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segunda-feira, 27 de julho de 2015

REVIEW F1 2015

Novo título baseado na principal categoria do automobilismo mundial pega carona no hardware da nova geração e traz um jogo ainda mais real.
Diego Borges
por 
em 
F1 2015 é o novo game da principal categoria do automobilismo mundial, e o primeiro da série para os consoles da atual geração: PS4 e Xbox One. O título aposta em gráficos de ponta, uma jogabilidade apurada, rodando a 60 fps, e inovações no modo online. Mas peca ao apresentar uma IA limitada e nenhuma opção de personalização. Confira o review completo:
Assista ao vídeo do teste abaixo:

Duas temporadas e festa no pódio

Desde que o primeiro game da série F1 foi publicado pela Codemasters, as maiores reclamações eram por conta da ausência de animações no pódio ao final das corridas. Outra queixa era a demora para o game ser lançado, fazendo com que muitas vezes ele só chegasse à loja quase no fim da competição. 
Ambos os problemas foram solucionados. Agora, todas as corridas contam com as tradicionais festas no pódio, com direito a troféu personalizado de cada circuito e banho de champagne. E, por mais que as animações sejam bem repetitivas, não há como não se divertir diante da comemoração dos pilotos. 
F1 2015 (Foto: Reprodução / TechTudo)F1 2015: todas as corridas contam com as tradicionais festas no pódio (Foto: Reprodução/Diego Borges)
Sobre as temporadas, além de F1 2015 chegar no meio da atual competição, os fãs ainda levam "de brinde" a temporada passada, com as respectivas provas, além de respeitar os antigos posicionamentos de pilotos e equipes. 

Gráficos beneficiados pela nova geração

A franquia F1 sempre foi bem reconhecida pelo seu visual. Mesmo nos consoles da geração passada,PlayStation 3 e Xbox 360, o game da Codemaster soube reproduzir muito bem veículos, pilotos e, principalmente, os cenários que compões a respectiva temporada. Se não bastasse, o jogo ia além, ao apresentar muitas vezes circuitos que sequer estavam prontos na vida real. 
F1 2015 (Foto: Reprodução / TechTudo)F1 2015 tem gráficos ainda mais reais (Foto: Reprodução/Diego Borges)
F1 2015 mantém essa tradição e se beneficia do potencial do hardware da atual geração. Isso resulta em gráficos ainda mais reais, com carros refletindo a paisagem ao seu redor, marcas de asfalto danificado ao longo do circuitos e pedaços de carenagem voando por todos os lados em uma colisão. 
As animações antes e depois da corrida também são carregadas de realismo. Difícil não se impressionar com um grid de largada cheio de mecânicos por todos os lados, passando a sensação única de concentração e ansiedade antes da largada que só um piloto de verdade consegue sentir. 
Mas, como nada é perfeito, F1 2015 comete alguns deslizes na parte visual. Há muitos pilotos que não são tão parecidos com os da vida real, principalmente os menos populares. Além disso, há limitações na variação destas animações, como no momento em que você conquista a pole. É sempre o mesmo movimento que termina com o piloto apontando para a câmera.
F1 2015 (Foto: Reprodução / TechTudo)F1 2015 comete alguns deslizes na parte visual (Foto: Reprodução/Diego Borges)

