EMPREENDEDOR DE SUCESSO

domingo, 18 de outubro de 2015

Horário de verão tem início em 10 estados e no Distrito Federal

Devem ser adiantados em uma hora os relógios das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, além da capital federal
iG São Paulo | 18/10/2015 - 07:12
 
Os moradores dos estados de Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e do Distrito Federal adiantam o relógio em uma hora a partir das 0h deste domingo.
Medida visa a redução da demanda no período de pico de consumo, com índice que varia entre 4% e 5% de economia, segundo Ministério de Minas e Energia (MME). Entre os meses de outubro e fevereiro, período do Horário de Verão, os dias têm maior duração em três regiões brasileiras em decorrência da posição da Terra em relação ao Sol. Assim, a luminosidade natural pode ser melhor aproveitada.
A medida é regulada pelo Decreto nº 8.112, de 30 de setembro de 2013, que revisou o Decreto nº 6.558, de 8 de setembro de 2008. Mudança de horário sempre tem início no terceiro domingo de outubro com término no terceiro domingo de fevereiro do ano seguinte. A regra não se aplica somente quando data coincide com o Carnaval. Neste caso, fim ocorre no domingo seguinte.

Justiça proíbe exigência da CNH para 'cinquentinhas' em todo o Brasil

A Ação Civil Pública foi ajuizada na 5ª Vara Federal. No processo, a associação defende a inadequação da aplicabilidade prática da Resolução nº 168/2004 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran)
Acorda Cidade | 18/10/2015 - 07:33
 
A Justiça Federal de Pernambuco, através da juíza Nilcéia Maria Babosa Maggi, concedeu na quinta-feira (15) liminar favorável à Associação Nacional dos Usuários de Ciclomotores (Anuc), em que proíbe a exigência, em todo o território nacional, do uso de habilitação por parte dos usuários deste meio de transporte, também conhecidos como 'cinquentinhas'.
A Ação Civil Pública foi ajuizada na 5ª Vara Federal. No processo, a associação defende a inadequação da aplicabilidade prática da Resolução nº 168/2004 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que iguala a obtenção da Autorização para Condução de Ciclomotores (ACC) a retirada da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), categoria A, sendo que o próprio Código de Trânsito Brasileiro (CTB) diferencia ciclomotores de motocicletas e automóveis.
Outro argumento utilizado é a inexistência no mercado de cursos preparatórios, teóricos e práticos, para formação específica de condutores de veículos ciclomotores, de modo que os usuários estão impossibilitados de obter a ACC, sendo obrigados a apresentar a habilitação.
Assim, a liminar prevê que a União suspenda, no prazo de 48 horas, a contar da intimação da decisão, a obrigatoriedade da habilitação, conferindo aos usuários o direito de conduzir ciclomotores até que seja devidamente regulamentada a ACC.
No dia 31 de julho deste ano, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) publicou uma portaria tirando das prefeituras a reponsabilidade de emplacar as cinquentinhas. De acordo com a resolução, esses veículos já deverão sair das lojas emplacados, uma vez que passariam a ser considerados como qualquer outro veículo automotor.
De acordo com o diretor geral do Departamento de Trânsito da Bahia, Maurício Barcelar, o uso do capacete e o porte da Carteira Nacional de Habilitação também continuariam sendo exigidos.

Como jovem desempregado virou 'rei do frango' assado com empréstimo de R$ 1 mil

Por BBC - Fernanda da Escóssia | 17/10/2015 13:18
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Na Vila do João, o negócio ganhou nome, Frango Assado da Vila, e prosperou embalado pelo aumento do emprego e da renda dos mais pobres




Diego Alves/ECOM/BBC
Com ajuda da família, George dos Santos administra um negócio de sucesso na Maré
Já sabia de cor as ruas de Nova Iguaçu, cidade da Baixada Fluminense, de tanto que as percorrera em busca de trabalho, mas, apenas com o diploma do ensino médio, nada conseguira.

Agora a situação estava um pouco pior: pedira R$ 1 mil emprestados a um amigo para iniciar um negócio próprio, uma venda de frango assado no bairro. Teria de pagar R$ 1,3 mil – juros de 30% – e não via o negócio prosperar.

Do mesmo amigo ouviu o conselho que mudou sua vida e, hoje, nove anos e meio depois, faz do rapaz uma espécie de "rei do frango" no Complexo da Maré, zona norte do Rio: "Rapaz, escolheu o lugar errado. Lugar bom de fazer negócio é na favela".

