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segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

AS MELHORES ATUAÇÕES MASCULINAS EM 2014

Retrospectiva 2014 – As melhores atuações masculinas do ano

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Jonah Hill (“O lobo de Wall Street”)
Atores - Jonah
Os olhos esbugalhados, a ansiedade extrapolada como quem está à beira de um infarto e o humor perverso de Donnie Azoff, o braço direito do lobo de Wall Street, são alguns dos cacoetes geniais bancados por Jonah Hill, ator que quando quer mata a cobra e mostra o pau (literalmente, no caso aqui). Hill recebeu sua segunda indicação ao Oscar em três anos pelo papel. Coisa que muito ator mais valorizado não tem para botar no currículo. Não é pouca coisa.
Michael Fassbender (“12 anos de escravidão”)
Atores  - Michael
Esse alemão de ascendência irlandesa é um ponto fora da curva. Astro tardio, combina carisma e talento em escalas sempre surpreendentes. Como a encarnação do mal no filme de Steve McQueen, ele tergiversa a humanidade do senhor de escravos que interpreta ao sublinhar o desespero de um homem apaixonado por sua escrava e sem saber o que fazer com o sentimento que nutre por um “objeto”.
Leonardo DiCaprio (“O lobo de Wall Sreet”)
Atores - leo
Voraz, dínamo sexual, zombeteiro, esperto, chocante e, acima de tudo isso, nauseante. Este éLeonardo Dicaprio, à imagem e semelhança do biografado nesta obra-prima moderna de Martin Scorsese que é “O lobo de Wall Street” (alguma dúvida de que o filme figurará na lista de melhores do ano da coluna?). DiCaprio atinge as notas mais altas de uma carreira cheia de grandes arranjos ao compor um homem alucinado e banhado na cobiça exacerbada de um conceito de vida que tem seus ciclos. E ele quer estar no topo de todos eles.
Joaquin Phoenix (“Ela”/ “Era uma vez em Nova York”)
Joaquin 3
Phoenix é daqueles atores que nos faz levantar os braços para os céus e agradecer a Deus, orixás ou qualquer energia e presença que deva ser agradecida por tamanho talento. Praticamente todo filme que estrela entra na lista de melhores do ano e suas atuações, bem, suas atuações são sempre revigoradas, cheias de vida, detalhes e profundamente conectadas com a verdade buscada pelo roteiro. É assim em “Ela”, misto de romance e ficção científica imaginado por Spike Jonze, e em “Era uma vez em Nova York”, saga desromantizada do sonho americano alçada por James Gray – com quem Phoenix habitualmente colabora. Trabalhos em diferentes tons e compassos, mas dotados da mesma obstinação e fervura.
Jake Gyllenhaal (“O abutre”/”O homem duplicado”)
Jake 3
Jake Gyllenhaal rejeitou a alcunha de astro para viver o cinema. Essa experiência tem sido recompensadora para ele e para o público. Em 2014, o ator estrelou dois dos filmes mais instigantes, desafiadores e reflexivos da temporada. Gyllenhaal vai se revelando ator de muitos recursos e gana. Se perdeu peso e mergulhou na sociopatia de seu personagem em “O abutre”, em “O homem duplicado” foi fundo no jogo de espelhos proposto pela obra de Saramago. Um ator sem medo de tatear o desconhecido.
Jesuíta Barbosa (“Praia do futuro”)
Atores - Jesuíta
Jesuíta Barbosa é um poço de talento e um ímã tão poderoso que o gigante Wagner Moura parece um acessório de cena em “Praia do futuro”. Esse dom natural é temperado com uma expressividade corporal e sentimental que poucos atores, brasileiros ou estrangeiros, dispõem. Barbosa tem pouco tempo em cena no filme, mas a lembrança de sua passagem é das mais perenes.
Matthew McConaughey (“Clube de Compras Dallas”/ “O lobo de Wall Street”)
Fotos: divulgação
Fotos: divulgação
É até chato falar da reinvenção de Mathhew McConaughey e blá, blá, blá. Mas o signo deMcConaughey paira sobre 2014. Na TV, o assombro que foi sua participação em “True Detective”. O Oscar, justíssimo, por “Clube de Compras Dallas” dispensa defesas sobre sua figuração nesta lista. Mas se você quer medir um grande ator o desafie a superar a participação de cinco minutos deMatthew McConaughey em “O lobo de Wall Street”. É de dar desarranjo em muito ator discípulo do método de Lee Strasberg.
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DOMINGO, 21 DE DEZEMBRO DE 2014CuriosidadesListas | 06:08

Retrospectiva 2014 – As dez personalidades do ano no mundo do cinema

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O ano de 2014 foi movimentado para muitos astros, estrelas e personalidades do cinema. Prêmios, casamentos, escândalos e filmes. Teve de tudo em 2014! O Cineclube passou o pente fino e apresenta as dez personalidades que mais se destacaram no ano que se despede.

10 – Amy Pascal
Amy Pascal em foto tirada antes de falar mal de Angelina Jolie Foto: Getty
Amy Pascal em foto tirada antes de falar mal de Angelina Jolie
Foto: Getty
Não é todo dia que uma chefe de estúdio, no caso a única mulher a presidir um estúdio de cinema, figura em uma lista como essa. Mas Amy Pascal, conhecida por ser uma prospectora de talentos tão sagaz quanto executiva impiedosa, se viu no epicentro do escândalo já chamado de sonygate. Nos documentos e e-mails vazados por hackers norte-coreanos como retaliação à Sony por produzir o filme “A entrevista”, Pascal fala mal de Leonardo DiCaprioDenzel WashingtonAngelina Jolie, entre outros. Além de fazer piadas de teor racista envolvendo o presidente Obama.
9 – George Clooney
Um 2014 sem filmes para Clooney e mesmo assim histórico Foto: divulgação/Nespresso
Um 2014 sem filmes para Clooney e mesmo assim histórico
Foto: divulgação/Nespresso
Ele não estrelou nenhum filme em 2014. Mas o casamento de George Clooney, até então incensado como o solteiro mais cobiçado do planeta, foi um evento ímpar. O cerimonial durou cinco dias, contou com a presença de diversas personalidades e mobilizou a imprensa mundial. Um novo comercial do Nespresso e intervenções frequentes pela paz no Sudão do Sul também estiveram entre os destaques de Clooney que encerrou as gravações de “Tomorroland” este ano e anunciou que fará um filme sobre o escândalo das escutas bancadas pelo finado tabloide News of the World.  Mas quem se importa? Afinal de contas, 2014 marcou o fim da solteirice de seu maior ícone.

8 – Christopher Nolan
Nolan observa o horizonte: tempos difíceis para o cineasta de mais liberdade em Hollywood se aproximam Foto: Getty
Nolan observa o horizonte: tempos difíceis para o cineasta de mais liberdade em Hollywood se aproximam
Foto: Getty
Ele talvez seja o diretor que mais provoca polarização e no ano em que lançou um de seus mais ambiciosos projetos, a ficção científica “Interestelar”, essa divisão ficou bem clara. Nolan não repetiu o sucesso de crítica ou mesmo a bilheteria que se habituou a produzir, mas continuou sendo um dos mais significativos ases do mundo do entretenimento, como bem definiu a revista Time em reportagem de capa que fez com o cineasta britânico.

7 – Matthew McConaughey
Um ano alright alright alright para o ator que parece não saber mais fazer filme ruim. Ops! Alguém pensou em "Interestelar"?  Foto: Getty
Um ano alright alright alright para o ator que parece não saber mais fazer filme ruim. Ops! Alguém pensou em “Interestelar”?
Foto: Getty
Ele ganhou o Oscar e todos os outros prêmios possíveis e imagináveis por sua atuação em “Clube de compras Dallas”. Bastaria para McConaughey se credenciar a esta lista, mas o ator ainda esteve em outros dois filmes muito comentados no ano. “O lobo de Wall Street” e “Interestelar”. Não era possível ignorar.

6 – Scarlett Johansson
Johanson elevou o girl power a outro patamar em 2014 e isso não tem nada a ver com o fato de devorar homens em "Sob a pele" Foto: reprodução/SodaStream
Johanson elevou o girl power a outro patamar em 2014 e isso não tem nada a ver com o fato de devorar homens em “Sob a pele”
Foto: reprodução/SodaStream
Nenhuma atriz foi tão onipresente em 2014 como Scarlett Johansson. Depois de ser ver envolvida em uma inusitada intriga envolvendo Israel e uma marca de refrigerantes, a atriz apareceu em um blockbuster hollywoodiano (“Capitão América – o soldado invernal”), em uma ficção científica casca grossa (“Sob a pele”) e assumiu sua vocação de heroína em “Lucy”, o filme totalmente original mais rentável de 2014. Virou mamãe também. E se casou. Ufa! