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segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Mãe de Sophia lembra primeiro Natal sem a menina, encontrada morta

Vi a bicicleta que ia comprar e pensei: 'não posso, ela não existe mais.' Pai da menina foi indiciado pela polícia e nega autoria do crime.
27/12/2015 23h28 - Atualizado em 28/12/2015 04h35

Do G1, com informações do Fantástico


A mãe da menina Sophia - encontrada morta no apartamento onde o pai morava em 2 de dezembro, no Jabaquara, Zona Sul de São Paulo - disse ao Fantástico deste domingo (27) que o momento mais difícil sem a filha nessa época de festas foi antes do Natal. "Eu vi a bicicleta que eu ia comprar para ela. E eu pensei: eu não posso mais comprar essa bicicleta porque ela não existe mais", afirmou Lígia Kissajikian Câncio. "A minha dor é inimaginável, imensurável, infinita".
Veja o site do Fantástico
 Laudo da Polícia Técnico Científica indicou que a menina Sophia, de 4 anos, morreu esganada e que não sofreu abuso sexual.
 O pai da menina, Ricardo Najjar, de 23 anos, foi indiciado por homicídio doloso (quando há intenção de matar) pelo crime contra a filha. Ele está preso temporariamente. Após o indiciamento, a polícia pediu à Justiça a prisão preventiva do suspeito pelo crime.
A mãe de Sophia disse ao Fantástico que o pai descumpriu um acordo ao buscar a criança na escola e que ele tinha deixado de pagar dois meses de pensão. Imagens de uma câmera de segurança exibem a mãe chegando à escola pouco depois de o pai buscar a menina.
"O segurança me disse que o pai dela já tinha vindo retirar ela da escola. Então eu liguei para ele e perguntei: 'onde está a Sophia?", lembrou Lígia. "Ele me disse: 'acabamos de chegar na minha casa'. Eu falei: 'Mas o combinado não era você vir buscar ela. Tinha uma condição para te autorizar a vir buscar ela, que ele não tinha cumprido", afirmou.
 Essa condição segundo Lígia, era que Ricardo pagasse a pensão da filha, de novembro e de dezembro, que estava em atraso. Segundo a mãe, ela disse para Ricardo levar a filha à casa dela mais tarde.
Em depoimento, o pai negou o crime. Ele disse que retirou a sacola plástica da cabeça da criança e fez massagem cardíaca. O inquérito já foi relatado ao Ministério Público para que a denúncia seja oferecida.
Áudio
 Um áudio obtido com exclusividade pelo Fantástico mostrou o telefonema feito por Ricardo ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) no dia da morte da filha dele, Sophia, de 4 anos.
Segundo a polícia, Ricardo fez três telefonemas entre 19h54 e 20h. O primeiro para o pai dele, o segundo para a namorada e o terceiro para o Samu. Veja como foi a conversa com o socorrista:
- Samu, emergência.
 - Bom dia, boa noite.
 - Boa noite.
 - Eu acho que a minha filha morreu.
 - Qual o nome do paciente?
 - Sophia.
- Certo. Qual é o seu nome?
 - Ricardo.
 - Seu Ricardo, me diga exatamente o que aconteceu.
- Eu fui tomar um banho, ela ficou no quarto. A hora que eu voltei, ela estava no chão, com um saco na cabeça.
 No depoimento à polícia, o pai disse que retirou a sacola e fez massagem cardíaca na filha, conforme orientações do atendente do Samu. Contou que, depois, a namorada chegou e ela continuou o socorro. E que ele foi para a rua, aguardar a chegada da ambulância. Os atendentes do Samu constataram que a menina estava morta.
O pai contou à polícia o que aconteceu naquela noite, antes do momento que ele achou a filha com o saco na cabeça. Ricardo disse que, no apartamento, "Sophia brincou com os gatos, assistiu a desenhos e até retirou a calça, por estar quente". Afirmou que estavam sozinhos quando "decidiu tomar banho de porta aberta, como sempre costumava fazer", e que "entrou no chuveiro por volta das 19h30".
Ricardo alegou que "saiu do banho depois de 10 minutos" e que "encontrou Sophia caída, com um saco plástico verde no rosto", que "puxou o saco até expor a boca e o nariz. Só que, ao ver sangue e vômito, encobriu novamente o rosto da filha."

