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quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Veja 10 perguntas de pais e alunos sobre a reestruturação escolar em SP

Secretaria divulga nesta sexta escolas que serão afetadas por mudança. 
G1 ouviu dúvidas de pais, professores e alunos da rede estadual de ensino. 

Anne BarbosaDo G1, em São Paulo
Alunos, pais, funcionários, diretores e professores fazem perguntas sobre a reorganização do ensino em São Paulo (Foto: Anne Barbosa/G1)Alunos, pais, funcionários, diretores e professores fazem perguntas sobre a reorganização do ensino em São Paulo (Foto: Anne Barbosa/G1)
A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo vai divulgar nesta sexta-feira (23) asescolas que serão afetadas pela reorganização no ensino da rede estadual, que passa a valer a partir de 2016. A ideia é que boa parte das mais de 5 mil escolas sejam divididas por ciclos, separando alunos do ensino fundamental I, ensino fundamental II e ensino médio em escolas diferentes.
Segundo o secretário Herman Voorward, a mudança será "gradativa". Voorwald afirmou que a intenção da mudança não é fechar escolas. "Toda ação foi preparada para que não faltasse espaço para as crianças.  Nós vamos mexer com mais de 2,9 mil salas ociosas", afirmou.
O governo diz que a rede tem capacidade para 6 milhões de alunos, e atualmente conta com 3,8 milhões de matrículas, a ideia é reagrupar os estudantes. segundo a faixa etária, respeitando a meta de cada ciclo: até 30 alunos do 1º ao 5º ano do ensino fundamental; até 35 alunos do 6º ao 9º ano do fundamental e até 40 alunos no ensino médio.
A pasta prevê um aumento de 25% das escolas de segmento único e que as mudanças atinjam um milhão de alunos matriculados. Estes alunos deverão mudar de escola para uma unidade que fique até 1,5 quilômetro da atual. As escolas que serão disponibilizadas devem virar creche, Etecs ou Fatecs.
O anúncio das mudanças provocou protestos em várias cidades. Muita gente tem dúvidas sobre o que vai acontecer e se muitas escolas serão fechadas. Por isso, o G1 reuniu abaixo 10 perguntas de pais, professores, funcionários e alunos sobre essa reorganização. Quem responde é a secretária-adjunta, Irene Miura, da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (veja nos vídeos abaixo).
1) “Com essa mudança algum aluno tem o risco de ficar sem vaga?”
- Nicolas Henrique dos Santos Costa, 16 anos, aluno da E. E. Padre Saboia de Medeiros
RESPOSTA: 
"Eu posso te garantir que nenhum aluno ficará sem vaga. A obrigação da nossa rede pública é oferecer vagas e universalização de ensino para os alunos da rede pública."
- Irene Miura, secretária-adjunta da Secretaria Estadual da Educação

2) “Qual é o critério que a Secretaria da Educação utiliza para diferenciar uma escola de tempo integral, que é uma escola de custo alto, para uma escola com 800 ou 1 mil alunos que precisa ser fechada por ter um custo também alto”
- Denise Maria Elisei, diretora da E. E. Padre Saboia de Medeiros
RESPOSTA:
"Na verdade, a questão da economia não está em pauta. Quando segmentamos as escolas em ciclos, temos crianças com ambientes melhores para desenvolver o projeto pedagógico e adolescentes com espaços mais adequados, com laboratórios e para se preparar para o mundo do trabalho. É óbvio que eu vou ter melhores resultados nesses segmentos."
- Irene Miura, secretária-adjunta da Secretaria Estadual da Educação

3) “Por que a escola vai fechar e o que eles vão querer fazer com a escola?”
- Silas Ramos, 7 anos, aluno da E. E. Dom João Maria Ogno
RESPOSTA DA SECRETARIA DA EDUCAÇÃO:
"Eu adorei a sua pergunta, primeiro porque ela é muito perspicaz e ela mostra uma preocupação genuína com a escola. O que está sendo muito divulgado é a expressão 'fechar escola'. Fechar é diferente de disponibilizar escola. Fechar escola significa que eu não vou fazer mais nada com ela. Disponibilizar escola significa que eu vou dar uma outra destinação de utilização desse espaço, que antes era uma escola e que pode ser uma outra escola. O que a gente está tentando garantir é que esse espaço seja usado pra um equipamento educacional, que pode ser uma escola técnica, Fatec ou uma creche."
- Irene Miura, secretária-adjunta da Secretaria Estadual da Educação

