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domingo, 25 de janeiro de 2015

Ministério da Saúde alerta para diagnóstico precoce de hanseníase

Como parte das ações que marcam o Dia Mundial de Luta contra a Hanseníase, o Ministério da Saúde lançou, ontem dia 21 de Janeiro, campanha publicitária para conscientização da população sobre a doença. Com o mote, “Hanseníase: quanto antes você descobrir, mais cedo vai se curar”, a ação tem como foco o diagnóstico precoce da doença e a divulgação do tratamento que é ofertado de graça no Sistema Único de Saúde (SUS). A doença é considerada endêmica em todo o país, com maior incidência em cinco estados: Pará, Maranhão, Tocantins, Mato Grosso e Pernambuco. Atualmente, são 1,42 casos por 10 mil habitantes, uma queda de 68% em dez anos, o que mostra o esforço de eliminar a doença do país.

Filme oficial de divulgação da Campanha de Hanseníase 


Saiba mais sobre a hanseníase
A campanha será direcionada aos municípios de maior prevalência da hanseníase localizados, principalmente, nas Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. A comunicação com a população e os profissionais de saúde será feita por meio da TV, distribuição de cartazes, folhetos e mídias na internet, principalmente nas redes sociais. Ainda para marcar a data de luta contra a doença, em Brasília, o prédio do Ministério da Saúde receberá projeção de luzes em cores marrom, vermelho e bege, que representam os tons das manchas provocadas pela doença. A partir do mês de agosto, a campanha chega às rádios de todo o país.
Para o Ministro da Saúde, Arthur Chioro, o diagnóstico precoce feito em crianças e adolescentes é fundamental para a quebra da cadeia de transmissão da doença. “As ações que o SUS têm desenvolvido vêm mudando o perfil da hanseníase no nosso país. O aumento no número de casos registrados, na verdade, significa que estamos sendo mais eficazes em fazer o diagnóstico e também no encaminhamento do paciente para tratamento e investigação de possíveis casos no ambiente familiar, o que é fundamental para interromper a transmissão”, explica.
O ministro ressaltou ainda que a desigualdade na distribuição da doença exige que seja firmado compromisso entre os governos estaduais e municipais, a sociedade, as entidades médicas e os profissionais de saúde. “A realização desse pacto permitirá levar informação e atendimento básico à população por meio das equipes da Saúde da Família e o programa Mais Médicos, estratégia que atinge todas as localidades do país”, afirmou Chioro.
REDUÇÃO DE CASOS – A taxa de prevalência de hanseníase caiu 68% nos últimos dez anos, no Brasil, passando de 4,52, em 2003, para 1,42 por 10 mil habitantes, em 2013. A queda é resultado das ações voltadas para a eliminação da doença, intensificada nos últimos anos. Em 2013, o Brasil registrou 31.044 casos novos da doença com incidência de 15,44/100 mil habitantes na população em geral. Já em 2003 foram notificados 51.900 novos casos, com incidência de 29,37/100 mil habitantes, uma redução de 40,1%. Em menores de 15 anos, o coeficiente foi de 5,03/100 mil habitantes, redução percentual acumulada de 37% na comparação com o período de 2003 (7,98/100 mil habitantes) a 2013.
Em relação aos indicadores de 2014, dados preliminares apontam que a taxa de detecção geral foi de 12,14 por 100 mil habitantes, correspondendo a 24.612 casos novos da doença no país. Na população menor de 15 anos houve registro de 1.793 casos. Já o número de pacientes em tratamento foi de 31.568, o que significa uma prevalência de 1,56 casos por 10 mil habitantes. As áreas de maior risco de adoecimento estão concentradas em Mato Grosso, Pará, Maranhão, Rondônia, Tocantins e Goiás.
DETECÇÃO E TRATAMENTO – A hanseníase é uma doença crônica, infectocontagiosa, cujo principal agente etiológico é o Mycobacterium leaprae. A doença é transmitida de uma pessoa doente que não esteja em tratamento para uma pessoa saudável suscetível. A hanseníase tem cura, mas pode causar incapacidades físicas se o diagnóstico for tardio ou o tratamento não for realizado adequadamente, pelo período preconizado, já que atinge pele e nervos.
O Ministério da Saúde recomenda que as pessoas procurem o serviço de saúde ao aparecimento de manchas, de qualquer cor, em qualquer parte do corpo, principalmente se essa mancha apresentar diminuição de sensibilidade ao calor e ao toque. Após iniciado o tratamento a pessoa para de transmitir a doença quase que imediatamente.
Além do diagnóstico, o SUS oferece tratamento para hanseníase, disponível em todas as unidades públicas de saúde. A poliquimioterapia (PQT), uma associação de medicamentos que evita a resistência do bacilo deve ser administrado por seis meses ou um ano a depender do caso. Os pacientes deverão ser submetidos, além do exame dermatológico, a uma avaliação neurológica simplificada e sempre receber alta por cura. Nos últimos dez anos, a taxa de cura da doença no país aumentou 21,2%. Em 2003, 69,3% das pessoas que faziam tratamento para hanseníase se curaram. Já em 2014, esse número saltou para 84%.}
CAMPANHA EM ESCOLARES - O Ministério da Saúde ampliou em 128% o número de municípios participantes da Campanha Nacional de Hanseníase, Verminoses e Tracoma realizada com alunos de 5 a 14 anos de escolas públicas de todo o país. A adesão dos municípios à campanha passou de 852 municípios em 2013 para 1.944 em 2014. Um dos objetivos da ação é a busca ativa para diagnóstico da hanseníase, a partir da criança, quebrando a cadeia de transmissão da doença. Isso porque quando há casos em criança é porque existe um adulto do seu convívio ainda sem diagnóstico e tratamento. Em termos gerais, nos últimos dez anos, o Brasil reduziu em 68% a taxa de prevalência de hanseníase e aumentou em 21% a taxa de cura.
Na segunda edição da Campanha Nacional de Hanseníase, Geo-helmintíases e Tracoma, realizada no ano passado, dos 5,6 milhões de estudantes de 5 a 14 anos – público-alvo da ação – que receberam a ficha de autoimagem, instrumento utilizado para triagem de sinais e sintomas da doença, 4,1 milhões responderam, representando 74% do total. Desses alunos, 5,6% (231.247) foram encaminhados às unidades de saúde para esclarecimento do diagnóstico. Depois de passarem por exames clínicos, 354 crianças foram diagnosticadas com hanseníase, representando 0,15%. Este ano, a terceira edição da campanha nas escolas deve ter início no mês de agosto.
A conduta preconizada pelo Ministério da Saúde é que os contatos destas crianças sejam registrados e examinados. Nesse sentido, houve diagnóstico em 73 contatos intradomiciliares dos casos novos diagnosticados na campanha. Do quantitativo de escolares identificados como casos sugestivos de hanseníase ou com diagnóstico confirmado pelas unidades de saúde, cinco estados responderam por mais de 80% do total de casos diagnosticados, sendo eles: Pará, Mato Grosso, Maranhão, Bahia e Pernambuco.
Na Campanha, também foram tratados 4.754.092 alunos para verminoses e 25.173 escolares foram diagnosticados para tracoma. Este ano, a terceira edição da campanha nas escolas deve ter início no mês de agosto.

