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sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Veja capas históricas da revista "Playboy" americana

Veja capas históricas da revista "Playboy" americana 
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Imagem 14/16: A modelo Heather Depriest na capa de edição de setembro deste ano da "Playboy". Nesta terça (13), o diretor da publicação afirmou que a revista não vai mais publicar ensaios nus a partir do ano que vem MAIS Repodução/Playboy


Filha de Bono, Eve Hewson tenta firmar nome com a série "The Knick"

Beatriz Amendola
Do UOL, na Cidade do México
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  • Divulgação
    Eve Hewson é a enfermeira Lucy Elkins em "The Knick"
    Eve Hewson é a enfermeira Lucy Elkins em "The Knick"
Filha do cantor Bono Vox, Eve Hewson, 24, estreou na TV norte-americana em grande estilo: dirigida por Steven Soderbergh ("Traffic") na série "The Knick", em cujo episódio piloto aparece injetando cocaína no pênis do ator Clive Owen. Ainda com poucos trabalhos no currículo, a atriz retorna como a enfermeira Lucy Elkins na segunda temporada da série, que estreia nesta sexta-feira (16) no canal pago MAX, e tenta ser reconhecida pelos próprios talentos em Hollywood.
Nascida e criada na Irlanda, terra natal de seus pais, Bono e Ali Hewson, Eve já tinha inspirações artísticas desde a infância. Aos 8 anos, ela começou a atuar no clube de teatro de sua escola - mas foi aos 15 que ela decidiu que queria atuar profissionalmente, após participar de um filme roteirizado e dirigido por sua tutora. "No momento em que cheguei ao set, percebi que aquilo era o que eu gostaria de fazer. Eu arranjei um agente assim que o filme saiu, me mudei para Nova York com 18 anos, para estudar atuação na Universidade de Nova York, e comecei a fazer testes", contou a atriz a jornalistas durante evento na Cidade do México, após ressaltar que, apesar de não ter optado pela música, se sente trilhando os caminhos de Bono: "De certa forma, estou seguindo os passos do meu pai".
A decisão de atuar, naturalmente, preocupou os pais. "Eu sei que a maioria dos pais preferiria que os filhos fossem médicos, advogados e arquitetos, e não foi diferente com os meus", relembrou Eve. "Acho que eles só queriam me preparar. Mesmo hoje, quando não consigo um papel que eu queria, eu ligo para casa chorando e minha mãe diz 'eu disse para você não fazer isso'. Eles realmente dão muito apoio, mas eles estavam sendo espertos, tentando me ensinar sobre aquilo em que eu estava me metendo. E acho que não é uma boa ideia um pai ficar eufórico para ver o filho entrando na indústria do entretenimento. Você tem que ser realista, você tem que prepará-los para o que eles vão enfrentar, porque não é tudo glamour e sucesso."
Pascal Le Segretain/Getty Images
Eve Hewson com o pai, Bono Vox
Apesar do sobrenome famoso – ou justamente por causa dele --, a atriz disse que foi difícil ser levada a sério, mas espera que outros projetos como "The Knick" a ajudem a firmar seu próprio nome. "Eu tive sorte no começo porque as pessoas estavam naturalmente interessadas em me ver atuar, mas foi difícil ser levada a sério. Uma coisa que eu amo em 'The Knick' é que quem vê a série realmente me vê de uma forma diferente e me leva a sério como atriz. Tenho que agradecer a Steven por ter me dado essa oportunidade. Acho que mais pessoas irão se acostumar a usar meu nome ao invés do nome do meu pai antes dele, e estou animada para que façam isso [risos]".
"The Knick"
Exibida pelo MAX, a série se passa no The Knickerboxer, hospital da Nova York do início do século 20. Eve é Lucy, uma das enfermeiras da instituição, que tem como cirurgião chefe John Thackery (Clive Owen) – um médico brilhante, mas viciado em cocaína. E é uma crise de abstinência de Thackery que dá origem a um dos momentos notáveis dos dois personagens na série, quando Lucy tem de injetar cocaína líquida no pênis do médico.
"Graças a Deus não foi a primeira coisa que fiz quando cheguei ao set [risos]", disse Eve ao relembrar a gravação da cena. "Eu estava confortável com Clive, Steven e a nossa equipe. A série lida tanto com os corpos das pessoas, todo mundo fica pelado, todos fazem sexo, então toda a equipe estava muito confortável - e talvez as pessoas até compartilhassem muitas coisas sobre os seus corpos às vezes. Então não foi tão desconfortável quando fomos gravar aquela cena. Eu fiquei mais assustada de filmar minha primeira cena da série".
Eve revelou que se sentiu insegura quando começou a gravar a série, cuja primeira temporada foi ao ar em 2014, mas acredita que isso tenha ajudado na hora de compor a personagem. "Fazia pouco tempo que eu trabalhava profissionalmente quando entrei em 'The Knick', e todo mundo já trabalhava há anos e tinha muita experiência. Então, eu me senti desconfortável e, de um jeito estranho, isso foi um presente, porque Lucy está bem desconfortável no início, é insegura. Eu, de uma forma, cresci com ela. Eu tive sorte de que a personagem foi escrita assim. Quanto mais confiante ela se tornava, mais confiante eu me tornava, e acho que isso continua valendo nesta segunda temporada. Eu me senti muito mais confiante, ela também."
Na nova temporada, sua personagem terá uma virada: ela assumirá mais responsabilidades no hospital, passará a atender mulheres secretamente e se tornará mais independente. "Na primeira temporada, ela é uma cuidadora, ela se doa, quer ajudar os outros, e isso é o que faz ela ser tão querida. Mas nesta, ela entende que 'ok, preciso ser egoísta para sobreviver'. E eu gosto da força que colocaram na personalidade dela nesta temporada. É muito interessante para um papel feminino. Ela não é perfeita, ela é complicada, ela não toma as decisões certas, ela pode ser desagradável. Isso é muito divertido".
Questinada sobre seus projetos pós-"The Knick", a atriz disse que espera boas notícias. "Acho que há boas notícias vindo em breve. Tenho feito testes, lido muitas coisas. Há algo vindo aí", afirmou.