Favela no Rio não faltava, e George escolheu o Complexo da Maré, ao lado da avenida Brasil, a meio caminho entre a Baixada e o Centro. Andando a esmo, sem conhecer ninguém, puxou papo com uma moradora antiga, que deixou que ele usasse um pedacinho da casa dela para colocar a máquina de assar frango e instalasse na calçada a carrocinha de entrega.

Na Vila do João, o negócio ganhou nome, Frango Assado da Vila, e prosperou embalado pelo aumento do emprego e da renda dos mais pobres. A quentinha custava R$ 5,99, incluindo o frango assado, as batatas coradas no açafrão e a farofa.

"Vi que o pessoal da Maré, na volta do trabalho, queria e podia comprar uma comida de qualidade e preço razoável, que servisse para o jantar e sobrasse para a quentinha do dia seguinte", resume George, que, nove anos depois, vende cerca de 1,7 mil frangos por semana, a R$ 12 a quentinha.

O rapaz com diploma do ensino médio investiu a alma no negócio: trouxe a mãe, a camelô Ana Maria dos Santos, de 54 anos, para comandar a cozinha, e a irmã, Ester, que agregou ao empreendimento outro produto, os caldos, vendidos a partir de R$ 5. Quatro funcionários ajudam a tocar o Frango Assado da Vila.

Neste ano, George investiu R$ 50 mil para comprar o ponto e reformar o lugar. Quer colocar mesinhas, de olho no que os especialistas em marketing chamam de "experiência do cliente" e "parcerias estratégicas": "É para o pessoal poder sentar, ficar mais confortável, beliscar alguma coisa aqui e tomar cervejinha do trailer do vizinho, já que a gente não trabalha com bebida".


Comando Militar do Leste/BBC
Complexo da Maré sofre com violência do tráfico e ficou mais de um ano ocupada pelo Exército
Empreendedorismo

O sucesso de George pode ser atribuído, em parte, a dois fenômenos. Por um lado, com 136 mil habitantes distribuídos em 16 comunidades (segundo o censo de 2010), a Maré retrata bem a expansão do poder de compra das camadas populares brasileiras.

Segundo o Instituto Data Popular, que acompanha as mudanças no mercado consumidor na base da pirâmide social, moradores de favelas brasileiras gastarão, só neste ano, US$ 19,5 bilhões. Os dados resultam de um levantamento feito em setembro em 63 comunidades de todo o país.

Existe um forte mercado consumidor em potencial, mas também um elevado grau de empreendedorismo. Números do Data Popular sugerem que o morador da favela é mais empreendedor que o conjunto da população brasileira. Segundo o instituto, em 2015, 42% dos moradores de favelas disseram ter vontade de ter seu próprio negócio, proporção maior que os 28% de 2013. Entre os brasileiros em geral, 31% querem ser empreendedores; em 2013, eram 23%.


Patrcia Cruz/Data Popular
Renato Meirelles, diretor do Data Popular, diz que empreendedorismo é "valor" entre jovens mais pobres
O diretor do Data Popular, Renato Meirelles, diz que entre os motivos da maior vocação empreendedora do jovem de favela estão o desencanto com a escola e a necessidade financeira, mas também a certeza de que ter seu próprio negócio é uma maneira de se tornar protagonista da própria vida.

"O empreendedorismo é um valor entre os jovens mais pobres, porque eles já sofrem toda sorte de preconceitos. Os exemplos que eles têm de pessoas bem-sucedidas na favela não vêm do emprego formal, vêm de empreendedores", analisa Meirelles, que é autor de Um País Chamado Favela, escrito em parceria com Celso Athayde, fundador da Cufa (Central Única de Favelas), e apresentou mês passado numa sessão na ONU o resultado do trabalho.

Rei do macarrão

O exemplo e o apoio da mãe foram decisivos para o sucesso de Thiago Rodrigues, criado vendendo salgadinhos e marmitas na Baixa do Sapateiro, outra comunidade da Maré.


Rosilene Miliotti/Festival Comida de Favela/BBC
Thiago Rodrigues usou o dinheiro de uma demissão para empreende; hoje, tem dois restaurantes
Em 2006, com 24 anos, só com o diploma do ensino médio, foi demitido do emprego de servente noturno de obras num shopping da zona sul. Com o dinheiro da rescisão e a poupança da mãe, somou cerca de R$ 5 mil para montar um trailer de venda de comida, com pratos à base de macarrão. Coisas caseiras e que ela sabia fazer bem, como macarrão com salsicha ou carne moída.

Experiente no trabalho de atravessar a avenida Brasil para vender comida, Thiago pensou numa embalagem que facilitasse o transporte: inspirado numa marca de venda de comida chinesa, criou caixinhas de papelão para suas massas, cuja fama se espalhou pela Maré e pelos bairros vizinhos.

Graças a um empréstimo bancário de R$ 50 mil, conseguiu comprar em 2012 seu ponto na Maré e abriu no ano seguinte, em sociedade com o cunhado, Felipe Alves, uma filial do Point do Macarrão na Ilha do Governador, zona norte do Rio.

O irmão mais novo, Henrique, de 27 anos, cuida do restaurante da Maré, enquanto Thiago se concentra na unidade da Ilha, que se transformou em seu centro de produção: lá, todos os produtos são lavados, cortados e divididos nas porções exatas.

Depois, abastecem as duas unidades, que têm mesas e fazem entregas, vendendo tanto pelo telefone quanto online. Os pratos de 600 g custam a partir de R$ 14. Segundo Thiago, que tem hoje 25 funcionários, o faturamento mensal dos dois restaurantes é de aproximadamente R$ 80 mil.

Sem pensar em descanso, o rei do macarrão tem dois sonhos agora: criar uma rede de franquias e voltar aos estudos. Thiago fez alguns cursos de gastronomia e gestão, mas acabou abandonando para cuidar do negócio. Agora insiste para o que o irmão Henrique entre na faculdade.

A mãe, Elizabeth Rodrigues, segue no comando da cozinha e inventou a receita do croquete de cordeiro, com o qual o Point do Macarrão disputa o festival gastronômico Comida de Favela, que acontece pela primeira vez na Maré neste ano - e termina hoje.

Dezesseis estabelecimentos das comunidades da Maré participam - o Frango Assado da Vila também concorre. Os visitantes são convidados a votar para escolher os melhores pratos. Os primeiros colocados recebem prêmios em dinheiro.

Planejar é preciso

Gastronomia e cultura, além da área chamada de economia criativa - guarda-chuva que abraça tudo que tem o conhecimento como principal matéria-prima e envolve negócios que vão desde moda até tecnologia -, são os grandes atrativos para os jovens que querem se tornar empreendedores.

Cheios de projetos e sem saber como executá-los, eles chegam à Agência de Redes para a Juventude, organização ligada à ONG Avenida Brasil, que aposta em cultura e empreendedorismo para transformar os jovens de comunidades populares em protagonistas de suas próprias histórias.

Graças a parcerias com a Prefeitura do Rio, o Sebrae e universidades, a Agência financia projetos de jovens de áreas pobres do Rio. Uma banca analisa os projetos e decide quais serão aprovados para receber financiamentos a partir de R$ 5 mil.


Ellen Rose/Agencia de Redes para a Juventude/BBC
Larissa Brito criou uma marca de camisetas e administra o negócio com quatro amigos
Larissa Helena Brito, de 19 anos, moradora da zona oeste do Rio, entrou para a Agência e desenvolve desde 2012 o projeto de uma grife de camisetas com desenhos valorizando as comunidades do Batan e Fumacê, onde vive, e frases usadas pelos jovens.

Ganhou o financiamento e toca o negócio junto com quatro amigos. Compra as camisetas do fabricante por R$ 16, já com o desenho encomendado por ela, e vende por R$ 25 em feiras e eventos.

O Charme Favela, nome de sua grife, foi um dos projetos selecionados pela Prefeitura do Rio com financiamento de R$ 29 mil e prepara agora sua terceira coleção de camisetas, Raiz Negra. Larissa, aluna do terceiro ano do ensino médio, sonha em levar adiante o projeto junto com a faculdade de administração.

Segundo Carla Panisset, coordenadora de Desenvolvimento do Empreendedorismo em Comunidades Pacificadas do Sebrae-RJ, o empreendedor típico de favelas é a mulher negra, na faixa de 40 anos, mas o jovem também é foco da atenção do Sebrae.

"O jovem é o cerne da questão do território, como chamamos hoje. Na questão da violência, quem mais morre é o jovem. Esse jovem de favela tem menor frequência à escola e quer coisas muito diferentes com as quais os pais deles sonhavam", afirma ela.

A especialista diz que, até pela necessidade de ajudar em casa, o jovem de favela é mais empreendedor que o do asfalto, e seu grande desafio é capacitar-se para tocar o negócio. E resume em quatro as dicas iniciais para o jovem - de favela ou de qualquer outra área - que quer se tornar empreendedor:

1. PLANEJAR - É preciso fazer um plano de negócios, definindo bem o que quer fazer e que tipo de negócio terá. A partir daí, é preciso definir o cliente daquela empresa, ou seja, o tipo de público: será o público geral, será para jovens, será para o público da própria favela ou não? E listar também possíveis fornecedores, onde você irá buscar os insumos que utilizará no negócio.

2. BUSCAR CRÉDITO PRODUTIVO – Se precisar de um empréstimo, a dica é buscar o crédito em bancos, serviços e agências de fomento especializadas e voltadas para pequenos empreendedores. Esses serviços podem oferecer crédito sem os juros altos cobrados pelos financiadores tradicionais.

3. FORMALIZAR A EMPRESA – criar uma empresa ou se transformar em MEI (microempreendedor individual) permite que o empreendimento ganhe vários benefícios fiscais, como o direito de pagar menos imposto, emitir nota fiscal e comprar no atacado.

4. ESTUDAR – O sucesso do seu empreendimento está diretamente ligado ao nível de informação que você possui sobre aquele negócio. Portanto, é preciso estudar, tanto concluindo o ensino formal, para quem não o tem, como buscando cursos de qualificação na área em que o empreendedor resolveu investir energia, tempo e dinheiro.



Leia tudo sobre: mei • favela • empreendedorismo • empréstimo • jovens

"A Fazenda": clima esquenta e Li Martins e JP transam debaixo do edredom

Por iG Gente | 18/10/2015 11:39 - Atualizada às 18/10/2015 12:06
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Casada ou solteira? Comunicado enviado à imprensa esclarece "a situação matrimonial" da ex-Rouge

O clima esquentou em "A Fazenda". Após a Festa do Pijama, na madrugada de sábado (17), JP Mantovani se deitou para dormir e logo teve a companhia de Li Martins.


Reprodução
Li Martins e JP fazem sexo sob edredom


Os dois juntos debaixo das cobertas não é novidade, mas desta vez eles não aguentaram e tudo indica que eles transaram sob o edredom. Com movimentações e gemidos, ficou claro o que estava acontecendo ali.

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Tanto que Quelynah logo tratou de confirmar para Ana Paula Minerato, Thiago Servo, Rebeca Gusmão e Luka Ribeiro, que ainda conversavam na cozinha, que realmente "rolou" entre Li e JP.


Reprodução
JP e Li Martins: rolou!


Ex-marido?

No sábado (17), a assessoria da ex-Rouge disparou um comunicado informando que Li está solteira desde dezembro de 2014, como a própria peoa declarou dentro do reality. A declaração, no entanto, pegou o marido, Matheus Herriez, vocalista da banda Broz, de surpresa e ele apagou todas as fotos do casal nas redes sociais. "Independente da situação matrimonial e pessoal da artista, Li Martins e Matheus Herriez são muito amigos, parceiros, cúmplices e torcem pela felicidade um do outro", informa a nota, que confirma que Li e Matheus viviam sob o mesmo teto.

Leia o comunicado na íntegra:

"Durante o confinamento, a cantora teria dado a declaração de que está solteira desde dezembro de 2014. O fato é verídico. Devido a um grave problema ocorrido neste período, o casal encontra-se em separação de corpos, mas com o casamento judicial ainda vigente. Durante esse período, existiram algumas tentativas, por parte do Matheus, de se retratar e reatar o relacionamento.

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Com perspectiva de crescimento profissional e marketing, Matheus Herriez, seu ex-esposo, usou a internet para transparecer que os dois ainda estariam com o casamento em curso normal, mas foi da vontade de nossa artista expor a situação verdadeira dentro do reality. Com isso, Matheus apagou todas as fotos de Li de suas redes sociais, não por falta de apoio à peoa, mas porque, dada às cincunstâncias, as fotos com ela viraram alvo de ataques injustos, e tendo a ciência disso e reconhecendo sua responsabilidade, retirou as imagens para que não prosseguissem com as ofensas errôneas e dando prato cheio para sensacionalismo da mídia em geral, afinal, o comportamento da peoa dentro de 'A Fazenda' é completamente compatível com a situação atual em que ela se encontra, e isso não o incomoda. Nosso compromisso é com a verdade e não temos a intenção de usar nosso público como peça desse jogo do show business.

