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De acordo com a revista "Variety", "O Lobo de Wall Street" foi o filme mais baixado ilegalmente do ano; "Frozen", "RoboCop" e "Gravidade" também estão na lista. Veja os demais na galeria
1. “O Lobo de Wall Street”: 30 milhões de downloads. Foto: Divulgação
“A Entrevista” faturou R$ 40 milhões em vendas online, afirma Sony
Filme foi baixado mais de 2 milhões de vezes desde que disponibilizado, na noite de Natal
O polêmico filme “A Entrevista”, disponível pelo Google Play e YouTube desde o dia 24, segue fazendo história. De acordo com um comunicado oficial da Sony Pictures divulgado no domingo (28), o longa faturou 15 milhões de dólares (R$ 40 milhões) através de sistemas sob demanda, e ainda outros 3 milhões (R$ 8 milhões) nos cinemas.
Cenas do filme "A Entrevista". Foto: Divulgação
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Estrelada por Seth Rogen e James Franco, a comédia foi baixada 2 milhões de vezes desde que foi lançado, na terça-feira (24). É esperado que esse número cresça consideravelmente nos próximos dias, já que o filme foi disponibilizado pelo iTunes apenas no fim de semana.
“A Entrevista” conta a história de um apresentador de TV que vai à Coreia do Norte para assassinar o ditador Kim Jong-un. Inicialmente, o filme estrearia em 3 mil salas de cinema, mas o número foi reduzido a 300 após a Sony ser ameaçada pelo grupo de hackers Guardiões da Paz. O filme teve orçamento estimado em 75 milhões de dólares (R$ 200 milhões).
Heptacampeão de F1, alemão bateu a cabeça em pedra após acidente de esqui em 29 de dezembro de 2013 e seu estado de saúde é mantido em sigilo pela família, para agonia dos fãs
O mundo recebeu uma notícia chocante no dia 29 de dezembro de 2013. Heptacampeão de Fórmula 1, Michael Schumacher havia batido a cabeça em um acidente de esqui em Meribel, na França. Acostumado a desafiar limites, o alemão, hoje com 45 anos, estava entre a vida e a morte. Desde então, faltam notícias sobre seu estado de saúde. Entre o sigilo da família, que não divulga detalhes da recuperação, e a agonia dos fãs, o caso completa um ano nesta segunda-feira.
Em 1991, Michael Schumacher, com 22 anos, fez sua temporada de estreia na Fórmula 1. Foto: Getty Images
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“Viciado em velocidade”, Schumacher sofreu um trauma grave ao bater o lado direito da cabeça em uma pedra. O capacete que usava quebrou com o impacto. Uma câmera acoplada ao capacete teria sido a causa do ferimento. O alemão se acidentou 4,5 metros fora da pista de esqui e foi catapultado por dez metros, o que levantou dúvidas sobre o que ele estaria fazendo ali. Investigação aberta pela polícia francesa concluiu que nenhuma irregularidade na pista de Meribel causou o acidente. O caso foi arquivado.
O ex-piloto precisou ser submetido a uma neurocirurgia de emergência no Hospital Universitário de Grenoble e entrou em coma profundo. Nos primeiros meses, os médicos trabalharam para despertá-lo. Ele perdeu 20 kg no período. Jornais franceses chegaram até a soltar boatos de morte, o que precisou ser desmentido pela equipe do hospital.
Ex-médico da Fórmula 1, o doutor Gary Hartstein usou sua experiência para fazer previsões pessimistas. De acordo com ele, a falta de reação do alemão aos estímulos poderia indicar um estado vegetativo.
Ferrari/Divulgação
Michael Schumacher sofreu acidente de esqui há um ano e ainda segue em recuperação
"Se a resposta motora à estímulos externos é uma reação primitiva, temos más notícias, mas ainda assim deixa esperança à certo nível de recuperação. Números? Bom, esse nível de resposta indicaria a persistência de um estado vegetativo, mas, geralmente, 50% desses pacientes acordam, normalmente com um nível de sequela residual", afirmou o médico em seu blog.