Silvio Santos reclama de vetos da Band e da Record ao Teleton: “É desculpa”

Mauricio Stycer
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silviosantosdanilogentili
No programa que vai ao ar este domingo (18), Silvio Santos vai comentar os vetos à participação de artistas da Record e da Band no Teleton, nos próximos dias 23 e 24. O dono do SBT vai dizer que o argumento usado, supostas piadas feitas por Danilo Gentili em seu talk show, é “desculpa”.
Conversando com Gentili no palco, Silvio diz: “Estão dizendo que não vão poder vir no Teleton porque você fica fazendo críticas a eles, você está falando mal de todo mundo da Bandeirantes. A Bandeirantes não vai deixar ninguém vir aqui por sua causa. E a Record também, disse que você estava falando mal dos artistas da Record. Eles não vão deixar mais vir ninguém no Teleton por sua causa, então você vai ter que dar uma gratificação em dobro.”
Silvio lembra que frequentemente é motivo de piada na Band, sendo um habitual frequentador do Top 5 do “CQC”: “Mas a Bandeirantes também não faz piada lá? Eu estou sempre nos cinco mais, cinco não sei o quê do 'CQC' e eu não reclamo de ninguém.”
E diz: “Quando eles vem para cá eu pergunto: ‘Quanto você ganha lá? Eu dou o dobro!'. Agora eles não. Você faz uma piada e eles não vem no Teleton! Sabe o que que é isso? Isso é desculpa para não vir no Teleton”.
Silvio também pergunta a Gentili se ele tem algo contra a Xuxa. “Nada! É que quando a Xuxa estreou, a gente fez um programa brincando, fazendo piadas, e o pessoal acha que piada é crítica, confunde as coisas. A gente é humorista, a gente faz piada né Silvio?”, responde.
“Mas a piada com o Silvio Santos você não fez ainda”, observa o apresentador. “Essas a gente faz no camarim, escondido”, responde o apresentador do “The Noite''.
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Vídeo mostra cão que foi criado em jaula andando na grama pela primeira vez

Redação/RedeTV!


Um emocionante vídeo mostra o momento em que um cão criado dentro de uma gaiola em uma fábrica de carne de cachorro na Coreia da Sul anda na grama pela primeira vez.

O cão 'Pocket' nunca havia experimentado as sensações de uma vida 'normal' de alguém de sua espécie. Ele nunca havia caminhado na grama, nem visto o sol ou feito qualquer atividade que cães fazem. Isso mudou quando a organização Humane Society Internacional resgatou ele e outros 100 animais de uma fábrica de carne de cachorro no país asiático.
Levado para os Estados Unidos, Pocket começa a experimentar o que é uma vida comum. O vídeo abaixo mostra a emoção e surpresa que ele sentiu ao andar na grama pela primeira vez:

Vovó de 94 anos impressiona ao fazer levantamento de peso nos EUA

UOL Esporte
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Quando pensamos em halterofilismo, a primeira imagem que surge é a de homens e mulheres com excelente preparo físico. Porém, uma senhora de 94 anos fez sucesso esta semana ao provar que é possível ser halterofilista mesmo com a idade já avançada.
Edith Traina é uma “vovó” de 94 anos que mora na Flórida, nos Estados Unidos. Nesta semana, ela impressionou ao levantar uma alta carga de peso. Em entrevista à Fox norte-americana, Edith disse ter começado a treinar aos 91 anos após ser levada para a academia por um amigo e compartilhou uma meta ousada que ela estabeleceu para os próximos anos.
“Espero conseguir levantar 90 quilos até chegar aos 100 anos. Eu apenas vou lá, levanto o peso e solto. Eu recebo todos esses aplausos, é ótimo para a autoestima”, concluiu Edith, que sofre de problemas respiratórios, mas nem assim deixou de treinar três vezes por semana.

Mulher condenada por bruxaria há 300 anos terá novo julgamento na Itália

Do UOL, em São Paulo
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  • Reprodução/historiadigital.org
    A fogueira foi uma das práticas mais usadas para condenar hereges à morte na Europa medieval
    A fogueira foi uma das práticas mais usadas para condenar hereges à morte na Europa medieval
O vilarejo de Bretoncino, no norte Itália, deciciu realizar um novo julgamento para um caso inusitado: o de uma mulher condenada e levada à fogueira há quase 300 anos por bruxaria. 
Maria Bertoletti Toldini era uma viúva sem filhos de cerca de 60 anos quando foi acusada de diversos crimes, entre eles sacrilégio, heresia, adultério, destruição de um vinhedo, deixar terrenos inférteis, assassinatos, sodomia e de ter jogado uma criança de cinco anos num caldeirão de queijo fervente. 
Em 1716, ela foi decapitada e depois queimada numa fogueira, em público. 
Historiadores acreditam que entre 50 mil e 60 mil pessoas -- a imensa maioria, mulheres -- foram mortas no Europa sob a acusação de bruxaria entre o fim do século 15 e o início do século 18.
Sob tortura, as mulheres eram muitas vezes forçadas a confessar e a acusar outras mulheres do mesmo crime. 
Agora, autoridades locais querem usar o caso de Maria Toldini como uma maneira de abordar um período brutal da história europeia. 
Uma decisão do conselho que administra a cidade permitiu a reabertura de seu julgamento -- que terá, obviamente, um valor simbólico.
"Isso é tão importante agora quanto foi há 100 anos e quanto será daqui a 100 anos. Houve um assassinato que não foi justificado, que não deveria ter acontecido. Eles mataram uma pessoa com motivações que não existiam. Ela era inocente", afirmou o ministro da Cultura, Quinto Canali, um dos incentivadores do julgamento, segundo o jornal britânico "The Guardian".
O prefeito Christian Perenzoni concorda.
"Creio que haja aí um valor simbólico, em termos das mulheres. Essa foi injustiça histórica contra mulheres, (...) como há hoje, em formas distintas", afirmou, de acordo com o "Guardian". 
"Se você deixa algo passar que aconteceu há 300 anos, talvez você deixe passar algo que aconteceu agora. O passado é ontem, mas também é 300 anos atrás", argumentou. 
Críticos da iniciativa apontaram os altos custos para um julgamento sem resultados que considerem reais. (Com agências internacionais)

Bruna Marquezine vai protagonizar cenas de sexo com Daniel de Oliveira em minissérie

Atriz viverá uma personagem polêmica na minissérie "O País do Futuro", prevista para estrear ano que vem
Da Redação (redecao@correio24horas.com.br)
Atualizado em 16/10/2015 17:04:09
  
A atriz Bruna Marquezine está prestes a gravar cenas fortes de sexo para a telinha da TV Globo. De acordo com o jornal Extra, ela viverá uma personagem polêmica na minissérie "O País do Futuro", prevista para estrear ano que vem.
(Foto: Reprodução/Instagram)
“Beatriz trabalha como dançarina de um bordel. Ela não faz sexo por dinheiro, faz porque gosta, faz porque tem fogo”, diz a descrição do papel de Bruna em um material entregue pela produção da minissérie. A atriz deverá dividir as cenas mais quentes com o ator Daniel de Oliveira.
Bruna Marquezine vai protagonizar cenas de sexo com Daniel de Oliveira em minissérie
(Foto: Reprodução/Instagram e Gshow)
A minissérie "O país do futuro", projeto de Guel Arraes, João Falcão e Jorge Furtado, vai lembrar a trajetória da televisão desde a década de 40, com foco principalmente nos bastidores.

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