Jogabilidade se mantém na ponta

Se a mudança nos gráficos foi significativa, a evolução da jogabilidade não pulou tantas posições no grid. O controle dos veículos continua basicamente o mesmo, ajudando os novatos, e punindo severamente aqueles que se acham aptos a dirigir no mesmo nível de realismo dos pilotos reais. 
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F1 2015 roda a 60 frames por segundo, o que ajuda muito na condução dos veículos. Com boa parte das assistências de pilotagem ligadas, o jogador limita-se a acelerar, desacelerar e freiar no momento exato. Pode parecer simples, mas na grande maioria das vezes não é. Já com todas as opções desligadas, cada descuido pode ser fatal. É precisa saber dosar o pé no acelerador e saber o momento certo de entrar e sair de uma curva, caso contrário, seu carro fará uma passeio fora do traçado. 
A elaboração da estratégia da equipe continua sendo fundamental para o sucesso na corrida. É nítida a diferença entre os compostos dos pneus, e optar por começar ou terminar com eles mais duros ou não é crucial. Além disso, outros elementos também precisam de um cuidado maior, como temperatura dos freios e até mesmo consumo do combustível. Por isso, fique atento às orientações de sua equipe para não se prejudicar na prova.
F1 2015 (Foto: Reprodução / TechTudo)F1 2015: é preciso saber dosar o pé no acelerador (Foto: Reprodução/Diego Borges)

Falta de inteligência e obediências de seus rivais

F1 2015 poderia ser um game brilhante, mas comete deslizes inadmissíveis. O mais grave deles é em relação a Inteligência Artificial de seus oponentes, principalmente em relação às regras. Os retardatários não respeitam a bandeira azul e acabam criando uma outra disputa dentro da prova, onde você (líder ou em uma das primeiras posições) precisa travar uma luta contra adversários que, nas regras do automobilismo, são obrigados a ceder passagem. Isso resulta em muita perda de tempo e até mesmo colisões desnecessárias. 
f1-2015-felipe-massa-game (Foto: Divulgação/Codemasters)F1 2015 poderia ser um game brilhante, mas comete alguns deslizes (Foto: Divulgação/Codemasters)
Se não bastasse tanta bizarrice, F1 2015 também comete erros graves em relação a algumas regras. Em nossos testes, fomos punidos por simplesmente perder o controle do carro, escapar em uma curva e voltar para a corrida. Sendo que não houve nenhum tipo de "corte de caminho", o que é proibido nas regras da categoria. 
Outro erro esquisito foi uma punição por ultrapassar um retardatário com bandeira amarela após uma colisão. Sendo que o mesmo foi o causador da batida com outro carro, o que resultou na sua saída de pista. Ou seja, a única solução seria parar atrás do carro acidentado e esperar até que o mesmo voltasse para pista ou abandonasse a prova?

Sem personalização e modos limitados

Outro ponto negativo de F1 2015 é em relação à falta de opções de personalização. O game só permite jogar com os pilotos oficiais da categoria, retirando as possibilidades de criar um personagem - algo que existia nos jogos anteriores da franquia. Isso traz um ar de limitação, além de desapontar aqueles que optavam por usar seus nomes e personalizar os seus capacetes. 
F1 2015 (Foto: Reprodução / TechTudo)F1 2015 possui como ponto negativo a falta de personalizações (Foto: Reprodução/Diego Borges)
Também não há muitas opções de modo, como, por exemplo, a possibilidade de pilotar carros antigos disponibilizada em F1 2013. Restou apenas aos jogadores o Modo Carreira, que consiste em escolher um piloto e disputar a atual temporada da F1. O Carreira Pro é similar, entretanto, ele mantém ao máximo o realismo de uma corrida de verdade. Sendo assim, prepare-se para pilotar sem qualquer tipo de assistência e em um período original de prova - com cerca de 1 hora e meia de corrida. 
O modo online traz as mesmas opções de sempre, com a vantagem de ter diminuído e muito a quantidade de bugs e lags. Há uma opção de criar um campeonato virtual com seus amigos, preenchendo o resto do grid com carros virtuais ou outros jogadores online desconhecidos. 

Conclusão

F1 2015 chegou à nova geração de uma forma acima do esperado. Os novos hardwares fizeram muito bem ao game, que pôde aplicar um nível ainda maior de realismo na jogabilidade e, principalmente, nos gráficos. Pena que a inteligência artificial do jogo seja baixa demais e alguns problemas na aplicação das regras irritam os jogadores. 

Garoto com paralisia cerebral termina prova de triatlo e emociona público

Prova que inclui natação, ciclismo e corrida foi em North Yorkshire, Inglaterra.
Bailey Matthews, de 8 anos, usou bicicleta adaptada e andador.

