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terça-feira, 14 de julho de 2015

Setor musical vai gerar US$ 280 milhões até 2019 no Brasil

Levantamento da PwC mostra que patrocínio a shows, mais arenas pelo país, vendas de ingressos e streaming movimentam o mercado

Erica Ribeiroeribeiro@brasileconomico.com.br
Rio - O segmento de shows continua prosperando no mercado de Mídia e Entretenimento brasileiro — é o que revela a pesquisa Entertainment and Media Outlook da PwC. O levantamento avalia os gastos dos consumidores e investimentos com publicidade em 54 países. A análise foi realizada em 13 segmentos do entretenimento, que inclui TV aberta e fechada, revistas, jornais, internet, música, outdoor, cinema e games, entre outros. O Brasil é considerado na pesquisa o segundo maior mercado de música ao vivo na América Latina, depois do México. 
A receita total deste segmento (incluindo as vendas de ingressos e patrocínios) aumentou de U$ 165 milhões em 2010, para U$ 205 milhões em 2014 e deverá atingir U$ 280 milhões em 2019, com um crescimento médiode 6,4% ao longo do período. Do total de US$ 205 milhões no ano passado, US$ 162 milhões foram gastos com compra de ingressos em bilheteria e pela internet, e US$ 43 milhões em patrocínio de empresas a eventos de música no Brasil. 
Segundo Gardênia Rogatto, gerente sênior da PwC Brasil e especialista em Mídia e Entretenimento, apesar de ainda estarmos atrás do México — onde somente em bilheteria e internet os gastos são de US$ 201 milhões e outros US$ 45 milhões são de patrocínio — o crescimento desse mercado no Brasil vem sendo impulsionado pela realização de megaeventos como a Copa do Mundo, Jogos Olímpicos e a consolidação de uma agenda de festivais nos últimos anos. 
“O país entrou na rota dos principais festivais do mundo, como o Loolapaloza, Tomorowland. Monsters of Rock, Rock in Rio. A ida ao show é também uma experiência turística e o brasileiro tem viajado mais para assistir shows e os organizadores de grandes eventos desse tipo começam a fazer mais shows fora do eixo Rio-São Paulo, em arenas em Curitiba, Porto Alegre, Brasília e outros estados. Isso também ajuda a movimentar a economia local”, comenta ela, que ressalta o fato de a infraestrutura criada para a realização da Copa do Mundo em outras capitais ter ajudado a criar espaços com capacidade para eventos. 
Ainda de acordo com a executiva, apesar do cenário de crise, o Brasil vai chegar a movimentar US$ 280 milhões em 2019 nesse mercado. Segundo ela, a frequência de shows pode até mesmo diminuir mas não será abandonada pelo consumidor. Sem contar o patrocínio, que dá às empresas um retorno de visibilidade de marca importante. 
Considerando todo o mercado da música, o Brasil tem uma projeção de crescimento médio de 1,8% nos próximos cinco anos — maior que o cenário global (0,8%). No entanto, a forma como os brasileiros consomem música está mudando rapidamente, de acordo com a pesquisa da PwC. Em 2019, é esperada uma queda de 23% nos gastos com músicas gravadas em formato físico, em comparação ao ano passado. 
O streaming deverá se tornar o principal modelo de consumo de música dos brasileiros, não importa o gênero musical. A pesquisa aponta que os gastos com este formato tem um crescimento médio de 6,2% até 2019. Em cinco anos, os gastos do consumidor e dos anunciantes com música também será maior no digital e representará 19% do mercado, com um crescimento médio de 4,5%, enquanto o formato tradicional terá um aumento de apenas 1,2%. 
“A escolha do consumidor em ouvir música da forma que acha mais conveniente para si abre espaço cada vez maior para o streaming. As pessoas não querem mais perder tempo em downloads musicais, o que beneficia o crescimento do consumo em plataformas como o Spotify ou o Google Musica”, destaca Gardênia Rogatto.
Tags: Música , PwC , Shows , Eventos