Ele está sozinho numa cela, muito abalado, nega todas as acusações, chora de vez em quando"
—  advogado Marcelo Rocha Leal Gomes de Sá
A polícia investiga se houve um crime. Os investigadores não encontraram sinais de arrombamento nem nas janelas nem nas portas do prédio. A polícia diz ainda que havia marcas de violência no corpo da menina e indícios de que Ricardo não teria tentado reanimar a própria filha. A polícia pediu exames para saber se Sophia foi vítima de violência sexual.
O advogado Marcelo Rocha Leal Gomes de Sá, que representa o pai, disse que ele nega ter matado a menina. “Ele está sozinho numa cela, muito abalado, nega todas as acusações, chora de vez em quando. Não há nenhum histórico de distúrbio. Nunca precisou tomar nenhum tipo de medicamento. Nunca teve problema com drogas”, afirmou.
Pais separados
 Ricardo e a mãe de Sophia, que também tem 23 anos, se separaram quando a menina era um bebê de 4 meses. Eles ainda eram adolescentes quando se conheceram.
 O pai costumava ficar com a filha aos fins de semana, a cada 15 dias. De acordo com a polícia, naquela quarta-feira, a mãe de Sophia autorizou Ricardo a buscar a filha na escolinha. Nos últimos 3 meses, o pai da menina morava com a namorada em um prédio a 700 metros da escolinha de Sophia.
 O suspeito do crime é filho único, terminou o 2º grau, mas não fazia faculdade. Segundo o advogado, ele era auxiliar administrativo na empresa do pai, que também é professor universitário. O Fantástico procurou a mãe da menina, mas ela está muito abalada e preferiu não gravar entrevista.
 Na sexta-feira, a Justiça negou um pedido de relaxamento da prisão de Ricardo Najjar. Ele foi detido dois dias após o crime, durante o velório da menina. A polícia aguarda agora os laudos da perícia, que vão indicar a causa da morte de Sophia.
 Outra hipótese ainda investigada é a de que a criança teria colocado o saco plástico na cabeça e se sufocado sozinha. O material foi apreendido para análise. Fotos e vídeos de Sophia também estão com a investigação.
 Em entrevista ao G1, o advogado disse que o pai está abalado emocionalmente. “Demonstrou profunda emoção com o que aconteceu. Falou que gostava demais da filha.”
 

domingo, 27 de dezembro de 2015

Sem exigir experiência, CONTAX está realizando seleções em Salvador


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Sem exigir experiência, CONTAX está realizando seleções em Salvador


 
 

Vaga para Atendente JR Pré-requisitos: Ensino Médio completo; Maior de 18 anos;  Noções bási...

 Empresa abre 144 vagas de Estágios em Salvador
 CIDE abre vagas de Estágio para Nível Médio em Salvador
 Sudic abre inscrições hoje; salários chegam a R$ 2.729,78



 Vaga para Atendente JR

Pré-requisitos: Ensino Médio completo; Maior de 18 anos;  Noções básicas de Informática; Possuir título de eleitor; Reservista (no caso de homens); Bom relacionamento interpessoal; Boa expressão verbal; Vontade de crescer e comprometimento; Não é necessário possuir experiência.