4) “Fui informada que minha escola vai fechar, porém não me deram opção para onde quero ir. A distância máxima de transferência seria de 1,5 quilômetro, mas estão querendo me mandar para uma escola a 2,9 quilômetros de distância. Por quê?”
- Luiza Dias da Paz Silva, 15 anos, aluna da E. E. Padre Saboia de Medeiros
RESPOSTA DA SECRETARIA DA EDUCAÇÃO:
“O estudo levou em consideração 1,5 quilômetro entre as escolas que poderão ser afetadas. Não são todas as escolas do estado que vão passar pela reorganização. Existem polos de escolas que foram estudadas. Se você estiver entre as escolas que serão reorganizadas, a sua escola vai ter o cuidado de fazer esse estudo para alocar os alunos nesse parâmetro de 1,5 quilômetro."
- Irene Miura, secretária-adjunta da Secretaria Estadual da Educação

5) “Por que não se abrem novas escolas e, sim, fechando as que têm? Por que também não aumenta a qualidade das escolas, tanto estrutural quanto de ensino?”
- Vicente Ribeiro Loiola Júnior, pai e funcionário de escola estadual
RESPOSTA DA SECRETARIA DA EDUCAÇÃO:
"É um problema de gerenciamento que todo gestor público precisa ter como uma postura de responsabilidade. Então, se eu tenho uma queda na taxa da natalidade nos últimos 14 anos, isso significa que eu estou tendo menos demanda para os alunos que estão procurando as nossas escolas. Isso quer dizer que há salas ociosas. É uma atitude bastante corajosa da administração púbica entender que para eu dar uma melhor qualidade para o teu filho, para ele estudar, é preciso segmentar as escolas por ciclos. Quando você fala da questão de melhorar a estrutura, obviamente a manutenção tem de se dar todos os dias. Existem unidades volantes no Estado inteiro que fazem pequenos consertos. Mas, a manutenção é programada."
- Irene Miura, secretária-adjunta da Secretaria Estadual da Educação


6) “Eu gostaria de saber o porquê, com uma mudança tão grande como essa, vocês não vieram perguntar a minha opinião e a dos outros alunos?”
- João Victor Oliveira Silva, 16 anos, aluno da E. E. Padre Saboia de Medeiros
RESPOSTA DA SECRETARIA DA EDUCAÇÃO:
"Eu já tive a sua idade e eu também faria a mesma pergunta. Agora, eu gostaria que você entendesse que nós temos uma rede de mais de 4 milhões alunos, 5 mil escolas e 200 mil professores. A nossa secretaria tem que ter uma corresponsabilidade com a passagem dessa comunicação com os alunos. Quem faz esse papel é o dirigente regional. Ele representa o secretário da educação lá na sua região. Onde você estuda, com certeza, os dirigentes estão conversando com seus diretores, com seus professores e com a comunidade escolar. Eu gostaria que você tivesse um pouquinho de paciência, porque um processo de comunicação gigante como esse precisa ser escalonado e daqui da nossa secretaria ficaria praticamente impossível falar com toda a comunidade escolar."
- Irene Miura, secretária-adjunta da Secretaria Estadual da Educação

7) “Como a secretaria acha que vai melhorar a educação fechando salas de aula e demitindo mais professores?”
- Marcos Kauê, presidente União Municipal dos Estudantes Secundaristas de SP (Umes)
RESPOSTA DA SECRETARIA DA EDUCAÇÃO:
"Tivemos uma reunião aqui na secretaria com representantes de alunos. Gostaria que vocês tivessem ciência que essa questão de demitir professores não está na nossa pauta. Só para te dar um exemplo, no dia 15, Dia dos Professores, nós chamamos mais de 5 mil professores concursados.”
- Irene Miura, secretária-adjunta da Secretaria Estadual da Educação

