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quinta-feira, 16 de julho de 2015

Cinco mulheres são mortas em prostíbulo no Rio Grande do Norte

Pelo menos quatro homens armados chegaram em um Celta preto, invadiram o local e atiraram contra as mulheres
Da Redação (redacao@correio24horas.com.br)
Atualizado em 16/07/2015 09:18:03
  
Cinco mulheres foram assassinadas a tiros em um prostíbulo da cidade de Itajá (a 206 km de Natal), na madrugada da quarta-feira (15). De acordo com a Polícia Militar, o crime aconteceu por volta da 1h, quando pelo menos quatro homens armados chegaram em um Celta preto, invadiram o local e atiraram contra as mulheres.  
Todas foram baleadas na cabeça e os assassinos utilizaram armas de cano longo e de cano curto.Dois corpos foram encontrados em uma sala, outros dois na cozinha e a quinta vítima foi morta no banheiro de uma suíte. Não havia clientes no prostíbulo no momento do crime.
Patrícia Regina Nunes (dona do estabelecimento), Cássia Rayane Santiago Silva, Maria Daiane Batista e Antônia Francisca Bezerra Vicente são quatro das cinco vítimas (Foto: Divulgação/PM)
Patrícia Regina Nunes (dona do estabelecimento), Cássia Rayane Santiago Silva, Maria Daiane Batista e Antônia Francisca Bezerra Vicente são quatro das cinco vítimas (Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal)
Uma das vítimas foi identificada como Patrícia Regina Nunes, 37 anos, a dona do estabelecimento. As outras mulheres assassinadas foram Antônia Francisca Bezerra Vicente, Maria da Conceição Pedrosa, Maria Daiane Batista e Cássia Rayane Santiago Silva, de 17 anos.
Para o delegado Ernani Leite, titular da delegacia de Angicos, uma das unidades envolvidas na investigação, apenas Patrícia Nunes, dona do estabelecimento, seria alvo dos criminosos. Ela foi morta com um tiro de espingarda calibre 12 no rosto.
Dessa forma, as outras teriam sido mortas como queima de arquivo. Ele informou que existem duas linhas de investigação no momento, mas afirmou que só divulgaria detalhes com o avanço das investigações. Os interrogatórios começaram ainda ontem com moradores da região.
No entanto, o delegado ressaltou a dificuldade de se conseguir informações sobre o crime, porque na comunidade onde aconteceu a chacina “impera a lei do silêncio”. Em nota, a Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres do Rio Grande do Norte repudiou o crime e prestou solidariedade aos familiares das vítimas.
“Mulheres em situação de prostituição vivem num ambiente extremamente vulnerável e de estigma social. Pautar a construção de um novo ciclo de políticas públicas para as mulheres do Rio Grande do Norte passa por considerar todas as mulheres como sujeitas de direitos e esse tem sido e continuará sendo nosso desafio”, defendeu a secretaria no texto. 

Posts e fotos em redes sociais influenciam busca por vagas de emprego; veja como evitar erros

Seja para checar informações ou para saber a opinião do candidato, as redes completam o currículo do trabalhador
Naiana Ribeiro (naiana.ribeiro@redebahia.com.br)
Atualizado em 16/07/2015 07:27:02
  
