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terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Lava Jato: Renato Duque é denunciado por lavagem de dinheiro e evasão de divisas

Da Assessoria
O ex-diretor de Engenharia e Serviços da Petrobras Renato de Souza Duque foi denunciado pela oitava vez pela força-tarefa Lava Jato por auferir valores milionários com a prática de crimes contra a estatal brasileira. Desta vez, Duque responde por evasão de divisas e manutenção de valores não declarados em contas no Principado de Mônaco entre os anos de 2009 e 2014. O Ministério Público Federal no Paraná (MPF/PR), por meio da força-tarefa, pede que sejam revertidos à Petrobras R$ 80 milhões do réu em valores bloqueados em contas e investimentos bancários e montantes em espécie, apreendidos devido aos crimes praticados.

Segundo informações enviadas pelas autoridades de Mônaco, houve transferência de recursos de contas de Duque da Suíça para Mônaco após a deflagração da Operação Lava Jato, entre maio e setembro de 2014, em um total aproximado de US$ 3,8 milhões. “Tais transferências tinham inequívoco propósito de ocultar o dinheiro da apreensão do Estado brasileiro, tendo em conta que, na época, as autoridades suíças efetuaram bloqueio de valores em nome do também ex-diretor Paulo Roberto Costa”, afirma o procurador da República Diogo Castor de Mattos, membro da força-tarefa Lava Jato. Esses fatos motivaram a prisão preventiva de Duque em março do ano passado.

Embora nos documentos da quebra de sigilo fiscal, Duque tenha afirmado não possuir contas no exterior e de não constar qualquer registro subscrito por ele no Banco Central de Declaração Anual de Capitais no Exterior, farto conjunto probatório das investigações comprova que ele foi beneficiário econômico de duas offshores que mantinham contas ocultas das autoridades brasileiras no Principado de Mônaco.

Uma dessas offshores é a Milzart Overseas Holding, que foi constituída no Panamá em 2009 e abriu uma conta no Banco Julius Bär, sediado em Mônaco, naquele ano. Essa conta, que tinha Duque como beneficiário econômico, foi utilizada para ocultar e dissimular a origem e propriedade de €10.274.194,02 provenientes de crimes praticados em face da Petrobras entre 2009 e 2014. Também por meio dessa offshore e no mesmo período, o ex-diretor manteve tais depósitos milionários não declarados às autoridades brasileiras, o que caracteriza o crime de evasão de divisas.

Os crimes de lavagem de dinheiro e evasão de divisas também ocorreram por meio da offshore Pamore Assets, constituída no Panamá em 2011, que abriu conta no Julius Bär, tendo Duque como titular. Os crimes foram cometidos principalmente entre 2013 e 2014, período no qual foi ocultada a propriedade de cerca de €10.294.460,10 oriundos de crimes cometidos em face da Petrobras. Esses valores foram mantidos sem declaração formal às autoridades brasileiras, que exigem declaração para depósitos superiores a US$ 100 mil dólares.

Em setembro do ano passado, Duque foi condenado (ação penal nº 5012331-04.2015.404.7000) a uma pena de 20 anos e 8 meses de reclusão por corrupção passiva, por 4 vezes (contratos do Consórcio Interpar, do Consórcio CMMS, do Consórcio Gasam, da OAS relativamente ao Gasoduto Pilar-Ipojuca) pelo recebimento de vantagem indevida em razão de seu cargo como diretor na Petrobras; lavagem de dinheiro por 27 vezes, consistente nos repasses, com ocultação e dissimulação, de recursos criminosos provenientes do contrato do Consórcio Interpar na forma de doações oficiais registradas ao Partido dos Trabalhadores; e por associação criminosa.

Ele responde, ainda, a outras cinco ações penais por lavagem de dinheiro, corrupção e outros crimes.

A denúncia foi protocolada na 13ª Vara Federal da Justiça do Paraná sob número 5001580-21.2016.4.04.7000. Acesse a íntegra da denúncia clicando aqui.

Ettore Scola, diretor italiano, morre aos 84 anos

Ele estava internado na ala de cardiologia de hospital em Roma.
Ettore Scola foi um dos mais importantes nomes do cinema da Itália.

Do G1, em São Paulo
  •  
Ettore Scola (Foto: Divulgação/GloboNews)Ettore Scola (Foto: Divulgação/GloboNews)
O diretor italiano Ettore Scola morreu aos 84 anos, disse nesta terça-feira (19) a agência de notícias ANSA. De acordo com a agência, ele estava em coma desde o domingo no setor de cardiologia do hospital Policlino, em Roma.
Ettore Scola foi um dos cineastas mais importantes da Itália. Entre vários outros prêmios, ele ganhou duas vezes a Palma de Ouro em Cannes, por "Feios, sujos e malvados" (1976) e "A família" (1987).
Entre os atores dirigidos por ele estão Marcello Mastroianni, Sophia Loren, Vittorio Gassman e Nino Manfredi.
Outros filmes entre os mais conhecidos de Ettore Scola são "Aquele que sabe viver" (1962), "Um dia muito especial" (1977) e "O Jantar" (1998).
Ele dirigiu filmes durante cinco décadas. Seu primeiro longa como diretor foi "Fala-me de mulheres", de 1964. O mais recente havia sido "Que estranho chamar-se Federico", de 2013, sobre o colega Federico Fellini.

Ettore Scola, diretor italiano, morre aos 84 anos

Ele estava internado na ala de cardiologia de hospital em Roma.
Ettore Scola foi um dos mais importantes nomes do cinema da Itália.

Do G1, em São Paulo
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Ettore Scola (Foto: Divulgação/GloboNews)Ettore Scola (Foto: Divulgação/GloboNews)
O diretor italiano Ettore Scola morreu aos 84 anos, disse nesta terça-feira (19) a agência de notícias ANSA. De acordo com a agência, ele estava em coma desde o domingo no setor de cardiologia do hospital Policlino, em Roma.
Ettore Scola foi um dos cineastas mais importantes da Itália. Entre vários outros prêmios, ele ganhou duas vezes a Palma de Ouro em Cannes, por "Feios, sujos e malvados" (1976) e "A família" (1987).
Entre os atores dirigidos por ele estão Marcello Mastroianni, Sophia Loren, Vittorio Gassman e Nino Manfredi.
Outros filmes entre os mais conhecidos de Ettore Scola são "Aquele que sabe viver" (1962), "Um dia muito especial" (1977) e "O Jantar" (1998).
Ele dirigiu filmes durante cinco décadas. Seu primeiro longa como diretor foi "Fala-me de mulheres", de 1964. O mais recente havia sido "Que estranho chamar-se Federico", de 2013, sobre o colega Federico Fellini.

FAB aponta fatores que podem ter causado queda de avião de Campos

Entre as causas, relatório aponta cansaço da tripulação e condições climáticas. Também foi identificado que piloto e copiloto não seguiram normas de pouso.
19/01/2016 16h28 - Atualizado em 19/01/2016 18h38