Do G1, em São Paulo
 Bailey Matthews, de 8 anos, termina a prova de triatlo: paralisia cerebral não foi obstáculo para garoto da Inglaterra  (Foto: Reprodução/Facebook/Castle Triathlon Series)Bailey Matthews, de 8 anos, termina a prova de triatlo: paralisia cerebral não foi obstáculo para garoto da Inglaterra (Foto: Reprodução/Facebook/Castle Triathlon Series)
Um garoto de 8 anos com dificuldades motoras devido a uma paralisia cerebral conseguiu completar uma prova de triatlo na Inglaterra neste sábado (25), emocionando os espectadores que o aguardavam na linha de chegada.
A Castle Triathlon Series, que organizou a prova, divulgou uma foto e um vídeo dos momentos finais da competição (VEJA O VÍDEO ABAIXO). "Todos testemunhamos um momento incrível hoje, com uma impressionante mostra de bravura sem igual", publicaram os organizadores do evento no Facebook.
Bailey Matthews completou 100 metros de natação em um lago, 4 km de ciclismo e 1,3 km de corrida. Ele recorreu a uma bicicleta adaptada para o ciclismo e a um andador para a corrida. Mas, nos últimos 20 minutos de prova, ele deixou o equipamento de lado e correu sozinho até a linha de chegada, emocionando o público.
Ele chegou a tropeçar e cair duas vezes, mas levantou e continuou até o final, diante do aplauso e incentivo do público."Foi possível ver a expressão no seu rosto quando ele estava chegando e viu todo mundo. Essa foi a sua maneira de terminar a prova com estilo e mostrar a todos o que ele podia fazer", disse ao jornal Daily Mail a mãe do menino, Julie Hardcasle.
Segundo o Daily Mail, Bailey nasceu prematuro e foi diagnosticado com paralisia cerebral com 18 meses de idade. Ele desenvolveu interesse pela modalidade porque seu pai, Jonathan Matthews, de 47 anos, costumava levar o filho em um carrinho quando participava das competições de triatlo.
A prova Hever Castle Triathlon - segunda maior prova de triatlo da Inglaterra e a maior prova infantil de triatlo do mundo - ocorre em North Yorkshire, na Inglaterra.
Paralisia cerebral é quando uma lesão neurológica ocorrida durante a fase de desenvolvimento do sistema nervoso central leva a uma dificuldade motora no paciente.
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Família da Flórida recupera US$ 1 milhão em tesouro de navio espanhol

Moedas e corrente de ouro de 12 metros foram recuperadas em junho.
Embarcação era parte de comboio que afundou em 1715 após furacão.

Da Reuters
Moedas de outo encontradas em naufrágio de navio espanhol de 1715 em foto não datada, cedida pela companhia que detém os direitos dos artefatos (Foto: Reuters/1715 Fleet - Queens Jewels LLC/Handout)Moedas de ouro encontradas em naufrágio de navio espanhol de 1715 em foto não datada, cedida pela companhia que detém os direitos dos artefatos (Foto: Reuters/1715 Fleet - Queens Jewels LLC/Handout)
Uma família da Flórida que caça tesouros há anos encontrou mais de US$ 1 milhão em artefatos recuperados nos destroços de uma embarcação espanhola de 1715 que afundou no oceano Atlântico, de acordo com estimativas de uma companhia de recuperação.
A descoberta inclui 51 moedas de ouro de várias denominações e 12 metros de corrente ornamentada em ouro, disse Brent Brisben, cuja companhia, a 1715 Fleet – Queens Jewels LLC, detém os direitos sobre o naufrágio.
A família Schmitt, composta pelos pais Rick e Lisa, seus dois filhos e uma nora, que caça tesouros a partir de sua embarcação Aarrr Booty, não pôde ser imediatamente contatada para comentar.
Brisben disse que o filho de 27 anos do casal, Eric, descobriu e recuperou as peças em junho.
Brisben afirmou ter coordenado o anúncio para coincidir com o aniversário de 300 anos do naufrágio de 11 galeões por causa de um furacão na costa da Flórida, enquanto o comboio viajava de Havana à Espanha.
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Dólar sobe pelo 4º dia e volta a bater maior valor em mais de 12 anos

Moeda fechou a R$ 3,3640 e acumula alta de 8,2% no mês de julho.
Queda da bolsa chinesa e cenário fiscal no Brasil preocupam o mercado.

