EMPREENDEDOR DE SUCESSO

terça-feira, 7 de abril de 2015

Al-Qaeda diz que abateu avião de carga sírio; exército culpa mau tempo

Aeronave levava comida e munição e caiu na noite deste sábado na Síria.
Tripulação morreu antes de pouso perto de aeroporto militar.

Da Reuters
A ala síria da Al-Qaeda, a Frente Nusra, disse no Twitter neste domingo (18) que derrubou um avião de carga do exército levando comida e munição durante a noite, no noroeste do país, mas a TV estatal síria culpou o mau tempo pela queda.
A Reuters não conseguiu verificar nenhuma das versões devido a restrições de reportagem e de segurança na Síria.
A TV estatal síria citou uma fonte militar dizendo que o avião de carga caiu devido a "condições meteorológicas e névoa pesada" na noite de sábado. Ao menos 35 soldados sírios morreram quando o avião caiu ao tentar pousar no aeroporto militar de Abu al-Duhur, na província de Idlib.
"A Frente Nusra derrubou um avião de carga militar durante a noite acima do aeroporto militar de Abu al-Duhur", disse o tuíte.
Vários jatos da Força Aérea da Síria e helicópteros foram derrubados na guerra civil na Síria, que começou depois que o governo reprimiu os protestos pró-democracia em 2011.
Uma coalizão lideAerrada pelos Estados Unidos está realizando missões na Síria para atacar o grupo de linha dura Estado Islâmico, um ramo da al Qaeda que também está lutando contra o exército sírio.
No mês passado, um piloto da força aérea da Jordânia foi capturado por combatentes do Estado Islâmico após seu avião ser abatido perto de um reduto do grupo militante em Raqqa, no nordeste da Síria.

ONU exige acesso humanitário a campo palestino atacado pelo EI

Campo de Yarmuk, em Damasco, foi dominado pelo Estado Islâmico.
Refugiados fogem apavorados com ação de jihadistas.

France Presse
Mulheres sírias recebem comida distribuída pelas Nações Unidas em campo de refugiados de Yarmouk, em Damasco, na Síria, em 10 de março (Foto: Taghrid Mohammed/UNRWA/Handout via Reuters)Mulheres sírias recebem comida distribuída pelas Nações Unidas em campo de refugiados de Yarmouk, em Damasco, na Síria, em 10 de março (Foto: Taghrid Mohammed/UNRWA/Handout via Reuters)
O Conselho de Segurança da ONU exigiu acesso humanitário ao campo palestino de Yarmuk em Damasco, do qual os refugiados fogem apavorados com a chegada dos jihadistas do grupo Estado Islâmico (EI).
Uma delegação palestina viajou à capital síria para negociar a ajuda ao campo de refugiados, segundo uma fonte palestina em Ramallah.
O Conselho de Segurança, integrado por 15 países, fez um apelo para a "proteção dos civis no campo e para assegurar o acesso humanitário à área, fornecer assistência e salvar vidas", disse a embaixadora Dina Kawar, da Jordânia, país que preside o organismo em abril.
"O Conselho está pronto para considerar as medidas adicionais que poderiam ser adotadas com o objetivo de fornecer proteção e assistência necessárias aos palestinos de Yarmuk", completou a diplomata.
Kawar recordou resoluções da ONU sobre a Síria que obrigam "todas as partes a suspender os cercos às zonas habitadas e facilitar a distribuição de ajuda humanitária".
O EI obteve a rendição de parte das forças palestinas dentro de Yarmuk. Atualmente controla boa parte do campo, cercado pelo exército do regime e a apenas 8 km do centro de Damasco.
Os membros do Conselho de Segurança "condenaram com a maior veemência possível os graves crimes cometidos" em Yarmuk pelo EI e a Frente Al-Nosra, filial síria da Al-Qaeda, e destacaram a necessidade de condenar os crimes, disse a embaixadora.
O governo dos Estados Unidos condenou de "maneira enérgica o ataque do EI contra Yarmuk" em um comunicado do Departamento de Estado.
Escassez total
O Conselho de Segurança foi informado sobre a situação em Yarmuk pelo Comissário Geral da UNRWA (Agência da ONU para os Refugiados Palestinos), Pierre Krähenbühl.
Em uma videoconferência na Jordânia, Krähenbühl destacou uma "situação humanitária totalmente catastrófica".
"Os moradores sobrevivem com apenas 400 calorias diárias", disse.
O grupo EI lançou na semana passada uma ofensiva com a ajuda da Frente Al-Nosra, segundo o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).
Yarmuk, o maior campo de refugiados palestinos da Síria, abrigou antes da guerra 160.000 pessoas, mas atualmente restam apenas 18.000.
Os habitantes sofrem com escassez de comida, água e medicamentos, consequência de um cerco praticamente total imposto há mais de um ano pelo regime sírio.
Um acordo permitiu no ano passado uma leve flexibilização do cerco, mas o acesso humanitário continuou limitado.
Na semana passada, milhares de residentes conseguiram fugir e buscar refúgio no bairro Tadamun de Damasco, sob controle das forças governamentais.
Os refugiados afirmaram que suportaram o cerco e os bombardeios, mas que não conseguiriam enfrentar o avanço do Estado Islâmico.
"Saí do campo", afirmou Um Usama, de 40 anos de idade, que morava no local há 17 anos.
"Teria permanecido, apesar dos bombardeios e da fome, mas a chegada do Daesh (acrônimo em árabe do Estado Islâmico) significa destruição e matanças", disse Usama.
Em Damasco, a delegação palestina centrará os esforços em garantir a segurança e assistência às pessoas que moram no campo, afirmou Ahmed Majdalani, da Organização para a Libertação da Palestina (OLP).
"Negociaremos com oficiais sírios para que garantam a segurança do corredor humanitário aberto na segunda-feira, para levar ajuda e retirar os civis, para que não virem escudos humanos do grupo terrorista Daesh", explicou Majdalani.
Ele também se reunirá com as facções palestinas para discutir como enfrentar a ameaça do Estado Islâmico.
A Síria vive uma guerra civil há quatro anos, com a participação de vários grupos jihadistas que lutam não apenas contra o regime sírio, mas também contra outros rebeldes moderados.

‘Estou vivendo um minuto por vez’, diz inocentado após 30 anos no corredor da morte

Anthony Ray Hinton passou 30 anos preso por dois homicídios e foi libertado na última sexta-feira: 'Quando você é pobre e negro nos EUA, você tem grandes chances de ir para a cadeia por um crime que não cometeu', diz.

