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sábado, 17 de outubro de 2015

Paramédica vestida de noiva abandona seu próprio casamento para ajudar em resgate após acidente


Uma noiva que trabalha como paramédica abandonou a cerimônia de seu casamento para ajudar em um resgate após um acidente de carro.

Usando o vestido de noiva, Sarah Ray saiu de seu casamento para ajudar as vítimas, que eram suas convidadas para a celebração de seu matrimônio.

O caso ocorreu em Clarksville, no Tennessee, EUA. A paramédica, mais tarde, disse: “Todos no Serviço de Emergência fariam a mesma coisa. Não sei se o que fiz foi especial, mas estava usando um vestido de noiva”.




Noiva Sarah Ray, que trabalha como paramédica, abandonou a cerimônia de seu casamento para ajudar em um resgate após um acidente de carro.

A mãe de Sarah foi quem postou a foto no Facebook, e mais tarde a imagem se tornou viral.

Os convidados envolvidos no acidente não tiveram ferimentos graves.


Fonte: Metro / AbcNews / Josiel Dias

DENÚNCIA - Virgindade de meninas indígenas custa somente R$ 20 no Amazonas


SÃO GABRIEL DA CACHOEIRA/BRASIL - No Brasil, enquanto a brasileira Catarina Migliorini, de 20 anos, residente no Estado de Santa Catarina, Sul do Brasil, leiloou sua virgindade pela Internet e conseguiu faturar R$1,5 Milhão, pago por um japonês de 53 anos, na região do Amazonas, extremo Norte do País, a virgindade de uma menina custa apenas R$20,00, segundo a jornalista Kátia Brasil.

Ela diz que, no município amazonense de São Gabriel da Cachoeira, na fronteira do Brasil com a Colômbia, um homem branco compra a virgindade de uma menina indígena com aparelho de celular, R$ 20, peça de roupa de marca e até com uma caixa de bombons.

A pedido das mães das vítimas, a Polícia Civil apura o caso há um ano. No entanto, como nenhum suspeito foi preso até agora, a Polícia Federal entrou na investigação no mês passado.

Doze meninas já prestaram depoimento. Elas relataram aos policiais que foram exploradas sexualmente e indicaram nove homens como os autores do crime.

Entre eles há empresários do comércio local, um ex-vereador, dois militares do Exército e um motorista.

As vítimas são garotas das etnias tariana, uanana, tucano e baré que vivem na periferia de São Gabriel da Cachoeira, que tem 90% da população (cerca de 38 mil pessoas) formada por índios.

Entre as meninas exploradas, há as que foram ameaçadas pelos suspeitos. Algumas foram obrigadas a se mudar para casas de familiares, na esperança de ficarem seguras.

A reportagem conversou com cinco dessas meninas e, para cada uma delas, criou iniciais fictícias para dificultar a identificação na cidade.

M., de 12 anos, conta que "vendeu" a virgindade para um ex-vereador. O acerto, afirma a menina, ocorreu por meio de uma prima dela, que também é adolescente. "Ele me levou para o quarto e tirou minha roupa. Foi a primeira vez, fiquei triste."

A menina conta que o homem é casado e tem filhos. "Ele me deu R$ 20 e disse para eu não contar a ninguém."

P., de 14 anos, afirma que esteve duas vezes com um comerciante. "Ele me obrigou. Depois me deu um celular."

Já L., de 12 anos, diz que ela e outras meninas ganharam chocolates, dinheiro e roupas de marca em troca da virgindade. "Na primeira vez fui obrigada, ele me deu R$ 30 e uma caixa com chocolates."

DEZ ANOS

Outra garota, X., de 15 anos, disse que presenciou encontros de sete homens com meninas de até dez anos.

"Eu vi meninas passando aquela situação, ficando com as coxas doloridas. Eles sempre dão dinheiro em troca disso (da virgindade)."

P. aceitou depor na PF porque recebeu ameaças de um dos suspeitos. "Ele falou que, se continuasse denunciando, eu iria junto com ele para a cadeia. Estou com medo, ele fez isso com muitas meninas menores", afirma.

Familiares e conselheiros tutelares que defendem as adolescentes também são ameaçados. "Eles avisaram: se abrirem a boca a gente vai mandar matar", diz a mãe de uma menina de 12 anos.

Exploração sexual de índias é denunciada desde 2008

A situação das meninas indígenas exploradas sexualmente é conhecida como um caso de impunidade na isolada São Gabriel da Cachoeira (AM), na fronteira do Brasil com a Colômbia.