Por Laís Alegretti e Mateus Rodrigues
Do G1, em Brasília

Tenente coronel Raul de Sousa, investigador encarregado do caso (Foto: Mateus Rodrigues/G1)
Tenente coronel Raul de Sousa, investigador encarregado do caso (Foto: Mateus Rodrigues/G1)
Oficiais do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) da Força Aérea Brasileira (FAB) divulgaram nesta terça-feira (18) o relatório final da investigação do acidente aéreo que vitimou sete pessoas, entre elas o ex-governador de Pernambuco e candidato à presidência da República Eduardo Campos, em agosto de 2014 (relembre todas as vítimas do acidente).
 Sem apontar um motivo que causou a queda do avião, o Cenipa listou uma série de fatores que podem ter contribuído para o acidente aéreo. Entre os principais fatores, estão:
– condições meteorológicas adversas no momento do pouso (chuva e vento)
– cansaço do piloto e do copiloto
– não cumprimento de normas de pouso e de aproximação com a pista
– possível desorientação espacial que poderia ter sido causada, entre outros fatores, pela falta de visibilidade, pela falta de treinamento adequada para a aeronave e a alta velocidade no momento do pouso.
A apresentação do relatório teve início às 16h28 e durou duas horas. O documento foi apresentado pelo tenente-coronel Raul de Souza, responsável pela investigação do acidente. Também participam da entrevista o brigadeiro Dilton José Schuck, chefe do Cenipa, e o coronel Marcelo Marques de Azevedo, vice-chefe do Cenipa, além de outros representantes da comissão de investigação.
Logo no início da apresentação, o chefe do Cenipa, brigadeiro Dilton José Schuck, afirmou que a função dos técnicos que investigaram o acidente era identificar os fatores que contribuíram ou que podem ter contribuído para a queda do avião, e não atribuir culpa a ninguém.
"Não é finalidade nossa identificar aqui culpa ou responsabilidades de quaisquer pessoas ou instituições. Nosso trabalho é voltado para prevenção", esclareceu.
A comissão de  investigação foi composta por 18 especialistas das áreas operacional (pilotos, meteorologista e especialista em tráfego aéreo, por exemplo), humana (médico e psicólogo) e material (engenheiros aeronáutico, mecânico e de materiais).
Trajeto
 No ano passado, durante apresentação de um relatório preliminar, em Brasília, os oficiais já haviam afirmado que os pilotos realizaram um trajeto diferente do oficialmente previsto para realizar o pouso, não tendo seguido a carta oficial que determina o procedimento a ser adotado em cada aeroporto.
Tanto na descida inicial para a pista da Base Aérea de Santos, quanto na arremetida (quando o avião sobe de volta no momento em que não consegue aterrissar na primeira vez), os radares captaram um percurso diferente do recomendado no mapa. Durante esse trajeto, a tripulação também não informou precisamente os locais por onde passava nos momentos em que isso é exigido.
Nesta terça, porém, o relatório divulgado lista o fato como um dos fatores que contribuiu para a queda do avião. “A realização da aproximação num perfil de aproximação diferente do previsto demonstra uma falta de aderência aos procedimentos, o que possibilitou o início da sequência de eventos que culminaram com uma aproximação perdida", afirmam os técnicos.
Isso, segundo o relatório, pode ter sido influenciado pelo "nível de confiança que o piloto possuía em sua capacidade operacional".
Imagem mostra o trajeto feito pelo piloto antes da queda (linha vermelha) e a trajetória recomendada (linha preta) (Foto: Reprodução/Cenipa)
Imagem mostra o trajeto feito pelo piloto antes da queda (linha vermelha) e a trajetória recomendada (linha preta) (Foto: Reprodução/Cenipa)
Desorientação espacial
 Souza apresentou fatores que favorecem a desorientação espacial dos pilotos e que estavam presentes no acidente. As condições meteorológicas ruins e a possível alteração das habilidades física e mental dos pilotos ao transportar uma pessoa pública podem ter colaborado, de acordo com o Cenipa. "O transporte de pessoal pública normalmente já cria certo stress na tripulação", explicou Souza.
Além disso, o excesso de estímulos no sistema fisiológico de orientação, como consequência da realização de uma curva “apertada”, e as variações de velocidade também colaboram para desorientar um ser humano.
Também colaboraram para a desorientação espacial da tripulação: a alternância do voo visual para o voo por instrumentos, que faz os pilotos terem de olhar para dentro do avião e para fora, de forma alternada; a falta de treinamento adequado e específico dos tripulantes na aeronave que estavam voando; além de "provável estresse, ansiedade e sobrecarga de trabalho".
Informações do voo
 A decolagem aconteceu do Santos Dumont às 9h21 (hora local) e, segundo o relatório, a subida "transcorreu sem anormalidades". Às 9h55, a aeronave chamou a Rádio Santos e informou que desceria de 6 mil pés para 4 mil pés, dando início ao procedimento de pouso.
A altura foi atingida às 9h57, quando a aeronave fez nova comunicação com a base. Nesse momento, a aeronave já estava deslocada para a esquerda em relação à rota prevista – "completamente fora do protocolo de segurança", disse o tenete-coronel Raul de Souza.
Às 9h59, o jato informou o rebloqueio, que é a segunda volta de aproximação antes do pouso que, segundo o relatório, não aconteceu. A rádio Santos alertou para a possibilidade de pássaros e pediu que a tripulação estabelecesse um novo contato à altura de 700 pés, número mínimo para iniciar a descida final.
O procedimento de arremetida, segundo o Cenipa, deve começar já na altura de 700 pés, quando o piloto não consegue visualizar a pista. Neste momento, o trem de pouso deve estar abaixado, com o ângulo dos flaps das asas e a velocidade dentro de limites previstos pelo fabricante, o que não ocorreu.
Sem visualização, bastaria que o avião subisse novamente e recomeçasse o procedimento. Neste ponto, por volta das 10h02, o radar em São Paulo perde a comunicação com a aeronave. O acidente ocorre segundos depois, às 10h03.
A análise do Cenipa indica que a tripulação do voo pode não ter acessado o último boletim meteorológico disponível, às 9h do dia do acidente, que indicava a baixa visibilidade no local – a pista operava por aparelhos. Entre 8h e 9h, a visibilidade caiu pela metade, de 8km para 4km. As informações não foram passadas pela rádio, nem cobradas por piloto e copiloto.
Durante a apresentação do relatório, o tenente-coronel exibiu vídeos e imagens de câmeras de segurança do momento da queda do avião, em diversos ângulos.

