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sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

A origem do mal


UMA MÃE COM O SEU FILHO DIRIGE NUMA MOVIMENTADA AVENIDA. Subitamente, assaltantes abordam o carro e arrancam a mulher do volante. Tudo acontece muito rápido. Não dá tempo de o filho ser retirado completamente do veículo. Preso ao cinto de segurança, do lado de fora do automóvel, o garoto é arrastado avenida a fora.
Alguém vê esta cena e questiona: Onde está Deus enquanto isso acontece? Você já se fez essa pergunta? Quem é o responsável por tanta maldade? Guerras que matam milhões de inocentes. Desigual­dade social que condena os pobres a uma subvida sem sonhos. Vidas e sonhos arrastados por um tsunami. Notícia de uma doença termi­nal. Pais que se separam, deixando filhos traumatizados. Coisas que acontecem à nossa volta todos os dias e nos fazem pensar que algo está errado. Quem é o responsável por isso? Nos próximos momen­tos, você terá a resposta que a Bíblia apresenta para esta e muitas outras questões.
O surgimento do pecado
• Deus é amor e dotou Suas criaturas com a capacidade de viver em liberdade de escolha. Deus não criou robôs, pois quer que O amemos por prazer e por decisão própria.
• Além do ser humano, Deus tem outra classe de criaturas: os anjos. Eles são seres espirituais (Hebreus 1:14) e possuem diversas funções, como proteger e servir os filhos de Deus (Atos 12:9-17), trabalhar pela salvação dos perdidos e livrar das tentações (Salmo 34:7).
• O pecado surgiu misteriosamente no Céu (Apocalipse 12:7) como resultado da escolha de um anjo chamado Lúcifer. Ele possuía, abaixo de Cristo, a mais elevada honra entre seres celestiais. Era o primeiro dos querubins cobridores e assistia diante de Deus (Ezequiel 28:12-15).
• “Lúcifer” é um termo em latim que significa “portador de luz”. Esse termo não aparece na Bíblia. Ele é chamado nas Escrituras de “estrela da alva” (Isaías 14:12-14), “diabo” – caluniador, ou “Satanás” que significa “adversário” (1 Pedro 5:8).
• Como resultado do orgulho no seu coração e o desejo de ser igual a Deus, Lúcifer foi expulso do Céu e lançado à Terra (Lucas 10:18). Juntamente com ele, veio a terça parte dos anjos de Deus que participaram em sua rebelião (Apocalipse 12:4, 9).
• Satanás é o autor do mal. Ele é o pai da mentira (João 8:44), o grande acusador e adversário direto de Cristo, o chamado Arcanjo Miguel (Apocalipse 12:7; Judas 9; Daniel 10:13). O termo “Miguel” significa “Quem é como Deus?” e é um dos nomes de Cristo. Este nome aparece na Bíblia sempre no contexto do grande conflito entre Cristo e Satanás.
• O pecado entrou em nosso mundo pela escolha de Adão e Eva (Romanos 5:12). Eles duvidaram da Palavra de Deus e deram ouvidos a Satanás, a antiga serpente. Embora não tenhamos culpa no pecado de Lúcifer, nem de Adão e Eva, somos pecadores e sofremos as consequências do pecado.
O QUE É PECADO?
• Na Bíblia, existem algumas definições para pecado: “errar o alvo” (do grego, hamartia), “rebelião”, “transgressão”, ou “romper os limites” (do hebraico, avar), "iniquidade". O pecado é apresentado como:
Natureza pecaminosa - Nós já nascemos neste mundo com uma natureza pecaminosa, com tendência para o que é mal. (Salmo 51:5; Efésios 2:3; Marcos 7:21, 22). Portanto, pecamos porque somos pecadores.
Atos pecaminosos - É a prática do pecado, seja por pensamentos, palavras ou ações. Cada pecado cometido é registrado nos livros do Céu (Apocalipse 20:12).
• Será que existem “graus de pecado” ou todos são iguais? Todo e qualquer tipo de pecado é ofensivo a Deus e gera a morte (Romanos 6:23). Porém, nem todos são “iguais aos olhos de Deus”. Isso é evidente na Bíblia ao analisarmos os diferentes sacrifícios apresentados em Levítico 1 a 7. Além disso, Jesus mencionou que no juízo alguns serão castigados com “muitos açoites” e outros com “poucos açoites” (Lucas 12:47-48). Se os pecados fossem iguais, não deveriam todos receber o mesmo castigo? Também o apóstolo João menciona que há pecados para a morte e outros que não são para a morte (1 João 5:16, 17).
O QUE É TENTAÇÃO?
Tentação não é pecado. Jesus foi tentado, por exemplo, mas não pecou (Hebreus 4:15). Quando se cede à tentação e pratica-se o ato, aí torna-se pecado.

• Passos da tentação:
1º - ATENÇÃO: Pode ser uma indução interna (pensamentos) ou externa (através dos 5 sentidos).
2º - CONSIDERAÇÃO: Após despertar o interesse, a tentação gera uma ponderação.
3º - DECISÃO: Após a atração e sedução, o indivíduo toma a decisão de praticar o pecado.
4º - PLANEJAMENTO: A pessoa que decidiu pecar planeja as suas ações.
5º - AÇÃO: A prática do pecado é efetuada (interna ou externamente).
Vivemos em meio ao grande conflito entre as forças do bem e do mal. Segundo a Bíblia, “a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal” (Efésios 6:11,12). Somos tentados constantemente por Satanás e seus anjos (1 Pedro 5:8). Além disso, lutamos contra a nossa própria tendência pecaminosa e desejos carnais. Tiago 1:14 diz: “cada um é tentado pela sua própria cobiça”.
Como posso vencer a tentação?
- Aproximar-se de Jesus (Hebreus 4:16).
- Estudar a Bíblia (Salmo 119:11).
- Vestir-se da armadura espiritual (Efésios 6:10-18).
- Orar e jejuar (Marcos 9:29).
- Fugir da impureza (1 Coríntios 6:18).
- Cultivar bons pensamentos (Filipenses 4:8).
- Evitar as más companhias (Salmo 1:1-3)

SERÁ QUE A BÍBLIA É VERDADEIRA? ENTÃO COMO ESTUDAR A BÍBLIA?

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Guardar dinheiro não era tarefa fácil no passado. Quan­do não existiam bancos, nem entidades financeiras como hoje, as pessoas tinham poucas opções na hora de poupar dinheiro e proteger seus bens. Uma boa saída era enterrar. Isso mesmo, enterrar utensílios e moedas de prata e ouro longe do olhar e do conhecimento das pessoas. Quem fazia isso corria dois riscos. O primeiro, alguém poderia encontrar o tesouro, por isso o dinhei­ro precisava ser bem escondido. O segundo, o indivíduo poderia esquecer o local onde seus bens estavam enterrados. Assim, sur­giram os famosos mapas do tesouro.
Agora, imagine que você tem um mapa desses nas mãos. O mapa é verdadeiro, o tesouro é verdadeiro, mas você tem um proble­ma: você não entende o que o mapa quer dizer! Adianta alguma coisa? É lógico que não. Talvez você não saiba, mas você tem um mapa desses em sua casa! Ele indica como encontrar o maior tesouro que existe e está à sua disposição. O nome desse mapa é Bíblia, esse livro revela um único caminho que vai levar você à morada de Deus para viver uma vida eterna. Agora, uma per­gunta: você entende esse mapa? Hoje existem mais de 30 mil denominações cristãs catalogadas, porque leem o mapa de modo diferente. Infelizmente, muitos jamais encontrarão o tesouro. No entanto, existe uma forma correta de ler e estudar a Bíblia. Acompanhe o estudo a seguir e descubra!
Dicas para o estudo da Bíblia
1) Antes de começar o estudo da Bíblia reserve duas coisas muito importantes: tempo e lugar. Reserve uma hora especial do seu dia. O ideal é que seja a primeira hora, antes de começar suas atividades normais. Procure também um lugar silencioso onde você tenha condições de assimilar a Palavra de Deus.
2) Antes de ler, faça uma oração, pedindo a iluminação do Espírito Santo sobre aquilo que irá ler. Ore para que Ele seja o Seu instrutor e que lhe dê perseverança na leitura. Lembre-se sempre que a Bíblia é o único livro cujo Autor está sempre presente, quando se o lê.
3) Não leia com pressa, mas faça-o com atenção. O objetivo não é apenas terminar a leitura programada, mas entender aquilo que está escrito. Se não entender, releia o texto escolhido.
4) Use um caderno para registrar ideias, reflexões e comentários pessoais, ou algo para sublinhar na própria Bíblia.
5) Procure entender o contexto daquilo que está lendo. Para ajudar no entendimento da Bíblia, procure respostas para questões simples, tais como: Quem está falando? A quem? Por quê? Quando e onde tudo isso ocorreu? E, finalmente, esse texto pode ser aplicado à minha vida?
6) Observe que tipo de texto você está estudando. É uma história? É uma parábola? É uma poesia? Se o texto estiver falando de uma doutrina específica, como, por exemplo, a Segunda Vinda de Jesus, procure estudar outros textos que falem a respeito dessa mesma doutrina.
7) Busque esclarecer os textos difíceis pelos paralelos mais fáceis. Por exemplo, compare o que Mateus escreveu com os outros evangelhos. Isso facilita a compreensão do todo.
8) Existem várias ferramentas que podem auxiliar na leitura, entre elas, um dicionário bíblico e uma concordância bíblica. O primeiro auxiliará na compreensão de certas palavras desconhecidas e seus significados. A concordância trará alfabeticamente, por assuntos, todos os versos bíblicos que contenham uma determinada palavra.
9) Adote um método sistemático de leitura (Lucas 24:27; Isaías 28:10). Isso pode ser feito de algumas formas:
• Ano Bíblico: Consiste em ler toda a Bíblia durante o ano, seguindo a regra de ler três capítulos durante o dia e cinco nos finais de semana.
• Estudo dos livros: Escolha algum livro da Bíblia e procure estudá-lo a fundo; descubra o seu autor, a quem foi dirigido, as circunstâncias sob as quais foi escrito, seu propósito e os seus ensinos principais.
• Método biográfico: Escolha personagens bíblicos de seu interesse e estude as passagens bíblicas relacionadas. Procure aplicar as lições espirituais para a sua vida.
• Estudo de temas: Consiste em escolher e seguir um tema através das Escrituras, como por exemplo: Batismo, Segunda Vinda de Cristo, Graça, Santuário, Morte, entre outros.
• Memorização: Procure decorar alguns versículos ou capítulos importantes. O cristão deve possuir, bem ordenadas em sua memória, passagens que trarão conforto, esperança e lhe serão úteis nos momentos de provação.

Silas Malafaia - Exclusivo - Sem Cortes na Web - 31/03/14

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