 
  Salário + Plano de Saúde + Plano Odontológico + Seguro de Vida + Vale Transporte + Ticket Alimentação + Desconto em faculdades e outros estabelecimentos + Auxílio Creche (para mães com filhos até 04 anos) + Carteira Assinada já em treinamento e Possibilidade de Trilha de Carreira.
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Os interessados deverão comparecer a Rua Polydoro Bittencourt nº 02, Bloco 01 - Boa Viagem.
Referência: Próximo a Escola Luíz Tarquínio (ao lado do Colégio da Polícia Militar - Luiz Tarquinio)


As seleções acontecem em dezembro nos dias 28 e 29/12 e em janeiro 04/01 a 29/01 pontualmente nos horários 09h e 14h de segunda a sexta.
Necessário comparecer pontualmente nos horários citados acima com RG, CPF e trazer caneta (azul ou preta).

Novo Star Wars bate recorde de bilheteria no Natal dos EUA

Filme arrecadou o dobro do último recorde, que pertencia ao filme 'Sherlock Holmes' desde 2009
Da Redação (redacao@correio24horas.com.br)
  
O filme 'Star Wars: O Despertar da Força' bateu o recorde de bilheteria no Natal dos Estados Unidos, arrecadando 49,3 milhões de dólares nesta sexta-feira no país. Com esse resultado, o sétimo filme da franquia 'Star Wars' dobrou o recorde que antes pertencia ao longa 'Sherlock Holmes', que fez US$ 24,6 milhões em 2009.
(Foto: Divulgação)
Além disso, o novo filme de 'Star Wars' já arrecadou US$ 440,3 milhões nos Estados Unidos, em apenas 8 dias. No mesmo período, o longa 'Avatar' tinha arrecadado US$ 160 milhões e 'Jurassic World' conquistou US$ 325,3 milhões. Mundialmente, 'O Despertar da Força' já acumula uma bilheteria de 890,3 milhões de dólares e deve quebrar a barreira do US$ 1 bilhão até esta segunda-feira (28). 
Atualmente, o recorde de maior bilheteria mundial pertence ao filme 'Avatar', com uma arrecadação de US$ 2,7 bilhões. O segundo lugar pertence a 'Titanic' com uma arrecadação de US$ 2,1 bilhões e em terceiro aparece 'Jurassic World' com US$ 1,6 bilhão.  
O novo filme da franquia já havia quebrado o recorde de arrecadação em um fim de semana de estreia nos Estados Unidos e Canadá, com US$ 238 milhões de bilheteria. Em escala mundial, o novo Star Wars arrecadou US$ 517 milhões, mas não conseguiu superar o desempenho de Jurassic World (US$ 524,9 milhões), segundo a publicação Hollywood Reporter, porque não estreou também na China.

James Cameron anuncia que 'Avatar 2' deve estrear no Natal de 2017

Cameron e sua equipe trabalham na produção dos três filmes filmes; estreiam devem acontecer sucessivamente até 2019
Da Redação (redacao@correio24horas.com.br)
Atualizado em 26/12/2015 15:01:35
  
O diretor James Cameron anunciou que pretende estrear Avatar 2 no Natal de 2017. Em entrevista ao Montreal Gazette, Cameron disse que essa é a meta. "Pelo menos, é o que anunciamos. Mas isso não é o mais importante, o importante é que, tendo os três filmes prontos, vamos desová-los um por ano".
(Foto: Reprodução)
Cameron e sua equipe trabalham na produção dos filmes Avatar 2, Avatar 3 e Avatar 4. Sendo assim, os lançamentos devem ocorrer até 2019. 
“Cada filme se sustenta sozinho, mas juntos contam também uma história maior. A escrita está caminhando, mas quase completa. O desenvolvimento técnico está feito. Infraestrutura. Então estamos preparados para começar após o 1º dia do ano”, contou. 
O primeiro filme da série Avatar estreou em 2009. Ele é o recordista absoluto das bilheterias mundiais, tendo acumulado cerca de US$2,7 bilhões mundo afora.

