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quarta-feira, 15 de julho de 2015

STF decide manter quebra de sigilos de investigado pela CPI do HSBC

Henry Hoyer também é investigado na Operação Lava Jato.
Em decisão, ministro disse que CPI explicou motivos para medida.

Mariana OliveiraDa TV Globo, em Brasília
O ministro do Supremo Tribunal Federal Celso de Mello negou pedido do ex-assessor parlamentar Henry Hoyer para anular decisão da CPI do HSBC, no Senado, que aprovou a quebra dos sigilos bancário e fiscal dele. A decisão foi tomada na noite desta sexta (10).

Investigado na Operação Lava Jato, Hoyer é suspeito de ser um dos operadores do esquema de corrupção que atuou na Petrobras. Além disso, o nome dele está entre os mais de 8 mil brasileiros que teriam mandado dinheiro para contas do HSBC na Suíça. No caso dele, há suspeita de evasão de divisas e lavagem de dinheiro.
O escândalo financeiro que ficou conhecido como "Swissleaks" foi divulgado por uma associação internacional de jornalistas (o ICIJ - Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos), que apresentou documentos sobre contas secretas mantidas na Suíça.

Henry Hoyer argumentou ao Supremo que a quebra de sigilos foi baseada em informações vazadas ilegamente na imprensa. A CPI, porém, afirmou que o que motivou a decisão foi relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) que apontou operações suspeitas.

Em sua decisão, Celso de Mello destacou que a CPI tem competência para quebrar sigilos quando a motivação for devidamente explicada e, no caso de Henry Hoyer, o ministro entendeu que a CPI "deixou claro" os motivos.

"A deliberação da CPI impugnada nesta sede mandamental, examinada em juízo de sumária cognição, apoiar-se-ia, aparentemente, em fundamentos que indicariam a necessidade da quebra dos sigilos bancário e fiscal em questão, pois a CPI do HSBC disporia de indícios referentes ao possível envolvimento do ora impetrante na suposta prática de 'lavagem de dinheiro' e de crimes antecedentes", disse o ministro em sua decisão.

Filho de Nick Cave morre após cair de penhasco

Adolescente de 15 anos se acidentou na região de Brighton, na Inglaterra

O filho do cantor Nick Cave morreu nessa terça-feira (14) após sofrer um acidente e cair de um penhasco na região de Brighton, na Inglaterra.
Arthur Cave (esquerda) e o irmão Earl em cena da biografia de Nick Cave
Reprodução
Arthur Cave (esquerda) e o irmão Earl em cena da biografia de Nick Cave
O corpo de Arthur Cave, de 15 anos, foi encontrado pela polícia no início da tarde dessa terça-feira. De acordo com o site "NME", o adolescente chegou a receber primeiros socorros após o acidente e foi encaminhado ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos.
A polícia do Reino Unido está investigando a morte do jovem, mas descarta a possibilidade de homicídio. Por meio de nota oficial, Nick Cave e sua esposa Susie lamentaram o acidente. "Ele era nosso lindo e feliz garoto", disse o casal.
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    Bancada evangélica tenta dar às igrejas poder de questionar Supremo

    A proposta representa a próxima ofensiva da bancada evangélica que conseguiu aprovar sob o comando de Eduardo Cunha a isenção de impostos sobre repasses a pastores