Na Polícia Civil, três inquéritos foram abertos, mas nenhum dos nove suspeitos foi preso nem indiciado. O delegado titular da cidade, Normando da Barbosa, afirma que pediu a prisão de um suspeito, mas ele fugiu da cidade. Os demais nunca prestaram depoimento.

Os crimes de estupro de vulnerável e exploração sexual têm penas previstas de quatro a dez anos de reclusão. A irmã Giustina Zanato, 63, presidente do Conselho Municipal de Defesa da Criança e do Adolescente, diz que os casos são denunciados desde 2008.

"Fomos procurar a Justiça. Lá disseram que deveríamos ficar quietinhos no nosso lugar, que isso acontecia todos os dias", afirma Giustina.

Promotora de Justiça de São Gabriel, Christina Dolzany diz que ouviu depoimentos de dez meninas. "É uma coisa animalesca e triste, algumas delas relatam que perderam a virgindade nessa situação de exploração."

Algumas meninas, segundo Christina, já estão recebendo assistência psicológica. O procurador federal Júlio José Araújo Junior, que atua no direito indígena, determinou a abertura de inquérito.

"A investigação pela PF se deve muito pela insatisfação da sociedade com as investigações que não andaram [na Polícia Civil]. Os acusados são pessoas que têm certo poder dentro da cidade, o que intimida qualquer tipo de denúncia", disse o procurador.

O delegado titular em São Gabriel atribui a morosidade da investigação à dificuldade de encontrar as garotas. "Passamos 30 dias para localizar quatro meninas. Apenas uma delas fez o exame de corpo de delito para comprovar a conjunção carnal. Assim fica difícil, elas mesmo dificultam."

CABEÇA DE CACHORRO

São Gabriel da Cachoeira fica no Alto Rio Negro, região rica em minérios que abriga a maior população indígena no Brasil. São 22 etnias, daí 90% da população ser formada por índios, incluindo o prefeito e o vice-prefeito do município.

A região, também conhecida como Cabeça do Cachorro, é estratégica para as Forças Armadas do Brasil, pois é alvo do tráfico de drogas e de incursões de guerrilheiros.

Em muitas aldeias não há escolas e opções de sustento o que leva as famílias à cidade. Lá, encontram a exclusão. Os brancos formam a elite, em sua maioria funcionários públicos e militares. Os índios sobrevivem com ajuda de programas sociais e moram em casebres de chão de terra batida e sem água encanada.

O alcoolismo e o suicídio entre eles são o maior drama social local.

ANTONIO CARLOS LACERDA é correspondente internacional do PRAVDA.RU no Brasil.

Com informações do  PRAVDA.RU no Brasil 

Carta de menina de 8 anos para Jesus leva estuprador para a cadeia

CBN
Uma anotação de uma menina endereçada a Jesus e deixada numa Bíblia numa escola de ensino fundamental acabou levando à condenação de um criminoso sexual.


O Cincinnati.com informou que a polícia da cidade de Covington, Kentucky, achou a nota de uma menina de 8 anos falando sobre como Eric Rivera, de 37 anos, havia abuso sexualmente dela desde que ela tinha 6 anos e suplicou com Jesus para fazê-lo parar.

Os detetives então a entrevistaram e quando agentes da polícia fizeram buscas na casa do suspeito, eles encontraram revistas pornográficas que ela havia descrito bem no lugar em que ela disse que estariam. Eles também encontraram mais de 180 imagens pornográficas em seu telefone.

Ele foi preso e acusado de vários delitos graves, inclusive sodomia de primeiro grau e abuso sexual de primeiro grau.
Depois de aproximadamente dois anos de processo judicial, o acusado se confessou culpado em 28 de maio e agora enfrenta até 25 anos de prisão.

A data da sentença dele está marcada para 13 de julho.

Traduzido por Julio Severo do original em inglês da revista Charisma: 8-Year-Old’s Letter to Jesus Busts Child Molester

Fonte: www.juliosevero.com

ONU Excluirá Categoricamente os Bebês em Gestação do Direito à Vida?

NOVA IORQUE, EUA, outubro (C-Fam) Um relatório preliminar da ONU exclui todas as crianças no útero de toda proteção sob as leis internacionais.

O Comitê de Direitos Humanos, um comitê da ONU em grande parte desconhecido, mas influente, que registra e revisa a implementação do tratado da ONU sobre direitos civis e políticos, publicou uma opinião preliminar sobre o “direito à vida” nas leis internacionais que atribui às mães o direito de abortar seus filhos.



O que é surpreendente na “Observação Geral 36,” como o relatório preliminar é conhecido, é a ausência total de proteções para crianças no útero, apesar de uma breve menção de preocupação pró-vida antes de seu lançamento.