Se alguém acessasse sua página no Facebook agora, o que encontraria? Independente  de sua resposta, uma coisa é certa: há muito tempo as redes sociais deixaram de ser usadas apenas para a vida pessoal. Hoje elas são fundamentais no campo profissional e, inclusive, nas seleções de emprego.
Posts e fotos em redes sociais influenciam busca por vagas de emprego 
(Foto: Reprodução)
Seja para checar informações ou até mesmo para saber a opinião do candidato sobre determinados assuntos, as redes completam o currículo de qualquer trabalhador. Cerca de 90% dos recrutadores olham perfis de potenciais candidatos nas redes sociais. 
A informação é do site de empregos Catho, que também identificou em pesquisa que 83,1% dos trabalhadores e candidatos baianos reconheceram que seu comportamento nas redes sociais influencia direta ou indiretamente na hora de garantir uma vaga de emprego.
Mesmo assim, 17% ainda acreditam que as redes sociais não interferem ‘em nada’ nos processos seletivos. Para o coordenador de pesquisa e estratégia da Catho, Fabrício Kuriki, está claro que as redes dizem muito sobre as pessoas. “Com a facilidade de buscar informações online, os perfis na web são ferramentas comumente usadas como uma forma de avaliar o profissional”, diz.
De acordo com Kuriki, a partir do momento que as pessoas estão em uma rede social, estão expostas a qualquer tipo de reação. “As informações passam a ser públicas e podem afetar não só em seleções como no próprio emprego. É preciso ter cuidado, já que aquilo que está lá faz parte da imagem da pessoa. A regra é ter sempre bom senso”, complementa.
A dica é que o trabalhador não publique nada que não gostaria que fosse visto. Entre comportamentos frequentes nas redes que podem afetar o trabalhador ou candidato, ele cita o internauta aparecer em fotos bêbado ou fazendo algum gesto ofensivo, postagem de fotos na praia ou em outro local estando de atestado médico, comentários falando mal da empresa ou de colegas e chefes, publicação de informações confidenciais da empresa que trabalha ou já trabalhou e, ainda, demonstração de comportamentos e atitudes preconceituosos.
A gerente de inovação da empresa recrutadora Cia de Talentos, Renata Magliocca, acrescenta que tudo que a pessoa publica ou compartilha, de certa forma, é uma expressão do que ela é. “Não publique nas redes algo que você não falaria pessoalmente. As redes são mais um espaço de comunicação com a pessoa, onde todo mundo está presente”, assegura.
Justamente por conta dessa linha tênue, ela cita que algumas pessoas preferem separar redes profissionais, como o LinkedIn, de pessoais. “Se quiser, pode segmentar, mas não é uma recomendação, pois a pessoa estará exposta do mesmo jeito”.
 Se deu mal
Após processo seletivo em que não passou, a jornalista Suely Alves revela que chegou a falar mal da  empresa e, depois, não conseguiu outras vagas no local - antes visto como um ‘leque de possibilidades’.
“Fiquei chateada e falei que sentia que tudo aquilo era pequeno diante da minha contribuição. Fui verdadeira, isto é primordial”.
Ela diz que não se arrepende e que publicaria isso de novo. “Sempre fui assim, falo o que penso. Essa coisa de as redes sociais vão afetar no pessoal, pra mim não existe, porque quando eu falo algo já sei no que pode repercutir”.
Embora tenha participado de outra seleção na empresa, ela afirma que na época do comentário “não tinha mais interesse de trabalhar lá”.
Assim como Suely, o estudante João Pessoa, 22, sempre posta tudo o que pensa e diz que isso nunca o afetou na vida profissional.
“Sempre deixei claro que meu Facebook reflete o João pessoal. No trabalho, a postura é outra. Além disso, sempre fui contratado por pessoas que me conhecem ou por pessoas que já viram meu trabalho”, afirma.
Segundo o sócio da People2People Lucas Freire, nos dias atuais é muito difícil separar o pessoal do profissional.
“Hoje em dia, as pessoas compartilham tudo. O que elas precisam fazer é ser coerentes, não precisam ficar maquiando um personagem, mas precisam ter bom senso”.
Ele acredita que as redes podem ser usadas para achar oportunidades ou passar boas impressões em entrevistas de emprego.
“Os recrutadores olham assuntos que a pessoa se interessa, publicações que ela faz, etc. Isso tudo para conhecer mais sobre ela. De certa forma, o que você publica é um pouco do que você é”.
Justiça julga válida demissão por postagens nas redes
Apesar de ajudar na procura de emprego, em seleções e até mesmo na interatividade entre colegas e amigos, as redes sociais podem prejudicar o trabalhador. Isto porque o que se posta nos perfis na web, muitas vezes pensada como espaço  pessoal, pode ser usado contra a pessoa.
“Ultimamente o Judiciário tem entendido que as redes sociais não são pessoais e sim algo público. Quando a pessoa posta, ela está tornando aquilo público para a sociedade. Ou seja, deixa de ser privado”, explica o advogado trabalhista Jorge Teixeira.
Segundo ele, apesar de não existir legislação específica voltada para publicações nas redes sociais, as empresas têm se utilizado do Artigo 482 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para demissões por justa causa no caso de publicações que consideram inadequadas.
“Trabalhadores que falam mal das empresas, superior hierárquico ou dos empregadores, por exemplo, podem ser enquadrados neste artigo por incontinência de conduta, mau procedimento ou ato lesivo à honra e boa fama contra o empregador”, revela o especialista.

