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quarta-feira, 29 de julho de 2015

Garota de 13 anos nega à policia ter sido vítima de estupro coletivo em RR

Delegada diz que depoimento da menina não muda a linha de investigação.
'Tenho que parar de beber', disse garota; suspeitos serão intimados a depor.

Emily Costa e Inaê BrandãoDo G1 RR
"Com isso tudo aprendi que tenho que parar de beber", afirmou a jovem (Foto: Inaê Brandão/G1 RR)'Com isso tudo aprendi que tenho que parar de
beber' afirmou a menina após prestar depoimento
à polícia (Foto: Inaê Brandão/G1 RR)
A menina de 13 anos encontrada desacordada na RR-205 na terça-feira (28), em Boa Vista, negou ter sido vítima de estupro em depoimento à Polícia Civil na tarde desta quarta-feira.
Ela disse ainda não ter feito sexo com nenhum dos adolescentes suspeitos de participar do estupro coletivo do qual teria sido vítima.
A menina foi encaminhada ao Instituto Médico Legal para fazer exame de corpo de delito, e o resultado deve sair em 30 dias. A delegada-geral do estado, Haydèe Magalhães, disse que, mesmo com o depoimento da garota, a linha de investigação da Polícia Civil não vai mudar.
A jovem foi socorrida por policiais militares que disseram que ela aparentava embriaguez e que teria sido vítima de um estupro coletivo em um açude desativado do bairro Cidade Satélite, na Zona Oeste de Boa Vista.
Os policiais foram ao local, onde encontraram dois suspeitos, de 15 e 17 anos, que foram apreendidos. Segundo a delegada Eliane Gonçalves, responsável pela investigação, o mais jovem admitiu a participação no estupro com mais três adolescentes. Ela afirmou que a vítima teria sido abusada por mais de duas horas.
Não aconteceu nada. Caí na estrada porque bebi muito e só perdi a consciência naquela hora"
Garota de 13 anos achada deitada na RR-205
O jovem de 17 negou participação no crime. Após depoimento, os dois foram liberados. Até o momento, apenas dois dos quatro suspeitos foram identificados e ninguém está preso.
Versão
Logo após a menina receber alta e deixar o Hospital Geral de Roraima, ela e a mãe prestaram depoimento na Delegacia da Infância e Juventude (DDIJ).
Depois de falar com a polícia, a garota disse aoG1 que havia saído com nove amigos, sendo quatro meninas e cinco meninos, na tarde de terça. Todos eles foram para um sítio na região rural da capital.
"Não aconteceu nada. Caí na estrada porque bebi muito e só perdi a consciência naquela hora", disse a jovem, afirmando que só consumiu bebida alcoólica. "Comecei a beber neste ano e depois de tudo aprendi que tenho que parar de beber."
A questão de negar [o estupro] não influencia no caso. Ela pode ter tido uma recaída moral e estar mentindo. Então, só as investigações vão poder comprovar o que de fato aconteceu"
Haydèe Magalhães, delegada-geral do estado
A delegada-geral disse que a menina admitiu em depoimento que tinha bebido, mas negou ter perdido a consciência. A garota contou, segundo Haydèe, que todos que estavam na 'festa' no açude haviam consumido maconha e bebido cachaça.
"A vítima contou que eles estavam todos festejando e que não houve sexo entre eles", disse Haydèe em coletiva de imprensa realizada na tarde desta quarta.
Linha de investigação
Segundo a delegada-geral, o fato da menina ter negado o ato não muda a "linha de investigação da Polícia Civil". "Faz alguma diferença, sim, mas a questão de negar não influencia no caso. Ela pode ter tido uma recaída moral e estar mentindo. Então, só as investigações vão poder comprovar o que de fato aconteceu", disse.
No depoimento, a garota disse que chegou acompanhada dos garotos ao açude. Segundo ela, todos tinham se encontrado em uma parada de ônibus próxima e seguiram a pé, com uma garrafa de cachaça, para o local onde teria ocorrido o estupro.
Segundo Haydèe, a polícia também vai tentar localizar quem vendeu a bebida para os adolescentes.
Garota estava deitada na RR-205 quando foi encontrada por uma mulher que passava pelo local (Foto: Arquivo pessoal)Garota foi encontrada deitada na RR-205
(Foto: Arquivo pessoal)
Desmaio
Sobre ter sido achada desacordada na RR-205, a garota disse que havia desmaiado na rodovia porque estava com fortes dores de cabeça.
"Ela disse que foi até lá caminhando e completamente consciente. No entanto, acabou desmaiando e disse ter ficado surpresa porque foi abandonada pelos adolescentes, que eram conhecidos dela", afirmou Haydèe.
A menina contou que estava há quatro dias morando na casa de uma amiga, porque tinha deixado de viver com a mãe. Era a segunda vez que ela saía de casa.
A delegada informou que os familiares não registraram Boletim de Ocorrência para relatar o sumiço da garota e, por isso, a polícia também vai investigar se houve negligência por parte da família.
A delegada-geral explicou que os dois adolescentes apreendidos nesta terça no açude não foram recolhidos por falta de provas "contundentes" contra eles. No entanto, todos os cinco envolvidos no caso ainda vão ser intimados para comparecer à delegacia e devem responder pelo ato.
'Estava preocupada', diz mãe
À reportagem, a mãe da menina afirmou que não via a filha desde sábado (25) quando a garota saiu de casa sem avisar para onde ia. Ela só reencontrou a menina na manhã desta quarta e não quis comentar sobre o suposto estupro.
"Fiquei muito preocupada. Chorei quatro dias e fiquei quatro noites sem dormir. Faz dois dias que não como. Mas hoje estou bem, graças a Deus", disse.