A queda
 A perícia feita nos destroços apontou que o trem de pouso estava recolhido no momento da queda. Flaps, conchas dos reversores e speedbrakes, itens usados para reduzir a velocidade da aeronave no pouso, estavam todos fechados, diferentemente do que deveria acontecer durante uma aterrissagem.
Os sistemas hidráulico, pneumático, de pressurização, de combustível e de piloto automático foram analisados na perícia e, segundo o Cenipa, não indicavam "anormalidades pré-pouso", ou seja, falha técnica que poderia ter causado a queda.
O relatório também aponta que a aeronave não se incendiou durante a queda, antes do impacto. "Todos aqueles relatos dos observadores, de que viram a aeronave pegando fogo em voo, foram descartados desde o início, e as imagens vieram para comprovar", disse o chefe da investigação.
Além disso, de acordo com Souza, os danos do motor esquerdo e do motor direito foram similares, o que indica que ambos estavam funcionando de forma semelhante no momento da queda.

Habilitação
 Já se sabia também, de acordo com os documentos da tripulação, que tanto o piloto, Marcos Martins, quanto o copiloto, Geraldo Magela Barbosa, tinham habilitação para voar em modelos anteriores (Cessna C560 Encore ou C560 Encore+), e não no modelo utilizado pela campanha de Eduardo Camposx (um Cessna C560XLS+), mais moderno.
Para chegar à habilitação do modelo utilizado, o piloto deveria passar por um novo treinamento e o copiloto, por um curso completo sobre a nova aeronave. A distinção entre as habilitações para as diferentes aeronaves, no entanto, foi definida pela Anac pouco mais de um mês antes do acidente, no dia 3 de julho de 2014.
A Anac havia informado, porém, que piloto e copiloto tinham habitação válida para “operar todas as aeronaves desta família para as quais eles estivessem treinados”, o que incluiria os três modelos do Cessna. Segundo a assessoria de imprensa do órgão, somente no momento da renovação da habilitação, eles teriam que comprovar ter realizado um treinamento adicional para poderem continuar voando no modelo XLS+.
Apesar disso, os técnicos que elaboraram o relatório afirmam que a falta de treinamento específico para operar o modelo utilizado pela campanha de Eduardo Campos pode ter contribuído para a queda, uma vez que isso pode ter dificultado a tomada de decisões e a operação da aeronave.
Paineis do modelo para o qual os pilotos tinham habilitação (esq.) e do modelo que conduziam (dir.) (Foto: Reprodução / Cenipa)
Paineis do modelo para o qual o pilotos tinha habilitação (esq.) e do modelo que conduziam (dir.) (Foto: Reprodução / Cenipa)
Os pilotos
 O comandante Marcos Martins tinha 130 horas prévias de voo na categoria de aeronave do acidente e o copiloto, Geraldo Magela, pouco mais de 95 horas, todas já na equipe de Eduardo Campos. Ao contrário do comandante, o copiloto não tinha registros de operação na área de Santos e nem em aeronaves similares ao Cessna C560 XLS+ em período anterior a junho de 2014.
O Cenipa afirma que Martins era visto como "piloto experiente e que sabia gerenciar condições adversas", com "experiência em voos nacionais e internacionais". Alguns dias antes da queda, ele teria comentado com colegas que a "operacionalidade do copiloto não estava adequada e que isso elevava sua carga de trabalho".
Magela também era visto entre colegas, segundo o Cenipa, como um piloto experiente. No currículo, entretanto, apresentou notas baixas em processos seletivos para pilotar aeronaves de grande porte, como o Airbus 319/320.
"Em 2012, atuou como copiloto de aeronave Cessna C560 Citation V em uma empresa de táxi-aéreo de São Paulo. Em voo, mostrou-se apático, desatento e não alertava o comandante quando algo saía do perfil do voo. Na preparação da aeronave, esquecia alguns procedimentos sob sua responsabilidade (como fechar a porta do bagageiro)", diz trecho da apresentação do Cenipa, ainda sobre o currículo de Magela.