A versão preliminar declara: “o Pacto não se refere explicitamente aos direitos de crianças em gestação, inclusive seu direito à vida.” Conclui pois que: “o Comitê não pode presumir que o artigo 6 impõe aos países membros uma obrigação de reconhecer o direito à vida das crianças em gestação.”

Diz também que se os países desejam proteger a vida no útero eles só “podem” fazer isso se garantirem às mulheres o direito de abortar seus filhos em casos de estupro, incesto e quando seu filho no útero é deficiente.

A versão preliminar também expressa uma obrigação dos países de permitir “abortos terapêuticos — ainda que muitos especialistas médicos achem que o aborto nunca é necessário para salvar a vida de uma mãe. Diz que não permitir um aborto nessas circunstâncias equivale a tratamento cruel, desumano ou humilhante, o que é proibido pela Convenção.

A versão preliminar também insiste em que, em qualquer caso, os países não podem regulamentar o aborto de modo restritivo demais.
Diz que os países não podem “aplicar sanções criminais contra as mulheres que fazem aborto ou contra os médicos que as ajudam a fazê-lo,” e não devem prescrever “exigências excessivamente pesadas ou humilhantes para quem busca permissão para fazer um aborto, inclusive a introdução de longos períodos compulsórios de espera antes da realização de um aborto legal.”

As afirmações sobre o “direito de abortar” na versão preliminar não são inéditas. Elas consolidam recomendações anteriores da ONU nas duas décadas passadas. Mas elas nunca foram expressas de forma tão categórica.

Tais interpretações de tratados da ONU são ilegítimas e declarações inexatas e grosseiras de leis internacionais obrigatórias, de acordo com os Artigos de San José, um documento preparado e assinado por especialistas em direito internacional e saúde global.

Os Artigos de San José dizem que os tratados da ONU não deveriam ser usados para expandir proteções para crianças no útero, nem tirá-las. Eles destroem diretamente a afirmação de uma obrigação clara de se permitir o aborto, e põem em dúvida a integridade de especialistas da ONU e seus métodos de interpretar tratados.

“Nenhum tratado da ONU pode com exatidão ser citado como estabelecendo ou reconhecendo um direito ao aborto,” os artigos dizem, apontando para a ausência completa de qualquer referência ao aborto também no tratado em questão.

Embora os artigos reconheçam a falta de uma obrigação clara de se proteger a vida no útero, como diz a observação do documento preliminar, eles apontam para uma cláusula no tratado da ONU sobre direitos civis e políticos que proíbem a aplicação da pena de morte para mães grávidas, sugerindo que crianças inocentes no útero na verdade têm um direito à vida independente de sua mãe e não deveriam prestar contas pelos crimes de sua mãe. A observação do documento preliminar não explica essa discrepância.

Além disso, os Artigos de San José apontam que quando o tratado da ONU sobre direitos civis e políticos foi ratificado a maioria dos países do mundo proibiu o aborto na maioria ou todas as circunstâncias. Isso também não é levado em consideração no documento preliminar.

O comitê debaterá o documento preliminar preparado por um subgrupo do comitê de 18 membros na sua próxima sessão mais tarde neste mês.

Tradução: Julio Severo

Fonte: Friday Fax

Divulgação: www.juliosevero.com

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Rato e pombo são flagrados brigando em rua de Nova York

Cena ocorreu em Williamsburg, bairro do distrito de Brooklyn.
Desde 6 de outubro, gravação alcançou mais de 600 mil visualizações.

Do G1, em São Paulo
Um rato e um pombo foram flagrados brigando em uma rua de Nova York, nos EUA. O americano John Freund filmou a luta curiosa e publicou no YouTube. Assista.
Rato e pombo foram flagrados brigando em rua de Nova York (Foto: Reprodução/YouTube/John Freund)Rato e pombo foram flagrados brigando em rua de Nova York (Foto: Reprodução/YouTube/John Freund)
O vídeo mostra o pombo, muitas vezes apelidado pejorativamente de "rato de asas" por ser considerado uma praga em grandes cidades, tentando fugir do roedor.
Desde o dia 6 de outubro, gravação alcançou mais de 600 mil visualizações.
Na gravação, pombo tenta escapar de roedor (Foto: Reprodução/YouTube/John Freund)Na gravação, pombo tenta escapar de roedor (Foto: Reprodução/YouTube/John Freund)

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Adolescente espancado até a morte por pais nos EUA queria deixar seita

Lucas Leonard morreu e seu irmão de 17 anos ficou gravemente ferido.
Grupo religioso foi criado nos anos 1980 e tem cerca de 40 membros.