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Homem que passou 17 anos preso injustamente é morto nos EUA

Alprentiss Nash foi inocentado de acusação de assassinato em 2012.
Ele foi morto a tiros durante discussão em Chicago, segundo a polícia.

Da AP
Alprentiss Nash em foto de 31 de agosto de 2012, dia em que deixou o Menard Correctional Center, em Chester, Illinois, após ser considerado inocente (Foto: E. Jason Wambsgans/Chicago Tribune via AP)Alprentiss Nash em foto de 31 de agosto de 2012, dia em que deixou o Menard Correctional Center, em Chester, Illinois, após ser considerado inocente (Foto: E. Jason Wambsgans/Chicago Tribune via AP)
Um homem de Chicago que ficou preso por homicídio durante 17 anos, mas depois foi inocentado, foi morto esta semana, de acordo com a polícia. Ele foi assassinado a tiros quase três anos após ser solto.
Alprentiss Nash, de 40 anos, foi baleado na terça (28) durante uma discussão em “algum tipo de transação” com seu agressor, segundo o porta-voz da polícia de Chicago, Anthony Guglielmi. Ele disse que o suspeito estava sob custódia e que aguardava indiciamento na tarde de quarta.

O gabinete de Medicina Legal do condado de Cook disse que Nash morreu após levar vários tiros.

Guglielmi disse que duas armas foram recuperadas, uma pertencente ao suspeito e a outra de Nash.

Nash foi condenado pelo assassinato, em 1995, de Leon Stroud, em Chicago, com base no depoimento de testemunhas, embora sempre alegasse ser inocente. Em 1997, ele foi condenado a 80 anos de prisão.

Ele foi libertado em agosto de 2012, depois que testes de DNA em uma máscara de esqui encontrada na cena do crime revelaram o perfil genético de outro homem.

Mais tarde Nash recebeu um certificado de inocência e uma indenização de mais de US$ 200 mil do estado. Um caso federal pendente de direitos civis contra a cidade de Chicago e o departamento de polícia será mantido em benefício do filho de 22 anos de Nash, disse a advogada Kathleen Zellner, que ajudou a libertá-lo.

Nash recentemente havia falado sobre se mudar para o sul, talvez para a Flórida ou Louisiana, porque não se sentia mais seguro em Chicago, disseram Zelnner e a mãe dele, Yvette Martin.

“Ele simplesmente queria sumir e sair daqui”, porque tinha medo de estar sendo visado por causa do dinheiro, segundo a advogada.

