizado em 26/07/2015 10:25:16
  
A aposentada Clemildes Couto da Cruz, 81 anos, realizou um sonho. Depois de esperar por mais de 40 anos, ela finalmente recebeu, na manhã de ontem, o documento que garantia a posse do terreno onde sua casa foi construída, na comunidade Coroado, no Conjunto ACM, no bairro de São Marcos.
ACM Neto entrega título de posse para Clemildes: espera de 44 anos
(Foto: Max Haack/AGECOM)
Ao todo, 600 moradores do bairro receberam no sábado (25) os títulos de posse dos terrenos onde residiam. A entrega, realizada pelo prefeito ACM Neto, faz parte do programa Casa Legal, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Infraestrutura e Defesa Civil (Sindec) com o intuito de regularizar habitações construídas em terrenos públicos.
Para o prefeito ACM Neto, a entrega teve um significado especial, já que muitas famílias beneficiadas pela regularização haviam recebido suas residências na década de 70, através de uma iniciativa do então governador do estado Antonio Carlos Magalhães.
“Há 45 anos, meu avô concedeu as casas para essas famílias. Essas famílias passaram 45 anos esperando o título de propriedade e agora Deus quis como prefeito que eu pudesse entregar esse título. Foi um momento muito especial”, contou o prefeito.
Emocionada, Clemildes disse que iria repetir, com o prefeito, um gesto que ela teve com o avô dele no momento em que recebeu das mãos do então governador as chaves de sua casa, em 1971.
“Naquela época, quando fui agradecer a seu avô, ele me pediu que rezasse por ele, pelos amigos e pelos inimigos dele. E hoje faço a mesma coisa contigo”, disse. Segundo o prefeito, até o final de 2016 serão entregues mais de 40 mil títulos de terra.
Desde 2013, quando o programa Casa Legal foi lançado, 20 mil famílias foram beneficiadas. Também ontem, o prefeito inaugurou duas obras no bairro de Luís Anselmo: a escadaria na Avenida Fonseca, com investimento de R$ 170 mil, e uma quadra poliesportiva no conjunto habitacional Laura Catarina, que custaram R$ 150 mil.

Urna funerária milenar é achada em fazenda no Nordeste baiano

Urna em que índio foi enterrado há mais de mil anos foi encontrada em povoado de Esplanada
Clarissa Pacheco (clarissa.pacheco@redebahia.com.br)
Atualizado em 26/07/2015 13:54:57
  