Da BBC
Hinton passou 30 anos na prisão e diz que seu caso foi 'construído em cima de racismo e mentira'  (Foto: AP)Hinton passou 30 anos na prisão e diz que seu caso foi 'construído em cima de racismo e mentira' (Foto: AP)
Anthony Ray Hinton tinha 29 anos anos quando foi condenado à morte por dois homicídios em 1985 nos Estados Unidos. Ele passou as últimas três décadas em uma prisão do Alabama até seu caso ser revisto recentemente - a condenação foi revertida após testes com as balas usadas nos crimes não comprovarem que elas haviam saído da arma encontrada na casa de Hinton.
Em entrevista à BBC, ele afirmou que a cor da sua pele foi determinante para a condenação. "Meu caso foi construído em cima de racismo e mentira", disse.
"Eles tinham apenas um jovem negro – eu tinha 29 anos e não tinha dinheiro – e isso nos Estados Unidos, especialmente no Sul, significa condenação."
Não houve testemunhas, nem impressões digitais encontradas que comprovassem a culpa de Hinton no homicídio de dois gerentes de restaurantes há 30 anos. O réu conta que tinha um álibi para comprovar sua inocência, mas que os investigadores nunca foram checá-lo.
"Eu estava no trabalho quando um dos crimes aconteceu. Isso não era o suficiente para eles. Eles nem mesmo começaram a checar meu álibi."
Hinton conta que procura viver 'um minuto de cada vez' agora que saiu da prisão e que sua maior tristeza é "estar livre e não poder ver sua mãe", que faleceu em 2002.
'Se fosse branco, não teria acontecido'
De acordo com Hinton, a própria polícia o havia 'sentenciado' antes do julgamento. "A polícia disse: 'primeiro de tudo, você é negro; segundo, você já teve passagem na prisão; terceiro, você terá um juiz branco; quarto, você provavelmente terá um júri branco; e quinto, quando a promotoria juntar tudo, você sabe o que vai dar: condenação, condenação, condenação, condenação, condenação."
Depois de 30 anos preso, o réu acredita que seu caso teria tido tratamento diferente se fosse branco.
"Acho que se eu fosse branco, eles teriam testado a arma e veriam que as balas não poderiam ter vindo dela, e eu teria sido libertado. Mas quando você é pobre e negro nos Estados Unidos, você tem grandes chances de ir para a cadeia por um crime que não cometeu."
Os promotores derrubaram o caso contra Anthony Ray Hinton depois que novos testes com as balas que mataram os dois gerentes contradisseram a única prova que alegadamente tinham contra o réu. Eles não conseguiram evidências de que as balas do crime haviam saído da arma que pertencia à mãe de Hinton.
Hinton, então, deixou a prisão onde estava no Alabama na última sexta-feira. O advogado dele, Bryan Stevenson, que fundou a Iniciativa para a Justiça Igualitária, tentou argumentar por anos que o caso contra seu cliente era um erro: que ele tinha um álibi para o momento que um dos crimes ocorreu, que passou pelo teste com o detector de mentiras logo que foi preso, e que nenhuma prova corroborou os resultados do teste de balística usado para condená-lo.
"Se ele tivesse dinheiro para pagar os especialistas de que precisava para provar que aquilo era mentira, ele nunca teria sido condenado", disse Stevenson.
Segundo o advogado, quando 'os melhores especialistas do país' comprovaram que as balas não poderiam ter saído da arma de Hinton, o Estado do Alabama continuou calado, e não reabriu o caso para fazer novos testes.
"Por 16 anos, Hinton passou tempo a mais preso no corredor da morte simplesmente porque o Estado não estava disposto a arriscar a percepção de que eles não são os 'bons' (no combate) do crime. Em vez disso decidiram arriscar a execução de uma pessoa inocente. Isso para mim foi a coisa mais vergonhosa desse caso."
O advogado diz que Hinton é a 152ª pessoa a ter sua condenação revertida após ter sido sentenciado à morte. "É uma estatística chocante de erros. Nenhum sistema toleraria isso. Mas a maioria das pessoas que estão no corredor da morte são pobres ou negras, e não parecemos nos importar tanto se elas são inocentes ou não."
Vida fora da cela
Após passar três décadas 'longe' da sociedade, Hinton disse estar impressionado com a tecnologia que existe atualmente. E ficou espantado também com as atualizações da moda, ao comparar as roupas que usava nos anos 1980, quando foi preso, com as de hoje em dia.
Uma das primeiras coisas que fez ao sair da prisão foi visitar o túmulo da mãe – ela faleceu em 2002, quando ele ainda estava na cadeia.
Questionado se sentia raiva das pessoas que o condenaram, Hinton respondeu: "Sou uma pessoa alegre. Tenho um bom senso de humor e foi isso que me manteve vivo nesses 30 anos."
"Eu não odeio ninguém, não guardo raiva, vou continuar rezando pelos que fizeram isso comigo, como rezei nos últimos 30 anos. Porque nesses 30 anos, eu não deixei que eles levassem minha alegria. Se eu tivesse deixado, eles teriam vencido. Eu me recuso a dar a eles minha felicidade."
Em liberdade, Hinton diz que sua maior vontade agora é "viver do seu jeito, tentando levar alegria para as pessoas, aproveitar a vida e ser feliz."
tópicos:

EUA devem pedir saída de Cuba da lista de países que apoiam terrorismo

A informação foi divulgada pela rede de TV CNN. 
Barack Obama visita a Jamaica e o Panamá essa semana.