Cansaço
 No relatório, os técnicos apontam que tanto o piloto quando o copiloto “extrapolaram” a jornada de trabalho e não tiverem descanso suficiente entre jornadas entre os dias 1º e 5 de agosto de 2014 – o acidente ocorreu em 13 de agosto.
Segundo os técnicos, nos sete dias que antecederam a queda do avião, a jornada de trabalho foi cumprida de acordo com a lei. Apesar disso, eles apontam no relatório que o resultado de um exame pericial apontaram “compatibilidade com fadiga e sonolência” na voz e na linguagem do copiloto.
Eles dizem ainda que não foi possível determinar se a tripulação teve o repouso adequado na noite anterior ao acidente.
Saúde mental
 A investigação do Cenipa mostrou, de acordo com Souza, que o copiloto, Geraldo Magela, passou por uma inspeção de saúde em 2003 que destacou "inclinação para um desempenho esforçado, porém rígido e indeciso".
Em outra avaliação, em 2004, o copiloto "alcançou desempenho satisfatório nas competências de atenção concentrada e apresentou traços de impulsividade em avaliação própria de personalidade". Além disso, de acordo com o Cenipa, o desempenho de raciocínio lógico foi "insuficiente, revelando possível dificuldade com dados novos e com as lógicas internas dos problemas".
Em 2012, depois de um incidente aeronáutico, Magela apresentou um rendimento classificado como "ruim" nos testes de mensuração das habilidades de atenção concentrada. No teste de inteligência, obteve resultado classificado como insuficiente e no teste de atenção difusa, resultado mediano.
Em todas essas inspeções de saúde, de acordo com o Cenipa, o copiloto foi considerado apto para a atividade aérea, mesmo com os resultados negativos nos testes.
O comandante, Marcos Martins, passou por avaliação de saúde mental em 1993, quando iniciou as atividades na área, e o resultado não apontou discrepâncias, de acordo com o Cenipa. Em novo exame, em 1994, teve um resultado classificado como "médio" nas competências de atenção concentrada, inteligência e percepção espacial.
Em 1998, o comandante fez outra avaliação de saúde mental e teve resultado classificado como satisfatório na capacidade de raciocínio e resolução de problemas satisfatória. A capacidade de executar tarefas simples foi acima da média, de acordo com o Cenipa, e a capacidade para perceber relações espaciais, em tarefas complexas, foi considerada insatisfatória.
"Entretanto, essa caraterística não foi julgada pela avaliação como um impedimento para prosseguir como piloto de linha aérea, tendo em vista as características demonstradas", explicou Souza.
Famílias
 Às 13h desta terça, oficiais do Cenipa se reuniram com familiares dos passageiros e dos tripulantes da aeronave, mortos no acidente. A reunião foi fechada e o acesso da imprensa aos familiares foi vetado pelo órgão. Participaram da apresentação preliminar 12 familiares das vítimas, de acordo com o Cenipa. Não havia representantes do assessor Pedro Valadares Neto e do copiloto Geraldo Magela.
O advogado da família dos pilotos afirmou ao G1, por telefone, que aguardava a leitura do relatório completo para se posicionar sobre as conclusões do Cenipa.
Em áudio obtido pelo Jornal Nacional no dia do acidente, em 13 de agosto de 2014, o piloto Marcos Martins conversava com controladores de voo e anunciava que faria o procedimento de pouso. O tom de voz não demonstrava alarme e o conteúdo da mensagem não informava qualquer imprevisto, segundo a reportagem da TV Globo.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Suposto vídeo íntimo de participante do 'BBB 16' vaza na internet