    A bancada religiosa prepara uma nova ofensiva na Câmara para, desta vez, aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que inclui as igrejas na lista de instituições capazes de propor ação direta de inconstitucionalidade ou ação declaratória de constitucionalidade ao Supremo Tribunal Federal (STF).
    Para analisar a proposta, o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), formou uma comissão especial composta em sua esmagadora maioria, por parlamentares a favor da medida. A comissão se reunirá por mais 40 sessões e o objetivo dos evangélicos é aprovar o projeto até o final do ano.
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    O texto é de autoria do deputado João Campos (PSDB-GO), o mesmo que propôs a regulamentação da “cura gay”. Para o autor da emenda, a proposta não fere o princípio da laicidade do Estado, previsto na Constituição.
    “Nesta proposta não estamos tratando de dogmas religiosos, não estamos tratando de princípios teológicos. Nós estamos tratando de matéria constitucional e corrigindo uma lacuna deixada pelo constituinte”, disse o deputado João Campos em entrevista ao iG.
    Veja o que diz o parlamentar João Campos:
    Ofensiva
    Esta é mais uma medida de caráter conservador que os deputados evangélicos querem emplacar na gestão de Cunha. Com apoio do presidente da Casa, a bancada religiosa já conseguiu tirar da gaveta o texto sobre a redução da maioridade penal e ainda conseguiram aprovar, no âmbito de uma das medidas provisórias do pacote fiscal, um artigo que isenta igrejas do pagamento de impostos sobre os repasses feitos a pastores e outros líderes religiosos.
    Eduardo Cunha, presidente da Câmara,  formou uma comissão especial composta em sua maioria, por parlamentares a favor da medida
    Divulgação
    Eduardo Cunha, presidente da Câmara, formou uma comissão especial composta em sua maioria, por parlamentares a favor da medida
    Para não ter problemas com Cunha, a presidente Dilma Rousseff acabou sancionando a medida de isenção de impostos para as igrejas ao sancionar a lei que aumenta tributos para produtos importados.
    Atualmente, a Constituição garante a competência para oferecer questionamentos ao Supremo para a presidente da República; para mesa do Senado Federal e da Câmara dos Deputados; para as mesas das Assembleias Legislativas ou da Câmara Legislativa do Distrito Federal; para os governadores de Estado ou do Distrito Federal; para o procurador-geral da República; para o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB); para partidos políticos com representação no Congresso Nacional; além de confederações sindicais ou entidades de classe de âmbito nacional.
    Interesses
    A depender da comissão especial instaurada na Câmara, não haverá voz dissonante para aprovação da proposta. O relator,  deputado Bonifácio Andrada (PSDB-MG), é católico e apresentará um parecer favorável.
    Entre as instituições citadas no projeto está a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que chegou a ser recusada como amicus curiae (amigos da corte) quando solicitou ao Supremo, em 2008, ser ouvida no processo que tratava sobre a questão da interrupção da gravidez em caso de bebês com anencefalia.
    Os parlamentares pastores também tomaram as cadeiras da comissão. Um deles é o deputado Paulo Freire (PR-SP), filho do Presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, Pastor José Wellington Bezerra da Costa. Esta entidade também figura entre as instituições que passariam a ter o direito de questionamento ao Supremo com a aprovação do projeto.
    Paulo Freire sustenta em sua biografia fazer parte de uma família de pastores. Sua mãe, irmã Vanda Freire Costa é líder Nacional da Unemad – União das Esposas dos Ministros das Assembléia de Deus, que pelas regras propostas também seria contemplada pela mudança na Constituição.
    Além dele, também toma assento na comissão o pastor Marco Feliciano, (PSC-SP), que presidiu a comissão de Direitos Humanos e travou durante seus dois mandatos uma luta na Câmara para impedir o avanço de leis que garantam direitos para a população gay.
    Outro membro da comissão é o deputado Pastor Eurico (PSB-PE), que protagonizou a discussão com a apresentadora Xuxa Meneguel, no ano passado, durante as discussões sobre a chamada lei da palmada. O deputado atacou a apresentadora, que defendia a aprovação da lei que pune adultos que pratiquem castigos físicos contra crianças, lembrando que ela participou de cenas eróticas com crianças no filme “Amor, Estranho Amor”.
    Outro pastor presente na comissão é o deputado Missionário José Olímpio (PP-SP), da Igreja Mundial do Poder de Deus. Um dos mais fiéis seguidores de Eduardo Cunha, o deputado foi um dos 71 deputados que alterou seu voto sobre o financiamento privado das eleições no Brasil. Na primeira votação, votou contra o financiamento privado e 24 horas depois, em nova votação imposta por Cunha, votou a favor.
    Questões
    Entre os assuntos listados pelo autor da proposta capazes de despertar o interesse das igrejas em julgamentos do Supremo estão as questões que garantem direitos às famílias homoafetivas – que na opinião dos religiosos afetam a concepção de família defendia pela igreja, formada exclusivamente pela união entre homem e mulher.
    Além disso, os evangélicos querem garantir o direito de, em suas pregações, continuar condenando as práticas homossexuais sem que isso seja enquadrado como atitude homofóbica. Os religiosos também querem usar o direito de questionamento para contestar futuramente uma eventual aprovação da proposta que tipifica o crime de homofobia.
    Outro alvo dos evangélicos é a questão do uso de drogas. De acordo com o deputado João Campos, se a proposta que dá poder de questionamento às igrejas já estivesse valendo, os evangélicos já iriam se contrapor, por exemplo, ao recurso extraordinário que questiona punições para usuário de drogas, que está sendo analisado pelo Supremo.
    “O argumento desse recurso é que o uso de drogas é uma decisão individual, no entanto, nós não achamos isso. O uso de drogas afeta a família e toda sociedade. Com certeza, este seria um tema que nós gostaríamos de opinar”, argumentou o deputado.
      Leia tudo sobre: bancada evangélica • STF • igrejas e STF • eduardo cunha • bancada da bíblia