8) “Como vai ficar a superlotação das salas e a qualidade do ensino? Isso vai mudar muito para os alunos, porque por enquanto está bom, mas quero ver se mais para frente vai estar bom.”
- Cecília Karina dos Santos Assis, 15 anos, aluna, E. E. Padre Saboia de Medeiros
RESPOSTA DA SECRETARIA DA EDUCAÇÃO:
“A reorganização vem baseada no estudo das salas ociosas. Uma rede que foi programada nos últimos 20 anos para receber 6 milhões de alunos e hoje tem mais ou menos 4 milhões, contando com a queda da natalidade que a fundação Seade fez, nós precisamos, no mínimo, como gestores públicos, reorganizar a rede nesse sentido para otimizar a utilização desses espaços. Infelizmente em educação, a gente não consegue um resultado de curto prazo. Mas nós precisamos acreditar que a gente vai melhorar essa educação.”
- Irene Miura, secretária-adjunta da Secretaria Estadual da Educação

9) “O que vai acontecer com os pais que têm mais de um filho na escola em séries diferentes?”
- Sandro Delrio, pai de aluna da E. E. Dom João Maria Ogno
RESPOSTA DA SECRETARIA DA EDUCAÇÃO:
"Eu entendo sua preocupação, mas primeiramente precisamos saber se seus filhos estão envolvidos nesse processo. É importante aguardarmos a lista das escolas que estarão envolvidas nesse processo. Eu te peço para atualizar seus dados de endereço no sitewww.atualizeseusdados.educacao.sp.gov.br. A escola vai estudar os casos, e o seu caso é um caso específico e merece um cuidado especial."
- Irene Miura, secretária-adjunta da Secretaria Estadual da Educação

10) “Para onde vão os deficientes visuais que a gente tem na escola? Nós somos uma das poucas escolas na zona leste com inclusão social”
- Douglas Rodrigues dos Santos, 17 anos, aluno da E. E. Dom João Maria Ogno

RESPOSTA DA SECRETARIA DA EDUCAÇÃO:
"Nós investimos nas nossas escolas para que elas se tornem acessíveis. Então, nesse caso que você está falando, se aluno tem necessidade especial e tiver nesse movimento de reorganização, ele com certeza irá para uma escola acessível, que tenha os recursos adequados para receber esse aluno com necessidades especiais."
- Irene Miura, secretária-adjunta da Secretaria Estadual da Educação
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Fuso no Acre fará candidato do Enem trocar almoço por barra de cereais

Com horário de verão, Acre está com 3h de diferença em relação a Brasília.
'Preciso comer algo doce para ver se me dá energia', diz candidato.

Caio FulgêncioDo G1 AC
Sai o arroz e o feijão e entram as barras de cereais nos almoços de sábado (24) e domingo (25) dos candidatos ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no Acre. No estado em que os portões fecham às 10h, por causa do fuso horário de três horas em relação a Brasília, os candidatos, além de dominar o conteúdo e o nervosismo, terão também que driblar a fome durante a maratona de provas.
Alimentos leves são as melhores opções, de acordo com a nutricionista Rosiany Reis. Segundo ela, além da alimentação nos dias de exame, o candidato deve se preocupar também com a noite anterior.
"Nos dias do exame, o ideal é que os candidatos levem barra de cereais, castanhas, biscoitos integrais, nada gorduroso. No dia que antecede a prova, é melhor uma alimentação baseada em frutas, verduras, legumes e proteína. Isso vai ajudar um melhor desempenho durante a prova", explica.
Marcelo de Souza, de 17 anos, que vai fazer o Enem pela primeira vez, diz que pretende se alimentar apenas de barras de cereais durante as horas de prova. Para beber, apenas água.
Kaimara Caetano e Eveli Duarte, ambas de 17 anos, pretendem fazer o mesmo. A aposta das estudantes para não ficar com fome são cereais e líquidos, como água, sucos e energéticos.
Marcelo de Souza, de 17 anos, diz que vai apostar em barras de cereal para não ficar com fome (Foto: Caio Fulgêncio/G1)Marcelo de Souza, de 17 anos, diz que vai apostar em barras de cereal para não ficar com fome (Foto: Caio Fulgêncio/G1)
Thaina Regina, de 17 anos, e José Jackson da Silva, de 20 anos, vão investir nos doces. "Vou levar chocolates, frutas e água. Coisas leves para eu não passar mal", diz Thaina.
Thaís Caroline, de 17 anos, afirma que o maior desafio vai ser controlar a ansiedade, que atrapalha na hora da prova. No sábado e domingo, antes do exame, ela afirma que é necessário uma alimentação mais reforçada. "O que importa é ir tranquilo. Eu vou procurar tomar um café reforçado e levar apenas água e bolacha. Na hora, a gente está tão concentrado que não dá fome, até porque não dá tempo", ressalta.
Kaimara Caetano, de 17 anos, diz que vai levar barra de cereais e água (Foto: Caio Fulgêncio/G1)Kaimara Caetano, de 17 anos, também vai levar barra de cereais e água (Foto: Caio Fulgêncio/G1)
A aposta de Izabela Brilhante, de 15 anos, e de Bruno Gouveia, de 16 anos, é levar frutas já cortadas, além das barras de cereais e água. "Vou levar barras de cereal, que já têm chocolate, para manter o nível de energia equilibrado, frutas cortadas e também bastante água, porque Rio Branco é bastante quente", diz a estudante, que cursa o 3º ano do ensino médio.
Matheus Pereira, de 17 anos, ressalta que, apesar de levar algo normal para as provas, vai usar uma tática diferente. O candidato, que vai fazer o Enem pela primeira vez, afirma que, para evitar qualquer enjoo, pretende se alimentar aos poucos no transcorrer do tempo de exame. "Como meus professores me aconselharam, vou levar chocolate para ir comendo ao longo da prova para não ficar cheio e enjoado. Além disso, vou levar barrinhas de cereal, sucos e água", diz.
Cartão das provas
Os cartões de inscrição estão disponíveis no endereço enem.inep.gov.br/participante. Para verificar as informações é necessário informar o número do CPF e senha.
Cartão só pela web
Neste ano, pela primeira vez, o Ministério da Educação não vai encaminhar a versão impressa pelos Correios. O exame tem 7.746.118 inscritos e será aplicado nos dias 24 e 25 de outubro.
Outra novidade é que o candidato poderá salvar o cartão em seu computador no primeiro acesso para não ter de voltar ao sistema.
A recomendação do MEC é para que os candidatos visitem o local dias antes do Enem, para evitar imprevistos. No Twitter, participantes do Enem usaram as redes sociais para criticar e elogiar as escolhas dos locais de prova. Como regra, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) busca colocar os alunos em escolas a até 30 km da residência do candidato.
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Enem 2015: mais 958 inscritos tiveram local de prova alterado

Ao todo, 3.528 candidatos serão afetados por transferências em 11 cidades. 
Provas do exame nacional serão neste sábado (24) e domingo (25).