Quando começou a arar um pedaço de terra no povoado de Canabrava, em Esplanada, no Nordeste da Bahia, o lavrador Viriliano de Jesus, 60 anos, nem de longe imaginava que sua propriedade fosse virar local de romaria de vizinhos e conhecidos do restante do povoado e arredores.
Até um professor de História levou a turma inteira para visitar um tal buraco, de onde seu Viriliano tirou um pote de barro em maio deste ano. 
“É uma roça que ele comprou há uns dez anos e, aos poucos, está beneficiando. O trator estava retirando a terra e, após esses processos, meu pai percebeu que tinha alguma coisa diferente. A princípio, era um buraco e depois ele percebeu que tinha um pote dentro”, conta a assistente social Edileusa Santos de Jesus, 26, filha de seu Viriliano.
Jeanne Dias, com urna em que índio foi enterrado há mais de mil anos
(Foto: Evandro Veiga)
O trator parou e os poucos homens que trabalhavam no arado foram cavando a terra até sair de lá um vasilhame de cerâmica de cerca de 1,20 metro de altura e com formato de pera. Para completar o achado, dentro do vasilhame a família de seu Viriliano encontrou dentes humanos.
Sem que ninguém soubesse do que se tratava, a relíquia tinha tudo para ser descartada, como arqueólogos afirmam acontecer em muitos casos. Mas a curiosidade falou mais alto.
Edileusa enviou um e-mail para o secretário municipal de Cultura e Turismo de Esplanada, Kid Will Vaca, que entrou em contato com a Superintendência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional na Bahia (Iphan).
Cerca de dez dias depois, três representantes do Núcleo de Arqueologia do Iphan estavam lá para recolher e catalogar o que identificaram como sendo uma urna funerária indígena, da tradição Aratu. 
Avaliação
De acordo com a arqueóloga Jeanne Dias, que faz parte do núcleo, não é possível ainda cravar a idade da urna, mas a cerâmica usada nela, sem decoração, se assemelha ao tipo de urna de cerâmica encontrada nos anos 1970 pelo arqueólogo Valentin Calderón nas imediações da Baía de Aratu – por isso o nome “tradição Aratu”.
Aquelas datavam de 1.000 e 1.500 anos AP (antes do presente, datação que toma como referência o ano de 1950), assim como urnas localizadas em 2011 pelo também arqueólogo Carlos Etchevarne na aldeia de Água Vermelha, em Pau Brasil, no Sul do estado, e no povoado de Piragiba, em Muquém de São Francisco, no Vale do São Francisco.
Técnicos do Iphan com o produtor rural Viriliano de Jesus (chapéu de palha), que fez a descoberta histórica
(Foto: Iphan / Divulgação)
“Provavelmente, essa urna também estará nesta escala, mas ainda não podemos dar uma datação exata”, explica Jeanne. O que os arqueólogos sabem é que a urna abrigava o corpo de um adulto e que ela, provavelmente, era usada como utilitário para armazenar água e alimentos na aldeia.
Quando alguém morria, o corpo era posto na urna e enterrado. “Eles eram colocados em posição fetal e logo após a morte, antes de atingirem o estágio de rigidez cadavérica, para caber”, conta o também arqueólogo Luiz Viva.
Fortuito
Outras urnas funerárias indígenas já foram encontradas na Bahia, mas uma descoberta casual recebe atenção redobrada do Iphan. “Achados fortuitos não podem ficar nas mãos de populares. Então, em 10 dias, a gente estava lá. Recolhemos o material e fizemos o registro do local como sítio arqueológico”, explicou o técnico em Arqueologia do Iphan, Alexandre Colpas.
Com o registro de sítio arqueológico, o povoado de Canabrava fica protegido de qualquer tipo de destruição ou mutilação. Também não pode haver aproveitamento econômico dos monumentos arqueológicos - eles não podem ser vendidos, por exemplo. Na prática, o proprietário não perde o título da terra, mas se uma estrada passasse por lá, por exemplo, agora seria preciso fazer um desvio.
Ou seja, a orientação a seu Viriliano agora é comunicar ao Iphan o possível aparecimento de outras urnas. “Onde a gente encontra uma urna funerária, a gente identifica como área de enterramento. E, com certeza, onde tem uma, tem outra”, assegura Jeanne.
Romaria  
A curiosidade em torno do pote misterioso promoveu verdadeiras romarias à propriedade rural. “Muita gente foi lá visitar movida pela curiosidade, porque não foi só o pote. Dentro, tinham alguns dentes humanos”, contou Edileusa, que ficou surpresa com tantas visitas.
“Todos os dias era aquela romaria de gente querendo ver o pote. Foi assim por vários dias. Depois teve um professor de História que levou os alunos para conhecer. Mesmo depois de ter levado o pote, ele levou os alunos para ver o buraco”, relatou ela.
Quem participou das visitas teve oportunidade de estar perto de uma descoberta pouco comum. “Apesar de achados fortuitos serem recorrentes, essa é a última urna íntegra recolhida pelo Iphan nos últimos dez anos”, destaca Luiz Viva. 
Além do pote, também foi encontrado o opérculo (tampa) em pedaços. A peça é mais uma que pode ajudar a revelar como viviam aqueles povos antigos. Segundo a equipe, a urna pertencia a índios ancestrais dos tupis. 
Na região, fala-se que potes como esse já foram achados e destruídos, porque as pessoas não sabiam o valor histórico. “Mas esse, que encontraram há pouco tempo, eles tiveram a curiosidade de procurar a gente. Foi um trabalho de resgate muito bom”, avaliou o secretário Kid Will Vaca.
Resgate
De acordo com o arqueólogo Luiz Viva, o próximo passo é higienizar e catalogar a urna. Ela vai passar a constar no Centro Nacional de Arqueologia (CNA) e poderá ser estudada por outros grupos. A urna viajou 165 quilômetros de Esplanada até Salvador e foram necessários cinco homens para levantá-la.
Antes disso, na propriedade de seu Viriliano, a urna foi transportada num carrinho de mão e os próprios moradores fizeram uma espécie de contenção, com cordas e elásticos, para evitar que a peça fosse danificada. Agora, ela está sob os cuidados do Núcleo de Arqueologia do Iphan, que funciona no museu da Casa dos Sete Candeeiros, no Centro Histórico de Salvador.
De lá, a urna poderá ir para um museu ou universidade. Já existem peças como essa no Museu da Arqueologia e Etnologia  (MAE), na Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia (Ufba), no Terreiro de Jesus, achadas em Muquém de São Francisco. Na época, entre 1996 e 1998, foram localizadas cerca de 120 urnas após uma enchente.
Descoberta arqueológica não põe posse de propriedade em risco
De acordo com o arqueólogo Luiz Viva, integrante do Núcleo de Arqueologia da Superintendência do Iphan, achados arqueológicos como o de Esplanada não asseguram mais o direito sobre a terra para descendentes, como já aconteceu no passado.
Ou seja, o fato de ter sido encontrada uma urna funerária na propriedade de seu Viriliano de Jesus, na zona rural de Esplanada, não significa que ela será desapropriada e entregue a povos indígenas.
“Esses vestígios de ocupação não têm relação com as ocupações de hoje. São descendentes de outras ocupações humanas, de um grupo diferente e anterior aos tupis que os portugueses encontraram hoje”, diz Viva. Segundo ele, há outros mecanismos que podem atestar a ancestralidade indígena em uma região.
De qualquer forma, não há, no distrito de Canabrava, disputa entre fazendeiros e povos indígenas por posse de terra. Outra “lenda” comumente espalhada é que potes de barros enterrados guardam ouro. Os arqueólogos fazem questão de pôr fim a essa falsa esperança.
“Essa é uma expectativa bastante difundida, mas a gente tenta difundir o contrário. Você não vai achar ouro. No máximo, vai achar ossos. É por isso que a gente encontra muitas dessas urnas escavadas e quebradas”, lamenta Viva.

