EMPREENDEDOR DE SUCESSO

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Schumacher não consegue andar nem com ajuda, diz advogado

© Fornecido por New adVentures, Lda.

O advogado da família Schumacher acionou a Justiça alemã após a revista Bunte noticiar que o piloto estava conseguindo caminhar. Segundo o jornal Mirror, Felix Damm informou que o heptacampeão mundial de Fórmula 1 “infelizmente não se levanta, nem com a ajuda de terapeutas”.
De acordo com o UOL Esporte, o advogado decidiu entrar com um processo contra a revista por dano moral. "Toda especulação é irresponsável, porque isso traz seríssimos problemas, e a privacidade é muito importante para Michael", disse.
Schumi sofreu um acidente enquanto esquiava nos alpes franceses, em dezembro de 2013. O grave acidente deixou o piloto com lesões cerebrais, em coma induzido.
Leia também: Ex-chefe da Ferrari diz que Schumacher está respondendo a tratamento

10 super dicas para costura

O guia calcador automático facilita sua vida e já calcula o tamanho da casa, mas na falta dele use essa dica: tamanho do botão + 2mm de folga. Abotoamento fácil e rápido.

  • Use washi tape como guia de costura. Cole um pedaço da fita na distância necessária para a sua margem de costura, e posicione o tecido na borda dela, assim sua costura sai retinha e você se sente mais segura e relaxada.


  • Um pesponto retinho faz toda diferença. Para garantir que ele saia perfeito use o pé calcador específico para pesponto, mas na falta dele, utilize algum que tenha uma guia. Na foto pé calcador para barra invisível, funciona muito bem.


  • Os dentinhos do transporte de tecido da máquina podem estragar o seu trabalho. Tecidos finos e delicados podem ser engolidos pela máquina, e matérias como couro e sintéticos podem ficar marcados permanentemente. Para evitar esses problemas e ainda facilitar a costura, corte uma tira de papel manteiga, aquele de cozinha, e posicione sob o tecido.


  • A forma mais prática de alfinetar uma peça que vai à máquina de costura, é posicionar os alfinetes com a cabeça para fora do tecido, evitando que o alfinete enrosque nos dentinhos da máquina, e ainda fica muito mais fácil tirá-los durante a costura.


  • O viés do tecido está localizado a 45 graus da oreula e do fio do tecido. Ao dobrar o tecido 90 graus, lá está o viés na diagonal.


  • Para fazer a sua própria fita de viés, corte as tiras e depois una as pontas em um ângulo de 90 graus, direito sobre direito e costure na diagonal. Corte o excesso e passe.


  • Entretela colante bem aplicada precisa de calor e pressão. Não passe a entretela com o ferro, e sim, faça pressão e vá mudando de posição, continue até terminar de aplicar a entretela.


  • Tecidos finos e delicados quando costurados, enrugam com muita facilidade. Para evitar esse franzido, ajuste a sua máquina para uma tensão menor e diminua o tamanho do ponto.


  • As 10 dicas foram dadas pela estilista Francine Lacerda, que tem um estúdio na cidade de São Paulo, onde dá aulas de costura para iniciantes. Confira o calendário de cursos no site da Francine.



  • 10 dicas para costura



    Francine Lacerda, estilista e professora de costura e modelagem, deu 10 dicas rápidas e essenciais para quem ainda não costura, está iniciando ou já costura. Confira na galeria a seguir.

    Dica de costura 1



    Quem costura à mão sabe como é irritante a linha embolando, travando e criando nós a toda hora. A dica é passar a linha algumas vezes na cera de abelha. Sua costura ficará muito mais fácil e gostosa de fazer.

    Dica de costura 2



    O guia calcador automático facilita sua vida e já calcula o tamanho da casa, mas na falta dele use essa dica: tamanho do botão + 2mm de folga. Abotoamento fácil e rápido.

