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domingo, 26 de julho de 2015

Corpo de esportista morto em salto no Rio é velado em Mogi das Cruzes

Paraquedista morreu em salto de wingsuit na Pedra da Gávea na sexta.
Enterro será às 17h no Cemitério São Salvador.

Do G1 Mogi das Cruzes e Suzano
Corpo de esportista é velado em Mogi das Cruzes (Foto: Bruno Oliveira/TV Diário)Corpo de esportista é velado em Mogi das Cruzes (Foto: Bruno Oliveira/TV Diário)
O corpo do paraquedista Fernando M. Gonçalves, de 36 anos, que morreu em um salto de wingsuit no Rio de Janeiro, é velado em Mogi das Cruzes (SP) neste domingo (26). Gonçalves morreu ao saltar na Pedra da Gávea na sexta-feira (24). O corpo está no Velório Cristo Redentor, no Parque Monte Líbano, e o enterro está previsto para acontecer às 17h, no Cemitério São Salvador, que fica no mesmo bairro.
 
Filha de esportista pede respeito ao luto da família (Foto: Reprodução/TV Diário)Filha de esportista pede respeito ao luto da família
(Foto: Reprodução/TV Diário)
Fernando morava em San Diego, na Califórnia, e havia chegado ao Rio de Janeiro na quarta-feira (22). A filha do esportista, Isabela Feitosa Gonçalves, de 15 anos, fala sobre a perda do pai e pede respeito ao luto da família. "Queria que as pessoas respeitassem o luto da minha família e parassem com as críticas nas redes sociais. A polícia está investigando e não há nada de concreto. Mesmo morando longe ele era um pai muito presente e sempre conseguia estar perto da família. Está sendo difícil conviver com isso. A gente sabe que ele partiu fazendo o que gostava".
 
Mãe de esportista mostra foto do filho (Foto: Bruno Oliveira/TV Diário)Mãe de esportista mostra foto do filho
(Foto: Bruno Oliveira/TV Diário)
Segundo a mãe de Gonçalves, Zélia Monteiro Gonçalves, o filho tinha vindo ao Brasil a trabalho e iria fazer uma supresa para a família. Neste domingo (26) Zélia comemora aniversário. Ela fala sobre como era a relação do filho com o esporte. "Ele morava no exterior há 15 anos. Aqui no Brasil não abriram as portas para ele, por isso foi procurar apoio no exterior".

Zélia disse também que desde que o filho foi morar fora do país, há 15 anos, não tinha voltado para passar nenhum aniversário ao lado da mãe. Este ano o esportista faria uma surpresa no dia do aniversário dela.

Emocionado, o pai do esportista, Nelson José Gonçalves, agradeceu os amigos do filho pelo apoio. "Gostaria de agradecer a todos os amigos do meu filho que têm levado grande apoio à minha família".
 
