EMPREENDEDOR DE SUCESSO

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Seguro de carro fica mais caro, mas é possível economizar até 70%; veja como

Em tempos de crise, as soluções para conseguir baratear a apólice estão numa boa pesquisa de preços e na adoção de outros mecanismos de segurança
Priscila Natividade (priscila.oliveira@redebahia.com.br)
Atualizado em 22/10/2015 08:52:12
  
Quem tem automóvel, além de ver o preço da gasolina aumentar durante o ano, também deve ter sentido no bolso um acréscimo de 20% a 30% no valor do seguro em comparação  com   o ano passado. A estimativa é de  corretoras de seguros que atuam no mercado baiano ouvidas pelo CORREIO. Em tempos de crise, as soluções para conseguir baratear a apólice estão numa boa pesquisa de preços e na adoção de outros mecanismos de segurança como travas e rastreadores. Um estudo feito pela Proteste Associação de Consumidores aponta que  é possível reduzir o valor do seguro em até 70%  (veja no infográfico abaixo).
E foi justamente uma pesquisa de preço  que fez o administrador Carlos Muhana, dono de um Corolla que renovou o seguro há 15 dias. “A diferença de uma empresa chegou a R$ 2 mil”, conta. O administrador acabou encontrando a melhor oferta na renovação do seguro que já possuía, que deu um bônus com desconto de 40%.
O administrador Carlos Muhana viu o valor do seguro variar em R$ 2 mil de uma seguradora para outra
(Foto: Marina Silva/CORREIO)
“A pesquisa foi fundamental, até para que eu pudesse correr atrás de um desconto na seguradora que eu já estava”.  A apólice saiu por R$ 2,7 mil. No ano passado, Muhana pagou R$ 2,4 mil.  “Os preços estão realmente muito salgados. A variação de uma seguradora para outra é absurda”, constata.
O levantamento da Proteste levou em conta as cotações de preço nas 12 maiores seguradoras de automóveis, conforme o ranking da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Em 2014, o valor do prêmio médio, considerando somente as coberturas de casco e assistência, foi de R$ 1.392,12. O valor é 4,8% superior ao prêmio médio de 2013.
Economia  
Segundo o assessor técnico da Proteste Rodrigo Alexandre,  o preço do seguro vai variar  conforme a seguradora e as coberturas que o consumidor tiver interesse.  “O que mais encarece  é o perfil do consumidor e os serviços adicionais. Além disso, quanto maior o risco, maior será o valor do seguro”, explica.
A assessora parlamentar Maiana Brito também não abriu mão de comparar várias seguradoras antes de renovar a proteção do seu Fiat Palio. “Fiz uma boa pesquisa e consegui reduzir o valor do seguro em R$ 700”, relata.
Maiana não pensou duas vezes em trocar de seguradora para reduzir o valor da apólice. “Sempre tive o mesmo seguro, mas mesmo com as bonificações, o valor ainda ficou muito além do que eu podia pagar”. Em outra empresa, o seguro que sairia por R$ 2,5 mil ficou em R$ 1.794. “No fim das contas saiu até abaixo dos R$ 2 mil que havia estipulado gastar”.
Sinistros
Na Bahia, de janeiro a junho deste ano, 3.636 veículos foram roubados (contra 3.159 no mesmo período de 2014, - 13%). O bairro com mais  registros de ocorrências é Itapuã, seguido por Boca do Rio e Brotas. Roubos, furtos e acidentes (sinistralidades) são  fatores determinantes no preço do seguro, como explica a gerente da sucursal da Porto Seguro na Bahia, Meiry Sakaguchi. “O seguro de automóvel no Brasil tem o preço relativo ao risco que representa”.
A disponibilidade de peças para reparos pelo fabricante também interfere muito, como acrescenta o diretor de seguro automotivo da HDI Seguros, Fabio Leme. “As vendas de carros novos estão caindo severamente se comparadas com os anos anteriores, e os valores das peças e da mão de obra estão subindo, com o efeito do aumento da inflação”, ressalta.
Alguns itens que tornam o valor do seguro mais barato
Equipamentos de segurança - Alarmes e travas, por exemplo, podem reduzir o valor do prêmio.
Âmbito territorial Vale verificar na oferta do seguro  a abrangência da cobertura. 
Serviços adicionais É preciso avaliar item por item. A tendência é de um valor mais baixo para o seguro quando há menos itens a  proteger.
Cobertura básica  - A Proteste Associação de Consumidores recomenda o pacote básico com a cobertura compreensiva - formada pela a Cobertura de Responsabilidade Civil e de Acidente Pessoal de Passageiros e com o pacote de assistência pessoal 24 horas. 
Localização geográfica  De acordo com a região em que se usa o carro (pelas estatísticas de furtos e roubos), pode se pagar mais ou menos.
Bônus - Lembre-se de informar ao corretor qual é a sua classe de bônus, porque ela não é incluída automaticamente e não são todas as seguradoras que explicam isso com detalhes no contrato de prestação de serviços.
Consumidor precisa ficar de olho na apólice e no contrato
Na hora de tentar baratear o seguro, é preciso ficar atento para não acabar comprometendo a cobertura de itens importantes. Segundo o advogado especialista em Direito do Consumidor, Dori Boucault, é necessário, antes de tudo, ler com atenção as propostas e fazer um comparativo. “Parece uma recomendação óbivia, mas muitos problemas poderiam ser evitados se todo mundo lesse e conhecesse muito bem a sua apólice”.
Entre as principais queixas está a demora no retorno da análise em caso de perda total e na extensão da cobertura. “O seguro vai oferecer mil coisas para você não deixar de gastar, mas só contrate o que atende ao seu perfil, sempre de olho nas condições que a empresa oferta”. Sobre as promessas de bônus e descontos, Boucault diz que ainda assim é importante fazer uma boa pesquisa. “Qualquer desconto ou bonificação precisa ficar muito claro no contrato”, enfatiza.