Da Reuters
O Departamento de Estado dos EUA deve recomendar em poucos dias que os EUA tirem Cuba da lista de países acusados de financiar terrorismo, informou a rede de TV CNN, citando uma fonte anônima do departamento.
A recomendação pode acontecer à medida que o presidente dos EUA, Barack Obama, visita Jamaica e Panamá, onde participará da Cúpula das Américas.
Obama prometeu nesta terça-feira (7) agir rapidamente assim que receber uma recomendação do Departamento de Estado sobre a remoção de Cuba da lista, um obstáculo que ainda resta para o restabelecimento das relações diplomáticas entre Washington e Havana.
Faltando poucos dias para uma cúpula das Américas no Panamá, onde Obama vai ficar cara a cara com o presidente de Cuba, Raúl Castro, ele não deu nenhum sinal claro sobre suas inclinações ou o prazo para a sua decisão. Obama ordenou a revisão da lista imediatamente depois de anunciar um avanço diplomático com Havana em 17 de dezembro.
Em uma entrevista à Reuters no início de março, Obama disse esperar que os Estados Unidos possam abrir uma embaixada em Cuba pela época da Cúpula das Américas, de 10 a 11 deste mês, e depois disso autoridades norte-americanas vêm dizendo que a revisão está sendo acelerada.
Mas a falta de uma decisão até agora sobre a remoção de Cuba da lista negra do terrorismo – uma firme exigência do governo cubano – levanta sérias dúvidas sobre se a revisão será concluída a tempo de os EUA darem novos passos para a normalização das relações antes da cúpula.
"Assim que eu receber uma recomendação, vou estar em condições de agir quanto a isso", disse Obama em entrevista à Rádio Pública Nacional.
O presidente norte-americano não deu nenhuma indicação sobre os rumos de seu governo na questão, mas deixou claro que sua decisão não terá como base se o governo cubano se envolve “em atividades repressivas ou autoritários em seu próprio país", mas suas atividades atuais “em matéria de terrorismo”.
Cuba foi incluída na lista de patrocinadores do terrorismo em 1982, quando dava apoio a grupos insurgentes marxistas. Atualmente, o país auxilia o processo de paz entre a guerrilha esquerdista Farc e o governo da Colômbia.
tópicos:

Pai e seus sete filhos são encontrados mortos dentro de casa nos EUA

Todd e as crianças podem ter sido envenenados por monóxido de carbono, já que ele utilizava gerador para aquecer a família

