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sábado, 30 de janeiro de 2016

MEC prevê investir R$ 18,7 bilhões em contratos do Fies em 2016

Mais de meio milhão de candidatos se inscreveram no último dia do prazo.
Na primeira edição do ano, o MEC vai oferecer 250.279 contratos.

Do G1, em São Paulo
Ministério da Educação (MEC) prevê investir R$ 18,7 bilhões em contratos do Financiamento Estudantil (Fies) neste ano. No ano passado, o governo utilizou R$ 17,8 bilhões para este fim. As inscrições para o processo seletivo do primeiro semestre de 2016 terminaram ás 23h59 de sexta-feira (29). Mais de meio milhão de pessoas se inscreveram.
Na primeira edição do ano, o MEC vai oferecer 250.279 contratos. Em 2015, foram cerca de 311 mil nas duas edições.
O Fies é uma das três principais iniciativas do governo federal na gestão do ensino superior. Enquanto o Sisu (Sistema de Seleção Unificada) seleciona para vagas em universidades públicas e o Prouni (Programa Universidade para Todos) concede bolsas em instituições particulares, o Fies oferece contratos de financiamento com foco em alunos de baixa renda.
Se avaliado apenas o investimento com o Prouni, de acordo com a Receita, a previsão é de que neste ano o governo deixe de arrecadar R$ 1,27 bilhão em impostos para custear bolsas em instituições privadas.
Evolução do Fies
Orçamento destinado pelo MEC para financiamentos.
anoR$787.142.868913.774.135970.078.7871.169.059.3001.387.026.1061.724.850.5192.466.539.2765.357.453.9317.573.228.99512.252.517.11117.851.186.53118.732.625.658Ano 2005Ano 2006Ano 2007Ano 2008Ano 2009Ano 2010Ano 2011Ano 2012Ano 2013Ano 2014Ano 2015Ano 20160G10G20G
FONTE: MEC
De acordo com o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) 2016, a previsão orçamentaria para o ano do ministério é de 96,5 bilhões. No ano passado, após o orçamento aprovado foi de 103,3 bilhões. O PLOA 216 ainda precisa ser aprovado no Congresso.
Balanço do Fies
O Fies foi criado em 1999, quando foram destinados R$ 141 milhões para financiar o curso superior de alunos de baixa renda. No ano seguinte, em 2000, o gasto do governo subiu para R$ 854 milhões. Em 2008, os contratos de financiamento estudantis já ultrapassavam a casa de R$ 1,1 bilhões.
No ano passado, o MEC anunciou mudanças nas regras do financiamento alegando que gastos com o programa foram multiplicados. Entre 2010 e 2014, segundo o MEC, o número de novos contratos cresceu quase dez vezes, de 76,2 mil para 731,3 mil. Os gastos subiram de R$ 1,7 bilhões para R$ 12,2 bilhões em quatro anos.
A partir de agora somente poderá se inscrever o estudante que tenha feito o Enem a partir da edição de 2010 e obtido média aritmética das notas nas provas igual ou superior a 450 pontos e nota na redação superior a zero, além de possuir renda familiar mensal bruta per capita de até dois salários mínimos e meio.

Prioridades do Fies 2016
Na atual edição, 65,4% dos contratos serão oferecidos para alunos de cursos com conceitos 4 e 5 nas avaliações do MEC. Além disso, três áreas consideradas prioritárias pelo MEC responderão por 63% dos contratos: as chamadas "engenharias" terão 34.557 vagas; "formação de professores", 47.115; e saúde, 76.092. As demais áreas terão 92.515 vagas.

O MEC ainda destacou que 47% das vagas nos cursos superiores serão ofertadas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, enquanto a Sudeste terá 41%.
Entenda o Fies em vídeos
Veja abaixo reportagens do Jornal Nacional, veiculadas em 2015, sobre as mudanças no financiamento estudantil:

Russomanno aposta em mais tempo de TV para decolar candidatura em São Paulo

Por David Shalom - iG São Paulo 
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Pré-candidato do PRB à prefeitura de São Paulo, deputado tenta superar campanha frustrante da última eleição