Bahia tem 73 mil gatos de luz; consumidor é quem paga por ligações clandestinas

Coelba lança campanha para combater ligações clandestinas que causaram mais de 2.500 cortes de energia e perdas de R$ 588 milhões
Priscila Natividade (priscila.oliveira@redebahia.com.br)
Atualizado em 16/07/2015 07:07:39
  
Se o consumidor achava que o “gato” de energia do vizinho era prejuízo somente para a Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (Coelba), é melhor refazer as contas. Numa  fatura de R$ 100 paga mensalmente, R$ 2 deste valor são para cobrir as perdas da companhia com ligações clandestinas, os famosos “gatos”.
Pode parecer um “trocado”, mas o mesmo percentual repassado na conta de 5,5 milhões de usuários do serviço na Bahia alcançou, em um ano, o montante de R$ 147 milhões, que é o tamanho da perda calculada pela Coelba com ligações clandestinas em sua rede.
Foto: Divulgação/Arquivo

Outro prejuízo causado ao conjunto de consumidores pelos “gatos” é o desligamento temporário da rede. Segundo a concessionária, 2.554  interrupções de fornecimento registradas nos dois últimos anos tiveram como causa ligações irregulares.
“Elas sobrecarregam o sistema de fornecimento porque não estão previstas, o que acaba ocasionando as quedas e  a interferência na qualidade do serviço”, justificou o superintendente de Perdas da Coelba, Márcio Caires, em entrevista coletiva  ontem. 

A quantidade de energia consumida de forma irregular entre 2013 3 2014 representou uma perda de receita estimada em R$ 588 milhões. Em termos de energia, são em torno de 1.717 GWh (Gigagawatt-hora) furtados, volume suficiente para abastecer toda a cidade de Salvador  durante cinco meses. 

Neste período, foram identificadas 73 mil ligações clandestinas pela Coelba, como afirmou Caires. “Parte da perda é reconhecida na tarifa. Se conseguirmos diminuir esse índice, a redução tarifária será repassada pelo consumidor”, garantiu. 

Conta compartilhada
A conta de luz é dividida no prédio de uma moradora do bairro de Periperi, que não quis se identificar à reportagem do CORREIO. Segundo ela, o “gato” entre a casa do térreo e o apartamento de cima é feito por meio de uma extensão colocada na tomada. “A moradora do térreo recebe da vizinha de cima o valor correspondente ao consumo excedido do seu gasto médio”, contou.

Ela não denuncia o “acordo” porque sabe que a vizinha que mora em cima não conseguiu ainda concluir a instalação elétrica da casa. “Ela está meio apertada e fez esse acordo para conseguir se mudar logo”, justificou. 

Para Márcio Caires, da Coelba, os “gatos” de energia acontecem em todas as localidades, independente de bairro, classe econômica ou segmento. “Ao contrário do que se pensa, (os ‘gatos’) não se restringem a bairros populares. Encontramos muita coisa em outros locais da cidade também, inclusive até no comércio, por isso o combate é de forma geral”.