Do G1, em São Paulo
O dólar avançou pela quarta sessão seguida nesta segunda-feira (27), renovando a máxima em mais de 12 anos, pressionado pela apreensão dos investidores com as perspectivas fiscais do Brasil e pelo forte tombo da bolsa chinesa.
A moeda norte-americana avançou 0,50%, a R$ 3,3640 na venda. Veja cotação. É a maior cotação desde o dia 28 de março de 2003, quando o dólar encerrou a sessão a R$ 3,3757.
Na máxima do dia, a moeda norte-americana subiu 1,06%, a R$ 3,38, maior nível para o dia desde 31 de março de 2003, quando foi a R$ 3,39, segundo a Reuters.
No mês de julho, o dólar acumula alta de 8,2%. Em 2015, a moeda avançou 26% até esta segunda-feira.
"O dólar diminuiu as altas, mas é um movimento passageiro, um pequeno ajuste depois de altas relevantes nas últimas sessões. Particularmente, eu acredito que (a moeda norte-americana) rompe o patamar de R$ 3,40", afirmou a operadora de um banco nacional, que pediu anonimato.
Na quarta-feira passada, o governo reduziu suas metas fiscais para este e os próximos dois anos, abrindo brecha inclusive para déficit primário em 2015. A decisão surpreendeu e decepcionou investidores, que entenderam a manobra como sinal de menor comprometimento com o reequilíbrio das contas públicas e temem que o Brasil possa vir a perder seu grau de investimento.
A reação no mercado cambial foi imediata, com fortes altas da moeda norte-americana, que acumularam 5,48% nas três sessões anteriores.
Dólar nos últimos dias
Em reais
3,19393,20063,17323,22573,29583,3473,364cotação17/0720/0721/0722/0723/0724/0727/073,153,23,253,33,353,4
 
"Com a atividade ruim, a inflação alta e as mudanças nas metas fiscais, o Brasil está caminhando para uma crise de credibilidade", afirmou o operador da corretora Correparti Ricardo Gomes da Silva Filho.
Nos mercados externos, o tombo de mais de 8% da bolsa chinesa, o maior desde 2007, trouxe de volta aos holofotes a desaceleração da segunda maior economia do mundo, que é um importante parceiro comercial do Brasil. O dólar avançava em relação às principais moedas emergentes, como os pesos chileno e mexicano, mais sensíveis ao tema.
"A China é uma referência para quem investe em emergentes. Se a bolsa lá piora, o investidor também fica com um pé atrás para investir aqui", disse o superintendente de câmbio da corretora Tov, Reginaldo Siaca.
Operadores também seguiram atentos às intervenções do Banco Central no câmbio, à espera de sinalização sobre qual fatia dos swaps cambiais, equivalentes a venda futura de dólares, que vencem em setembro, será rolada. Pela manhã, o BC deu continuidade à rolagem dos swaps que vencem em agosto, com oferta de até 6 mil contratos.
Última sessão
Na sexta-feira (24), o dólar fechou em alta, após ultrapassar a barreira dos R$ 3,35, refletindo preocupações com os riscos ao grau de investimento brasileiro. A moeda norte-americana subiu 1,55%, cotada a R$ 3,3470 na venda.
Foi o maior patamar de fechamento desde 31 de março de 2003, quando ficou em R$ 3,355. Na semana passada, o dólar subiu 4,79%. No mês e no ano, há alta acumulada de 7,66% e 25,89%, respectivamente.

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