    BEBÊ É PEGO NO AR POR EX GOLEIRO

    Corpo do delegado Wagner Giudice é enterrado em São Paulo


    Ele morreu de infarto em Fernando de Noronha, onde passava férias. Giudice foi diretor do Deic e foi responsável por casos de repercussão.
    19/09/2016 06h54 - Atualizado em 19/09/2016 07h20
    Do G1 São Paulo


    O corpo do delegado Wagner Giudice, ex-diretor do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), foi enterrado neste domingo (18) no Cemitério Gethsêmani, no Morumbi, Zona Sul da capital paulista. Atualmente, ele comandava a primeira seccional do Centro de São Paulo.
    Giudice morreu neste sábado (17) aos 52 anos, após sofrer um infarto em Fernando de Noronha (PE), onde passava férias com a família.
    Segundo informações do blog Viver Noronha, o corpo de um turista de São Paulo foi encontrado no mar na praia Cacimba do Padre.
    Wagner Giudice ficou mais conhecido por sua atuação à frente da Divisão Antissequestro do Deic em casos de muita repercussão, como os sequestros do publicitário Washington Olivetto, e de Patrícia Abravanel, da filha do empresário Silvio Santos.
    Em quase 30 anos a serviço da polícia, atuou também Departamento de Homicidios, Departamento de Identiicação e Registro Divertos e Departamento de Capturas e Delegacias Especializadas (Decade). Ele ocupava o cargo de delegado seccional do Centro (Decap).
    Polícia Civil de SP confirmou a morte de Wagner Giudice no Facebook (Foto: Reprodução/Facebook/Yara KassandWagner Giudice)

    domingo, 18 de setembro de 2016

    App UOL Eleições 2016 traz alertas, debates e apuração ao vivo


    UOL, em São Paulo
    06/09/2016 - 14h48






     Ouvir
    0:00
    Arte UOL

    O segredo do voto consciente está na informação. Pensando nisso, o UOL lança o aplicativo UOL Eleições 2016, que traz as principais notícias, pesquisas e apuração dos votos em todos os municípios para o seu iPhone e smartphones Android.
    O UOL Eleições também conta com informações em vídeo e foto com cobertura completa sobre o cenário político no país. Comentários e opiniões de blogueiros estão presentes na seção Blogs, além de transmissões ao vivo de debates e sabatinas.
    Para aqueles que ainda não sabem em quem votar, o UOL Eleições 2016 vai trazer a lista completa de candidatos a prefeito e vereador. Também é possível realizar busca por políticos e partidos que irão concorrer em cada cidade.
    E para facilitar na hora de votar, você pode montar a sua "cola", que será liberada mais próxima das Eleições, e salvar a imagem no aparelho. Além de escolher receber alertas com as principais notícias e o início da apuração.
    Duas áreas específicas, uma com pesquisas de intenção de votos para a corrida municipal e outra com a possibilidade de avaliar a sua cidade estarão disponíveis.
    No dia da eleição, você pode acompanhar a apuração dos votos da sua cidade ao vivo com o Placar de Apuração do UOL.
    O UOL, maior empresa brasileira de conteúdo e serviços de internet, oferece todos estes conteúdos gratuitamente.