Martin disse que seu filho tinha frequentado uma escola de gastronomia e sonhava em abrir um restaurante, mas tinha dificuldades em manter um emprego por causa de sua prisão. Ela disse ainda que ele também falava em se mudar para a Louisiana e comprar gado com alguns primos, depois que seu caso na justiça fosse encerrado.

“Ele enfrentou todos esses obstáculos e então isso aconteceu”, lamentou a mãe.
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Pedra da Lua faz visitantes 'perderem a cabeça' com truque no Rio; assista

29/07/2015 06h47 - Atualizado em 29/07/2015 11h59

Pedra da Lua faz visitantes 'perderem a cabeça' com truque no Rio; assista

Perto da Pedra do Telégrafo, local também tem feito sucesso na internet.
Rocha ganhou esse nome por possuir 'minicrateras' na superfície.

Lívia TorresDo G1 Rio
Depois do sucesso das fotos na Pedra do Telégrafo, em Guaratiba, na Zona Oeste do Rio, ondevisitantes se “arriscam” num suposto abismo, outro lugar, pertinho dali, começou a ter cliques viralizados nas redes sociais. Trata-se da Pedra da Lua, à beira da Praia do Inferno, uma das praias selvagens ao lado de Grumari. A superfície, cheia de "minicrateras", possibilita imagens criativas, fruto de ilusão de ótica. O G1 foi ao local e passou até por uma jiboia na trilha para conferir de perto o truque em que é possível ficar "gigante', "perder a cabeça" e tirar selfies com braços "enormes" (assista ao vídeo acima).
Para chegar lá, é preciso enfrentar uma caminhada de seis quilômetros (só de ida). Há mais de um ponto de partida, mas em todos eles é preciso enfrentar grandes subidas por cerca de uma hora e meia. A trilha tradicional começa na Praia Grande, de onde se pega o Caminho dos Pescadores.

O advogado Bruno Santos, de 29 anos, viu sua foto na Pedra da Lua ser reproduzida em diversas contas no Instagram depois que a postou.
“Por não ser um lugar muito conhecido e um pouco distante das praias 'mais comuns', várias pessoas vieram me perguntar onde ficava e como fazia para chegar lá. Quando fomos, nós fizemos uma travessia de stand up paddle e big SUP [um stand up maior, que comporta mais de uma pessoa] de Grumari até as praias selvagens e passamos pela Pedra da Lua para tirar umas fotos”, lembra.
Pedra da Lua vista de cima (Foto: Lívia Torres / G1)Pedra da Lua vista de cima (Foto: Lívia Torres / G1)
Pouca sinalização
A sinalização do caminho – parte da Trilha Transcarioca, um corredor ecológico de 180 quilômetros pelas florestas do Rio – ainda é precária e há bifurcações. A dica é contratar um guia, que cobra cerca de R$ 70 por pessoa (o valor é negociável para grupos).
“A Pedra da Lua vem se tornando muito famosa por seu formato, que lembra a cratera da lua, e está fazendo sucesso. Quando eu era novinho, frequentava muito essas praias selvagens, então a gente conhece vários lugares. O diferencial da ‘Lua’ é a foto, que a gente bota a perna, o braço e todo mundo se diverte”, explica Pedro Felipe Carvalho, guia e diretor da ONG Amigos do Perigoso (nome de uma das praias selvagens dentro da área de preservação do Grumari), que acompanhou a equipe do G1 durante o percurso.
Thiago Correa teve quase 40 mil curtidas em sua foto no Telégrafo (Foto: Reprodução/Instagram)Da Pedra do Telégrafo dá para ver a praia onde fica
a Pedra da Lua - entre as duas faixas de areia no
canto esquerdo da foto (Reprodução/Instagram)
O guia diz que a região passou a ser muito mais procurada depois que fotografias começaram a ser divulgadas nas redes sociais. A Pedra do Telégrafo, por exemplo, tem longas filas para fazer a foto no "penhasco". Pedro faz um apelo para que os visitantes não esqueçam de remover o lixo do local.
“As trilhas hoje se tornaram um esporte muito procurado aqui em Guaratiba, esse é o lado positivo, mas as pessoas têm que cuidar da área para que não haja degradação.”
Geóloga explica buracos na pedra
De acordo com a geóloga Katia Leite Mansur, professora do Departamento de Geologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), os buracos abertos na Pedra da Lua são consequência da ação das ondas do mar sobre a rocha.