Porta-voz oficial da família Schumacher, Sabine Kehm desconversou. "Como sempre, a minha resposta é: anúncios sobre a condição de saúde de Schumacher que não sejam feitos pelos seus médicos oficiais ou por sua equipe, precisam ser tratados como especulação", disse em fevereiro. E, de lá para cá, tudo que se anuncia é que o paciente apresenta “sinais encorajadores”.
O alemão foi transferido em setembro do hospital para sua casa, onde continua seu processo de reabilitação. Novidades, porém, só chegam por pessoas próximas. O francês Jean Todt, presidente da FIA (Federação Internacional de Automobilismo) e que trabalhou com o ex-piloto na Ferrari, falou em outubro que Michael “terá uma vida relativamente normal dentro de pouco tempo”. Já o ex-piloto Philippe Streiff contou que Schumacher está paralisado em uma cadeira de rodas e tem problemas de fala e de memória.
Kehm, por sua vez, não revela nada mais: "Nós precisamos de um longo tempo. Será um longo tempo e uma luta difícil", disse Sabine Kehm à Reuters pelo telefone. "Ele está evoluindo de forma apropriada, se considerarmos a severidade da situação", acrescentou, reiterando um comunicado que emitiu há cerca de um mês.
Em todo esse ano, nenhuma foto de Schumacher foi divulgada. Para a agonia dos fãs, fica apenas na imaginação o estado de saúde do ídolo.
Banhistas atingidos estavam na orla da praia do Boqueirão, em Praia Grande; outros quatro pessoas ficaram feridas
Divulgação - Polícia Militar
Banhistas morrem após raio caior em Praia Grande, no litoral de São Paulo
Cinco banhistas morreram após serem atingidos por raios na Praia Grande, litoral sul de São Paulo, por volta das 14h30 desta segunda-feira (29). Elas chegaram a ser socorridas pelo Corpo de Bombeiros e pelo Samu e levadas a hospitais da região, mas não resistiram.
Banhistas morrem após serem atingidos por raio em Praia Grande
Os raios também atingiram outras quatro pessoas, que sobreviveram. Ainda não há informação sobre o estado de saúde delas.
Segundo o Corpo de Bombeiros, os banhistas estavam na orla da praia do Boqueirão, na Praia Grande, quando foram atingidos pelos raios. Todas as vítimas foram levadas a dois hospitais da região, mas apenas quatro sobreviveram. Ainda não há identificação das vítimas.
Eles não conseguiram chegar ao aeroporto a tempo e perderam o voo
seg, 29/12/2014 - 07:50
Avião da AirAsia que faria o trajeto Indonésia-Cingapura sumiu dos radares no domingoMohd Fyrol
Uma família indonésia de dez pessoas escapou milagrosamente do voo da AirAsia que desapareceu no domingo (28), pouco depois de decolar, porque não chegou a tempo ao aeroporto, indicou nesta segunda-feira (29) uma de suas integrantes.
Christianawati, de 36 anos, afirmou que dez membros de sua família, entre eles sua mãe e seu irmão mais novo, haviam se dirigido ao aeroporto de Surabaya, no leste da ilha de Java, na Indonésia, para pegar o avião e comemorar o Ano Novo em Cingapura.
Os seis adultos haviam reservado inicialmente o voo de 7h30, mas a AirAsia os transferiu para o de 05h30. "Eles nos enviaram uma carta e telefonaram nos dias 15 e 16 de dezembro para nos informar que o horário de nosso voo havia mudado, mas nós não recebemos essas informações", acrescentou Christianawati.
"Portanto, chegamos ao aeroporto para pegar o voo das 7h30, mas nos disseram que o horário de nosso voo havia sido adiantado para as 5h30 e que havíamos chegado tarde. Naturalmente, ficamos chateados", afirmou ela.
"No momento em que estavam imprimindo as novas passagens, soubemos que o avião que havia partido pouco antes havia se acidentado, de modo que cancelamos imediatamente nosso voo", acrescentou.
"Eu estava comovida com a notícia e chorei. Talvez Deus quis que minha família e eu não estivéssemos no avião. Foi uma bênção disfarçada", afirmou.