    Neschling diz que é vítima de bandidos e que não fez 'porra nenhuma' de errado



    No fim do ano passado, o Theatro Municipal de São Paulo foi sacudido por um terremoto. O diretor da fundação que o mantém, José Luiz Herencia, e o dirigente do instituto que administra as contas, o IBGC (Instituto Brasileiro de Gestão Cultural), William Nacked, foram acusados de desvios de R$ 15 milhões.
    A instituição é hoje investigada pelo Ministério Público de SP, por uma CPI na Câmara e pela Controladoria Geral do Município. Os dois confessaram por meio de delação premiada. E voltaram suas baterias para John Neschling, até então diretor artístico do Municipal. Acusaram o maestro de conflito de interesse e de tráfico de influência ao contratar artistas de agentes que também o representam no exterior.
    Neschling acabou demitido no começo do mês. Nesta entrevista, ele se defende. Diz que é vítima de "bandidos", "mentirosos". E acusa o prefeito Fernando Haddad de não ter tido caráter ao permitir que fosse afastado do Municipal: "Ele não tem nada contra mim". Abaixo, um resumo da conversa:
    *
    O COMEÇO
    Os motivos pelos quais diziam que eu era investigado foram mudando com o tempo. No início falava-se do meu salário [de R$ 150 mil por mês] e numa associação com Herencia e Nacked.
    *
    Depois esses dois bandidos confessaram seus crimes e ficou claro que eu não participava absolutamente dessas falcatruas, desse conluio.
    Por mais que tentassem me envolver, ficou claríssimo que não há nada, tanto na [investigação da] Controladoria como na Corregedoria. Então começaram com essa história de conflito de interesses.
    *
    Isso é fruto de uma total ignorância. Você tem 15 ou 20 empresários de ópera no mundo, não mais. Eles têm listas de artistas que apresentam para as instituições [teatros e orquestras]. Eu, como artista, faço parte de algumas listas. Mas instituições só me contratam se têm interesse.
    *
    Trabalho com esses agentes há mais de 30 anos! Não comecei a trabalhar com eles quando entrei no Municipal! Trabalho com três, quatro agentes. E, no Municipal, contratei artistas de 60 agentes. Por exemplo, o agente que está trazendo "Elektra", de Nova York: nunca trabalhei com ele na minha vida. Nenhum empresário teve mais que 12% de participação de artistas nesses três anos em que eu estive no teatro.
    *
    POR QUE O ACUSAM
    O que você quer que um mentiroso faça? Mentiroso mente. São delatores, querem se livrar das acusações. São dois ladrões, dois bandidos, corruptos, que roubaram e que são premiados por isso. Não se fala mais neles.
    *
    Já eu sofro um massacre e não tenho nenhum desmando administrativo. Eu não fiz porra nenhuma. Eu nunca na minha vida fiz nada de errado, em 70 anos de idade, 47 anos de carreira.
    *
    Eu trabalhei em teatros muito mais sofisticados do que o Municipal: Ópera de Viena, Massimo de Palermo, Ópera de Bordeaux. Saí da Osesp acusado de ser autoritário. Nunca de ladrão.
    *
    Por que agora, no Municipal, eu começaria a roubar? Me deslumbrei? Depois de fazer a Osesp, de ter reconhecimento internacional, vou querer vantagens ilícitas do Theatro Municipal? Coitado do Theatro Municipal.
    *
    AVISO
    Havia uma grande desorganização, uma incompetência financeira clara e óbvia no Municipal. E isso começou a chamar a minha atenção. Não havia segurança. Não havia limpeza. Não pagavam [cachês] em dia. Os artistas vinham para SP porque tinha aqui o maestro John Neschling que os convidava. E não porque tinha o senhor Herencia, que não sabia o nome de ninguém nem fala uma palavra que não seja o português. Isso ia cair no meu colo.
    *
    Houve atrasos de seis meses de pagamento de cachê. Criaram uma página na Itália, "Municipal fanculo". Nós fomos enxovalhados. Eu então levei a situação ao prefeito: "Fernando, isso me cheira a maracutaia. Por favor, investigue. Controle".
    *
    Eles [Herencia e Nacked] começaram a se armar. Disseram ao prefeito que tudo se devia às extravagâncias da produção. Eu provei que não havia extrapolado um centavo do orçamento artístico. Aí entrou a controladoria. O Herencia pediu demissão.
    *
    Nomearam o Paulo [Dallari, interventor na fundação e no IBGC]. Começaram a aparecer os maus feitos. Os dois confessaram. E começaram a fazer acusações contra mim.
    *
    INVESTIGAÇÕES