Vídeo
Um estudante que fez a trilha da Pedra da Gávea, na Zona Sul do Rio,  registrou os últimos momentos do paraquedista. O vídeo, obtido pelo G1, mostra o esportista saltando para o que seria seu último voo.
“Quando ele pulou, sumiu. Disseram que ele estava desde cedo tentando pular. Uma hora ele chegou até a raspar uma pedra porque as plantas estavam atrapalhando. Lembro que ele colocou a GoPro no capacete do Brasil, vestiu uma roupa amarela e pulou. Descemos a trilha tranquilamente e eu só soube que ele tinha morrido depois que cheguei em casa”, contou Breno Dantas, de 18 anos, que acompanhou ansioso, junto com alguns amigos e curiosos, o salto do atleta.
O estudante Gabriel Nogueira, de 18 anos, também viu o salto do atleta. Segundo ele, ventava muito forte na região. "Quando a gente chegou ele estava olhando onde ia saltar. Ele saltou da pedra e pensamos que ele tinha ido para o outro lado. A gente até achou estranho, mas não pensamos no pior", disse.
Fernando Gonçalves tinha 36 anos (Foto: Reprodução / Facebook)Fernando Gonçalves tinha 36 anos (Foto: Reprodução/Facebook)
Fernando Gonçalves postou vídeo de salto de wingsuit na quarta-feira (22) (Foto: Reprodução / Facebook)Fernando Gonçalves postou vídeo de salto de wingsuit na quarta-feira (22) (Foto: Reprodução/Facebook)
Atleta postou vídeo na quarta-feira
O paraquedista postou na quarta-feira um vídeo de outro voo, saltando da mesma montanha. Nas imagens, publicadas em seu perfil no Facebook, é possível ver o esportista passando rente à pedra.
Amigos de Fernando compartilhou o vídeo com mensagem de lamento (Foto: Reprodução / Facebook)Amigos de Fernando compartilhou o vídeo com
mensagem de lamento (Foto: Reprodução/
Facebook)
"Gávea, estou de volta. Muito bom estar de volta nessa maravilha com meus amigos. Valeu", postou Fernando.
No esporte, praticantes de base jump ou paraquedismo usam um macacão que permite planar durante a queda livre ao causar mais resistência com o ar. Os esportistas mais radicais voam próximo a montanhas, aumentando o grau de dificuldade e risco. Para o pouso, é aberto paraquedas antes de chegar ao solo.
Em maio, um dos atletas radicais mais destemidos e conhecidos do mundo, o americano Dean Potter, morreu durante um voo de wingsuit na Califórnia. Desde que o esporte começou a ganhar popularidade, em 2002, cerca de 70 pessoas morreram.
Fernando Gonçalves já tinha saltado da Pedra da Gávea em 2011 (Foto: Reprodução / Facebook)Fernando Gonçalves já tinha saltado da Pedra da Gávea em 2011 (Foto: Reprodução/Facebook)
Homenagem para amigo
Em um post de 2013 em seu Facebook, Fernando homenageou um amigo que morreu praticando o esporte e respondeu aos críticos do wingsuit.
"É dificil mesmo para as pessoas que não são apaixonadas pelo esporte entender o motivo que fazemos isso!! Espero que um dia tu experimente o gosto de voar e um dia irá entender o por que de tudo isso!! Sim, o lugar e maravilhoso e sim quero incentivar as pessoas a fazer o mesmo, por que eu quero dividir um pouco do que eu faço e do que eu sinto para as pessoas do mundo inteiro para que elas tenham uma outra visão da vida!! A vida é muito boa e com certeza vou dividir mais momentos como esse, graças a pessoas como nós fazemos o mundo ter um pouco de paz e ver a vida com outros olhos!! Um dia tu vai entender prometo!", escreveu nos comentários.

Vídeo: atletas saltam de prédio da Zona Sul do Rio a 82 metros de altura

Saltos aconteceram enquanto maratonistas percorriam Praia do Leblon.
Especialista não sabe explicar o que deu errado em pulo de atleta que morreu

Matheus RodriguesDo G1 Rio
VÍDEOS;

Quatro atletas de base jump saltaram na manhã deste domingo (26) do topo do Hotel Marina, na orla da Praia do Leblon, Zona Sul do Rio. Gustavo Areias, Paloma Oliveira, Rita Birinbdelli e Rudney Pereira pularam de uma altura de 82 metros, enquanto atletas de uma maratona passavam no local. Areias pratica saltos há 10 anos e afirmou que o dia estava em condições ideais para a prática do esporte.
"Quando a gente chegou estava ventando um pouquinho, a gente ficou lá em cima esperando uma janela boa e, na hora do salto, estava perfeito. As meninas arrebentaram, foi maneiro. A altura aqui é tranquila, não é muito alto. Uma altura segura, lugar bonito, não podia ser melhor. Ainda pulamos com a maratona rolando, meio surreal. A gente escutava a galera gritando 'pula, pula, pula. Foi maneiro", afirmou.
O atleta, que tem mais de 1,7 mil saltos, afirmou que já desistiu de pular por não encontrar os requisitos necessários no momento. Ele comentou a morte de Fernando Gonçalves que pulou da Pedra da Gávea, na última sexta-feira (24). "O Fernando era um piloto muito experiente, o salto de wingbase exige uma preparação tremenda e tem que estar tudo perfeito. Ele era muito experiente, mas foi uma infelicidade. No esporte todo mundo sabe que tem riscos e faz parte da vida", disse.