      Receita Federal paga restituições do 2º lote do Imposto de Renda 2015

      Segundo lote totaliza 1.522.666 contribuintes e R$ 2,5 bilhões.
      Lote também contempla as restituições dos exercícios de 2008 a 2014.

      Do G1, em São Paulo
      Receita Federal libera nesta quarta-feira (15), o pagamento das restituições referentes ao segundo lote do Imposto de Renda de 2015.
      O lote também contempla as restituições residuais dos exercícios de 2008 a 2014, totalizando 1.522.666 contribuintes e R$ 2,5 bilhões.
      No primeiro lote de 2015, liberado para consulta no dia 8 de junho, a Receita Federal pagou R$ 2,36 bilhões em restituições para 1,49 milhão de contribuintes.
      Também podem ser feitas pelo telefone 146 (opção 3) ou via aplicativo para dispositivos móveis (smartphones e tablets).

      Como saber se está na malha fina?
      A declaração do Imposto de Renda pode cair na malha fina por causa de erros, omissões ou inconsistências. Para saber se foi retida e quais foram os problemas encontrados, os contribuintes devem acessar a página da Receita Federal e consultar o chamado "extrato" do Imposto de Renda – disponível no e-CAC (Centro Virtual de Atendimento).
      Para isso, é necessário usar o código de acesso gerado na própria página da Receita Federal ou certificado digital emitido por autoridade habilitada.
      Com a informação sobre quais inconsistências foram encontradas pela Receita Federal, o contribuinte pode enviar uma declaração retificadora ao Fisco e, deste modo, sair da malha fina. Quando a situação for resolvida, caso tenha direito à restituição, ela será incluída nos lotes do IR.

      'Se fosse para abandonar, tinha sido no hospital', diz mãe de quadrigêmeas

      Mulher disse que marido não abandonou filhas e negou agressão agrediu.
      Marido foi preso suspeito de abandonar quatro bebês de 10 meses em casa.

