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domingo, 31 de março de 2019

Moçambique registra mais de 500 casos de cólera após passagem do ciclone Idai

Por G1
 

Paciente diagnosticada com cólera recebe tratamento em Beira, Moçambique — Foto: Tsvangirayi Mukwazhi/AP PhotoPaciente diagnosticada com cólera recebe tratamento em Beira, Moçambique — Foto: Tsvangirayi Mukwazhi/AP Photo
Paciente diagnosticada com cólera recebe tratamento em Beira, Moçambique — Foto: Tsvangirayi Mukwazhi/AP Photo
O número de pessoas diagnosticadas com cólera em Beira, cidade de Moçambique mais atingida pelociclone Idai, chegou a 517 neste domingo (31). Segundo o diretor de Assistência Médica do país africano, Ussene Isse, o total de casos quase dobrou em relação aos 217 anunciados no sábado.
Beira, em Moçambique, registra uma morte por cólera após ciclone
Jornal GloboNews
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Beira, em Moçambique, registra uma morte por cólera após ciclone
De acordo com a agência Reuters, Isse afirmou que uma pessoa morreu por causa da doença – a primeira morte confirmada, segundo ele, dentro das unidades de saúde de Moçambique desde a passagem do ciclone. Na quarta-feira, o governo local havia informado a morte de cinco pessoas em decorrência do cólera, mas não forneceu mais detalhes sobre essas vítimas.
O ciclone Idai tocou o solo em Moçambique em 14 de março, até seguir continente adentro e perder força. Alagamentos causaram destruição e morte também no Malaui e no Zimbábue. O número de mortos chegou a 815 nos três países, de acordo com a Associated Press. Desse total, 501 vítimas morreram em território moçambicano.

Esforços contra o cólera

Crianças brincam em campo de desabrigados por passagem do ciclone Idai em Beira, Moçambique — Foto: Tsvangirayi Mukwazhi/AP PhotoCrianças brincam em campo de desabrigados por passagem do ciclone Idai em Beira, Moçambique — Foto: Tsvangirayi Mukwazhi/AP Photo
Crianças brincam em campo de desabrigados por passagem do ciclone Idai em Beira, Moçambique — Foto: Tsvangirayi Mukwazhi/AP Photo
Mais de duas semanas após a passagem do ciclone Idai, que causou estragos em Moçambique, Malaui e Zimbábue, voluntários e governos estrangeiros concentram esforços para evitar a propagação do cólera.
O cólera se espalha pela água ou comida contaminada por fezes que contenham a bactéria causadora da doença. Pacientes diagnosticados apresentam diarreias fortes e taquicardia, e podem morrer em poucas horas caso não haja tratamento.
Homem diagnosticado com cólera recebe tratamento em centro de tratamento em Beira, Moçambique — Foto: Tsvangirayi Mukwazhi/AP PhotoHomem diagnosticado com cólera recebe tratamento em centro de tratamento em Beira, Moçambique — Foto: Tsvangirayi Mukwazhi/AP Photo
Homem diagnosticado com cólera recebe tratamento em centro de tratamento em Beira, Moçambique — Foto: Tsvangirayi Mukwazhi/AP Photo
Médicos chineses aplicam produto contra propagação do cólera em campo de desabrigados em Moçambique — Foto: Tsvangirayi Mukwazhi/AP PhotoMédicos chineses aplicam produto contra propagação do cólera em campo de desabrigados em Moçambique — Foto: Tsvangirayi Mukwazhi/AP Photo
Médicos chineses aplicam produto contra propagação do cólera em campo de desabrigados em Moçambique — Foto: Tsvangirayi Mukwazhi/AP Photo
Médicos enviados pelo governo da China espalharam neste domingo (31) um produto químico em campos de desabrigados próximo a Beira. O medicamento, segundo a agência Associated Press, evita a proliferação da bactéria causadora do cólera.
Além disso, a Organização Mundial da Saúde (OMS) espera que 900 mil doses da vacina contra a doença cheguem a Moçambique nesta segunda-feira. A campanha de vacinação deve começar até o fim desta semana.
Avião de fundação internacional decola de Beira após entregar ajuda humanitária a vítimas do ciclone Idai em Moçambique — Foto: Tsvangirayi Mukwazhi/ReutersAvião de fundação internacional decola de Beira após entregar ajuda humanitária a vítimas do ciclone Idai em Moçambique — Foto: Tsvangirayi Mukwazhi/Reuters
Avião de fundação internacional decola de Beira após entregar ajuda humanitária a vítimas do ciclone Idai em Moçambique — Foto: Tsvangirayi Mukwazhi/Reuters
Do Brasil, um grupo de 20 bombeiros de Minas Gerais que atuaram nas buscas da tragédia de Brumadinho vai trabalhar nas operações de ajuda na cidade de Beira por 15 dias, a partir desta semana. O governo brasileiro também anunciou o envio de 100 mil euros a Moçambique.
Ciclone Idai atinge Moçambique e afeta outros dois países da África — Foto: Rodrigo Sanches/G1Ciclone Idai atinge Moçambique e afeta outros dois países da África — Foto: Rodrigo Sanches/G1
Ciclone Idai atinge Moçambique e afeta outros dois países da África — Foto: Rodrigo Sanches/G1
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Palestina condena abertura de escritório brasileiro em Jerusalém e chama de volta embaixador

Abertura de escritório comercial foi anunciada durante 1º dia da vista do presidente Jair Bolsonaro a Israel. Medida foi saída diplomática para evitar retaliação comercial de países árabes.