A prática de Base Jump pode ser feita de várias maneiras. A sigla B.A.S.E. significa Building Antenna Span & Earth, ou em português Prédio, Antena, Ponte e Terra. “É um salto de paraquedas de um objeto fixo. Temos alguns tipos, dá para ser de prédio, ponte, antena, pedra [como sugere a sigla em inglês] e aí tem algumas variações como em guindaste e chaminés”, explicou Areias. Diferente do Wingsuit, que é um macacão com asas usado por paraquedistas para saltar. Há ainda uma variação conhecida como Wing Base, onde os saltadores pulam de um local fixo.
Atletas analisam as condições para o salto no Rio (Foto: Matheus Rodrigues/ G1)Atletas analisam as condições para o salto no Rio (Foto: Matheus Rodrigues/ G1)
Outro a saltar neste domingo (26), Rudney Pereira começou a praticar voo livre no Exército em 2009, como paraquedista militar e resolveu seguir no esporte. Ele contou que até agora não sabe explicar o que deu errado no salto de Fernando. "Até agora a gente não sabe realmente o que aconteceu, ele tinha um equipamento bom, de primeira. Eu, particularmente, não sei o que aconteceu. Sabemos que ele bateu lá e infelizmente a gente perdeu ele. Mas é como andar de motocicleta, só bate e morre quem faz", contou.
Saltadores se preparam para pular de 82 metros no Rio (Foto: Matheus Rodrigues/ G1)Saltadores se preparam para pular de 82 metros
no Rio (Foto: Matheus Rodrigues/ G1)
Pereira afirmou ainda que todos os cuidados são necessários para a segurança dos atletas. Ele comemorou a experiência no Leblon. "Foi maravilhoso, você fazer um salto no com essa vista do Rio de Janeiro, no Hotel Marina, tudo legal, foi muito bom. A gente sempre analisa o lugar que vai pular, o tempo, o horário, equipamento, até a gente próprio. Até porque é a nossa vida, basejump não pode errar, a gente não pode tentar a sorte é só tem uma chance. A gente tem que ser muito técnico e avaliar tudo", afirmou.

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Odebrecht e Andrade Gutierrez terão de ressarcir mais de R$ 7 bi, diz MPF

Presidentes das 2 empresas foram denunciados pelo MPF na sexta (24). 
Empresas são acusadas de participar de esquema de fraudes na Petrobras.

Adriana Justi e Marcelo RochaDo G1 PR e da RPC
A denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF) contra executivos da construtora Odebrecht e da Andrade Gutierrez, na sexta-feira (24), aponta que as duas empresas terão de ressarcir mais de R$ 7 bilhões aos cofres públicos. Desse total, R$ 486.468.755,21 são referentes à Andrade Gutierrez e R$ 6.766.022.202,30 referem-se à Odebrecht. As empresas são as duas maiores construtoras do Brasil.
Ao todo, 22 pessoas foram denunciadas. Na lista aparecem ainda os nomes do doleiro Alberto Youssef, do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, do ex-diretor de Serviços da estatal Renato Duque e do ex-gerente de Serviços Pedro Barusco.
De acordo com o MPF e a Polícia Federal, a Odebrecht e a Andrade Gutierrez agiam de forma mais sofisticada no esquema de corrupção e fraudes de licitações da Petrobras. Elas formavam um cartel, obtendo preços favoráveis e, com isso, lucros extraordinários. Parte desse lucro excedente era usada para pagar propina a agentes públicos e partidos políticos, conforme os procuradores.
A denúncia também aponta que as duas empresas pagaram mais de R$ 600 milhões em proprina em onze contratos que firmaram com a Petrobras.
Do montante total devido pela Odebrecht, R$ 5.987.800.000,00 referem-se aos danos causados por contratos com a Braskem na compra de nafta, um produto essencial para fazer plástico, segundo a denúncia.
A Braskem é uma empresa petroquímica do Grupo Odebrecht que atua em participação com a Petrobras.
Nesta transação, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, que cumpre prisão domiciliar no Rio de Janeiro, teria recebido propinas de R$ 5 milhões por ano. Parte desse dinheiro era direcionada ao ex-deputado José Janene (PP), já falecido, e posteriormente ao próprio Partido Progressista, afirmou o procurador Deltan Dallagnol.
Em nota, a Braskem disse que "não faz sentido nenhum falar em R$ 6 bilhões de prejuízo à Petrobras a partir do conhecimento técnico do mercado de combustíveis e petroquímicos brasileiros".
Desde o início da Operação Lava Jato, deflagrada em março de 2014, R$ 840 milhões já foram recuperados, segundo Dallagnol. Além desse valor, mais de R$ 2 bilhões estão bloqueados em contas no Brasil e no exterior.
Lista dos denunciados por processo
Odebrecht
- Alberto Youssef, doleiro
- Alexandrino de Salles Ramos de Alencar, ex-diretor da Odebrecht
- Bernardo Schiller Freiburghaus, suspeito de lavar dinheiro de propina da Odebrecht
- Celso Araripe d’Oliveira, funcionário da Petrobras
- Cesar Ramos Rocha, ex-diretor da Odebrecht
- Eduardo de Oliveira Freitas Filho, sócio-gerente da empreiteira Freitas Filho Construções Limitada
- Marcelo Bahia Odebrecht, presidente da Odebrecht S.A.
- Márcio Faria da Silva, ex-diretor da Odebrecht
- Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobras
- Paulo Sérgio Boghossian, ex-diretor da Odebrecht
- Pedro José Barusco Filho, ex-gerente de Serviços da Petrobras
- Renato de Souza Duque, ex-diretor de Serviços da Petrobras
- Rogério Santos de Araújo, ex-diretor da Odebrecht
Andrade Gutierrez
- Alberto Youssef, doleiro
- Antônio Pedro Campello de Souza Dias, ex-diretor da Andrade Gutierrez
- Armando Furlan Júnior, sócio de Fernando Soares
- Elton Negrão de Azevedo Júnior, diretor-executivo da Andrade Gutierrez
- Fernando Falcão Soares, lobista conhecido como Fernando Baiano
- Flávio Gomes Machado Filho, filho de Mário Góes e suspeito de operar propina
- Lucélio Roberto von Lechten Góes, lobista suspeito de atuar para a Odebrecht
- Mario Frederico Mendonça Góes, lobista suspeito de atuar para a Odebrecht
- Otávio Marques de Azevedo, presidente da Andrade Gutierrez
- Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobras
- Pedro José Barusco Filho, ex-gerente de Serviços da Petrobras
- Renato de Souza Duque, ex-diretor de Serviços da Petrobras
- Rogério Santos de Araújo, ex-diretor da Odebrecht
Contas no exterior
Segundo Dallagnol, documentação obtida nas investigações mostra que a Odebrecht e denunciados no esquema tinham contas e valores em empresas offshore, fora do país.