A Coelba investiu no ano passado R$ 80 milhões no plano de combate a perdas. Em 2015, o valor aumentou para R$ 124 milhões.  Entre as ações da concessionária estão as operações de inspeção, substituição de medidores, instalação da rede elétrica com cabos antifurto e regularização das ligações clandestinas encontradas nas fiscalizações. 

Campanha
Ontem, a Coelba lançou mais uma  campanhas, com foco na publicidade. Desta vez, o combate ao furto de energia terá como porta-voz o cantor de arrocha Pablo. Idealizada pela  Propeg, a ação começou com um “teaser” em outdoors criando a expectativa do que seria o novo sucesso do artista, o single Miau Miau, que se tornou o mote Fazer Gato É Sofrência.

“O artista foi escolhido por ter um acesso em todas as classes consumidoras”, afirmou Caires. A ação chegou até as redes sociais, com publicações no Facebook do cantor e a criação de um hotsite onde as pessoas podem baixar o jingle, “dublar” a música e compartilhar com amigos. 
O “gato” de energia é crime estabelecido no Artigo 155 do Código Penal, com pena de até quatro anos de prisão. Denúncias de fraudes podem ser feitas nas agências da Coelba  ou no sitewww.coelba.com.br

Aparelho desenvolvido pela Ufba caça ligações ilegais
Ainda com o intuito de coibir o “gato” de energia, a Coelba está investindo cerca R$ 1 milhão, em parceria com o Senai Cimatec e o Instituto de Física da Universidade Federal da Bahia (Ufba), para desenvolver um dispositivo de detecção de ligações irregulares na rede da companhia.

O protótipo deve ficar pronto ainda em 2015, após dois anos de pesquisa. “O aparelho é capaz de realizar inspeções tanto na parede como no piso da casa do consumidor”, explica o engenheiro eletrônico e coordenador técnico do projeto pelo Senai Cimatec, Cleber Ribeiro. 

Ele funciona como uma espécie de “detector” capaz identificar campos magnéticos emitidos pelas correntes elétricas no interior dos condutores. O equipamento sinaliza também modificações na estrutura do eletroduto por meios de ondas acústicas. Os protótipos já estão sendo testados. Cada aparelho vai custar R$ 8 mil à Coelba.


Homem é baleado no braço ao deixar supermercado na San Martin

A vítima ficou ferida durante uma tentativa de assalto. Baleado, Uênel deixou o carro e saiu correndo para dentro do mercado
Da Redação (redacao@correio24horas.com.br)
Atualizado em 16/07/2015 08:42:51
  
Um homem foi baleado no estacionamento do supermercado GBarbosa, na avenida San Martin, na tarde desta quarta-feira (15). Segundo a polícia, Uênel Cardoso dos Santos, 29 anos, foi baleado no braço esquerdo durante uma tentativa de assalto, segundo as primeiras informações.
De acordo com o posto policial do Hospital do Subúrbio, para onde ele foi socorrido, Uênel deixava o estacionamento do mercado quando foi abordado pelo homem, que atirou nele pela janela.
Baleado, Uênel deixou o carro e saiu correndo para dentro do mercado. O fato aconteceu por volta das 14h de hoje. O suspeito pelo disparo fugiu sem levar nada.  Depois de fazer um curativo no mercado, Uênel foi levado ao hospital, onde deu entrada por volta das 16h. Ele não corre risco de morrer.

Acontece nesta quinta-feira (16/07) a abertura da Exposição Terno Caminho...Herança de si mesmo, por Cecilia De Castro Pinto, curadoria de André de Miranda, no SESC Arsenal em Cuiabá MT


Nova exposição: A Casa do Parque traz Extremos, de Tania Pardo, Abertura nesta quinta-feira (16/07)


As belezas de nosso Estado são fonte de inspiração na vida da artista plástica, Tania Pardo. O resultado de toda essa criatividade foi uma nova técnica artística para confecção de suas obras e uma exposição de encher os olhos e a alma. A Casa do Parque lança na próxima quinta-feira (16.07), às 19h, a exposição "Extremos da Riqueza Mato-grossense: Cerrado, Pantanal e Floresta Amazônica", de Tania Pardo.

