Saltos aconteceram enquanto maratonistas percorriam Praia do Leblon.
Especialista não sabe explicar o que deu errado em pulo de atleta que morreu
Quatro atletas de base jump saltaram na manhã deste domingo (26) do topo do Hotel Marina, na orla da Praia do Leblon, Zona Sul do Rio. Gustavo Areias, Paloma Oliveira, Rita Birinbdelli e Rudney Pereira pularam de uma altura de 82 metros, enquanto atletas de uma maratona passavam no local. Areias pratica saltos há 10 anos e afirmou que o dia estava em condições ideais para a prática do esporte.
"Quando a gente chegou estava ventando um pouquinho, a gente ficou lá em cima esperando uma janela boa e, na hora do salto, estava perfeito. As meninas arrebentaram, foi maneiro. A altura aqui é tranquila, não é muito alto. Uma altura segura, lugar bonito, não podia ser melhor. Ainda pulamos com a maratona rolando, meio surreal. A gente escutava a galera gritando 'pula, pula, pula. Foi maneiro", afirmou.
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O atleta, que tem mais de 1,7 mil saltos, afirmou que já desistiu de pular por não encontrar os requisitos necessários no momento. Ele comentou a morte de Fernando Gonçalves que pulou da Pedra da Gávea, na última sexta-feira (24). "O Fernando era um piloto muito experiente, o salto de wingbase exige uma preparação tremenda e tem que estar tudo perfeito. Ele era muito experiente, mas foi uma infelicidade. No esporte todo mundo sabe que tem riscos e faz parte da vida", disse.
A prática de Base Jump pode ser feita de várias maneiras. A sigla B.A.S.E. significa Building Antenna Span & Earth, ou em português Prédio, Antena, Ponte e Terra. “É um salto de paraquedas de um objeto fixo. Temos alguns tipos, dá para ser de prédio, ponte, antena, pedra [como sugere a sigla em inglês] e aí tem algumas variações como em guindaste e chaminés”, explicou Areias. Diferente do Wingsuit, que é um macacão com asas usado por paraquedistas para saltar. Há ainda uma variação conhecida como Wing Base, onde os saltadores pulam de um local fixo.
A prática de Base Jump pode ser feita de várias maneiras. A sigla B.A.S.E. significa Building Antenna Span & Earth, ou em português Prédio, Antena, Ponte e Terra. “É um salto de paraquedas de um objeto fixo. Temos alguns tipos, dá para ser de prédio, ponte, antena, pedra [como sugere a sigla em inglês] e aí tem algumas variações como em guindaste e chaminés”, explicou Areias. Diferente do Wingsuit, que é um macacão com asas usado por paraquedistas para saltar. Há ainda uma variação conhecida como Wing Base, onde os saltadores pulam de um local fixo.
Outro a saltar neste domingo (26), Rudney Pereira começou a praticar voo livre no Exército em 2009, como paraquedista militar e resolveu seguir no esporte. Ele contou que até agora não sabe explicar o que deu errado no salto de Fernando. "Até agora a gente não sabe realmente o que aconteceu, ele tinha um equipamento bom, de primeira. Eu, particularmente, não sei o que aconteceu. Sabemos que ele bateu lá e infelizmente a gente perdeu ele. Mas é como andar de motocicleta, só bate e morre quem faz", contou.
Pereira afirmou ainda que todos os cuidados são necessários para a segurança dos atletas. Ele comemorou a experiência no Leblon. "Foi maravilhoso, você fazer um salto no com essa vista do Rio de Janeiro, no Hotel Marina, tudo legal, foi muito bom. A gente sempre analisa o lugar que vai pular, o tempo, o horário, equipamento, até a gente próprio. Até porque é a nossa vida, basejump não pode errar, a gente não pode tentar a sorte é só tem uma chance. A gente tem que ser muito técnico e avaliar tudo", afirmou.
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