    Eu nunca fui chamado a depor pela promotoria. Meu advogado ofereceu duas vezes, não quiseram me ouvir até agora. Quiseram apreender meu passaporte. A CPI quis fazer a condução coercitiva da minha mulher, que não tem absolutamente nada a ver com essa questão.
    *
    Os vereadores são de uma ignorância que chega a ser agressiva. Não há nada tão negativo quanto a ignorância ativa, prepotente, autoritária. Eu me lembrei dos anos de chumbo, do macartismo, uma caça às bruxas da pior qualidade. Sem nenhuma prova. Sem nenhum indício.
    *
    Me senti péssimo. Desrespeitado. Humilhado. Disseram até que eu era um "regentinho" de esquina.
    *
    DEMISSÃO
    Até que, na quinta [1º de setembro], eu fui ao prefeito, no meio dessa guerra, já completamente cansado. Achincalhado. Eu disse: "Fernando, como amigo, o que você me propõe? O que devo fazer?".
    *
    Ele era um político que eu respeitava... respeito ainda. O Fernando é uma pessoa especial. Mas eu achava que ele fosse mais especial. Porque sempre me deu a palavra clara de que não seria responsável pelo meu afastamento, a não ser que tivesse provas claras, cabais, da minha culpa. Como essas provas não vão aparecer, porque não existem, ele disse: "Não vou mandar você embora. Faça o que achar melhor".
    *
    Depois dessa conversa, eu refleti. Na sexta [2], pensei em me afastar do teatro. Mas não é verdade que pedi para os assistentes saírem comigo [como foi informado ao prefeito Haddad]. Nem deixaria o teatro às moscas. Eu nunca faria isso com o prefeito.
    *
    E ninguém é obrigado a prestar solidariedade. Aliás, como dizem, mineiro só é solidário no câncer. A verdade é que Eduardo Strausser [então assistente do maestro], em vez de decidir sair comigo, me disse: "A minha agente na Inglaterra acha que não é o momento de eu ir embora". Eu demiti ele na própria sexta! Ele deu todas as evidências de que me traía [Strausser acabou assumindo no lugar de Neschling].
    *
    Ele é um traíra. Um bobo. Um garoto de 30 anos, um "regentinho" de merda. Dei aula de graça para ele na Suíça. Tirei ele da sarjeta, coloquei para reger. E, antes mesmo de eu sair, ele já combinava com a prefeitura para ficar.
    *
    Um dia depois, no sábado [3], saiu uma notícia de que eu seria demitido. Vi que, se pedisse demissão, eu estaria confessando culpa. Me imolando. Decidi ficar até o final. Escrevi isso no Facebook. Mas hoje estou convencido de que desde a quinta [1º] a minha demissão já estava decidida.
    *
    E o que me deixa mais triste é a covardia dessa gente. No domingo [4], a Rosário [Ramalho, secretária de Cultura] foi ao concerto no Municipal. A primeira-dama [Ana Estela] foi com a família. Tirou fotografia. Já sabendo que eu estava na rua. No dia seguinte, fui despedido.
    *
    HADDAD
    Pediram a minha cabeça mais de uma vez e o prefeito não queria dar. Houve um momento em que a coisa virou [a coluna apurou que Haddad autorizou a demissão ao ser informado de que Neschling queria deixar o teatro, levando os assistentes].
    *
    Telefonei para ele: "Fernando, porra, e nosso trato?". Ele colocou a responsabilidade no IBGC. Mentiu para mim. Minha saída já estava decidida. Essa é minha mágoa. O prefeito, nesse caso, não teve caráter.
    Ele está numa campanha complicada e o teatro estava pesando. O MP e a CPI pressionavam pelo meu afastamento. Só que o prefeito não tem nada contra mim.
    *
    TEATRO PODE FECHAR
    O Municipal vai fechar. A situação é insustentável. Encontrei o teatro em péssimas condições. A restauração [em 2011] foi uma maquiagem em um cadáver.
    *
    O palco tinha máquinas de 40 anos sem manutenção. A garagem da Praça das Artes tinha 20 centímetros de esgoto e cocô. O teatro não tem seguro contra incêndio.
    *
    O rombo chega a R$ 20 milhões. No fim de 2015, não tinham como pagar salário. O Municipal pode ficar aberto se o prefeito colocar dinheiro. E dinheiro brabo.
    *
    Por que Viena, Lisboa, Istambul, podem ter um teatro e SP não pode? Não estou falando de Londres. Estou falando de cidades normais.
    *
    E, quando se começa a construir um teatro de ópera, vem essa autofagia brasileira. Você não pode botar a cabecinha de fora que vem a mediocridade e corta a tua cabeça. Porque a mediocridade se protege. Ela batalha pela mediocridade. A excelência ilumina a mediocridade. Por isso, quando uma pessoa sai da mediocridade, a mediocridade vai lá e arrasa. Ela não quer ser iluminada.

