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quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Google comemora seu 17º aniversário com Doodle

17º aniversário com Doodle

Google completa 17 anos neste domingo (27) e, para festejar, ganhou um Doodle comemorativo. O buscador foi fundado no dia 4 de setembro de 1998 pelos estudantes Larry Page e Sergey Brin em Mountain View, na Califórnia. A escolha do dia 27 de setembro, no entanto, foi para marcar o início efetivo das operações do buscador.
Na imagem de aniversário é possível ver um antigo computador e ainda usando um antigo monitor "de tubo". Destaque também para um enfeite de mesa em formato de pinguim (seria uma menção ao Tux, o mascote do sistema operacional Linux?).
google (Foto: Reprodução/Google)Doodle comemora os 17 anos do buscador (Foto: Reprodução/Google)

Desde 27 de setembro de 2002, data do seu quarto aniversário, o nascimento do Google é celebrado com um Doodle. Ao completar 15 anos em 2013, o Google festejou com um jogo e muitos doces no Doodle. Já no 14º aniversário em 2012, a homenagem foi composta por um bolo com 14 velas e enfeitado com a palavra "Google" escrita nele.
Qual é o melhor Doodle do Google? Comente no Fórum do TechTudo.
No início de sua história, o gigante era apenas um buscador. Entretanto, com o passar do tempo, o Google começou a investir em outros mercados, como redes sociais, softwares para smartphones e gadgets eletrônicos. 
Entre os seus produtos mais famosos, há o Google Search, mecanismo de pesquisa online que responde por 98,7% das buscas realizadas no Brasil; o Gmail, um dos serviços de e-mail mais populares do mundo; o Google+, rede social que veio para tentar competir com o Facebook; o Google Hangouts, plataforma de mensagens instantâneas; o sistema operacional móvel Android e dispositivos da linha Nexus.
doodle pacman (Foto: Reprodução/Google)Doodle em homenagem ao game Pacman está entre os mais famosos (Foto: Reprodução/Google)
O buscador ainda é responsável pelos dois serviços de mapas online mais usados: o Google Maps e o Google Street View. Além disso, é dono do YouTube, a maior plataforma de compartilhamento de vídeos do planeta. O gigante das buscas está presente no Brasil desde 2005, quando abriu seu primeiro escritório em São Paulo. O sucesso alcançado ao longo destes 17 anos é indiscutível: a cada 10 pesquisas feitas no país, nove são buscadas no Google.
Assista o vídeo abaixo e conheça mais sobre a história dos Doodles.

Facebook desenvolve ferramenta para ajudar cegos a ‘ver’ imagens

cegos a ‘ver’ imagens

Facebook está desenvolvendo uma ferramenta que pretende ajudar pessoas com deficiência visual a entender as fotos publicadas na rede social. Essa não é a primeira medida de acessibilidade criada para ajudar usuários cegos, pois a plataforma já conta com um recurso que lê as postagens do Feed de Notícias em voz alta. No entanto, a medida que a rede social ganha mais recursos para vídeos e imagens, o uso de pessoas com deficiência fica mais comprometido. 
Facebook tem o objetivo de exibir posts que considerada interessante aos seus usuários de acordo com suas atividades na rede social (Foto: Melissa Cruz/TechTudo) (Foto: Facebook tem o objetivo de exibir posts que considerada interessante aos seus usuários de acordo com suas atividades na rede social (Foto: Melissa Cruz/TechTudo))Facebook quer ajudar deficientes visuais a entender conteúdo das fotos publicadas (Foto: Melissa Cruz/TechTudo)

Em uma entrevista recente ao TechCrunch, Matt King, engenheiro do Facebook e deficiente visual, explicou que parte do mural de notícias da rede de Zuckerberg é composto por imagens. Apesar de já existir um recurso que lê os comentários das fotos, ainda não é possível identificar exatamente o que acontece nas gravuras.  
O Facebook está trabalhando em um projeto de reconhecimento através de inteligência artificial, que visa descrever todo o conteúdo da imagem. O recurso atual, por outro lado, apenas identifica quem postou a foto. 
Hoje, o usuário cego pode ouvir um audio mais genérico que diz que uma foto foi publicada, porém, a ideia é que no futuro o recurso descreva tudo que tem na foto (Foto: Reprodução/ TechCrunch)Hoje, o usuário cego pode ouvir um audio mais genérico que diz que uma foto foi publicada, porém, a ideia é que no futuro o recurso descreva tudo que tem na foto (Foto: Reprodução/ TechCrunch)

Segundo o engenheiro, o caminho ainda é longo, mas este pode ser o primeiro passo para realmente ajudar os deficientes visuais. “Isto pode não ser 100% ainda, mas que seja apenas metade do caminho. Ao pensar na quantidade de diversão que isso trará, é como ir de 0% para pelo menos 50% do que esses usuários podem obter”, disse King.
É possível saber quem visitou seu Facebook? Veja no Fórum do TechTudo.