Usar comida para compensar estresse atrapalha a dieta; especialista explica como se controlar

Antes de pensar em perder peso, a pessoa deve buscar ajuda especializada
Carmen Vasconcelos (carmen.vasconcelos@redebahia.com.br)
Atualizado em 27/12/2015 09:21:26
  
Subestimar o papel emocional da alimentação pode ser um dos motivos que levam muitas pessoas a recuperar o peso original depois de uma dieta. Isso foi o que mostrou um estudo feito pela Orlando Health. A pesquisa mostrou ainda que o problema ocorre quando as pessoas começam a usar a comida como um sistema de recompensa para ser acionado em momentos de estresse.
Para a neuropsicóloga Diane Robinson, diretora do Programa de Medicina Integrativa da Orlando Health, muitas pessoas voltam a ganhar peso justamente por ignorar o papel emocional da alimentação. O que deve ser levando em conta antes ou durante uma dieta. 
Para evitar o mecanismo da compensação, a especialista recomenda que as pessoas que estão buscando emagrecer mantenham um diário para registrar as comidas ingeridas e o humor de cada dia, para facilitar o reconhecimento de padrões ruins. Além disso, antes de comer qualquer coisa, é importante se perguntar se está realmente com fome ou se a comida está sendo usada para obter algum conforto.
Compensações De acordo com o psicólogo Helder Farias, especialista em Psicologia Hospitalar, na rotina diária, sobra pouco tempo para a família, lazer e atividades prazerosas. A comida, então, deixa de ter um papel de alimentação e passa a ser um apaziguador desses conflitos. 
Helder ressalta que a comida não deve ser vista como vilã e que antes de pensar em perder peso, a pessoa deve buscar ajuda especializada, em vez de usar, por exemplo, a experiência de um vizinho ou amigo que perdeu peso. 
O cirurgião bariátrico e diretor do Núcleo de Tratamento e Cirurgia da Obesidade (NTCO) Erivaldo Alves lembra que obeso não é aquele que come muito. “Em 80% dos casos de obesidade, o fator genético é preponderante”, esclarece o médico. 
Ele destaca ainda que o gordo não é a pessoa desleixada e preguiçosa. “A ciência tem pontuado tantas causas para o ganho de peso, com aspectos que vão desde as questões psíquicas, como um trauma, até a poluição”, diz. Dentro desse contexto atual, o médico lembra ainda alguns estudos mostrando que até o estilo de vida pode determinar o ganho de peso e a obesidade. “Alguns trabalhos demonstram que quem vive só tem mais predisposição ao ganho de peso”, esclarece. 
Enivaldo Alves destaca que a obesidade traz consigo mais de 20 outras doenças, conhecidas como comorbidades. “Mais que questões estéticas, é bom destacar que obesidade mata. Cerca de 70% das pessoas com obesidade morrem entre os 45 e 55”, ressalta. 
Para se ter uma ideia da dimensão do problema, basta lembrar que atualmente, o Brasil é o quinto país do mundo no ranking da obesidade, mas a perspectiva é que ele suba para o terceiro em 2020.

Superação 

Um bom exemplo de como o fator psicológico pode ser um determinante para a redução de peso aconteceu com o estudante baiano Franklin Silva, que conquistou uma bolsa do Ciências Sem Fronteiras para estudar na College of San Francisco (EUA).  Os amigos diziam que seu peso, já em estágio preocupante, sairia de controle. Aquela corrente negativa, porém, mexeu com seus brios. 

No início de 2013, em sua primeira viagem internacional aos 19 anos, desembarcou em San Francisco, pesando 112 quilos. A preocupação imediata passou a ser em como lidar com a tentação em provar novidades gastronômicas. Logo percebeu, porém, que o estilo de vida dominante da Califórnia seria uma inspiração para o desafio mais importante: emagrecer. 
“Quase todos praticam esporte e cultuam a alimentação saudável, nunca tinha visto tantos vegetarianos!”, recorda. Mas a dica que fez toda a diferença não veio de um californiano e nem mesmo em inglês. Numa conversa com uma amiga brasileira, via chat no WhatsApp, lamentava com ela a falta em sua dieta de uma ferramenta que o ajudasse a controlar o consumo de alimentos sem lhe tomar muito tempo. Foi aí que ela  contou sobre o aplicativo MyFitnessPal, que poderia ser um valioso aliado na luta contra a balança. 
Ele também passou a pesar os alimentos antes de comer para se certificar das porções corretas de nutrientes. “Foi a partir dali que comecei a introduzir importantes mudanças em meus hábitos diários”, conta. Frequentar academia também começou a acelerar seus resultados. 
Ao final de seu primeiro semestre, caiu para 93 quilos, superando com folga a primeira meta de ficar abaixo dos 100 kg. “Meu dia não terminava sem ver a previsão de peso. MyFitnessPal era aquele amigo que no final do dia sempre me dizia: vai, Franklin, você consegue”. 