iG São Paulo | 07/04/2015 - 14:09
O pai encontrado morto com seus sete filhos em Maryland, EUA, tentava manter a família aquecida com auxílio de um gerador, já que sua energia elétrica havia sido cortada depois de atrasar o pagamento da conta, disse um parente da vítima.
Lloyd Edwards disse à Associated Press que seu enteado, Rodney Todd, 36, tinha comprado o gerador depois de a energia ter sido desligada em Princess Anne, costa leste de Maryland. 
"Todd comprou o gerador para manter sua família aquecida", disse Edward, adicionando que "O monóxido de carbono os consumiu."
Lloyd e Bonnie Edwards se identificaram como mãe e padrastro da vítima ao falarem com a Associated Press do lado de fora da casa. O chefe da polícia de Princess Anne, Scott Keller, disse à AP que um generator foi encontrado sem gasoline na cozinha da casa onde os corpos foram encontrados na segunda-feira (6).
Um comunicado da polícia disse apenas que a causa das mortes permanece sob investigação e identificou os corpos como sendo de um adulto e de sete crianças e adolescentes com idade a partir dos 6 anos, sem nomeá-los.
Segundo a polícia, os policiais encontraram a família em casa e sem vida após um colega de trabalho do americano ter entrado em contato com as autoridades, já que estava preocupado por não ter visto o homem há vários dias.
Matt Likovich, porta-voz da empresa de energia elétrica, não confirmou se a energia elétrica havia sido cortada de fato. Ele disse que o assunto está sendo investigado. As pessoas se abraçavam do lado de fora da casa enquanto policiais estavam e os investigadores inspecionavam o local. A residência foi isolada com fita amarela da polícia.
"É tão difícil", disse o padrasto da vítima, Lloyd Edwards.
Bonnie Edwards, a mãe de Todd, identificou os filhos do homem como os meninos Cameron, 13, e Zycheim, 7; e as meninas Tynijuiza, 15; Tykira, 12; Tybree, 10; Tyania, 9; e Tybria, 6.
Bonnie Edwards descreveu seu filho como amoroso e cuidadoso que era um exemplo para os filhos. "Eu não conheço nenhum jovem que teria feito o que ele fez para seus filhos, disse ela". "Estava tão orgulhoso em dizer que ele estava cuidando dos seus sete filhos."
Stephanie Wells, chefe da vítima, afirma ter alertado a polícia depois de não ter mais visto Todd desde o dia 28 de março. Na segunda de manhã ela bateu na porta da casa dele, mas ninguém respondeu. Ela, então, entrou com uma ocorrência de pessoa desaparecida.

20% dos servidores de 3 secretarias correm o risco de ficar sem salários

A suspensão será mantida até que a situação dos servidores não recadastrados seja regularizada

07/04/2015 - 14:28
Se não se recadastrarem até a próxima segunda-feira, 13 de abril, cerca de 20% dos servidores públicos ativos ocupantes de cargos efetivos nas secretarias da Saúde (Sesab), Educação (SEC) e Segurança Pública (SSP) poderão ter suspenso o pagamento dos seus vencimentos.
A suspensão será mantida até que a situação dos servidores não recadastrados seja regularizada. Até agora, 80% dos servidores destes órgãos responderam ao formulário disponível no Portal do Servidor.
Devem se recadastrar servidores que estiverem em atividade nos órgãos contemplados nesta primeira fase do recadastramento, inclusive aqueles contratados como cargo comissionado ou em Regime Especial de Direito Administrativo (Reda) e também os que estejam em situação de férias; licença médica, licença prêmio, licença maternidade e outras licenças; à disposição de órgãos dos três poderes (com ou sem ônus); em exercício de mandato eletivo; respondendo a processo administrativo; em readaptação funcional, além de residentes; estagiários e menores aprendizes.
O objetivo do recadastramento é validar os locais e jornada de trabalho dos servidores e, com isso, operacionalizar o sistema de recursos humanos do Estado.
O resultado do processo servirá para identificar a existência de possíveis não conformidades, tais como o acúmulo indevido de cargos e a incompatibilidade de horários de trabalho.
Ainda este ano, o Estado vai anunciar a outra fase do recadastramento de ativos, as quais contemplarão os servidores em atividade nas demais secretarias e órgãos da Administração Estadual.
Dúvidas sobre o recadastramento de servidores ativos poderão ser esclarecidas através do e-mail recadastramento.ativos@saeb.ba.gov.br.

SEJA UM EMPREENDEDOR DIGITAL, NO CONFORTO DO SEU LAR, COM SEU ESCRITÓRIO VIRTUAL

SEJA UM EMPREENDEDOR DIGITAL

  SEJA UM EMPREENDEDOR DIGITAL Tenha sua  Página Lucrativa  Online e Fature Dezenas ,  Centenas  ou  Milhares  de PAGAMENTOS  de  R$ 50,...