A mostra reúne 20 obras inéditas, cinco obras que participaram de exposições fora do país e mais duas que foram premiadas em outras exibições. Esta é a primeira vez que a artista expõe na Casa do Parque. "Desde a inauguração da casa, tive vontade de mostrar meu trabalho. Agora que consegui, vejo essa oportunidade como um privilégio", conta.

"Vi muita poesia no trabalho da Tania, enxerguei nuances dos jardins de Monet em algumas das suas obras... A arte dela se torna ainda mais especial por ser criada com as pontas dos dedos. 'Extremos' dialoga de forma perfeita com nosso espaço e será uma exposição memorável", disse a idealizadora da Casa do Parque, Flavia Salem.

Tania sempre teve a arte em sua essência. Apesar de ser formada em Letras pela Universidade de Marília e ter lecionado durante alguns anos, confeccionava artesanato. "Mas eu sempre tive o desejo de pintar".

A pintura entrou em sua vida antes mesmo de chegar em Mato Grosso. Natural de Tupã-SP (435 km de São Paulo), a artista tomou gosto pelas artes em Bauru, onde morou alguns anos de sua vida. Foi a visita a algumas exposições e a procura por cursos nesta área que a levaram para aquela que seria sua carreira profissional atual.

Mas foi a mudança para Mato Grosso que a fez encontrar sua grande inspiração: a flora mato-grossense. Morou em Cuiabá, Sinop e atualmente reside em Rondonópolis. E a mudança de uma cidade para a outra a fez mudar também a técnica utilizada para suas obras.
 
"Eu sofri muito com a mudança de Sinop para Rondonópolis. E como forma de me reinventar e de expressar esse sentimento, decidi usar as mãos e a ponta dos dedos para pintar. Quanto maior a liberdade de um artista, melhor sua expressão", completa a artista.

Tal técnica levou Tania a expor suas obras em galerias e mostras de diversas cidades do mundo, como Paris, Roma, Dubai e neste ano em Londres, onde foi premiada com uma medalha de bronze. "O mais importante dessa experiência é o intercâmbio cultural. Tenho a oportunidade de levar as belezas e a cultura de Mato Grosso para pessoas de outros países", destacou.


Ainda na opinião da artista, sua exposição tem um forte apelo para a preservação ambiental e cultural de Mato Grosso. "Dos seis biomas brasileiros, somos um estado privilegiado com três deles. Minha arte também é uma maneira de reforçar a necessidade de preservarmos essas riquezas, para que nossos filhos, netos e bisnetos possam desfrutá-las futuramente", completou Tania Pardo.

SERVIÇO


O quê: Lançamento da exposição "Extremos da Riqueza Mato-grossense: Cerrado, Pantanal e Floresta Amazônica", de Tania Pardo

Quando: Na próxima quinta-feira (16 de julho), às 19h
Onde: Na Casa do Parque, Rua Marechal Severiano de Queiroz, Nº 455, bairro Duque de Caxias, Cuiabá, (fundos do Parque Mãe Bonifácia)
Período: De 16 de julho a 22 de agosto
Entrada franca

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Carros de luxo apreendidos de Collor são de empresa da qual ele é sócio

Ferrari e Lamborghini estão em nome da empresa Água Branca Participações.
Veículos superesportivos foram apreendidos na Casa da Dinda, em Brasília.