Lancha naufraga com oito pessoas em Madre de Deus

Uma equipe da Capitania dos Portos conseguiu localizar os oito ocupantes da lancha e socorrê-los
Da Redação (redacao@correio24horas.com.br)
Atualizado em 27/12/2015 08:46:53
  
Uma lancha com oito pessoas naufragou na tarde deste sábado (26) nas proximidades do Canal de Madre de Deus, no interior da Baía de Todos os Santos. A embarcação “Andiara” afundou por volta das 15h e, segundo informações da Marinha, a Capitania dos Portos da Bahia soube do acidente 30 minutos depois e enviou uma equipe de socorro ao local.


A equipe de Inspeção Naval, a bordo da embarcação “Vida Feliz”, conseguiu localizar os oito ocupantes da lancha e socorrê-los. Todos passam bem. Ainda de acordo com a Marinha, os inspetores navais verificaram que a embarcação naufragada não era inscrita na Capitania dos Portos e que não existiam vestígios de poluição hídrica na região do acidente.


Um inquérito administrativo será instaurado pela Marinha do Brasil para determinar as causas e responsabilidades pelo acidente.

Crimes virtuais atingem 11% das empresas baianas; prejuízo chega a R$ 3 mi por hora

No caso de uma pequena empresa, a recuperação de um ataque pode ser difícil
Naiana Ribeiro (naiana.ribeiro@redebahia.com.br)
  
Uma em cada seis empresas do mundo foi alvo de um ataque cibernético no ano passado. O dado é de um levantamento da consultoria  de auditoria contábil e fiscal Grant Thornton. A pesquisa revelou ainda que o prejuízo estimado dos crimes virtuais às empresas foi de US$ 315 bilhões - o equivalente a cerca de R$ 1,22 trilhão - nos últimos 12 meses. 
Mas isso não é um assunto tão distante da nossa realidade. Na Bahia, o percentual de negócios prejudicados por invasões cibernéticas, que incluem ações não monetárias, como distribuição de vírus em redes de computador ou roubo de informações comerciais confidenciais ou de identidade, é de 11%, o mesmo da América Latina, e abaixo da média global, de 15%. 
Segundo a RSA Anti-Fraud Command Center (AFCC), da empresa EMC2 Corporation, o país está no quarto lugar do Top 5 de ataques digitais a corporações. De acordo com a Grant Thornton, os setores que mais sofrem com estes ataques são os de finança e tecnologia. 
Ambos apresentam as mais altas percentagens de empresas vitimadas em 2014 (26%) e também são os que mais reconhecem os riscos e problemas provenientes dos ataques cibernéticos - 74% das empresas de finança e 55% das da área de tecnologia veem uma ameaça para seus negócios. 
Na Bahia, entre as empresas que têm mais prejuízos por conta de ataques criminosos online estão  ligadas à indústria. “Companhias instaladas no Polo Industrial de Camaçari, por exemplo, possuem grande linha de produção. Se uma linha dessa para por conta de um ataque virtual, pode existir um prejuízo entre R$ 500 mil e R$ 3 milhões por hora, a depender do setor e do produto final”, afirma o analista de sistemas e especialista em segurança da informação Leonardo Cardoso. 
Segundo ele, o retorno de uma linha de produção é mais complicado que a parada. “É preciso garantir que esta linha vai voltar sem  nenhum problema, sobretudo nos casos em que há a possibilidade de danos ambientais”, diz ele, que também é gerente regional Norte/Nordeste da TI Safe Segurança da Informação. 
No caso de uma pequena empresa, a recuperação de um ataque  pode ser difícil. “É importante não só agir quando o problema já está instaurado, mas também na capacitação e na análise de risco”, completa. Entre os clientes da empresa na Bahia está a Coelba - procurada pela reportagem, a empresa disse que informações sobre segurança de dados online são sigilosas.
O portal baiano Bahia Notícias recentemente sofreu  sucessivos ataques virtuais. Apesar de não conseguir avaliar os prejuízos financeiros da ação hacker, o editor-chefe Fernando Duarte conta que a empresa precisou passar por uma reestruturação. “A última invasão implementou um malware (programa malicioso) que transferia os dados da conta do Google Adsense (programa de anúncios do Google) para a conta de um hacker. Quando a gente descobriu, não tínhamos ideia de quanto tempo isso fazia, então não conseguimos mensurar o prejuízo financeiro”, revela.
SegurançaFoi-se o tempo em que os hackers queriam apenas ganhar notoriedade. Segundo o especialista Leonardo Cardoso, os ataques que geram prejuízos maiores são de ciberterrorismo, com o objetivo de causar danos a sistemas ou equipamentos. “São ataques que atingem infraestruturas críticas, como é o caso de companhias de água, de energia elétrica, hospital, etc”, explica Cardoso. 