Ultima Edição do ano do Café com Afeto encontro filosófico, acontece no dia 29/10, com o Tema Porque compramos tanto? Consumismo: Causas e Soluções



Na história da humanidade o ser humano nunca consumiu tanto e jamais sentiu-se tão insatisfeito como hoje. Não são poucos os casos que chegam aos consultórios de psicólogos e psiquiatras com queixas de que por mais que tenham conseguido alcançar seus objetivos profissionais e matérias e não sentem-se felizes.
Relatam que não conseguem nem usufruirprazerosamente o fruto do trabalho, pois a partir do momento que adquirem o bem, em um período muito curto de tempo, já se colocam em busca de adquirir

outro bem. Grande número de pessoas, apresentam uma sede insaciável por comprar, uma compulsão que as tem colocado em situações de conflito familiar e dificuldades financeiras.

E ai eu pergunto: qual o real motivo que as leva a se jogar nessa roda insaciável por comprar e comprar?
Gizelda Capilé
Gizelda Capilé, psicóloga Junguiana e estudiosa dos processos de desenvolvimento do ser humano e da depressão, cita uma frase de Rumi que pode clarear este horizonte tão nebuloso, a frase é: “Talvez vocêesteja procurando nos galhos o que só encontramos nas raízes “ Gizelda também pontua que “todos temos complexos,

o problema é quando o complexo nos tem “. Em uma visão psicológica junguiana, podemos dizer que adoecemos quando, num impulso egóico, deixamos de ouvir os anseios da lama e passamos a atender apenas ás necessidades do corpo.
Saulo Gouveia
Saulo Gouveia, consultor de finanças pessoais eorganizacional, coloca que o estresse, ansiedade, medo, insegurança, são sentimentos comuns aos cidadãos que vivem atolados em dividas.