Papa Francisco manda uma nova mensagem de paz aos brasileiros

De acordo com Força Aérea Brasileira (FAB), o recado foi enviado por volta de 21h de domingo, horário em que o Sumo Pontífice retornava da viagem que fazia à América Latina

Acorda Cidade | 14/07/2015 - 15:42
Em mais uma mensagem enviada quando sobrevoava o país, o papa Francisco desejou um futuro "sereno e feliz" aos brasileiros. A maior autoridade da Igreja Católica sobrevoou novamente o território brasileiro no domingo (12.07), quando saia de Assunção, no Paraguai, com destino ao Vaticano.
De acordo com Força Aérea Brasileira (FAB), o recado foi enviado por volta de 21h de domingo, horário em que o Sumo Pontífice retornava da viagem que fazia à América Latina.
"Excelentíssima Senhora Dilma Rousseff. Regressando da visita que nos levou a encontrar tantos irmãos no Equador, Bolívia e Paraguai, saúdo a Vossa Excelência e desejo ao Brasil um futuro sereno e feliz para seus filhos, que recordo com saudade e a quem envio uma propiciadora missão apostólica", disse Francisco.
Segundo a FAB, o áudio foi transmitido enquanto o avião sobrevoava o estado do Mato Grosso do Sul, dirigindo-se a Roma, na Itália. Na semana passada, durante a visita, o papa já havia enviado uma mensagem de paz e justiça social a Dilma e aos brasileiros.
Após a mensagem, a presidenta respondeu por twitter ao sumo pontífice, desejando sucesso na missão pastoral que ele fez pelos países.

Consumo de tabaco e álcool é um dos fatores de risco para o câncer de boca

Campanha Julho Verde conscientiza sobre a importância da prevenção do câncer de cabeça e pescoço, quinta neoplasia mais comum no mundo

14/07/2015 - 12:17
Dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço (SBCCP) revelam que o hábito de beber e fumar aumenta em até 20 vezes a chance de uma pessoa desenvolver algum tipo de câncer de cabeça e pescoço.
Tumores nessa região correspondem a 3% de todos os tipos de câncer. Os de cavidade oral, que incluem lábios, língua, assoalho de boca, céu da boca, orofaringe como amígdalas, e de laringe são os tumores mais comuns.
De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), no Brasil, as estimativas de 2014, que também são válidas para o ano de 2015, apontam a ocorrência de 11.280 novos casos de câncer da cavidade oral em homens e 4.010 em mulheres.
Além do tabagismo e o álcool, outros fatores estão associados mais fortemente ao aparecimento do câncer de boca, como a infecção por HPV (subtipo 16 principal) e exposição solar (para o câncer no lábio).
Há também os fatores de baixo risco, dentre os quais estão a dieta pobre em frutas e vegetais, má higiene oral, próteses mal ajustadas ou adaptadas, genéticos e outros aspectos em associação que determinam uma queda na imunidade do hospedeiro, levando ao aparecimento do tumor.
Os sintomas do câncer de boca, às vezes, são nítidos, como feridas com ardor na boca, e às vezes não, sendo indolores no início, como uma ferida que não cicatriza e não dói.
De acordo com o Dr. Giulianno Molina de Melo, Cirurgião de Cabeça e Pescoço da Beneficência Portuguesa de São Paulo, entre as lesões suspeitas estão a ferida na boca que não cicatriza em duas semanas; os nódulos persistentes no pescoço e em mucosa da bochecha, lábio, assoalho de boca e língua; as manchas esbranquiçadas ou avermelhadas, indolores ou com leve ardor local em mucosa da boca; os dentes que apresentam amolecimento sem causa aparente; o inchaço na gengiva que dificulta uso de prótese; a dificuldade para engolir, falar, mastigar; mau hálito e perda de peso. 
“Apesar de quase 90% das lesões malignas de boca estarem localizadas na língua, assoalho, mucosa jugal e palato, ou seja, de fácil suspeita e reconhecimento, ainda diagnosticamos pacientes, em sua maioria, em estádios avançados, o que dificulta muito o tratamento, levando a cirurgias complexas, prolongadas, envolvendo reconstruções para a reabilitação mais adequada e invariavelmente seguidas de radioterapia e quimioterapia, apresentando-se até o momento com índices mais baixos de sobrevida”, explica Dr. Giulianno.
No Brasil, cerca de 70% dos casos ainda apresentam-se em estádios avançados: III e IV, onde as chances de cura ou controle são menores, porém podem ser atingíveis. Já os casos iniciais I e II possuem alta chance de cura/controle.
Os dados demográficos preocupam e se este ritmo continuar, a incidência do câncer de boca, no Brasil, tenderá a aumentar, ultrapassando outras doenças. Com isto os gastos em saúde como um todo também aumentarão.
Hoje ocupa a quinta posição entre os homens e a sexta entre as mulheres. Segundo o cirurgião, a prevenção de fatores de risco ainda é a medida mais simples e eficaz para evitar o aparecimento desses tumores.
“A recomendação médica, portanto, é a de cessar o consumo de tabaco e álcool, pois associados e com a presença dos outros fatores já descritos aumenta-se muito a possibilidade de desenvolver esta doença”, conclui o Dr. Giulianno.