    Iraniano perdeu perna na guerra, tentou halterofilismo e deixa dois filhos

    filhos

    Bahman Golbarnezhad, ciclista do Irã, antes da prova de estrada da Paraolimpíada do Rio
    imagem: Comitê Paraolímpico do Irã






     0

    Daniel Brito
    Do UOL, no Rio de Janeiro
    O ciclista iraniano Bahman Golbarnezhad, 48, morto após acidente durante a prova de ciclismo de estrada nos Jogos Paraolímpicos do Rio-2016, na manhã do sábado, 17, deixa dois filhos e uma história de vida marcada por tragédias. Ele morreu por volta das 12h30 no Hospital da Unimed, na Barra da Tijuca, de traumatismo craniano.
    Golbarnezhad era amputado da perna esquerda, vítima de uma mina terrestre durante a Guerra do Irã-Iraque, que durou oito anos durante a década de 1980. Segundo relatos da imprensa iraniana, ele era soldado à serviço do exército de seu país e pisou no artefato em um dos últimos dias de conflito.
    Ele iniciou-se no esporte como forma de reabilitação pela perda do membro. Durante muito tempo, foi atleta do halterofilismo, modalidade bastante difundida no país. Mas sofreu uma lesão no ombro esquerdo e enveredou para o ciclismo há 12 anos. Disputou o Jogos Para-asiáticos de Incheon-2014, na Coreia do Sul, e o Mundial de para-ciclismo em Montichiari-2016. A Rio-2016 era sua segunda participação em Paraolimpíadas. Esteve em Londres-2012. Nunca obteve resultados expressivos.
    Competir em Incheon-2014 foi outro desafio pessoal para Golbarnezhad. O evento ocorreu quatro meses após a morte por câncer da primeira mulher, com quem teve dois filhos. Anos mais tarde, ele casou-se de novo, desta feita com uma atleta do basquete em cadeira de rodas, que não estava classificada para o Rio-2016 e acompanhava a trajetória do marido pela TV na cidade de Shiraz, onde viviam.
    “Golbarnezhad era um dos mais dedicados atletas que tínhamos em nossa delegação”, disse Masoud Asharafi, Secretario-Geral do Comitê Paraolímpico do Irã, em entrevista coletiva. Ele também disse em coletiva que Golbarnezhad tinha apenas um filho, mas os relatos dos jornalistas iranianos são de que o atleta deixa dois filhos.
    O acidente que vitimou Golbarnezhad ocorreu por volta das 10h30 de sábado, 17, no quilômetro 34 da Avenida Estado da Guanabara, na descida de Grumari. De acordo com Piers Jones, diretor esportivo da UCI (Uniâo Ciclística Internacional), uma das responsáveis pelo percurso, o trecho em que Golbarnezhad não era o de maior dificuldade. O iraniano perdeu o controle da bicicleta numa curva em descida, bateu na calçada, voou sobre uma mureta de proteção, caiu de cabeça numa vala próximo à uma segunda mureta. Foi dado início a uma investigação para apontar as causas do acidente.
    Na cerimônia de encerramento dos Jogos Paraolímpicos-2016, na noite de domingo, 18, no Maracanã, será respeitado um minuto de silêncio. Bandeiras do Irã e do IPC (Comitê Paraolímpico Internacional) estão a meio mastro.
    Golbarnezhad tornou-se o primeiro atleta da história a morrer durante uma prova dos Jogos Paraolímpicos.
    Comunicar erro

    SEJA UM EMPREENDEDOR DIGITAL, NO CONFORTO DO SEU LAR, COM SEU ESCRITÓRIO VIRTUAL

    SEJA UM EMPREENDEDOR DIGITAL

      SEJA UM EMPREENDEDOR DIGITAL Tenha sua  Página Lucrativa  Online e Fature Dezenas ,  Centenas  ou  Milhares  de PAGAMENTOS  de  R$ 50,...