A partir de hoje, qualquer declaração difamatória proferida que possa comprometer a imagem de Li será analisada e levada ao poder jurídico, se necessário. Independente da situação matrimonial e pessoal da artista, Li Martins e Matheus Herriez são muito amigos, parceiros, cúmplices e torcem pela felicidade um do outro. Até o momento do confinamento, Matheus ainda residia na casa de Li Martins".



Leia tudo sobre: Li Martins • A Fazenda • sexo • JP Mantovani

Duas crianças com menos de 5 anos são raptadas e estupradas na Índia

Por iG São Paulo | 18/10/2015 10:26 - Atualizada às 18/10/2015 10:39
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Onda de crimes recoloca o país no centro da discussão mundial a respeito da violência sexual e inação do governo


Reprodução/BBC
Mulher de 23 anos foi repetidamente estuprada por diferentes homens depois de ter sido sequestrada
Duas crianças, uma de 5 e outra de 3 anos, foram estupradas no sábado (17) em Nova Deli, capital da Índia, em mais uma onda de crimes dessa natureza que coloca o país no centro de uma discussão internacional a respeito de violência sexual e da imobilidade do governo. Na semana passada, uma menina de quatro anos foi estuprada na capital indiana. A polícia prendeu um homem de 25 anos de idade, suspeito do ataque.

As duas meninas violentadas no sábado passam por tratamento médico, mas estão fora de perigo, segunda a polícia.

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Segundo a imprensa internacional, os ataques ocorreram separadamente. Uma menina de dois anos foi raptada por dois homens e abusada. Depois do estupro a pequena menina foi deixada em um parque perto de sua casa. De acordo com relatórios da polícia, ela estava sangrando muito quando foi encontrada.

Em outro crime na cidade, uma menina de cinco anos foi estuprada por três homens no leste da cidade. A polícia afirma que ela foi atraída para a casa de um vizinho, onde ela foi estuprada repetidamente.

Dois anos atrás, a Índia tem tentado reforçar as suas leis contra violência sexual após o assassinato brutal de uma estudante morta após sofrer um estupro coletivo dentro de um ônibus, por uma gangue de estupro.



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sábado, 17 de outubro de 2015

Greenpeace - Pesca de arrasto de profundidade

https://www.youtube.com/watch?v=aoxJdiEx4hA

FERIADO Saiba a programação do Dia dos Comerciários 2015


 
O Sindicato dos Comerciários de Fortaleza, em razão de compromisso e luta em defesa da categoria, irá celebrar no dia 19/10 (segunda-feira), no Centro de Formação dos Comerciários, às 09 horas, uma das datas mais importantes do ano: o Dia do Comerciário! Em razão disso, todo o comércio de Fortaleza será fechado neste feriado.
 
PROGRAMAÇÃO
A animação da festa  será com as bandas Bota pra Moer e Caviar com Rapadura! Além disso a categoria comerciária poderá participar do sorteio de uma moto, diversos brindes, ações sociais (corte de cabelo, verificação de pressão, teste de glicemia etc). A entrada e a feijoada será gratuita para todos os sócios e dependentes do Sindicato mediante apresentação da carteirinha da entidade. Para convidados dos sócios o valor da entrada será de R$ 10,00.
 
 
TRANSPORTE
Haverá ônibus para os comerciários saindo do Sindicato dos Comerciários (Av. Tristão Gonçalves, 803 – Centro) em direção ao Centro de Formação. O horário de saída será das 08 às 11 horas, com retorno à sede a partir das 15 horas. 
 
 
REINAUGURAÇÃO
Este ano a atividade será realizada no Centro de Formação, localizado na Av. Dom Almeida Lustosa, 550, Jurema, Caucaia-CE. O evento marca a grande reinauguração de mais uma fase do Centro de Formação para a categoria comerciária.
 
AVANÇAR PARA CONQUISTAR!
O dia dos Comerciários marca também lançamento da Campanha Salarial 2016! Período onde o Sindicato intensifica ainda mais a luta e defesa dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras do comércio de Fortaleza.  
Fonte: Victor Hudson / SEC FORTALEZA
Última atualização: 14/10/2015 às 10:09:51

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