Sê fossemos realizar uma pesquisa sobre o percentual das doenças derivadas dos males adquiridos dos hábitos das pessoas alavancadas financeiramente, creio que o resultado seria no mínimo alarmante.

Saulo ainda fala que o crédito farto é uma realidade e a cultura do endividamento é ampliada pelas propagandas apetitosas.

Hoje, mais da metade de nossa população estáendividada e não sabe como sair dessa.
DIA 29/10 AS 19 H
LOCAL: MUSEU HISTÓRICO DE MATO GROSSO (Praça da Republica, 131)
Reservas: espaco8br@gmail.com ou (65) 9675-1888
Entrada: 1 litro de leite
Essa será a última edição do ano do Café com Afeto que retorna em março de 2016 com mais seis edições.


quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Para tentar medicina no Enem, jovem larga empregos e graduações no PA

Cássia cursava farmácia e música, dava aula de música e integrava orquestra.
Estudante vai tentar medicina em cinco instituições do Brasil.

Do G1 Santarém
Em anos anteriores, Cássia foi aprovada em 1º lugar em nutrição na UFAC e 2º lugar em Odontologia na UFRJ (Foto: Maria Clara Monteiro)Esta é a tecerira vez que Cássia tenta passar em medicina por meio do Enem (Foto: Maria Clara Monteiro)
"Eu preciso de um curso que me satisfiça completamente”. Foi com este pensamento que a estudante de Santarém, oeste do Pará, Cássia Santos do Amaral, de 25 anos, decidiu largar dois empregos e duas graduações para focar no sonho de se formar em medicina. Esta é a terceira vez que a jovem vai tentar ingressar no curso por meio do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
Algo dentro de mim sempre ficava me dizendo que não era aquilo que eu queria fazer"
Cássia do Amaral, 25 anos, estudante
Quando fez o exame pela primera vez, Cássia trabalhava como professora de flauta doce, musicalização e percussão, integrava uma orquestra e era acadêmica dos cursos de farmácia e música, mas percebeu que para passar em medicina teria que se dedicar exclusivamente a isso. “Eu já havia tentado outros vestibulares enquanto eu estava em duas faculdades, mas nunca chegava perto porque não tem condições de tentar medicina fazendo várias coisas ao mesmo tempo. Medicina é um projeto que leva, dois, três anos, ou até mais. Então eu precisava ficar focada. Eu tive a consciência de abrir mão de tudo que eu estava fazendo para tentar esse curso”, destacou.
Além das aprovações nos cursos de farmácia e música, os quais chegou a cursar, a jovem contou que também já foi aprovada em 1º lugar no curso de nutrição na Universidade Federal do Acre  (UFAC) e em 2º lugar no curso de odontologia na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mas nenhuma das conquistas realizaria o sonho que vinha com ela desde a infância: atuar como médica. “Eu sempre fui interessada em pessoas, em gente, em trabalhar em casos clínicos. Vi que não tinha interesse em trabalhar limitada em laboratório [como farmacêutica]. Queria mesmo era trabalhar com doentes. Algo dentro de mim sempre ficava me dizendo que não era aquilo que eu queria fazer”, explica.
Apoio da família
Cássia ressalta que quando decidiu largar tudo para se dedicar ao Enem, o apoio da família foi fundamental. A estudante tem uma irmã que é enfermeira e outra que deve se formar em medicina no mês de novembro. "Quando minha irmã passou no curso de medicina, comecei a me interessar ainda mais pelas coisas que ela vivenciava na universidade. Achava o máximo as coisas que ela contava. Foi o que levou a dar essa reviravolta na minha vida e ir atrás do que eu queria realmente. Minha irmã é o meu espelho. É o exemplo de vida que eu tenho pra mim. Acima de tudo, ela é minha maior incentivadora para realizar meu sonho”.
Cássia do Amaral usa a experiência que teve com a música como aliada nos estudos (Foto: Maria Clara Monteiro)Cássia do Amaral usa a experiência que teve com
a música como aliada nos estudos para o Enem
(Foto: Maria Clara Monteiro)
A música como aliada
Após 12 anos de envolvimento com a música, a arte passou a se tornar uma aliada na rotina de estudos de Cássia. Ela diz que quando fica cansada com a rotina intensa de estudos, procura ouvir música clássica para relaxar e se concentrar. “A música nunca vai sair de mim. Algumas horas do meu dia eu tiro para escutar música, seja o tipo que for. É um tipo de terapia para mim. As vezes a gente está tão ocupada, focada e desesperada que é preciso parar um pouco. E quando a gente estuda música, trabalhamos várias partes do cérebro. A gente estuda partitura, tem que prestar atenção no maestro, tem que saber o que o colega está tocando ao lado, tem que se ouvir também. Então tudo isso faz com que a gente aguce mais a nossa concentração”.
Ler revistas e acessar a internet também são meios que a estudante usa para se manter atualizada do que acontece no dia a dia. “O Enem é uma prova de vida. Não existe só técnica na prova, então além do que a gente estuda no cursinho e em livros, a gente precisa estar informado do que acontece no mundo, o que ajuda também na construção da redação”, destaca.
Cássia irá prestar vestibular para a Universidade Estadual do Pará (UEPA) e Universidade Federal do Pará (UFPA) com as notas do Enem. Ela também tentará uma vaga para medicina no Centro Universitário do Pará (Cesupa), na Universidade Federal de Roraima (UFRR) e no Centro Universitário São Camilo, em São Paulo.
A estudante está confinante no exame este ano. “Após a minha dedicação exclusiva para o Enem, eu estou confiante e segura para realizar a prova. Espero e desejo ser aprovada este ano, e caso eu não consiga, continuarei tentando até conseguir uma vaga”, conclui.

