Perto das 10h30, 80 pessoas com bicicletas estavam na Praça do Ciclista.
Eles vão pedalar para lembrar ciclista morta em assalto há uma semana.
Cerca de 80 ciclistas se reuniram neste domingo (26) na Avenida Paulista para pedir mais segurança a quem usa bicicleta em São Paulo, informou a assessoria de imprensa da Polícia Militar (PM). O grupo se reuniu na Praça do Ciclista por volta das 10h30 para lembrar a morte de uma ciclista durante um assalto, ocorrido há uma semana.
Os ciclistas informaram à PM que iriam pedalar pela Rua da Consolação, depois passariam pela Rua Maria Paula, Avenida Rangel Pestana e Avenida Tiquatira, onde já estavam por volta das 12h. O ato deve ser encerrado na região.
saiba mais
No dia 19, Consuelita de Freitas, de 43 anos, pedalava com o marido Leonardo Ferreira de Freitas, 46 anos, na Rodovia Fernão Dias, em Guarulhos, Grande São Paulo, quando foi morta no acostamento com três disparos feitos por criminosos.
O marido tentou socorrê-la e levou um tiro no braço. “Eles pediram para parar, eu parei, ela parou e eles atiraram. Ela não tentou fugir. Eu não tentei reagir. Não fizemos nada”, disse Leonardo sobre o crime.
O marido tentou socorrê-la e levou um tiro no braço. “Eles pediram para parar, eu parei, ela parou e eles atiraram. Ela não tentou fugir. Eu não tentei reagir. Não fizemos nada”, disse Leonardo sobre o crime.
Esse é o nono caso de latrocínio em Guarulhos neste ano. É quase o mesmo número de casos registrados em todo ano passado na cidade.
Dois suspeitos de envolvimento no latrocínio, que é o roubo seguido de morte, foram presos na última quarta-feira (22). A prisão foi feita pelo Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra) de Guarulhos, que assumiu a investigação do crime.
A Justiça havia decretado a prisão temporária de Leonardo da Silva Souza e Igor Tenório Santos na terça-feira (21) passada. Eles têm 19 anos de idade.
De acordo com a polícia, os suspeitos confessaram os crimes e levaram a polícia até o local onde teriam deixado as bicicletas roubadas, mas elas não foram encontradas. Igor forneceu ainda informações sobre a arma, de calibre 357, que também não foi localizada.
Os dois já haviam sido presos anteriormente por envolvimento em roubos. Mas, como continuavam em liberdade, passaram a ostentar nas redes sociais, o que roubavam das vítimas. Igor ainda escreveu o que acha ser uma profissão: "ser criminoso, na empresa criminologia."
Nenhum comentário:
Postar um comentário