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Islamofobia no Brasil: muçulmanas são agredidas com cuspidas e pedradas

Ataques de grupos extremistas pelo mundo despertam onda anti-islã nas ruas do País; leia os relatos das vítimas

A recente chacina na sede do jornal Charlie Hebdo, em Paris, transformou, para muito pior, a vida de brasileiras muçulmanas. Religiosas de São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso sofreram violências de diferentes níveis - foram apedrejadas, cuspidas, ignoradas no transporte público e alvos de piadas maldosas nas ruas -, nos dias seguintes ao ataque em uma onda de islamofobia que se opõe frontalmente à imagem brasileira de país multireligioso e pacífico.
Um dia após a invasão do jornal parisiense, os ataques ganharam força similar aos milhares de compartilhamentos “Je suis Charlie” nas redes sociais. A Mesquita Brasil, maior templo da religião no País, amanheceu pichada na capital paulista. Horas depois, no interior de Minas Gerais, A.P.B., de 27 anos, foi cuspida por uma pessoa enquanto brincava com o filho de seis anos no clube da sua cidade. “Assassina! Ninguém quer você aqui”, gritou o agressor. Assim como em outros ataques diários, A. abaixou a cabeça e ouviu aos xingamentos calada.  
Sarah divulgou o seu relato no Facebook para 'cuidar do caminho' de outras irmãs. 'Nos ajudamos'
Reprodução / Facebook
Sarah divulgou o seu relato no Facebook para 'cuidar do caminho' de outras irmãs. 'Nos ajudamos'
Apenas uma semana depois, Sarah Ghuraba, de 27 anos, caminhava para uma consulta médica na periferia de São Paulo quando sentiu um forte impacto na perna. “Muçulmana maldita”, disse um desconhecido. A frase veio acompanhada com uma grande pedra. "Alhamdulillah [graças a Deus] pegou na minha perna", pensou a mulher. Ao iG, ela garantiu que não foi seu primeiro ataque - e imagina que não será o último. “Será que uma muçulmana brasileira precisa morrer para entenderem que existe islamofobia no Brasil?”, questionou, ressaltando que o tema deveria ser tratado com a mesma importância dada aos casos de xenofobia e homofobia.
Sarah divulgou o ocorrido em sua página do Facebook para alertar outras irmãs que costumar sair sozinhas de casa porque “cuidamos uma do caminho da outra”. “Recebi muitas mensagens solidárias, mas também recebi um monte de ameaças. Falaram que eu deveria ter levado um tijolo na cabeça e outros prometeram terminar o trabalho. É assustador”. Para ela, as pessoas não conhecem o islã, mas acreditam fielmente que é uma religião de terroristas e assassinos. “O problema são as pessoas mais desinformadas, que desconhecem nossa religião e formam opinião pelo que assistem na televisão”, avaliou A.P.B.
Halimah Farah se converteu há um ano, mas já foi apedrejada com os filhos em Cuiabá
Arquivo pessoal
Halimah Farah se converteu há um ano, mas já foi apedrejada com os filhos em Cuiabá
Halimah Farah, de 26 anos, aderiu ao islamismo há um ano, mas já coleciona experiências de intolerância religiosa em Cuiabá, no Mato Grosso. Apedrejada em abril do ano passado, à época do sequestro de 276 alunas na Nigéria, protagonizado pelo grupo extremista Boko Haram, a vendedora entrou em estado de alerta após a chacina em Paris. Uma corriqueira ida à escola para buscar o filho mais velho virou um pesadelo. Halimah e os pequenos Marcelo e Gabriel, então de 8 e 6 anos, viraram alvos da ignorância.
“Só abaixei a cabeça, protegi meus filhos e saí correndo. Daquela vez foram pedras, amanhã pode ser um tiro ou atropelamento”, disse ela, comentando que Marcelo chegou a ser atingido na cintura. O episódio marcou a família ao ponto de a vendedora desistir de caminhar 400 metros com o filho até a escola novamente. A saída foi contratar o serviço de van para evitar “toda a provação e provocação” nas ruas. 
Olhares tortos, piadas e ‘Namastê’
A., Sarah e Hamilah têm endereços diferentes, mas em comum carregam as crenças no profeta Muhammad (Maomé) e despertam a atenção nas ruas pelas vestes hijabs e abayas, os véus e túnicas que cobrem o corpo, que é sempre guardado aos maridos, como Allah [Deus, em árabe] orientou no sagrado livro Alcorão. "A beleza da mulher muçulmana é a sua fé, não as características externas", pondera Halimah. Caminhar pelas ruas e lidar com olhares tortos já faz parte do cotidiano de muçulmanas, e muitas vezes, não é mais percebido. Eles só incomodam quando chegam acompanhados com barulhos e gritos de Insha'Allah (se Alá quiser), que ficaram famosos na novela “O Clone”, produzida pela TV Globo, em 2001.
O trio acredita que as pesadas críticas contra ao islamismo são reflexos da desinformação da população. “Muitos não sabem que brasileiros podem aderir ao islã. Muitos pensam que só árabes são muçulmanos”, contou A., convertida há dez anos e que ainda estuda a religião para se tornar uma melhor divulgadora do islamismo. Ela relatou que foi confundida inúmeras vezes como estrangeira por usar o véu. “Sempre recebo Namastê [saudação usada por budistas] ou sou atendida com um português extremamente lento. Aviso que sou brasileira e ficam chocados. Já até perguntaram se eu estava virando uma mulher-bomba.”
Apesar dos ataques nas ruas, Halimah Farah encontra respeito dentro do trabalho. Na foto, posa ao lado de duas amigas não muçulmanas. 'Vivemos em paz'. Foto: Arquivo pessoal
Marcelo e Gabriel são os dois filhos de Halimah e posam com o livro sagrado Alcorão. Foto: Arquivo pessoal
Gabriel de apenas quatro anos em posição de oração. Muçulmanos oram ao menos cinco vezes por dia. Foto: Arquivo pessoal
Muçulmana publica em página de mesquita desabafo sobre as ofensas diárias que sofre com os filhos. Foto: Reprodução / Facebook
Relato de Sarah em sua página de Facebook. 'Recebi muitas mensagens de apoio, mas também muitas críticas'. Foto: Reprodução / Facebook
Ao lado dos desabafos de religiosas, são encontradas críticas e mensagens islamofóbicas. Foto: Reprodução / Facebook
Montagem feita pela A.P.B após ser questionada sobre o extremismo no Oriente Médio. 'Eles vão contra o que Allah prega'. Foto: Reprodução / Facebook
Apesar dos ataques nas ruas, Halimah Farah encontra respeito dentro do trabalho. Na foto, posa ao lado de duas amigas não muçulmanas. 'Vivemos em paz'. Foto: Arquivo pessoal
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Sarah falou que a curiosidade na rua não incomoda e que até gosta quando desconhecidos perguntam educadamente sobre suas vestes. Afinal, segundo todas as entrevistadas, a pergunta pode ser uma abertura para o ensino do verdadeiro islamismo. “O islã é uma religião monoteísta. Nós amamos Jesus Cristo e esperamos o seu retorno. Maria, a mãe de Jesus, é uma das cinco mulheres mais importantes no paraíso. Quem fala que o islamismo é terrorismo deveria conviver conosco”, sugeriu Sarah, revelando que conceitos básicos do cristianismo são respeitados pelos seguidores de Maomé. 
Segundo ela, que dá aulas de teatro em uma escola a jovens do Jardim Ibirapuera, periferia paulistana, se a sua religião pregasse apenas o terrorismo, o mundo seria tomado pelo caos e guerra. “Somos 1 bilhão pelo mundo. Islã é paz, sossego e felicidade”, explicou com tom alegre na voz. A professora criticou ainda o radicalismo no Oriente Médio, pois isso mancha a comunidade. E completou: “O que eles fazem é proibido e chega a ser um haraam [pecado]”.  
Preconceito dentro e fora de casa
Escolher o islamismo como nova religião foi uma afronta para as três famílias católicas. Tanto Halimah como A. conheceram os ensinamentos do profeta ainda muito jovens, com 12 e 17 anos, respectivamente, pelos amigos da escola. Já Sarah deixou os estudos para virar freira há quatro anos por não ter respostas sobre o Alcorão das lideranças na igreja. As três encontraram forte resistência e preconceito dentro de casa. A., por exemplo,começou a usar o véu e quase foi proibida pela mãe de prestar a segunda fase do vestibular. O momento não era o mais apropriado, ela reconheceu. O atentado de 11 de setembro havia acabado de completar um ano. “Foi o momento mais difícil para ser uma muçulmana.”
Aos poucos, as três conquistaram os respeitos dos familiares mais próximos e cortaram a relação com outros que ainda as descriminam. “O sheik me ensinou a lidar com a rejeição da minha família. Quando ela reclamava do véu ou das orações, eu a abraçava. Nunca rebatia. Allah não estima agressores. Mostrei para a minha família como o islã realmente é. Os mais próximos aprenderam e hoje respeitam”, comemorou A.
Quando a submisão e os abraços não encerram as críticas, a solução é se afastar. "Eu até ria no começo, quando falavam que eu estava louca e tinha virado terrorista. Mas cansei de ouvir isso. A muçulmana enfrenta o pior dentro e fora de casa", desabafou Halimah.
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    sábado, 24 de janeiro de 2015

    Apostador leva R$ 33,5 milhões na Mega-Sena

    Sorteio deste sábado teve ainda 566 premiados com a quina

    Um apostador da cidade de Sorocaba, no interior de São Paulo, levou o prêmio principal do sorteio da Mega-Sena deste sábado (24). O prêmio concedido pela Caixa Econômica Federal no concurso 1.672 da loteria foi de R$ 33.471.003. 
    Os números sorteados foram: 01-03-05-10-20-42.
    Outros 566 apostadores fizeram a quina e vão receber R$ 6.389,44 cada um. Os 28.440 que acertaram a quadra levarão R$ 181.
    O próximo concurso acontece na noite de quarta-feira (28), a estimativa é de que sejam sorteados R$ 3 milhões.
    Para tentar melhorar sua sorte, veja os números mais sorteados na história:
    O campeão da Mega-Sena: o número 5 foi sorteado 196 vezes desde o início da loteria, em 1996  . Foto: Divulgação
    O número 4 é o vice-colocado entre as dezenas mais sorteadas: já saiu 192 vezes. Foto: Divulgação
    O 51 já saiu 187 vezes entre 1996 e o dia 13 de dezembro de 2014, data do levantamento do iG. Foto: Divulgação
    O 54 também saiu 187 vezes entre 1996 e o dia 13 de dezembro de 2014, data do levantamento do iG. Foto: Divulgação
    O 53 saiu em 186 sorteios da loteria. Foto: Divulgação
    Já o 33, em 184 ocasiões. Foto: Divulgação
    O sétimo colocado, 42, saiu 184 vezes. Foto: Divulgação
    O 24 saiu em 182 sorteios. Foto: Divulgação
    O 17 foi sorteado 181 vezes. Foto: Divulgação
    O 49 saiu em 179 sorteios – 42 vezes a mais do que os lanternas da Mega-Sena, 22 e 26. Foto: Divulgação
    O campeão da Mega-Sena: o número 5 foi sorteado 196 vezes desde o início da loteria, em 1996 . Foto: Divulgação
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