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terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

O outro lado da história dos sons ouvidos por astronautas no lado escuro da lua

Por BBC  - Atualizada às 
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Áudio de 'música estranha' e assobios só foi disponibilizado 43 anos depois, levantando várias 'suspeitas' de usuários da web

BBC
Apollo 10 antecedeu a missão que pousou na lua, a Apollo 11, em 20 de julho do ano de 1969
Nasa
Apollo 10 antecedeu a missão que pousou na lua, a Apollo 11, em 20 de julho do ano de 1969
Gravações de uma "música estranha" e de "assovios do espaço sideral" durante a missão Apollo 10, que deu a volta ao redor da lua em maio de 1969, atiçaram a curiosidade de milhares de pessoas na redes sociais neste fim de semana.
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Nas gravações da missão, os astronautas demonstram surpresa com os estranhos sons. No momento em que ouviram os ruídos, os astronautas estavam atrás da Lua, fora do radar do centro de controle - as gravações só puderam ser ouvidas depois que eles retornaram à Terra.
"Essa música soa com algo do espaço sideral, não?", comenta o astronauta Eugene A. Cernam na gravação. "Sim", responde o comandante Thomas P. Stafford.
"Vocês também ouviram esse assobio?", pergunta John W. Young. "Soa como.. já sabem, o espaço sideral", insistiu Cernan. "Me pergunto o que pode ser", seguiu Young.
O som dura cerca de uma hora, até que desaparece. "Cara, ficou silencioso", dizem os astronautas.
Eugene Cernan, John Young e Thomas Stafford em 13 de maio de 1969
Nasa
Eugene Cernan, John Young e Thomas Stafford em 13 de maio de 1969
Antes de voltarem ao radar do centro de controle, os três discutem se deveriam reportar os sons para seus superiores. "Devemos contar?" "Não sei, precisamos pensar."
Este diálogo se tornou viral neste fim de semana - levando muitos internautas a cogitar que os misteriosos sons pudessem ter origem alienígena. Alguns comentários questionaram por que a Nasa só havia tornado o diálogo público agora.
Mas, segundo a própria Nasa, transcrições deste diálogo foram tornadas públicas há muito tempo. "Mas o áudio não foi compartilhado imediatamente porque na era (das missões) Apollo não havia internet", disse à BBC Mundo Bob Jacobs, porta-voz da agência.
Altamente suspeitoA resposta está em Nasa's Unexplained Files, uma série do canal Discovery Science sobre supostos arquivos "mal explicados" (ou não explicados) da agência espacial americana.
O mais recente episódio da série conta como, durante uma hora em que os três astronautas estiveram na face oculta da Lua, escutaram estes sons estranhos. O vídeo, em inglês, pode ser visto aqui.
O programa diz que quando os astronautas regressaram do espaço, a Nasa fez a transcrição dos áudios e "arquivou" seu conteúdo - e que a gravação "permaneceu em segredo até agora".
Dois meses depois do fim da missão Apollo 10, o homem chegava à Lua
Nasa
Dois meses depois do fim da missão Apollo 10, o homem chegava à Lua
Mas a versão da Nasa é outra. Não houve "arquivos classificados", assegura o porta-voz. "E o mais provável é que os astronautas tenham escutado uma interferência", afirma. "Esta história é uma fabricação de um programa de entretenimento altamente suspeito."
Com a popularidade que teve este episódio do programa, o porta-voz da Nasa disse que falou com o astronauta Eugene Cernan, que assegura "que não se importou suficientemente com o incidente para levá-lo a sério."
"Se tivéssemos pensado que se tratava de outra coisa (que não fosse uma interferência), haveríamos informado todo o mundo depois do voo", acrescenta o astronauta de 81 anos. "Nunca voltamos a pensar nisso."
Apollo 10 entrando na atmosfera após completar sua missão ao redor da Lua
Nasa
Apollo 10 entrando na atmosfera após completar sua missão ao redor da Lua
A Nasa postou os áudios em 2012 em seu site, para que qualquer pessoa possa escutá-los. As gravações da Apollo 10 podem ser ouvidas aqui.
Dois meses depois que Cernan, Stafford e Young regressaram da missão, a nave Apollo 11 fez seu histórico pouso na Lua.
    Leia tudo sobre: Apollo 10 • Lua • astronautas

    São Paulo faz teste final da primeira vacina brasileira contra a dengue

    Por iG São Paulo  - Atualizada às 
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    Última fase tem início no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP; pesquisa envolverá 17 mil participantes