Criminosos cibernéticos mais experientes compram programas no Mercado Negro digital e conseguem roubar e vender os dados roubados (ver ao lado). No Brasil, a forma mais comum dos hackers ganharem dinheiro com estes ataques é sequestrando dados e cobrando pelo resgate.
Um terço dos ataques ocorre em empresas com até 100  pessoasCerca de 31% dos ataques virtuais ocorrem em empresas com 100 funcionários ou menos e o custo médio de um ataque custa de US$ 8,9 mil até mais de US$ 100 mil. A informação é da empresa de softwares de segurança para a internet Kaspersky. Especialistas afirmam que, em se tratando de segurança digital, seja de empresas pequenas ou grandes, a melhor forma é se prevenir.   
“Os prejuízos causados a uma empresa quando acometida por um crime digital vão desde a paralisação total ou parcial dos seus serviços e produção ao roubo e/ou sequestro dos seus dados confidenciais para que sejam objeto de resgate futuro a preços altíssimos”, explica  a advogada Ana Paula de Moraes, que é especialista em Direito Digital.  
Segundo ela, as empresas precisam fazer backups diariamente, além de capacitar seus funcionários quanto à forma correta do uso das tecnologias fornecidas pela empresa, visando blindar seu ambiente de um ataque de cibercrime. “Os funcionários das empresas são os maiores alvos destes criminosos. Na maior parte das vezes, saem clicando em tudo que veem, baixam vídeos, repassam fotos, dentre outras atitudes que geram inconformidades com as melhores práticas corporativas que podem gerar vulnerabilidades a ser exploradas por ameaças físicas e/ou virtuais”, ressalta. 
O estudo da consultoria internacional Grant Thornton, inclusive, mostra que o fator de ataque mais usado no país é o phishing, técnica que leva o usuário a clicar em links maliciosos e abrir porta para os invasores. Segundo a empresa de segurança da informação Symantec Corporation, a técnica representa 9% dos crimes cibernéticos no mundo (ver infografia).
No caso de um ataque, a recomendação de Ana Paula é que a pessoa jurídica preserve a cena do crime e salvaguarde a prova para que ela tenha validade jurídica e forense para efeito de processos e perícias judiciais. “Deve ser feita uma ata notarial, na qual serão relatados todos os fatos ocorridos naquele ambiente virtual, além da guarda da própria máquina ou dispositivo informático”, indica.

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