      Gabriela PavãoDo G1 MS
      Marido e mulher ainda no hospital onde quadrigêmeas nasceram (Foto: Gabriela Pavão/ G1 MS)Marido e mulher ainda no hospital onde quadrigêmeas nasceram (Foto: Gabriela Pavão/G1 MS/Arquivo)
      Mãe das quadrigêmeas indígenas, que teriam sido abandonadas pelo pai, no fim de semana em Anastácio (MS), Denir Campos, também negou o abandono das filhas e disse que não foi agredida pelo marido. Em entrevista ao G1, por telefone, Denir afirmou que nunca abandonaria os filhos, independente da situação.
      "Deus me livre de abandonar meus filhos. Se fosse para abandonar, tinha sido no hospital. Nunca a gente faria isso, ainda mais depois de tudo que a gente sofreu com elas logo depois do nascimento, antes de ter a casa e as coisas que temos hoje. Jamais faria isso", ressaltou.
      O pai das crianças, Odair Cândido, 32 anos, foi preso e indiciado por abandono de incapaz e vias de fato. Ele foi solto após pagar fiança de R$ 300 e nega os crimes. A indígena da etnia terena não considera abandono o fato do marido ter deixado as quadrigêmeas em casa com as filhas mais velhas e também nega que tenha sido agredida por ele, como informou a Polícia Civil.
      Quadrigêmeas indígenas estão juntas em quarto de maternidade em MS (Foto: Cláudia Gaigher/ TV Morena)Quadrigêmeas indígenas quando estavam na
      maternidade (Foto: Cláudia Gaigher/ TV Morena)
      "Não foi abandono. Ele só foi atrás de mim. Eu tinha ido na casa da minha irmã e deixei as crianças com o Odair. Como eu demorei a voltar, ele foi atrás de mim. Não era festa nenhuma, eu fui na casa da minha irmã e a vizinha dela que estava escutando som. Era umas 19h. Ele não me bateu, só discutimos, mas não teve agressão", ressaltou.
      O Conselho Tutelar foi chamado e esteve na casa da família no domingo à noite. Segundo a instituição, o imóvel estava em boas condições de higiene e as quadrigêmeas estavam dormindo, sob os cuidados das irmãs mais velhas. As bebês estavam bem vestidas e tinham tomado leite na mamadeira antes de dormir.
      Ainda conforme o Conselho, a mãe foi advertida e orientada a não repetir a situação e a família será acompanhada de perto pelos conselheiros. Além das quadrigêmeas, o casal tem outras quatro filhas, com idades entre 4 e 13 anos, e Denir tem outros três filhos, de 18, 19 e 22 anos, de um relacionamento anterior. Ela também é avó de quatro crianças e conta com a ajuda da mãe para cuidar dos filhos.
      Denir não trabalha, por isso, a renda da família depende do marido, que está chateado com a situação, segundo ela. "Ele está muito triste com isso que estão falando, de abandono e eu também. Se a gente tivesse em uma festa, a gente teria errado de largar as crianças, mas deixei em casa com ele e fui na casa da minha irmã, e ele só foi atrás de mim", relatou.
      Surpresa
      Elizabete, Eliza, Elizangela e Elizete são quadrigêmeas univitelinas e nasceram de 31 semanas, no dia 28 de agosto de 2014. A mãe descobriu que estava grávida de quadrigêmeas na sala de cirurgia da maternidade, durante o parto normal.
      Para os pais, que já tinham outros sete filhos, foi uma surpresa a gestação de quatro bebês iguais (univitelinos).
      O casal acreditava estar esperando apenas dois bebês, porque o ultrassom feito durante o pré-natal em Anastácio apontava para gêmeos. Na época, o G1 visitou a casa da família, que morava em um barraco improvisado de dois cômodos, às margens da BR-262.
      Quando ainda estavam no hospital, esperando alta médica das bebês, a família recebeu doações de roupas, fraldas, brinquedos e leite, através de uma campanha feita pela maternidade e voluntários. Parte das doações foi roubada do barraco da família pelo menos duas vezes, em outubro de 2014.
      No mês seguinte, em novembro, eles ganharam uma casa em um conjunto habitacional popular no bairro Altos da Cidade. O imóvel foi doado pela prefeitura de Anastácio e tem dois quartos, sala, cozinha e banheiro. Em dezembro, as bebês tiveram alta médica depois de 102 dias internadas.
      Casal tem outras quatro meninas (Foto: Gabriela Pavão/ G1 MS)Casal tem outras quatro meninas (Foto: Gabriela Pavão/ G1 MS/ Arquivo)

      Avião faz pouso de emergência em avenida movimentada nos EUA

      Monomotor ficou sem energia e pousou em canteiro central de estrada.

      Da BBC
      VÍDEO;
      Uma aeronave leve fez um pouso de emergência em uma estrada de Nova Jersey, nos Estados Unidos, evitando por pouco uma colisão com os carros na via expressa (Foto: BBC)Uma aeronave leve fez um pouso de emergência em uma estrada de Nova Jersey, nos Estados Unidos, evitando por pouco uma colisão com os carros na via expressa (Foto: BBC)
      Uma aeronave leve fez um pouso de emergência em uma estrada de Nova Jersey, nos Estados Unidos, evitando por pouco uma colisão com os carros na via expressa.
      O monomotor levava cinco pessoas a bordo. Entre os passageiros estavam alunos de uma escola de paraquedismo da região. Veja o vídeo.
      O avião ficou sem energia e teve que pousar. Não há registro de ferimentos graves.

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