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Modelo desafia pressão de agência para perder peso e lança alerta em redes sociais

Britânica de 1,72 m que vestia entre 34 e 36 ouviu que era 'grande demais'; 'Me recuso a sentir vergonha e tristeza por não alcançar padrões de beleza ridículos e inatingíveis'.

Da BBC
 Howard ouviu que seu corpo era 'curvilíneo' demais para uma modelo  (Foto: Charli Howard/BBC)Howard ouviu que seu corpo era 'curvilíneo' demais para uma modelo (Foto: Charli Howard/BBC)
Ela tem 1,72 m e veste entre 34 e 36. Mas, para uma agência de modelos britânica, Charli Howard estava "muito grande" e "fora de forma" para ser modelo.
A resposta veio em uma carta aberta (sem meias palavras) no Facebook. Howard mandou a agência "se fu**r" e disse que não iria mais se esforçar para perder peso.
"Me recuso a me sentir envergonhada e triste todos os dias por não alcançar seus padrões de beleza ridículos e inatingíveis", disse ela.
"Quanto mais vocês fazem a gente perder peso e ser pequena, mais os designers têm que fazer roupas que caibam na gente, e mais garotas estão ficando doentes. Não é mais esta imagem que eu escolho representar", disse ela.
Nas redes sociais, a mensagem foi compartilhada por milhares de pessoas, e a modelo recebeu centenas de mensagens de apoio.
"Não esperava isso", disse a modelo de 23 anos em entrevista à BBC. "O trabalho de modelo é muito solitário e achei que estaria sozinha nessa. Mas o fato de ter sido tão compartilhado mostra que isso está afetando todo mundo: homens, mulheres, transgênero, pessoas de culturas diferentes. É um problema mundial."
 'Quero uma agência que respeite a mim e ao meu corpo", disse modelo  (Foto: Charli Howard/BBC)'Quero uma agência que respeite a mim e ao meu corpo", disse modelo (Foto: Charli Howard/BBC)
Howard afirmou que havia chegado a seu limite quando passou a questionar se vestir 34 e 36 - seu manequim natural, segundo ela - realmente era muito. "Mas percebi que o problema não era comigo", disse.
Para ela, o governo deveria fazer alguma coisa para impedir essa situação e ensinar jovens a terem uma atitude positiva em relação a seu corpo.
Na França, por exemplo, a luta contra a anorexia levou à criação de uma lei que proíbe a atuação de modelos com índice de massa corporal (IMC) muito baixo.
"Acho que estamos começando a ver uma mudança em termos de mais diversidade étnica, e temos mais modelos 'plus size' ficando famosas. Gostaria de pensar que algo poderia mudar", afirmou.
"O trabalho de modelo por si só é fantástico. Mas se eu for contratada de novo, espero que seja em uma agência que respeite a mim e ao meu corpo", conclui.
Debate
 Modelo diz que exigência de magreza acaba fazendo garotas ficarem doentes  (Foto: Charli Howard/BBC)Modelo diz que exigência de magreza acaba fazendo garotas ficarem doentes (Foto: Charli Howard/BBC)

