EMPREENDEDOR DE SUCESSO

domingo, 11 de outubro de 2015

Quer empreender e tem pouco capital? Franquia light e home office são opções

Por Luis Philipe Souza - iG São Paulo 
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Apesar de novo, modelo já é presente em 10% das cerca de 3 mil franqueadoras do País; modelo híbrido é testado em SP

Mesmo no atual momento econômico do País, o setor de franchising tem crescido. No primeiro semestre, a expansão foi de 11,2%, mas novas formas já estão sendo postas em prática para que as dificuldades não barrem o crescimento da área. Uma delas é a chamada franquia light, já presente em 10% das cerca de três mil franqueadoras brasileiras.
Na prática é a mesma loja, mas com um mix de produtos repensado, menor custo operacional e, consequentemente, com uma quantia bem inferior de investimento inicial. De acordo com o presidente da ABF-Rio, Beto Filho, o modelo vem tendo sucesso não só pelo modelo mais enxuto, mas pelo modo mais familiar como é tocado. “Geralmente, o próprio franqueado [da franquia light] é quem fica no ponto de venda. Funciona muito melhor, porque talvez, se fosse um funcionário, ele não daria tanta atenção”, explica.
Patroni Expresso tem, em média, de 12 a 15 m²
Divulgação
Patroni Expresso tem, em média, de 12 a 15 m²
A tendência vem sendo bem exemplificada pela Patroni, a maior rede de pizzarias do Brasil. O modelo compacto (Patroni Expresso) já responde por 70% dos lançamentos de novas unidades neste ano, sendo três já inauguradas, 11 em processo de abertura e outras 100 já aprovadas. Para 2016, a expectativa é que 50 novas lojas sejam abertas. “[Essa modalidade] pega o investidor com pouco dinheiro ou com medo de investir, como também pega na outra ponta o público geral que convive com a crise e o desemprego”, afirma o presidente da franqueadora, Rubens Augusto Junior.
Para abrir uma Patroni Premium, o franqueado necessita de algo próximo a R$ 450 mil. Já a versão light se mostra possível com um aporte de R$ 150 mil, ou seja, um terço do investimento. O tempo de retorno se equivale nas duas modalidades. No entanto, o público-alvo da franquia light é mais amplo, com um mix pensado para vender por impulso. “Chega em todos os públicos. Pode colocar no Shopping Morumbi, no Shopping Iguatemi ou no Morro do Alemão que vai atender quem passar por perto”, aposta Junior, que pretende instalar as pequenas unidades de 12 a 15 metros quadrados em aeroportos, rodoviárias, campos de futebol e calçadões.
Mas se a ideia de uma franquia enxuta ainda é muito para o bolso do investidor, a opção pode ser se franquear a um serviço secundário de uma franqueadora. É o que a iGUi Piscinas apresenta como oportunidade de negócio de baixo investimento. A partir de R$ 10.900, o franqueado abre a microfranquia iGUi Trata Bem, que presta serviços de limpeza e manutenção de piscinas, além da venda de produtos químicos para o tratamento da água. “O franqueado fica vinculado a uma loja, que vai fornecer os clientes para que ele desempenhe o serviço”, explica o diretor da empresa Anderson Marcatto.
Cada loja da iGUi vende, em média, 150 piscinas por ano
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Cada loja da iGUi vende, em média, 150 piscinas por ano
Por conta dessa relação exclusiva de prestação de serviço, o franqueado não tem a necessidade de ter um ponto físico. Há a possibilidade de o franqueado alugar toda a estrutura em comodato com a empresa, mas o Trata Bem pode ser administrado até mesmo em regime Home Office.
O modelo surgiu da grande procura por apoio de tratamento por parte dos clientes, que as lojas convencionais (que vendem piscinas) não conseguiam suprir. “Com a Trata Bem, a gente vem resolvendo a necessidade de ter que contratar mão-de-obra, que muitas das vezes resultava em problemas como falta de atendimento e retornos ruins dos clientes”, acrescenta, ressaltando que cada loja, em média, vende 150 piscinas por ano.
Do ano passado para cá, o número de empreendedores dessa modalidade – que promete lucratividade líquida de R$ 6 mil e retorno em três meses – cresceu 700%. Passou de 20 microfranquias em dezembro de 2013 para 161 no mesmo período de 2014 e, atualmente, conta com 251 unidades. Até o fim de 2015, a meta é chegar a 300.
Experiência híbrida
Outra opção para conseguir melhor rentabilizar a franquia é o que a Nutty Bavarian vem fazendo de maneira ainda experimental no Shopping Cidade Jardim, em São Paulo. A rede inaugurou recentemente o formato “quiosque in quiosque” (união entre dois quiosques .
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Seguindo uma tendência dos Estados Unidos – cerca de 70% das franquias norte-americanas – a rede pioneira e especializada em amendoins, castanhas e outros grãos glaceados e torrados vai vender seus produtos também no quiosque da doceria Formiga, instalada em outro ponto do shopping.
Nuty Bavarian experimenta o modelo
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Nuty Bavarian experimenta o modelo "quiosque in quiosque" em parceria com a doceria Formiga
“Nos nossos estudos de canais, vimos que um quiosque sozinho não valeria a pena. Acaba sendo alto o custo com um produto em um shopping [ainda que com público triplo A] com menos movimento”, avalia a diretora da marca, Adriana Miglorancia.
A ideia do mini quiosque é exatamente vender o produto em mais um ponto de venda e, em contrapartida, agregar valor ao quiosque que recebe o produto da Nuty Bavarian. “Com isso, a gente aproveita a mão-de-obra de lá [da Doceria Formiga], o aluguel e também os clientes, que ganham uma nova opção de compra”,
Apesar de estar em prática há aproximadamente um mês e meio, o modelo já tem versões para inserções em cafeterias, sorveterias e outros tipos de negócio. A previsão é que 30 mini quiosques estejam funcionando em parceria com outras marcas em 2016.
    Leia tudo sobre: franquias • franchising • light • menor investimento • franquias híbridas