Uma investigação das autoridades suíçasapontou que empresas do Grupo Odebrecht utilizaram contas bancárias naquele país para pagar propina a ex-diretores da Petrobras.
Conforme relatado pelo MPF, a Suíça informou que os pagamentos foram feitos a Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento; Renato Duque, ex-diretor de Serviços; Pedro Barusco, ex-gerente de Serviços; Jorge Zelada e Nestor Cerveró, ambos ex-diretores da área Internacional da estatal.
No caso da Andrade Gutierrez, o delegado da PF Eduardo Mauat da Silva citou um documento de uma auditoria interna feita pela empresa, para apurar todos os pagamentos feitos durante os anos da investigação da Lava Jato. "A própria Andrade Gutierrez estava preocupada com a Operação Lava Jato", afirmou.
Já na Odebrecht, o delegado lembrou que Marcelo Odebrecht era o responsável pelos principais decisões da empresa. "Ele tinha perfil bastante centralizador, ele tomava as decisões mais importantes, ele fazia os contatos políticos para que a empresa fosse beneficiada", disse.
Defesas
Por meio de nota, a Construtora Norberto Odebrecht disse discordar dos ressarcimentos pedidos pelo MPF. "A Construtora Norberto Odebrecht considera que o ressarcimento pedido pelo Ministério Público Federal, calculado com base em ilações e afirmações de criminosos confessos, é totalmente infundado e será devidamente contestado pela defesa no curso do processo, caso a denúncia seja aceita pela Justiça."
O advogado de Alberto Youssef afirma que vai continuar colaborando com a Justiça. O advogado de Paulo Roberto Costa alega que “todos os fatos que foram objeto de colaboração premiada, quase 120 depoimentos, foram importantes em todas as investigações, inclusive esta”.
A defesa de Fernando Soares, o Fernando Baiano, diz que “isso [a denúncia] revela excesso acusatório, o que não surpreende, diante de tudo que tem acontecido até agora em violação da lei e da Constituição da República." A defesa de Mário Góes afirmou que só se manifestará depois de ter acesso à denúncia.
O advogado de Bernardo Freiburghaus ressalta que ele jamais intermediou o pagamento de propinas, tampouco tem poderes para abrir contas no exterior ou aceitar depósitos e transferências. O advogado também afirma que “as autoridades suíças sequer mencionam o nome do Bernardo nas contas das empresas offshores investigadas”.
A Andrade Gutierrez informa que os advogados ainda estão estudando a peça apresentada pelo Ministério Público Federal. "Infelizmente, até o momento, os devidos esclarecimentos e provas juntadas não foram levados em consideração. A empresa entende que o campo adequado para as discussões, a partir desse momento, é o processo judicial, onde concentrará essa discussão, buscando a liberdade dos executivos e a conclusão pela improcedência das acusações. A empresa reitera que não pretende participar dessas discussões através da mídia", diz trecho da nota.
Transferências
Oito presos da 14ª fase da Operação Lava Jato, que estavam detidos na carceragem da Polícia Federal (PF), em Curitiba, foram transferidos para o Complexo Médico-Penal, em Pinhais, na região metropolitana da capital paranaense, por volta das10h deste sábado (25).
O pedido de transferência foi feito à Justiça pelo delegado Igor Romário de Paula.
Ele alegou dificuldades de espaço para manter os detentos na carceragem. O complexo é uma penitenciária de regime fechado e com finalidades médicas.
Ao acatar o pedido, Sérgio Moro disse que "de fato, a carceragem da Polícia Federal, apesar de suas relativas boas condições, não comporta, por seu espaço reduzido, a manutenção de número significativo de presos".
Foram transferidos
Marcelo Bahia Odebrecht, presidente da holding Odebrecht S.A.
Alexandrino de Alencar, ex-diretor da Odebrecht
César Ramos Rocha, ex-diretor da Odebrecht
Elton Negrão de Azevedo Júnior - executivo da Andrade Gutierrez
João Antônio Bernardi Filho, ex-funcionário da Odebrecht
Márcio Faria da Silva, ex-diretor da Odebrecht
Otávio Marques de Azevedo - presidente da Andrade Gutierrez
Rogério Santos de Araújo, ex-diretor da Odebrecht.

Ciclistas se reúnem na Av. Paulista para pedir mais segurança

Perto das 10h30, 80 pessoas com bicicletas estavam na Praça do Ciclista.
Eles vão pedalar para lembrar ciclista morta em assalto há uma semana.

Do G1 São Paulo
 Centenas de pessoas se reuniram na praça do Ciclista, na Avenida Paulista, em São Paulo, na manhã deste domingo (26) para prestar homenagem à ciclista Consuelita Rosário da Silva Freitas, que foi assassinada na semana passada, em assalto na rodovia Fernã (Foto:  J. DURAN MACHFEE/ESTADÃO CONTEÚDO)Marido de ciclista participa de ato na Avenida Paulista (Foto: J. Duran Machfee/Estadão Conteúdo)
Cerca de 80 ciclistas se reuniram neste domingo (26) na Avenida Paulista para pedir mais segurança a quem usa bicicleta em São Paulo, informou a assessoria de imprensa da Polícia Militar (PM). O grupo se reuniu na Praça do Ciclista por volta das 10h30 para lembrar a morte de uma ciclista durante um assalto, ocorrido há uma semana.
Os ciclistas informaram à PM que iriam pedalar pela Rua da Consolação, depois passariam pela Rua Maria Paula, Avenida Rangel Pestana e Avenida Tiquatira, onde já estavam por volta das 12h. O ato deve ser encerrado na região.
No dia 19, Consuelita de Freitas, de 43 anos, pedalava com o marido Leonardo Ferreira de Freitas, 46 anos, na Rodovia Fernão Dias, em Guarulhos, Grande São Paulo, quando foi morta no acostamento com três disparos feitos por criminosos.

O marido tentou socorrê-la e levou um tiro no braço. “Eles pediram para parar, eu parei, ela parou e eles atiraram. Ela não tentou fugir. Eu não tentei reagir. Não fizemos nada”, disse Leonardo sobre o crime.
Ciclistas fazem ato na Avenida Paulista para pedir mais segurança (Foto: J. Duran Machfee/Estadão Conteúdo)Ciclistas fazem ato na Av. Paulista para pedir mais segurança (Foto: J. Duran Machfee/Estadão Conteúdo)
Esse é o nono caso de latrocínio em Guarulhos neste ano. É quase o mesmo número de casos registrados em todo ano passado na cidade.
Consuelita Freitas foi morta a tiros (Foto: Reprodução/ Arquivo pessoal / Facebook)Consuelita Freitas foi morta a tiros
(Foto: Reprodução/ Arquivo pessoal / Facebook)
Dois suspeitos de envolvimento no latrocínio, que é o roubo seguido de morte, foram presos na última quarta-feira (22). A prisão foi feita pelo Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra) de Guarulhos, que assumiu a investigação do crime.
A Justiça havia decretado a prisão temporária de Leonardo da Silva Souza e Igor Tenório Santos na terça-feira (21) passada. Eles têm 19 anos de idade.
De acordo com a polícia, os suspeitos confessaram os crimes e levaram a polícia até o local onde teriam deixado as bicicletas roubadas, mas elas não foram encontradas. Igor forneceu ainda informações sobre a arma, de calibre 357, que também não foi localizada.
Os dois já haviam sido presos anteriormente por envolvimento em roubos. Mas, como continuavam em liberdade, passaram a ostentar nas redes sociais, o que roubavam das vítimas. Igor ainda escreveu o que acha ser uma profissão: "ser criminoso, na empresa criminologia."
Leonardo participa de manifestação em homenagem à mulher dele (Foto: J. Duran Machfee/Estadão Conteúdo)Leonardo participa de ato em homenagem à mulher dele (Foto: J. Duran Machfee/Estadão Conteúdo)
Mulher morreu em tentativa de assalto na Fernão Dias (Foto: Edison Temoteo/Futura Press/Futura Press/Estadão Conteúdo)Mulher morreu em tentativa de assalto na Fernão Dias (Foto: Edison Temoteo/Futura Press/Futura Press/Estadão Conteúdo)

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