Google Street View captura imagens em 360º 'na vertical' no El Capitan

imagens em 360º 'na vertical' no El Capitan

Google Street View permite que internautas 'visitem' diversos locais sem sair da frente de seu computador. Com o recurso é possível navegar por famosos pontos turísticos, avenidas, parques e muitos outros lugares mapeados pelo gigante de buscas. Para promover novas experiências aos seus usuários, Google acaba de adicionar imagens 'verticais' da subida do Rochedo El Capitan à plataforma. 
Google faz Street View 'vertical' de escalada no El Capitan (Foto: Reprodução/Google)Google faz Street View 'vertical' de escalada no El Capitan (Foto: Reprodução/Google)

A companhia foi até o El Capitan, um grande rochedo situado no Parque Nacional Yosemite, na Califórnia e que tem 914 metros de altura. Lynn Hill, Alex Honnold e Tommy Caldwell foram os três alpinista profissionais que tiveram a tarefa de subir para registrar as imagens do Google Street View 
O resultado são fotos em 360° incríveis, sob o ponto de vista dos próprios alpinistas. Ideal para quem quer apreciar uma aventura com todo o conforto e segurança de sua casa, usando a Internet. 
Processo de registro das imagens para o Street View vertical (Foto: Divulgação/Google) Processo de registro das imagens para o Street View vertical (Foto: Divulgação/Google)

“Escalar tem a ver com flertar com o impossível e ir além daquilo que você acha que pode ser feito. Capturar imagens para o Street View nos 914 metros de El Capitan provou ser uma extensão disso, especialmente quando você pega uma câmera que deveria ser usada dentro de um restaurante e a utiliza vários metros acima do chão na parede de pedra mais famosa do mundo”, disse Caldwell.
A Google não poupou esforços para trazer os melhores alpinistas do mundo para o projeto. Além de Caldwell, a companhia contou com a ajuda de Lynn Hill, a primeira pessoa a escalar o trecho batizado de “nariz” usando apenas as mãos e os pés e Alex Honnold, que consegue fazer o percurso em duas horas e 23 minutos - outros levam de três a cinco dias. Veja todas as imagens da escalada (google.com/maps/Yosemite National Park).
Veja o vídeo completo:


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