    O governo de São Paulo realizou o teste final da primeira vacina brasileira contra a dengue. O início da terceira fase de estudos clínicos foi acompanhado nessa segunda-feira (22) pelo governador Geraldo Alckmin.
    Os estudos estão sendo conduzidos pelo Instituto Butantan, um dos maiores centros de pesquisas biomédicas do mundo, ligado à Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.
    Alckmin acompanhou a última fase de testes clínicos da primeira vacina brasileira contra a dengue
    A2img / Eduardo Saraiva
    Alckmin acompanhou a última fase de testes clínicos da primeira vacina brasileira contra a dengue
    "Hoje é um dia de grande esperança para o mundo, que a gente possa desenvolver uma vacina que consiga segurar uma das doenças de grande risco epidêmico, especificamente nos países tropicais e subtropicais", enfatizou o governador. "Estamos frente a um importante momento da ciência, onde o Brasil está na vanguarda em uma questão que envolve grande parte do planeta", completou Alckmin.
    Durante o evento, o governador anunciou a liberação, por parte daFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, de R$ 100 milhões para os estudos de toda a parte da vacina e de pesquisa aplicada relacionadas às arboviroses. Na ocasião, a presidente Dilma Rousseff formalizou o repasse de R$ 100 milhões para os testes da fase 3.
    Os estudos vão começar com 1,2 mil voluntários recrutados pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e um dos 14 centros credenciados pelo Butantan para a realização dos testes, que envolverão 17 mil participantes em todo o Brasil.
    Os voluntários do HC entraram em contato diretamente com o hospital ou deixaram seus dados no Serviço de Atendimento ao Cidadão do Butantan, autorizando que eles fossem repassados ao centro de pesquisas do complexo hospitalar. Eles têm entre 2 e 59 anos de idade e residem em diferentes localidades da capital e da região metropolitana de SP.
    Neste primeiro dia, 10 pessoas foram vacinadas. Na capital paulista, o cadastro de interessados em participar do estudo passa de dois mil.
    Voluntários
    Podem ser voluntários do estudo pessoas que estejam saudáveis, que já tiveram ou não dengue em algum momento da vida e que se enquadrem em três faixas-etárias: 2 a 6 anos, 7 a 17 anos e 18 a 59 anos. Interessados também podem procurar o SAC do Butantan pelo e-mail sac@butantan.gov.br.
    Os participantes serão acompanhados por um período de cinco anos para verificar a duração da proteção oferecida pela vacina. O acompanhamento será feito por meio de visitas programadas para coleta de amostras, além de contatos telefônicos e mensagens por celular.
    Presidente Dilma Rousseff também esteve presente na lançamento da última fase de testes
    A2img / Eduardo Saraiva
    Presidente Dilma Rousseff também esteve presente na lançamento da última fase de testes
    A vacina do Butantan, desenvolvida em parceria com o National Institutes of Health (EUA), tem potencial para proteger contra os quatro vírus da dengue com uma única dose e é produzida com os vírus vivos, mas geneticamente atenuados, isto é, enfraquecidos. Com os vírus vivos, a resposta imunológica tende a ser mais forte, mas como estão enfraquecidos, eles não têm potencial para provocar a doença.
    Além do HC, a Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, na capital paulista, também foi credenciada pelo Butantan para a realização dos testes da fase 3. Nos outros 12 centros, o cronograma de vacinação deverá ser divulgado em breve.
    "Todos os estudos até aqui apontam que a vacina é segura e que ela estimula o organismo a produzir anticorpos de maneira equilibrada contra os quatro vírus da dengue. Os brasileiros estão sensibilizados quanto ao tema e acreditamos que isso fará com que os ensaios clínicos tenham boa adesão", explica o diretor do Instituto Butantan, Jorge Kalil.
    "A dengue é uma doença endêmica no Brasil e em mais de 100 países. A vacina brasileira produzida pelo Butantan, um centro estadual de excelência reconhecido internacionalmente, será certamente uma importante arma de prevenção para que o País possa delinear estratégias de imunização em massa, protegendo nossa população contra a doença e suas complicações", afirma o secretário de Estado da Saúde, David Uip.
    Ao todo, a vacina já foi testada em 900 pessoas: 600 na primeira fase de testes clínicos, realizada nos EUA pelo NIH, e 300 na segunda etapa, realizada na cidade de São Paulo pela Faculdade de Medicina da USP, parceira do Butantan. Os dados disponíveis até agora, das duas primeiras fases, indicam que a vacina é segura, induz o organismo a produzir anticorpos de maneira equilibrada contra os quatro vírus da dengue e é potencialmente eficaz.
    Saiba como evitar que o mosquito da dengue nasça:
    Um saco de lixo mal fechado também pode acumular água. Deixe-os sempre fechados, de preferência em lugares secos e cobertos . Foto: iStock
    Troque todos os dias a água dos pratos de seus animais de estimação. Eles podem virar criadouros se ficarem por muitos dias sem troca . Foto: iStock
    Elimine o pratinho do vaso das plantas. Você pode regar regularmente suas plantinhas sem acumular água . Foto: iStock
    Você também pode adotar um prato que se encaixe perfeitamente no vaso . Foto: iStock
    Mantenha a caixa de água bem fechada e limpe-a regularmente . Foto: iStock
    Evite que a água se acumule na laje de casa e vire um foco do mosquito . Foto: iStock
    Garrafas de bebida  ou latas não devem ser deixados no quintal ou poderão acumular água parada . Foto: iStock
    Quintal não é lugar de pneu velho! Você pode levá-lo até um posto de coleta da prefeitura de sua cidade. Foto: iStock
    Em último caso, guarde o pneu em um lugar coberto e seco. Nunca deixe água acumular dentro dele . Foto: iStock
    Qualquer outro recipiente que possa acumular água nas áreas abertas da sua casa deve ser retirado . Foto: iStock
    Um saco de lixo mal fechado também pode acumular água. Deixe-os sempre fechados, de preferência em lugares secos e cobertos . Foto: iStock
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