E-commerce tem aumento de 9,4% no faturamento no Dia das Crianças

Pedidos no setor chegam a 3,8 milhões na quinzena que antecede a data.
O tíquete médio subiu, chegando a R$ 385 – em 2014 foi de R$ 338.

Do G1, em São Paulo
A E-bit/Buscapé, unidade especializada em informações do comércio eletrônico do Buscapé Company, divulgou que houve aumento nas vendas dos lojistas virtuais para o Dia das Crianças. Neste ano, o faturamento chegou a R$ 1,47 bilhão, crescimento nominal de 9,4% em relação ao mesmo período do ano passado, quando registrou R$ 1,34 bilhão.
Entre 28 de setembro e 11 de outubro, na quinzena anterior ao Dia das Crianças, foram realizados 3,81 milhões de pedidos pela internet. O tíquete médio também subiu, chegando a R$ 385 – em 2014 foi de R$ 338.

As cinco categorias mais pedidas, tendo colaborado em maior peso para as vendas, foram eletrodomésticos, moda e acessórios, telefonia e celulares, cosméticos, perfumaria e saúde, e assinaturas e revistas/livros.
“O comportamento dos consumidores no Dia das Crianças nos surpreendeu positivamente e já nos passa uma ideia de como serão as vendas no Black Friday e no Natal, as próximas datas sazonais. Especialmente em um momento econômico menos favorável, os consumidores estão mais atentos e fazendo pesquisas na internet em busca das melhores ofertas. Já os varejistas tendem a investir mais nos canais on-line, que geram custos operacionais menores e permitem que sejam mais competitivos para converter vendas”, diz André Ricardo Dias, diretor executivo da E-bit.

Veja as categorias e a participação em volume de pedidos:
1º- Eletrodomésticos: 13,2%
2º- Moda e Acessórios: 11,8%
3º- Telefonia / Celulares: 11,2%
4º- Cosméticos e Perfumaria/Saúde: 9,8%
5º- Assinaturas e Revistas/Livros: 9,6%
6º- Casa e Decoração: 8,8%
7º- Informática: 7%
8º- Brinquedos e Games: 6,3%
9º- Eletrônicos: 4,7%
10º- Esporte e Lazer: 3,7%
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Casas Bahia e Ponto Frio fecham 31 lojas no 3º trimestre

Receita líquida da Via Varejo caiu 22,7% na comparação anual.
Plano de reestruturação e otimização do grupo já fechou 42 lojas no ano.

Do G1, em São Paulo
Casas Bahia (Foto: Divulgação)Dona das Casas Bahia e Ponto Frio fechou 31 lojas
no 3º trimestre (Foto: Divulgação)
A Via Varejo, empresa de móveis e eletrodomésticos do Grupo Pão de Açúcar, dona das redes Casas Bahia e Ponto Frio, fechou 31 lojas no 3º trimestre, segundo balanço de vendas da companhia.
Segundo a empresa, os fechamentos ocorridos entre julho e setembro (28 lojas do Ponto Frio e 3 das Casas Bahia) dão continuidade ao plano de restruturação do grupo com foco em unidades deficitárias (com faturamento abaixo do custo de operação).
No ano, a Via Varejo já fechou 42 lojas, inaugurou outras 26, além da conversão de bandeira de outras 36.
A empesas informa que, atualmente, existem no país 714 lojas das Casas Bahia e 301 do Ponto Frio.
"Via Varejo deve acelerar o plano de conversões visando um maior crescimento de vendas e
rentabilidade", informou a companhia, acrescentando que "continuará investindo em projetos
estratégicos, reforçando as iniciativas comerciais e adotando medidas para atingir uma estrutura mais enxuta, com melhor eficiência operacional" para "recuperar as vendas e aumentar os ganhos de market share".
A receita líquida da empresa caiu 22,7% no 3º trimestre, para R$ 4,1 bilhões, na comparação com o mesmo período de 2014.
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Vendas no varejo têm a maior queda para agosto desde 2000, diz IBGE

De julho para agosto, comércio registrou recuo de 0,9%.
Setor de veículos continua pressionando os resultados negativos do varejo.