Do G1, em Brasília, e do G1 São Paulo
A Ferrari e a Lamborghini apreendidas pela Polícia Federal (PF) em uma das casas do ex-presidente e senador Fernando Collor (PTB-AL), em Brasília, estão registradas em nome de uma empresa da qual ele é sócio majoritário. Os dois carros de luxo foram financiados pela Água Branca Participações Ltda. junto ao Bradesco Financiamentos e acumulam juntos dívidas de IPVA que somam aproximadamente R$ 335 mil.
A companhia, sediada em São Paulo, está registrada em nome de Collor e da esposa dele, Caroline Serejo Medeiros Collor de Mello como uma holding de instituição não financeira. Essas holdings podem exercer funções de gestão e administração dos negócios das empresas de um grupo ou de uma pessoa. Segundo dados da Receita Federal, Caroline é sócia- administradora da empresa.
Na declaração de bens entregue à Justiça Eleitoral na eleição do ano passado, Collorinformou que possui R$ 1.350.000 em cotas da Água Branca Participações, cujo capital social total é de R$ 1.377.000. Como declarou a participação societária na empresa, o ex-presidente não precisaria detalhar bens pertencentes à companhia.
O parlamentar de Alagoas declarou na eleição de 2014, contudo, que possui, em seu nome, 13 veículos automotores (veja a lista completa ao final desta reportagem). Os carros registrados em nome de Collor vão desde veículos populares até superesportivos como uma Ferrari 612 Scaglietti ano 2005 avaliada em cerca de R$ 815 mil.
Investigado pela Procuradoria Geral da República por suspeita de envolvimento no esquema de corrupção que atuava na Petrobras, Collor foi alvo nesta terça-feira (14), na mais recente fase da Operação Lava Jato, de mandados de busca e apreensão em suas residências na capital federal e em Alagoas. As ordens judiciais foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
A Ferrari vermelha apreendida pela PF nesta terça-feira (14) na Casa da Dinda, propriedade de Collor que foi usada como residência oficial da Presidência na época em que ele comandou o Palácio do Planalto, é o modelo 458 Italia, ano 2010, modelo 2011. A edição de 2015 deste superesportivo custa R$ 1,95 milhão e o carro tem dívida de IPVA de quase R$ 86 mil.
Lamborghini do senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL) é levado apreendido por agentes da PF da Casa da Dinda, residência do senador e antiga residência oficial da época que ele foi presidente, no Lago Norte, em Brasília (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)Lamborghini Aventador é levada da Casa da Dinda
por polciais. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
Já a Lamborghini azul apreendida é o modeloAventador LP 700-4 Roadster, 2013/2014, avaliada em R$ 2,5 milhões. O veículo também tem uma dívida de IPVA de R$ 250 mil.
Além da Ferrari e da Lamborghini, os agentes também levaram da Casa da Dinda para a superintendência da PF no Distrito Federal um Porsche Panamera preto, ano 2011, modelo 2012. O Porsche foi emplacado em Maceió.
Da tribuna do Senado, Collor afirmou nesta terça que a operação da PF foi "espetaculosa" e midiática". Na visão dele, a busca e apreensão solicitada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, foi truculenta e "extrapolou" todos os limites do estado democrático de direito e da legalidade.
"Uma operação espetaculosa, midiática, com vários helicópteros, dezenas de viaturas, absolutamente desnecessários, e maldosamente orquestrada pelo PGR, com único intuito mesquinho e mentiroso de vincular a uma investigação criminosa, bens e valores legalmente declarados e adquiridos nos anos, ou antes, de qualquer investigação, muito antes do suposto cometimento de pretensos crimes maldosamente a mim imputados.", reclamou o parlamentar alagoano na tribuna.
Veja os 13 veículos registrados em nome de Collor declarados ao TSE:
- BWW 760IA
- Kia Carnival
- Ferrari Scaglietti
- Toyota Land Cruiser
- Mercedes E320
- Toyota Hilux (duas unidades)
Volkswagen Gol 1.6 Rallye
- Citröen C6
- Cadilac SRX
- Hyundai Vera Cruz
- Honda Accord
- Land Rover

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