    Medina voa em aéreo espetacular; Mineirinho avança com sobras às quartas

    Por iG São Paulo  - Atualizada às 
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    Sem a pressão de ter que lutar pelo título, surfista paulista deixa público extasiado com manobra que lhe deu nota 10


    Medina voou em Hossegor
    Damien Poullenot/WSL
    Medina voou em Hossegor
    O surfe brasileiro vai muito bem, obrigado, em Hossegor, na França. Neste domingo, Adriano de Souza, o Mineirinho, vice-líder na classificação e aspirante fortíssimo ao título, avançou com tranquilidade às quartas de final em sua bateria com Jeremy Flores e John John Florence. Mas o show ficou por conta de Gabriel Medina. O atual campeão brindou o público com um aéreo perfeito, atestado com uma nota 10 dos juízes. Na próxima fase, Mineirinho terá pela frente o australiano Owen Wright, e Medina enfrenta John John. Outro aspirante brasileiro a vaga nas semis é o potiguar Italo Ferreira, que vai encarar outro australiano, Julian Wilson.
    Mineirinho soma 42.950 pontos; Mick Fanning lidera com 44.700. O título em Hossegor vale 10.000 pontos; o segundo colocado leva 8.000. Fanning também avançou.
    Medina conseguiu a nota 10 logo na segunda onda. Depois, emplacou 9,40. Em seguida, para atestar sua superioridade, trocou essa nota por uma 9,83, com uma bela rasgada.
    "Agora não estou tendo que pensar em título mundial ou em nada mais. Só preciso surfar", disse Medina, quando lhe foi pedido para comparar a atual temporada com a anterior, na qual conquistou o título.
    Fanning mostrou que não está para brincadeira e venceu sua bateria, com notas 8,17 e 8,50. Na sequência, Ítalo Ferreira superou Jadson André na repescagem, e venceu por 16,23 contra 15,07.
    Confira os melhores momentos e a nota dez de Medina:

    Quarta rodada
    1 ª Bateria
    1) Julian Wilson (AUS) 17,37
    2) Jadson André (BRA) 12,93
    3) Kolohe Andino (EUA) 10,47
    2ª Bateria
    1) Mick Fanning (AUS) 16,67
    2) Bede Durbridge (AUS) 15,43
    3) Ítalo Ferreira (BRA) 13,73
    3ª Bateria
    1) Mineirinho (BRA) 18,50
    2) John John Florence (HAV) 14,00
    3) Jeremy Flores (FRA) 13,37
    4ª Bateria
    1) Gabriel Medina (BRA) 19,83
    2) Matti Wilkinson (AUS) 16,00
    3) Owen Wright (AUS) 15,56
    Repescagem
    1ª Bateria
    1) Ítalo Ferreira 16,23
    2) Jadson André 15,07
    2ª Bateria
    1) Bede Durbidge 18,30
    2) Kolohe Andino 10,20
    3ª Bateria
    1) Owen Wright 18,50
    2) Jeremy Flores 16,17
    4ª Bateria
    1) John John Florence 16,80
    2) Matt Wilkinson 14,87 


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      Nasa divulga fotos reais de locações citadas no filme 'Perdido em Marte'

      A missão “Ares 3” pousou na planície de Acidalia
      Da Redação (redacao@correio24horas.com.br)
      Atualizado em 10/10/2015 15:24:03
        
      A Nasa divulgou nesta sexta-feira (9) uma coleção de fotos que mostra como são as locações reais citadas no filme "Perdido em Marte", do diretor Ridley Scott. 
      O livro em que o livro se baseou usa nomes de regiões que foram batizadas por astrônomos para o pouso das missões tripuladas fictícias relatadas no livro.
      A missão “Ares 3” pousou na planície de Acidalia, mostrada na foto abaixo, em imagens da sonda MRO (Mars Reconaissance Orbiter).
      Cratera na planície de Acidalia, em Marte, local onde pousou missão fictícia do filme "Perdido em Marte" (Foto: JPL/Nasa/Univ. do Arizona)
      As fotos também incluem uma imagem do solo na planície Schiaparelli, local de pouso da missão “Ares 4”. Veja:
      A planície Schiaparelli, em Marte, local de pouso da missão fictícia "Ares 4" 
      (Foto: JPL/Nasa/Univ. do Arizona)
      A cratera Mawrth, também citada no romance que originou o filme, aparece em outra foto da MRO (veja abaixo). A borda da cratera não é muito clara e só pode ser vista pelo sombreamento.
      A cratera Mawrth, de borda tênue, com marcas de impacto menores 
      (Foto: JPL/Nasa/Univ. do Arizona)

      Ana Paula Arósio sobre afastamento da TV: "Valeu muito à pena"

      Atriz estava longe das telinhas do Brasil desde a novela 'Insensato Coração', exibida em 2011
      Redação iBahia
      Atualizado em 11/10/2015 14:36:29
        
      Afastada das telinhas do Brasil desde a novela 'Insensato Coração', exibida em 2011, Ana Paula Arósio voltou a ser assunto na noite do sábado (10). A atriz esteve no evento Festival do Rio para o lançamento do filme "A Floresta que se Move", que ela protagoniza, e, em entrevista ao site 'Ego', falou sobre seu retorno para a teledramaturgia.
      Ana Paula Arósio sobre afastamento da TV: "Valeu muito à pena"
      (Foto: AgNews)
      "Foi um período para refletir e viver. E valeu muito à pena", disse ela que não descartou voltar à fazer novelas: "Quem sabe? Vamos com calma e viver uma coisa de cada vez". Ana Paula também revelou o motivo de ter aceito participar do longa, que marcou sua volta aos holofotes da fama.
      "Além de ser um texto muito interessante, a personagem é incrível. Eu já tinha visto um filme do Vinicus (Coimbra, diretor) e sei que ele tem muito cuidado. Então foi irrecusável. No mundo de hoje, as pessoas estão tão obcecadas pelo poder e pela conquista do sucesso que se você perceber à sua volta há reflexos disso. Essa ambição desmedida sempre acaba sendo infrutífera. O cinema para mim é quase a Terra do Nunca. É algo que sempre quis fazer, mas nunca tive tempo", explicou.
      iBahia.com

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