“A ação das ondas do mar, golpeando as rochas, vão ampliando estas fraturas. Pense que estas rochas se formaram a partir do resfriamento de um magma (rocha fundida) no interior da Terra. Assim, ela estava em equilíbrio naquela posição com pressões e temperaturas muito diferentes da que temos em superfície. Quando, enfim, chegam na superfície, os minerais que formam esta rocha ficam em desequilíbrio com o ambiente e se alteram, permitindo que sejam retirados da rocha”, explica Katia, acrescentando que a tendência é que os buracos aumentem ao longo dos anos.
A foto de Bruno Pereira fez sucesso nas redes sociais (Foto: Bruno Santana / Arquivo Pessoal / 360 Sports)A foto de Bruno Pereira fez sucesso nas redes sociais (Foto: Bruno Santana / Arquivo Pessoal / 360 Sports)
Para chegar até a Pedra da Lua, é necessário fazer uma trilha de aproximadamente 1h30 (Foto: Bruno Santana / Arquivo Pessoal / 360 Sports)Para chegar até a Pedra da Lua, é necessário fazer uma trilha de aproximadamente 1h30 (Foto: Bruno Santana / Arquivo Pessoal / 360 Sports)
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A Pedra da Lua fica bem perto da Pedra do Telégrafo, no Rio (Foto: Bruno Santana / Arquivo Pessoal / 360 Sports)A Pedra da Lua fica bem perto da Pedra do Telégrafo (Foto: Bruno Santana / Arquivo Pessoal / 360 Sports)
Pedra da Lua faz sucesso em Guaratiba, na Zona Oeste do Rio (Foto: Bruno Santana / Arquivo Pessoal / 360 Sports)Pedra da Lua faz sucesso em Guaratiba, na Zona Oeste (Foto: Bruno Santana / Arquivo Pessoal / 360 Sports)
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Empresa britânica lança pijamas ‘antiflatulência’

Fabricante diz que peças com material especial que segura odor são dirigidas a pessoas 'flatulentas' que têm de dividir cama e quarto com alguém.

Da BBC
Material especial usado em pijama 'antiflatulência' bloqueia passagem de gases e líquidos  (Foto: Shreddies/ BBC)Material especial usado em pijama 'antiflatulência' bloqueia passagem de gases e líquidos (Foto: Shreddies/ BBC)
O slogan da companhia britânica Shreddies é "peide sem medo".
E não é para menos: a empresa alega que fabrica roupa de baixo que segura os odores naturais da flatulência e agora também lançou um pijama que promete o mesmo resultado.
A ideia, segundo a companhia, é manter você - e seu parceiro de cama ou quarto - feliz usando as roupas de um tecido feito com uma tecnologia especial.
A Shreddies diz que há muita ciência por trás de suas roupas. Os tecidos das calças de pijama e os jeans lançados pela empresa incluem um material à base de carbono chamado de Zorflex, que segura gases e líquidos em uma de suas camadas.
Este tipo de material é usado, com frequência, em roupas especiais para proteção contra produtos químicos e é capaz de parar odores 200 vezes mais fortes do que os flatos de uma pessoa normal.
No entanto, o Zorflex não abafa o som.
Relacionamentos
A Shreddies afirma que estas roupas foram criadas para pessoas que já sabem que sofrem com o problema de flatulência e querem melhorar seus relacionamentos.
Fabricante diz que peças são dirigidas a pessoas 'flatulentas' que têm de dividir cama e quarto com alguém (Foto: Shreddies/ BBC)Fabricante diz que peças são dirigidas a pessoas 'flatulentas' que têm de dividir cama e quarto com alguém (Foto: Shreddies/ BBC)
Richard Woolley, um dos gerentes da companhia, afirmou à BBC que o produto foi lançado depois de pedidos de pessoas que precisavam de ajuda.
"Um dos temas comuns do feedback (que recebíamos) era a necessidade de algo para proteger o usuário enquanto ele dormia, especialmente (quando ele está) em um novo relacionamento, em uma viagem de trabalho ou hospedado na casa de amigos", afirmou.
Em 2008 a Shreddies já tinha lançado cuecas e calcinhas para pessoas com problemas como síndrome do intestino irritável, gastrite, doença de Crohn, dispepsia e colite.
Mas a empresa britânica afirma que qualquer pessoa pode usar seus produtos.
"Desenvolvemos os produtos para qualquer um que precise de uma tranquilidade extra", disse Woolley.

Revista de corrida gera debate sobre forma física com modelo plus size na capa

Iniciativa foi elogiada nas redes socias; especialista diz que mulheres sem 'abdomens sarados' poderão ser incentivadas a se exercitar.

Da BBC
Capa da revista 'Women´s Running' com modelo plus size foi elogiada nas redes sociais (Foto: Women´s Running/ James Farrell/ BBC)Capa da revista 'Women´s Running' com modelo
plus size foi elogiada nas redes sociais
(Foto: Women´s Running/ James Farrell/ BBC)
A capa da edição de agosto da revista esportiva Women's Running com a modelo plus size Erica Schenk gerou um debate sobre a noção de comportamento "atlético".
A imagem é uma ruptura no histórico da revista, que geralmente exibe modelos com corpos malhados que representam uma meta "aspiracional."
A especialista em imagem do corpo Harriet Brown, autora de Body of Truth (Corpo da Verdade, em tradução literal) e Brave Girl Eating (Garota Corajosa Comendo), disse que a foto da modelo, de 18 anos, envia uma mensagem diferente.
"Essa capa dará força e lembrará muitas mulheres que elas não têm que ser esbeltas com abdomens sarados para fazer alguma coisa positiva para a saúde e bem-estar", disse Brown.
A reação positiva nas mídias sociais reafirma esta posição. No Twitter, usershookie326 escreveu: "Quase chorei quando vi uma menina forte como eu NA CAPA. Obrigada @womensrunning."
Outra usuária escreveu: "@womensrunning me faz pensar se eu posso correr...? Talvez seja tempo de parar de se preocupar com o que os outros pensam e fazer isso?".
Segundo Brown, a publicação da imagem de uma modelo plus size pode inspirar outras mulheres a se exercitarem e, mesmo se a perda de peso não acontecer, trata-se de um efeito positivo.
"Há uma tonelada de evidências de que a atividade física é boa, não importa qual o seu peso, e se isso gera perda de peso ou não. Se realmente nos importamos com a saúde das pessoas, temos que incentivar as pessoas de todos os tamanhos a ser ativas."
A editora-chefe da revista, Jessica Sebor, reforçou essa mensagem em entrevista ao programa Today, da rede de TV americana NBC.
"Há um estereótipo de que todas as corredoras são magras e este não é o caso", disse.
"Corredores existem em todas as formas e tamanhos. Você pode ir à linha de chegada de qualquer corrida, de 5 km a uma maratona, e ver isso. Era importante para a gente celebrar isso."

Mega-Sena, concurso 1.727: resultado

Veja as dezenas sorteadas: 04 - 06 - 19 - 20- 40 - 41.
Prêmio é de R$ 46.391.009.23.

Do G1, em São Paulo
Mega-Sena (Foto: Rafael Neddermeyer/ Fotos Públicas)Mega-Sena pode pagar R$ 46 milhões nesta quarta
(Foto: Rafael Neddermeyer/ Fotos Públicas)
A Caixa Econômica Federal (CEF) sorteou na noite desta quarta-feira (29), em Osasco (SP), os números do concurso 1.727 da Mega-Sena. O sorteio pode pagar R$ 46.391.009.23 para quem acertar as seis dezenas.
Veja as dezenas sorteadas: 04 - 06 - 19 - 20  40 - 41.
Até as 20h27, o rateio não havia sido divulgado pela Caixa.
Para apostar
As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 3,50.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.
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