A ex-modelo Natasha Devon diz que, infelizmente, o debate é antigo.
"Me aposentei há 15 anos e estávamos debatendo exatamente isso naquela época. Fico triste de que ainda não foi resolvido. O problema é que um passa o problema para o outro: as agências, os designers, as revistas, quem faz os desfiles. Quem vai se responsabilizar por isso?", diz.
A deputada conservadora britânica Caroline Nokes contou à BBC que ouviu diversas modelos e pais de modelos dizendo que algumas mulheres que vestem 36 estão ouvindo que precisam perder peso para "chegar ao osso".
"Mas elas são mulheres, não podem perder estrutura de osso, não podem fazer seus quadris serem tão estreitos como os de uma menina de 14 anos", diz ela.

Cinegrafista que chutou refugiado diz que vai processar Facebook

Jornalista húngara deu entrevista a jornal russo.
Ela diz que rede social não tirou do ar grupos com ameaças de morte a ela.

Do G1, em São Paulo
Sequência mostra homem correndo com criança e tropeçando na perna da cinegrafista húngara (Foto: Reuters/Marko Djurica)Sequência mostra homem correndo com criança e levando rasteira da cinegrafista húngara (Foto: Reuters/Marko Djurica)
A cinegrafista húngara que foi flagrada chutando um refugiado e dando uma rasteira em outro que corria com seu filho no colo em setembro deste ano disse que vai processar o Facebook.
Em entrevista publicada pelo jornal russo "Izvestia" na terça-feira (20), Petra Laszlo afirmou que recebeu ameaças e que o Facebook teria se recusado a tirar do ar grupos que pediam sua morte, apesar de remover páginas que a apoiavam.
"Acreditamos que o Facebook teve um enorme papel na minha situação. Ele ajudou a inflamar as pessoas contra mim. Pretendemos ir à justiça contra o Facebook", disse ela ao jornal.
Petra contou ao jornal que há pessoas oferecendo US$ 20 mil por sua morte. Ela disse que na primeira semana após o episódio ficou sem sair de casa, sem comer e dormir. Disse também que ainda sente medo e que pensa em se mudar para a Rússia com a família.
A cinegrafista falou ainda que vai provar que Osama Abdul Mohsen, o refugiado que aparece no vídeo levando uma rasteira dela com o filho no colo, está errado.
Demissão

As imagens de Petra Lazlo dando chutes em migrantes, incluindo crianças, provocaram repúdio naHungria e no exterior.
O N1TV, canal de televisão ligado à extrema-direita para o qual a cinegrafista trabalhava, anunciou sua demissão de maneira imediata por comportamento "inaceitável".
"Estava filmando quando centenas de refugiados romperam o cerco policial. Um deles tropeçou em mim e entrei em pânico", disse ela em uma carta, em sua primeira reação pública.
Também em setembro, a justiça húngara abriu uma investigação criminal contra ela.
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