Fortuna e união com modelo: conheça o "chefão" da droga que escapou no México

Joaquin "El Chapo" Guzman fugiu de prisão de segurança máxima; o bilionário é casado com uma ex-rainha da beleza

A fuga do traficante mais poderoso e enigmático do México despertou consternação mundial no último final de semana e pode ser um divisor de águas para o controle do narcotráfico no país e na América Latina, apontam especialistas. As informações são do site britânico "Daily Mail".
A ex-modelo Emma Coronel Aispuro, terceira mulher do poderoso narcotraficante mexicano
Twitter/Reprodução
A ex-modelo Emma Coronel Aispuro, terceira mulher do poderoso narcotraficante mexicano
Joaquin "El Chapo" Guzmán executou um engenhoso plano de fuga que culminou em uma das maiores caçadas humanas da história. Em um esquema mais condizente com um roteiro cinematográfico, o criminoso escapou por um túnel em uma área do chuveiro de sua cela, cujas autoridades acreditam ter sido secretamente construída por vários meses.
É a segunda vez em 14 anos que o chefão da droga - o chefe da organização de tráfico de drogas mais poderoso e implacável no mundo - tem envergonhado as autoridades mexicanas com sua fuga, depois de ter sido descrito como o criminoso mais procurado desde Osama bin Laden.
Mas suas fugas quase lendárias são talvez pouco surpreendentes quando se olha para a sua vida lucrativa, que incluiu guerras territoriais brutais contra outros cartéis e dezenas de milhares de mortes. Especialistas já preveem que Guzman, que trabalhada com sucesso uma imagem de Robin Hood, talvez nunca mais seja encontrado. 
Primeira captura
Joaquin
Reprodução/Youtube
Joaquin "El Chapo" Guzman foi preso e escapou da polícia mexicana duas vezes
Guzman foi capturado pela primeira vez pelas autoridades da Guatemala em 1993 antes de ter sido extraditado para o México, onde ficou preso por 20 anos. Apesar de sua longa sentença, Guzman tinha muitas regalias na prisão, entre elas o consumo de cocaína, Viagra – autoridades dizem que ele fazia uso assíduo do medicamento – e comida gourmet. Alguns alegaram que ele converteu a prisão em um "hotel de cinco estrelas".
Depois de fugir do loca, ele voltou a ser capturado 13 anos depois. Ele foi preso em fevereiro deste ano depois de uma caçada humana dramática que durou um dia inteiro em seu Estado natal, Sinaloa.
Escola do crime
O mega traficante nasceu em abril de 1957 na pequena vila rural de La Tuna, rodeado de famílias pobres. Embora pouco se saiba sobre sua educação, Guzman abandonou a escola aos oito anos para trabalhar com seu pai colhendo laranjas. Juntos, eles às vezes trabalharam também em campos de papoula do ópio.