Nas imagens, homem exibe as partes íntimas pelo celular, diante do espelho
Redação iBahia
Atualizado em 18/01/2016 19:35:25
  
Big Brother Brasil 16 só começa nesta terça-feira (19), mas já tem dado o que falar nas redes sociais. Logo depois que a produção divulgou os nomes dos participantes, um dos brothers se tornou alvo de vazamentos.
(Foto: Reprodução/Instagram)
Renan Oliveira, que promete ser um dos galãs da casa, teve um suposto vídeo íntimo divulgado na internet. Nas imagens, o rapaz exibe as partes íntimas para o celular, diante do espelho, mas não chega a mostrar o rosto. 
Em entrevista ao 'Gshow', Renan confirmou que já fez vídeos desse tipo. "Fiz há um tempo, mas sem mostrar o rosto. Na época eu namorava e mandei para ela porque ela estava em outro país", afirmou ele.

Estreia de 'Êta Mundo Bom' faz sucesso e vira um dos assuntos mais comentados no Twitter

Primeiro capítulo da novela de Walcyr Carrasco foi exibido nesta segunda-feira (18)
Da Redação (redacao@correio24horas.com.br)
  
primeiro capítulo da novela 'Êta Mundo Bom', da Globo/TV Bahia, foi exibido nesta segunda-feira (18) e agradou o público. Nas redes sociais, a nova trama de Walcyr Carrasco foi bastante elogiada e se tornou um dos assuntos mais comentados no Twitter, alcançando o topo dos Trending Topics.
Elenco de 'Êta Mundo Bom' elogiou estreia da novela
(Foto: Divulgação/TV Globo)
Telespectadores e atores do elenco da novela fizeram diversos elogios para a nova novela das 18h. "Que novela linda! Orgulho de fazer parte dessa obra-prima! Nosso Brasil sendo representado em toda sua grandeza. Um marco", comemorou Eriberto Leão, que vai interpretar o grande vilão da história, Ernesto.
"Muito bom compartilhar esse trabalho lindo com vocês", disse Rainer Cadete, que volta à TV após o sucesso em 'Verdades Secretas'. "Tô apaixonado por 'Êta Mundo Bom'", elogiou Klebber Toledo, que vai ser par romântico da atriz Camila Queiroz.
Candinho e Filomena se beijam pela primeira vez (Foto: Ellen Soares/Gshow)
Candinho e Filomena se beijam pela primeira vez 
(Foto: Ellen Soares/Gshow)
Trama'Êta Mundo Bom' é inspirada em 'Candinho', filme de 1954 estrelado por Mazzaroppi e se passa nos anos 40. O novo folhetim das seis mostra, que tem direção geral de Jorge Fernando, conta a história de um caipira otimista que sai do interior para a capital em busca da sua verdadeira família.
Candinho (Sérgio Guizé) é um jovem conhecido por driblar as dificuldades da vida sempre com bom humor e otimismo. Seu lema de vida é: "Tudo o que acontece de ruim na vida da gente é pra meiorá".
Sérgio Guizé como Candinho, o protagonista da novela Êta Mundo Bom (Foto: Globo / João Cotta)
Sérgio Guizé como Candinho, o protagonista de 'Êta Mundo Bom'
(Foto: Divulgação/TV Globo/João Cotta)
Ele foi separado da mãe logo após seu nascimento e acolhido pelo casal Cunegundes (Elizabeth Savalla) e Quinzinho (Ary Fontoura), donos de uma fazenda localizada no interior de São Paulo. Já adulto, vivendo como empregado na casa, ele foi expulso ao se apaixonar pela filha mais velha dos patrões, Filó (Débora Nascimento).
Orientado por Pancrácio (Marco Nanini), amigo da família que o criou e seu grande mentor e protetor, ele seguirá para a capital em busca da mãe biológica, Anastácia (Eliane Giardini), que nunca conheceu. Ela, a essa altura uma viúva milionária, também está à procura do filho, mas a sobrinha Sandra (Flávia Alessandra) fará de tudo para atrapalhar esse encontro, pois teme perder a posição de herdeira.
Elizabeth Savalla e Ary Fontoura em cena da novela Êta Mundo Bom (Foto: Globo/João Cotta)
Elizabeth Savalla e Ary Fontoura em cena da novela
(Foto: Divulgação/TV Globo/João Cotta)

Vistoria de táxis de Salvador começa hoje (18); veja calendário

Táxis só podem cobrar a nova tarifa, reajustada em cerca de 10%, depois de passar pela verificação
Da Redação (redacao@correio24horas.com.br)
Atualizado em 18/01/2016 17:45:51
  
Começou nesta segunda-feira (18) a aferição de taxímetros em Salvador. Segundo a Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob), a expectativa é de que cerca de 7 mil táxis compareçam para a avaliação, que acontece até o dia 2 de fevereiro. O procedimento pode ser feito de segunda a sexta nas oficinas credenciadas pelo Ibametro. 
(Foto: Arquivo CORREIO)
Os táxis só podem cobrar a nova tarifa, reajustada em cerca de 10%, depois de passar pela verificação. Com a alteração, o valor da bandeirada passa para R$ 4,81; a bandeira 1 será de R$ 2,42 e a bandeira 2 terá valor de R$ 3,38. A hora parada custará R$ 24,12.
As oficinas credenciadas são a Bira Taxímetro, Salvador do Taxímetro e Metrotaxi Taximetros e Velocímetros, localizadas em Matatu de Brotas, além de MP Taxímetros e Sindicato dos Condutores Autônomos de Táxis de Salvador, ambas na Avenida Ogunjá.
A recomendação é que mais informações sejam obtidas diretamente na Coordenadoria de Transportes Especiais (Cotae), pelo número (71) 3202-9064.
(Arte CORREIO)

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