Do G1, em São Paulo
O local de prova de 958 candidatos do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) foi alterado nesta quinta-feira (22) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
É a segunda lista com mudanças de escolas divulgada pela organização do Enem. Considerando a relação anterior, 3.528 candidatos serão afetados em 11 cidades no país (veja lista abaixo).
As mudanças divulgadas nesta quinta envolvem quatro locais onde serão realizadas provas nos estados do Pará, Amapá, Rio Grande do Sul e Bahia.
Na quarta (21), o Ministério da Educação já havia informado que que outros 2.570 inscritos no exame também precisaram ser transferidos. Eles são dos estados de Minas Gerais, Amapá, Ceará e Rio Grande do Sul.
"Todos esses estudantes estão sendo avisados por email, SMS e telefone, além disso vamos fornecer transporte no dia da prova", afirmou o ministro Aloizio Mercadante, em entrevista ao G1, na quarta.
Segundo ele, o transporte oferecido pelo governo fará o trajeto entre a escola originalmente listada como local de provas e a nova escola onde os candidatos farão o exame.
Os motivos vão desde problemas na estrutura do local, incêndio e até mesmo as fortes chuvas que atingiram o Rio Grande do Sul e que inviabilizaram o uso de duas escolas.
As provas serão aplicadas neste sábado (24) e domingo (25) para 7,7 milhões de candidatos em todo o país.
Confira as mudanças:
MINAS GERAIS
Cidade: São Lourenço
Onde era: Colégio Laser Solar dos Lagos Ensino Fundamental
Vai para: Colégio Laser Ensino Médio
Rua Antônio Junqueira de Souza, 375, Centro
Motivo da mudança: outro evento agendado na instituição
Número de alunos afetado: 252
Cidade: Sabará
Onde era: Escola Estadual Professora Angélica Maria de Almeida
Vai para: Escola Municipal Professora Maria Aparecida Batista
Rua Mariana, 61, Vila Nossa Senhora da Conceição
Motivo da mudança: incêndio no local comprometeu a estrutura elétrica
Número de alunos afetado: 324
AMAPÁ
Cidade: Laranjal do Jari
Onde era: EE Maria de Nazaré Rodrigues
Vai para: Instituto de Ensino Ana Nery
Rua do Estádio, 159, Agreste
Motivo da mudança: local entrou em reforma
Número de alunos afetado: 468
Cidade: Macapá
Onde era: Centro de Estudos de Línguas Francesa Danielle Mitterrand
Vai para: Centro de Ensino Paulo Melo
Rua Cândido Mendes, 555, Central
Motivo da mudança: interdição por pane elétrica
Número de alunos afetado: 27
BAHIA
Cidade: Conceição do Coité
Onde era: Escola Estadual Almir Passos
Vai para: Faculdade da Região Sisaleira (FARESI)
Rua Rua Senhora Santana, s/n, Centro
Motivo da mudança: outro evento agendado
Número de alunos afetado: 239
CEARÁ
Cidade: Araripe
Onde era: Escola Modelo Professora Cícera Germano Correia
Vai para: Escola Dona Carlota Tavora, anexo Neomisia
Rua Santo Antonio, s/n, Centro
Motivo da mudança: interdição por problemas nas infraestrutura
Número de alunos afetado: 320

Cidade: Araripe
Onde era: Escola Modelo Professora Cícera Germano Correia
Vai para: Escola Municipal Maria Violeta Arraes Alencar Gervaiseau
Rua Santos Dumont, s/n, Campo Aviação
Motivo da mudança: interdição por problemas nas infraestrutura
Número de alunos afetado: 121
PARÁ
Cidade: Abaetetuba
Onde era: EEEFM Carmem Cardoso Ferreira
Vai para: EMEIEF Carlaide Cardoso Ferreira Jorge
Avenida São Paulo s/n, Aviação, próximo ao Ministério Público
Motivo da mudança: interdição. Assalto no local impediu finalização de reforma na estrutura elétrica.
Número de alunos afetado: 200
RIO GRANDE DO SUL 
Cidade: Eldorado do Sul
Onde era: Escola Municipal de Ensino Fundamental David Riegel Neto
Vai para: Escola Municipal de Ensino Fundamental Nossa Senhora Medianeira
Rua Avenida Emancipação, 360, Centro
Motivo da mudança: enchente
Número de alunos afetado: 413
Cidade: Eldorado do Sul
Onde era: EMEF Professora Luiza Maria Binfaré Cézar – Bloco Único
Vai para: EMEF Getúlio Vargas
Avenida Vacaria, 455
Motivo da mudança: enchente
Número de alunos afetado: 492

Cidade: Porto Alegre
Onde era: Colégio Estadual Protásio Alves
Vai para: Colégio Estadual Cândido José de Godói
Avenida França, 400, Navegantes
Motivo da mudança: enchente
Número de alunos afetado: 672

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