Na década de 1980, foi recrutado pelo então chefe do cartel de drogas de Guadalajara Miguel Angel Felix Gallardo. O trabalho de Guzman era entrar em contato com os traficantes de drogas das cidades colombianas de Medellín e Barranquilla, ganhando uma rede valiosa de contatos para contrabandear cocaína para os Estados Unidos, Europa e Ásia.
Cartaz da Chicago Crime Comission mostra o traficante Joaquín El Chapo Guzmán Loera (14/02). Foto: M. Spencer Green/AP - 14.2.13
Joaquin
Tido como 'chefão' do tráfico de drogas no México, ele é casado com a ex-rainha da beleza Emma Coronel. Foto: Reprodução/Youtube
Emma nasceu nos EUA e deu à luz gêmeos recentemente em Los Angeles. Foto: Reprodução/Youtube
A bela é sobrinha de um outro traficante de drogas famoso do México. Foto: Reprodução/Youtube
Cartaz da Chicago Crime Comission mostra o traficante Joaquín El Chapo Guzmán Loera (14/02). Foto: M. Spencer Green/AP - 14.2.13
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Não demorou muito para Guzman trilhar seu próprio no cartel, onde logo ganhou seu lugar no topo, sendo apontado como um gênio do crime onipotente que nunca perdeu uma batalha.
Bilionário  
Sua capacidade de enviar toneladas de cocaína, heroína e maconha para os EUA não só fez dele um dos homens mais procurados do país como também um dos mais ricos entre os barões da droga da história. Em 2009, Guzman compôs a lista de bilionários da Forbes. Ele só ficou de fora do ranking em 2013 porque sua riqueza exata não pôde ser rastreada novamente.
Família
Guzman tinha uma relação difícil com o pai, que teria espancado ele e seus irmãos. Já com a mãe, uma católico convicta, a relação é bem sólida e especialistas apontam que ela tem a capacidade de influenciar qualquer decisão do mexicano.
Em agosto de 2011, sua mulher Emma Coronel - ex-rainha da beleza - deu à luz gêmeos em um hospital nos arredores de Los Angeles. O casal se casou no dia em que ela completou 18 anos em uma festa de luxo no centro do México, em 2007, com policiais entre os convidados. 
Cidadã norte-americana nascida na Califórnia sem acusações criminais, Emma é sobrinha do traficante Nacho Coronel, que morreu em um tiroteio com o Exército mexicano em 2010. Antes de ela dar à luz, agentes queriam detê-la, mas não tinha nenhuma acusação formal para isso, então tiveram de deixá-la livre.
As certidões de nascimento dos filhos da ex-rainha da beleza, que seria a terceira ou quarta mulher do fugitivo, listam a bela como mãe, mas os espaços para o nome do pai estão em branco, o que significa que as crianças também são cidadãs dos EUA. 
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    Samsung vê usuário de tablet mais exigente e traz duas novas séries ao Brasil

    Linha de entrada, Tab E, e de intermediários, Tab A com S Pen, apresentam funções antes restritas aos top de linha da marca

    Samsung lança no Brasil duas novas famílias de tablets: Tab A com S Pen, em dois tamanhos, 9,7 e 8 polegadas, e o Tab E, de entrada, com telas de 9,6 e 7 polegadas
    Emily Canto Nunes/iG São Paulo
    Samsung lança no Brasil duas novas famílias de tablets: Tab A com S Pen, em dois tamanhos, 9,7 e 8 polegadas, e o Tab E, de entrada, com telas de 9,6 e 7 polegadas
    Nesta terça-feira (14), a fabricante sul-coreana apresentou duas novas linhas de tablets para o mercado brasileiro: Tab E, de entrada, e Tab S com S Pen, intermediária. Ao todo, são sete modelos que variam de R$ 549 até R$ 1.649, em versões com 4G, 3G ou só Wi-Fi.
    Com um ciclo de vida maior do que o de smartphones, cerca de dois anos, a categoria de tablets exige, de acordo com Roberto Soboll, diretor de produtos mobile da Samsung, que o consumidor faça a escolha certa na hora de comprar. Na opinião do executivo, o mercado de tablets já caminha para um amadurecimento como o dos smartphones, com o consumidor educado, isto é, com conhecimento a respeito dos produtos e capacidade de distinguir um aparelho que vale o investimento e aquele que não vale. Além disso, os novos tablets da Samsung, segundo Soboll, trazem funções antes vistas apenas em produtos top de linha para atender a demanda de um cliente mais exigente.
    Lançada como opção de entrada, a família Tab E chega com a possibilidade de o usuário criar até oito perfis, usar a tela dividida e também com modo infantil. Com processador quad-core de 1.3 GHz , 8 GB de armazenamento e Android 4.4, o Tab E tem versão com tela HD de 9,6 ou 7 polegadas.
    A opção de 9,6 polegadas tem memória RAM de 1.5 GB e duas versões: com 3G e Wi-Fi, por R$ 1.049, e só com Wi-Fi por R$ 849. Já a versão de 7 polegadas tem memória RAM de 1 GB e duas opções: por R$ 749 com 3G e Wi-Fi, e por R$ 549 só Wi-Fi. As cores são branco ou preto.
    Já a família Tab A com S Pen se diferencia pela presença de uma caneta embutida no equipamento que permite ao usuário escrever na tela. A S Pen também dá acesso à um menu específico, o mesmo do smartphone Galaxy Note 4, com quatro funções: Lembrete de ação, Seleção inteligente, Clipe de imagem e Escrita na tela. São esses recursos que possibilitam ao usuário fazer uma anotação na tela, com letra cursiva, e depois transformá-lo em um texto tal qual o digitado, ou ainda recortar e colar imagens da web.
    A série Tab A com S Pen chega nas versões de 9,7 e 8 polegadas, com opções com 4G ou só Wi-Fi, e nas cores branco e cinza. Com processador quad-core 1.2 GHz, os tablets tem 2 GB de RAM, 16 GB de armazenamento e rodam Android 5.0.
    O Tab A com S Pen de 9,7 polegadas com Wi-Fi e 4G chega por R$ 1.649, enquanto a versão só com Wi-Fi custará R$ 1.399. Já o Tab A com S Pen de 8 polegadas chega só na versão com 4G e Wi-Fi por R$ 1.399. 
    De acordo com a Samsung, grande parte dos produtos já está no mercado. O restante chega até agosto. Além disso, todos o produtos com conectividade de rede, isto é, 4G ou 3G, também fazem ligações telefônicas.
    Linha de tablets de entrada, Tab E tem versões com tela de 7 e 9,6 polegadas. Foto: Emily Canto Nunes/iG São Paulo
    Tab A com S Pen é a linha de intermediários, com telas de 9,7 e 8 polegadas. Foto: Emily Canto Nunes/iG São Paulo
    Linha Tab S com S Pen tem opções com 4G e Wi-Fi ou só com Wi-Fi. Foto: Emily Canto Nunes/iG São Paulo
    Todos os tablets da Samsung com chip 4G ou 3G também faz ligações. Foto: Emily Canto Nunes/iG São Paulo
    Linha Tab A com S Pen tem processador quad-core de 1.2 GHz, 2 GB de RAM e 16 GB de armazenamento. Foto: Emily Canto Nunes/iG São Paulo
    Linha Tab A será vendida nas cores branco ou cinza e com preços que variam entre R4 1.399 e R$ 1.649, dependendo do tamanho de tela e das opções de conectividade. Foto: Emily Canto Nunes/iG São Paulo
    De entrada, linha Tab E tem processador de 1,3 GHz e 8 GB de armazenamento e telas de 9,6 e 7 polegadas. Foto: Emily Canto Nunes/iG São Paulo
    Tab E tem preços que vão de R$ 549 até R$ 1.049, dependendo do tamanho de tela e das opções de conectividade. Foto: Emily Canto Nunes/iG São Paulo
    Linha de tablets de entrada, Tab E tem versões com tela de 7 e 9,6 polegadas. Foto: Emily Canto Nunes/iG São Paulo
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