Por G1 — Brasília
 

O presidente Jair Bolsonaro e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, durante 1º dia da visita do chefe de Estado brasileiro a Israel — Foto: Ronen Zvulun/ReutersO presidente Jair Bolsonaro e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, durante 1º dia da visita do chefe de Estado brasileiro a Israel — Foto: Ronen Zvulun/Reuters
O presidente Jair Bolsonaro e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, durante 1º dia da visita do chefe de Estado brasileiro a Israel — Foto: Ronen Zvulun/Reuters
A Autoridade Palestina condenou neste domingo (31) a decisão do governo brasileiro de abrir um escritório comercial em Jerusalém e anunciou que vai chamar de volta seu embaixador no Brasil para consultas e para estudar uma resposta à medida. A informação foi publicada pelo jornal "The Jerusalem Post".
Bolsonaro fez o anúncio da abertura do escritório após se reunir com o premiê Benjamin Netanyahu neste domingo, seu primeiro dia de visita a Israel.
A abertura do escritório é uma saída diplomática para o embaraço gerado com países árabes após o presidente ter manifestado publicamente, logo após ser eleito, a intenção de transferir a embaixada brasileira de Tel Aviv para Jerusalém, a exemplo do que fez o presidente norte-americano Donald Trump.
Bolsonaro anuncia criação de escritório de negócios em Jerusalém
Fantástico
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Bolsonaro anuncia criação de escritório de negócios em Jerusalém
O recuo de Bolsonaro em relação à transferência da embaixada se deu após ponderações da ala militar do governo e de ruralistas de que a medida poderia gerar um prejuízo bilionário para a economia brasileira. O receio é de retaliação comerciais de países árabes, grandes compradores de carne bovina e de frango do Brasil.
Israel considera Jerusalém a "capital eterna e indivisível" do país, mas os palestinos não aceitam e reivindicam Jerusalém Oriental como capital de um futuro Estado palestino. A cidade também é considerada sagrada por cristãos, judeus e muçulmanos e não é reconhecida internacionalmente como capital israelense.
Ainda de acordo com o "The Jerusalem Post", o Ministério do Exterior da Autoridade Palestina classificou a decisão brasileira de “flagrante violação de legitimidade internacional e suas resoluções e uma agressão direta ao nosso povo e seus direitos.”

Visita a Israel

Bolsonaro desembarcou no país do Oriente Médio na madrugada deste domingo para retribuir a presença do premiê israelense Benjamin Netanyahu na cerimônia de posse dele em 1º de janeiro. A visita acontece às vésperas das eleições gerais em Israel.
Neste domingo, a imprensa de Israel tratava como uma das principais pautas da visita do presidente brasileiro a possível definição de mudar a embaixada para Jerusalém.
Um dos principais aliados externos de Bolsonaro, o primeiro-ministro de Israel foi recepcionar o colega brasileiro no aeroporto de Tel Aviv, distinção que ele reservou a poucos chefes de Estado ao longo dos quatro mandatos em que está à frente do governo israelense. Do aeroporto, a comitiva brasileira se deslocou diretamente para Jerusalém.
Mais tarde, Bolsonaro e Netanyahu tiveram uma reunião de trabalho no gabinete do primeiro-ministro, na qual assinaram acordos bilaterais.
Ao final do encontro, chamando o premiê israelense de "irmão e amigo", o presidente anunciou, em Jerusalém, a instalação do escritório que, segundo ele, será encarregado da promoção de comércio, investimentos, tecnologia e inovação entre os dois países, subordinado à embaixada do Brasil em Tel Aviv.
Alvo de denúncias de corrupção, Benjamin Netanyahu vive um dos momentos mais delicados desde que assumiu o governo israelense. Ele é acusado, entre outras coisas, de ter usado de sua influência no ministério das Comunicações para obter cobertura favorável de veículos da imprensa, de ter recebido favorecimento ilícito na compra de submarinos da Alemanha e ainda de ter recebido presentes caros de empresários.
Nas eleições convocadas para 9 de abril, é possível que Netanyahu, líder do partido de direita Likud, deixe o poder após uma década como primeiro-ministro.

fonte;

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