O pré-candidatos do Partido Progressista para disputar a prefeitura paulistananas eleições de 2016
Divulgação
O pré-candidatos do Partido Progressista para disputar a prefeitura paulistananas eleições de 2016
Pré-candidato à prefeitura de São Paulo pelo Partido Republicano Brasileiro (PRB), o deputado federal Celso Russomanno já tem uma aposta para evitar que as eleições deste ano sejam um repeteco do último pleito pelo governo municipal paulistano que disputou, quatro anos atrás: mais tempo de exposição na televisão.
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Em 2012, Russomanno aparecia como favorito para conquistar o cargo hoje ocupado por Fernando Haddad (PT). Pesquisas de intenção de voto divulgadas às vésperas das eleições sempre o mostraram com ampla vantagem sobre os adversários. No entanto, na hora do voto tudo mudou, e o jornalista sequer chegou ao segundo turno – disputado entre o atual prefeito e o tucano José Serra. 
Para este ano, a história, ao menos parte dela, começa a se repetir. Mais uma vez, o deputado inicia a corrida liderando na preferência do eleitorado, de acordo com as pesquisas de opinião. Na mais recente do Instituto Datafolha, Russomanno aparece com 34% das intenções de voto, porcentagem amplamente superior à de seus principais adversários – Marta Suplicy (PMDB), Fernando Haddad (PT) e, até então, o apresentador José Luiz Datena, que anunciou sua desistência de concorrer à prefeitura recentemente. 
O presidente do PP-SP, Guilherme Mussi, ao lado de Datena: desistência meses antes do pleito
Facebook/Reprodução
O presidente do PP-SP, Guilherme Mussi, ao lado de Datena: desistência meses antes do pleito
De acordo com Russomanno, o pouco tempo em que aparecia na televisão para divulgar suas propostas foi o que o levou a perder votos em 2012. Devido à falta de alianças com outros partidos, a propaganda em horário eleitoral do então candidato tinha um total de dois minutos contra oito da de Serra, oito da de Haddad e seis de Gabriel Chalita (PMDB) – o que, consequentemente, também o levava a ter a mesma proporção a menos de inserções comerciais de 30 segundos ao longo do dia do que os concorrentes.
"As alianças não podem ser anunciadas agora por uma questão de estratégia. O momento para fazê-lo será na convenção do partido, quando a candidatura realmente será oficializada, em agosto. Mas posso garantir que passei os últimos anos costurando apoio, já tenho seis partidos fechados comigo e isso me levará, a princípio, a ter ao menos três vezes mais tempo na televisão do que na última eleição", diz ao iG o pré-candidato do PRB. Por ora, ele só revela o nome de um desses partidos, o PTB, de Campos Machado.
"Na minha visão, o que mais pesa para o eleitor são as inserções ao longo do dia, de 30 segundos, nas quais é possível apresentar as propostas que temos sem a chatice da propaganda eleitoral gratuita. E a visibilidade que eu tinha era muito pequena quatro anos atrás. Isso foi uma questão básica para a minha derrota. Quando você tem três candidatos atacando um alvo 42 vezes por dia, e este alvo só tem quatro oportunidades para se defender, fica impossível. Desta vez, terei tempo suficiente para rebater as críticas, que já começaram. Mais uma vez, sou o principal alvo desta eleição."
Além do maior tempo para expor seu programa de governo e rebater os ataques, Russomanno também vê outra vantagem para favorecê-lo no novo pleito: a repentinadesistência de Datena de disputar a prefeitura pelo Partido Progressista (PP). A justificativa do apresentador para se desfiliar do partido ao qual meses antes havia se juntado foram acusações da Procuradoria-Geral da República de que políticos da sigla receberam propina que totaliza R$ 357 milhões, investigados na Operação Lava Jato.
Russomanno vota ao lado de um dos filhos nas eleições de 2012: ele não passou ao segundo turno
Futura Press
Russomanno vota ao lado de um dos filhos nas eleições de 2012: ele não passou ao segundo turno
De acordo com pesquisa do Instituto Paraná divulgada em dezembro passado, Russomanno saltaria de 36% para 40% nas intenções de voto em um cenário em que Datena não disputasse as eleições – números exaltados pelo deputado. 
"Os eleitores querem mudança, uma oxigenação na política, e essa pesquisa mostra que os votos que iam para a novidade voltam para outra novidade", aponta o pré-candidato do PP. "Mas, apesar da melhora para mim, perdemos com a saída do Datena. Em um primeiro momento, ela me beneficia, mas a sociedade fica com o prejuízo. Quanto mais candidatos com ideias novas tivermos, melhor para a democracia."
    Leia tudo sobre: datena • russomanno • prb • prefeitura de são paulo

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