Da France Presse
Deborah Leonard e Bruce Leonard em fotos cedidas pelo Departamento de Polícia de New Hartford, NY (Foto: New Hartford Police Department via AP)Deborah Leonard e Bruce Leonard em fotos cedidas pelo Departamento de Polícia de New Hartford, NY (Foto: New Hartford Police Department via AP)
O adolescente norte-americano recentemente golpeado até a morte por seus pais e vários membros de sua seita no estado de Nova York teria manifestado seu desejo de ir embora - informou nesta sexta-feira (16) a polícia.
Durante a noite do último domingo, o adolescente de 19 anos Lucas Leonard e seu irmão de 17 anos, Christopher, foram golpeados numa "sessão de aconselhamento espiritual" durante horas por seus pais e vários membros da "World of Life Christian Church", uma seita instalada numa antiga escola de New Hartford, cerca de 400 km da cidade de Nueva York.
Lucas morreu no dia seguinte ao ataque e Christopher, gravemente ferido, continuava hospitalizado nesta sexta-feira.
"Não sabemos porque a sessão tornou-se algo tão violento", declarou o chefe da polícia de New Hartford, Michael Inserra, em coletiva de imprensa.
Inserra informou ainda que um dos irmãos havia "manifestado seu desejo de abandonar" a seita, criada nos anos 1980 e que conta com cerca de 40 membros, muitos deles crianças.
Os pais das vítimas, Bruce e Deborah Leonard, de 59 anos, foram acusados de homicídio e iriam comparecer nesta sexta diante de um juiz, mas a audiência foi adiada para a próxima semana.
Outros quatro membros da seita, entre eles uma meia-irmã dos adolescentes, também foram acusados.
A fachada da The Word of Life Christian Church, em New Hartford, NY, onde Lucas Leonard morreu e Christopher Leonard ficou gravemente ferido  (Foto: Mark DiOrio/Observer-Dispatch via AP)A fachada da The Word of Life Christian Church, em New Hartford, NY, onde Lucas Leonard morreu e Christopher Leonard ficou gravemente ferido (Foto: Mark DiOrio/Observer-Dispatch via AP)
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Cardozo é internado para tratamento 3 meses após tirar câncer da tireoide

Ministro da Justiça permanecerá em São Paulo pelos próximos três dias.
Segundo assessoria, ele está 'bem' e passa por tratamento no Sírio Libanês.

Filipe MatosoDo G1, em Brasília
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Ministro José Eduardo Cardozo foi à transmissão de cargo na Casa Civil (Foto: Agência Brasil)O ministro José Eduardo Cardozo
(Foto: Agência Brasil)
Três meses após tirar um câncer na tireoide, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, foi internado nesta sexta-feira (16) no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, para fazer um tratamento auxiliar, informou a assessoria do petista.
De acordo com o Ministério da Justiça, Cardozo retirou um tumor na tireoide mas, mesmo com a cirurgia, um tratamento auxiliar deveria ser realizado por ele, seguindo a orientação médica.
O ministério informou que ele está "bem" e que já vinha se preparando para o tratamento. Cardozo teve de fazer, inclusive, uma dieta específica a fim de não prejudicá-lo durante o período no hospital.
Segundo a assessoria do ministro, o tratamento que ele fará ao longo do fim de semana é com iodo radioativo e, por isso, ele deve ficar três dias internado e, consequentemente, isolado.
Emagrecimento
Ao longo dos últimos meses, Cardozo ficou visivelmente mais magro. Ele vinha fazendo a chamada dieta Ravenna, que exclui carboidratos das refeições, a mesma seguida pela presidente Dilma Rousseff. Em um evento no Palácio do Planalto, ele chegou a dizer a jornalistas que haviaemagrecido 16 quilos com a dieta.
Em razão do tratamento deste fim de semana, ele deixou a dieta há algumas semanas e passou a se alimentar conforme orientação médica.
Veja o boletim médico do Sírio Libanês:
"​O paciente José Eduardo Cardozo foi submetido à cirurgia de retirada de tumor na tireóide, em abril deste ano.
Encontra-se internado, neste hospital, para tratamento complementar com radioiodoterapia.
As equipes médicas que o acompanham são coordenadas pelo Prof. Dr. Roberto Kalil Filho, Dra Claudia Cozer Kalil, Dr. Paulo Luiz Aguirre Costa e Dr. Frederico Aun.
Dr. Antonio Carlos Onofre de Lira -  Superintendente Técnico Hospitalar
Dra. Yana Novis - Vice-diretora Clínica"

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