Anay Cury e Cristiane CaoliDo G1, em São Paulo e no Rio
As vendas do varejo brasileiro recuaram pelo sétimo mês seguido. Em agosto, na comparação com julho, a baixa foi de 0,9%, segundo informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (14). Para o mês de agosto, a queda é a maior desde 2000, quando encolheu 1%.
VENDAS NO MÊS DE AGOSTO
 em %
-1-0,62,3-0,9Ago/00Ago/05Ago/10Ago/15-1012-23
Fonte: IBGE
No ano, o varejo já acumula baixa de 3,5% e, em 12 meses, de 1,5%. Na comparação com agosto do ano passado, a queda é ainda maior, de 6,9% - a mais intensa desde março de 2003, quando recuou 11,4%.
"Com a desaceleração da renda real e uma pressão inflacionária, as famílias têm menos renda disponível. Portanto, elas reveem seus hábitos de consumo, cortando itens mais supérfluos para não desequilibrar o orçamento doméstico e mesmo não entrar num endividamento”, disse Isabella Nunes, gerente da coordenação de serviços e comércio do IBGE.
Segundo o IBGE, os consumidores compraram menos em agosto porque os preços dos alimentos subiram, o crédito ficou mais restrito, os juros aumentaram, a massa salarial teve redução, bem como o número de trabalhadores com carteira assinada.
“O comércio reage a uma conjuntura que até agosto vem evoluindo da forma que a gente mostro hoje, com trajetória descendente desde o final do ano passando, mantendo as vendas do comércio em trajetória descendente desde o final do ano passado.”
Em agosto, o setor que mais contribuiu para a queda do índice foi o de veículos e motos, partes e peças (-5,2%), que vem mostrando taxas seguidamente negativas. Também caiu o movimento nos ramos de livros, jornais, revistas e papelaria (-2,6%); material de construção (-2,3%), móveis e eletrodomésticos (-2,0%) e tecidos, vestuário e calçados (-1,7%).
Quando comparado com o mesmo mês do ano passado, o comportamento dos setores é parecido. As principais influências partiram de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-4,8%), além de móveis e eletrodomésticos (-18,6%) e tecidos, vestuário e calçados (-13,7%).
"Mesmo os grupamentos que vêm com resultado positivo (farmacêutica, informática, comunicação e outros de uso pessoal), você olha que eles, na comparação mensal, vêm perdendo ritmo”, analisou Isabella.
Lojista e cliente em Campinas  (Foto: Reprodução/ EPTV)Vendas caíram pelo sétimo mês seguido (Foto: Reprodução/ EPTV)

Com o resultado de agosto, o total das vendas está 9,7% abaixo do nível recorde alcançado em novembro de 2014, de acordo com o IBGE.
Regiões
O comércio ficou ainda mais fraco na Paraíba, onde caiu quase 5% em relação a julho, além de Tocantins, que mostrou baixa de 4,4%, e Alagoas, onde recuo 3,3%. Na contramão, vendeu mais o varejo do Ceará (0,2%), do Mato Grosso do Sul e do Acre, ambos com 0,4%.
Receita nominal
Na comparação com julho, a receita nominal do comércio caiu 0,2%. No ano, acumula alta de 3,7% e, em 12 meses, de 4,9%.
Inflação
A inflação deu um certo alívio ao bolso do brasileiro de julho para agosto, ao desacelerar de 0,62% para 0,22%, o menor índice para o mês desde 2010. No entanto, no ano, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) bateu 7,06% e atingiu a maior taxa para o período desde 2003, segundo o IBGE informou no início de setembro.
Já em 12 meses, o IPCA acumula alta de 9,53%, ficando, mais uma vez, acima do teto da meta de inflação do Banco Central, de 6,5%.
Juros
Os juros médios cobrados pelos bancos nas operações com cartão de crédito rotativo, a modalidade mais cara do mercado, voltaram a subir em agosto, e atingiram a marca de 403,5% ao ano. A taxa é um novo recorde na série histórica do BC, que tem início em março de 2011. Em julho, o juro médio do cartão era de 394,7%.







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