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Mais do que fazer uma dieta específica ou ir à academia, existe uma porção de coisas que podem ser feitar para melhorar a qualidade de vida.
O modo com que levamos a vida e como os fatos são encarados são os fatores mais importantes para se viver bem e de forma plena.
Pensando no seu bem-estar e em como melhorar sua qualidade de vida, o Universo Jatobá listou algumas coisas simples que poderão mudar seu modo de ver o mundo. Confira:
1 – ACEITE
Não, a vida nem sempre é justa. Mas isso não deve ser um motivo para desistir. Aliás, pelo contrário: é preciso aceitar que as coisas nem sempre acontecem como gostaríamos. Quando entendemos isso, passamos a viver em paz. Em vez de reclamar, foque em mudanças que melhorem sua vida.
Até 2019, pelo menos, os fãs de "Avatar" podem ficar tranquilos com a chegada de continuações no cinema. A primeira, aliás, chegará no Natal de 2017, garantiu o diretor James Cameron
27/12/2015 às 01:11POR: Lucas Rezende
Save de date: Natal de 2017 é quando estreia a continuação de “Avatar”. Quem garantiu foi James Cameron, diretor do primeiro longa, ao “Montreal Gazett”, do Canadá. “O Natal de 2017 é a meta. Pelo menos, é o que anunciamos. Mas isso não é o mais importante, o importante é que, tendo os três filmes prontos, vamos desová-los um por ano”, falou. HT explica: Cameron e sua trupe estão trabalhando em três longas simultaneamente e não fazendo um para depois outro. Dessa forma, permite-se o seguinte raciocínio: “Avatar 2”, “Avatar 3” e “Avatar 4”podem ser esperados, um por ano, na salas de cinema comerciais, até 2019.
Avatar: pelo menos três continuações garantidas
Cameron também tratou de explicar essa excentricidade: “Cada filme se sustenta sozinho, mas juntos contam também uma história maior. A escrita está caminhando, mas quase completa. O desenvolvimento técnico está feito. Infraestrutura. Então estamos preparados para começar após o 1º dia do ano”. O governo da Nova Zelândia já começou a preparar terreno e seus pouco mais de 4 milhões de habitantes para receber a gigante equipe técnica do filme. O motivo é simples: como a rodagem dos próximos longas será simultânea, a labuta acontecerá por lá até pelo menos 2019.
Para o roteiro, Cameron recrutou um quarteto. No segundo filme, trabalham Amanda Silver e Rick Jaffa(ambos de “Planeta dos Macacos: A Origem”), enquanto no terceiro está debruçado Josh Friedman ( de“Guerra dos Mundos”). Por fim, “Avatar 4” terá roteiro assinado por Shane Salerno (de “Selvagens”). Até agora, o orçamento para as gravações não deve passar dos US$ 1 bilhão. Valor, bom lembrar, para os três filmes num pacote. O que, é claro, aumenta a responsabilidade. “Você tem que desafiar a si mesmo. Obviamente, as expectativas são muito altas nesses filmes, especialmente em ‘Avatar 2’. Você precisa provar que não foi apenas um lance de sorte que teve com o primeiro filme. Tenho que entregar sequências ainda mais grandiosas”, analisou Cameron na mesma entrevista.
James Cameron em ação no set de filmagens
Até onde se sabe, “Avatar 2” vai focar no oceano do planeta Pandora e deve continuar tendo os personagens Jake e Neytiri como condutores do enredo. Voltam para o elenco, Sam Worthington, Zoe Saldana, Stephen Lang e Sigourney Weaver. Vale lembrar que “Avatar”, lançado em 2009, é o filme com maior bilheteria mundial até o momento, acumulando 2.787.965.087, 00 de dólares; deixando para trás “Titanic”, “Jurassic World” e “Os Vingadores”. A produção levou o melhor filme e o melhor diretor no Globo de Ouro de 2010. No Oscar do mesmo ano saiu como a melhor direção de arte, efeitos visuais e fotografia.
O lago Poopó, localizado no departamento de Oruro, que faz fronteira com o Chile, chegou a ter uma extensão de 2.337 km²
Lovisa Selander/Wikipedia/Creative Commons
O lago de água salgada, localizado no departamento de Oruro, que faz fronteira com o Chile, tinha uma extensão de 2.337 quilômetros quadrados
"Temos um lago que desapareceu, agora é pampa; um deserto onde não se pode semear nada, nem produzir; não há nada, muito menos vida."
Com essas palavras, o dirigente camponês Valerio Rojas descreveu à agência de notícias Efe a situação do lago Poopó, o segundo maior da Bolívia, atrás do Titicaca.
O lago de água salgada, localizado no departamento de Oruro, que faz fronteira com o Chile, tinha uma extensão de 2.337 quilômetros quadrados.
Mas agora ele foi reduzido a três áreas úmidas, espécies de charcos, de menos de um quilômetro quadrado e apenas 30 centímetros de profundidade.
A catástrofe vinha sendo anunciada há anos e tem um forte impacto ecológico, econômico, social e político.
Ela representa a destruição de todo um ecossistema, a perda de espécies centenárias de fauna e flora, o desaparecimento de culturas pelo êxodo de comunidades que sobreviviam do lago e a falta de ações efetivas para enfrentar a seca.
Perdas ambientais e humanas
Nasa/Wikipedia
O Lago Poopó, como era em setembro de 1991
Segundo especialistas, cerca de 200 espécies de aves, peixes, mamíferos, répteis e uma grande variedade de plantas desapareceram com a seca do Poopó.
O ornitólogo Carlos Capriles disse ao jornal boliviano La Razón que, entre as aves que foram forçadas a abandonar o lugar, havia três espécies de flamencos ameaçados de extinção.
"Com o desaparecimento do Poopó, o habitat (das aves) se reduz e aumenta o risco de extinção", explicou Capriles.
O especialista explicou que o lago era o ponto de descanso de aves migratórias que se deslocavam do norte para o sul. "Falamos de cerca de 200 espécies que pereceram ou foram para outras áreas."
Segundo ambientalistas, cerca de 200 espécies migraram ou morreram
Outros ativistas ambientais acrescentam que numerosos mamíferos, répteis e anfíbios ficaram sem habitat e alimento com a transformação do lago em praticamente um deserto.
Mas o pior aconteceu com os peixes, segundo Capriles. Eles não puderam migrar, como os outros animais, e morreram no local.
O Ministério do Meio Ambiente e Água confirmou a perda de uma grande quantidade de espécies únicas, ainda que não se saiba a quantidade exata. Eles planejam realizar uma contagem.
O desastre também teve um custo humano. Cerca de 350 famílias, em sua maioria de pescadores do lago, foram afetadas.
Com o deslocamento forçado também desaparece a cultura da comunidade, que sobrevivia do próprio lago Poopó em uma economia de subsistência.
Causas do desastre
olivier hodac/Wikipedia/Creative Commons
Um lago de 2.337 km² foi reduzido a poucas áreas úmidas
A bacia do Poopó foi declarada, em 2002, um ecossistema de importância internacional onde a água é o principal fator que controla o ambiente, assim como a vegetação e a fauna. Mas então como ele desapareceu?
As razões são complexas e vão desde os efeitos climatológicos e manejo problemático de recursos aquíferos até a atividade humana, a contaminação e a falta de atenção a um desastre que todos já viam que estava prestes a ocorrer.
As análises do governo apontam o fenômeno El Niño e o aquecimento global ocasionado pelos países industrializados como culpados.
O vice-ministro de Recursos Hídricos e Irrigação, Carlos Ortuño, cita dados científicos que estabelecem que a temperatura mínima aumentou 2,06º C nos últimos 56 anos, e que o El Niño provocou secas desde outubro.
A falta de água como fruto da ação humana também é apontada como uma das causas.
Os lagos Poopó e Titicaca dependem da entrada de água do rio Desaguadero. Mas um plano diretor da década de 1990 acabou privilegiando o Titicaca, impedindo a passagem de água para a bacia do Poopó.
Além disso, o próprio rio foi afetado pela atividade humana, que o usa para seus cultivos, sistemas industriais e de mineração. A seca se deve, em parte, ao aquecimento global e ao fenômeno El Niño
Esta última atividade causa contaminação. Oruro é um departamento mineiro e a extração, há anos, é feita de forma "não responsável", disse o vice-ministro Ortuño.
Mas ele também destacou a má administração de um fundo que foi feito para evitar a seca do lago.
Em 2010, a Bolívia e a União Europeia firmaram um acordo segundo o qual haveria um fundo de cerca de US$ 15 milhões para para o programa Cuenca Poopó (Bacia Poopó).
O ex-prefeito de Oruro, Luis Aguilar, em cuja gestão foi assinado o acordo, disse que seu sucessor foi "mal assessorado" no manejo do dinheiro, que foi usado para "projetos sem sentido" e foi "esbanjado" sem conseguir a recuperação do lago, de acordo com o jornal La Razón.
O ex-diretor do Serviço Departamental Agropecuário, Severo Choque, diz que também "não se priorizou de maneira adequada o trabalho específico no lago".
Recuperação, um desafio
Vários críticos pediram que seja realizada uma investigação para descobrir os responsáveis pela falta de ação que permitiu o desastre.
"O custo desse desastre deve ser manejado com absoluta rigidez na identificação de seus responsáveis", escreveu o colunista do jornal La Prensa Enrique A. Miranda Gómez.
Ele pediu que fosse colocada em prática uma política sustentável de "reprocessar o curso das água que vêm do Titicaca e investir em ajuda para populações afetadas, dando a elas infraestrutura produtiva, apoio social e sobretudo segurança aos mais jovens".
Na terça-feira, o governo boliviano e o departamento de Oruro anunciaram um plano para "reconstruir" o lago Poopó.
O vice-ministro de Recursos Hídricos e Irrigação, Carlos Ortuñez, e o governador de Oruro, Víctor Hugo Vásquez, informaram que seriam destinados US$ 3,25 milhões principalmente para ajuda humanitária e trabalho técnico sobre a corrente de água que chega ao Poopó através do rio Desaguadero.
Também citaram um financiamento internacional para o chamado Plano Diretor da Bacia do Poopó que vai exigir, segundo eles, US$ 130 milhões.
Este, segundo Ortuñez, será o "maior desafio" do governo para conseguir executar o plano que será elaborado por especialistas nacionais e internacionais. Mas, enquanto isso, o segundo maior lago da Bolívia segue parecendo um deserto.
Presidente da Câmara dos Deputados associa notícia divulgada na tarde deste sábado (26) a "idiotas desinformados"
Reprodução/Instagram
Eduardo Cunha com a filha Gabi
O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), desmentiu na tarde deste sábado (26) que tenha viajado para Cuba, conforme foi noticiado ao longo do dia.
Apesar da negativa, a foto publicada por uma das filhas do deputado em uma rede social provocou a ira de muitos internautas.
Gabi Cunha, filha da jornalista Cláudia Cruz (esposa do deputado), postou a sugestiva foto abaixo com a legenda em inglês "vejo vocês em Cuba". A provocação não foi perdoada por muitos de seus seguidores.
Reprodução/Instagram
Foto publicada pela filha de Eduardo Cunha: "Vejo vocês em Cuba"
Um deles devolveu na mesma moeda, comentando "vejo vocês em Bangu", em referência ao presídio localizado na zona oeste do Rio de Janeiro, que recebeu recentemente o banqueiro André Esteves, preso na Operação Lava Jato.
"Comprou o biquíni na Suíça?", caçoou outro internauta lembrando das contas associadas a Eduardo Cunha no paraíso fiscal europeu. "Viajando com dinheiro da Petrobras", completou outro seguidor.
Apesar de muitos terem pensado que a mulher da foto era justamente a filha de Cunha, a foto é da modelo Kendall Jenner, irmã de Kim Kardashian.
Procurada pela reportagem do iG, a assessoria do deputado informou que a publicação se trata de uma brincadeira de Gabi com seus seguidores.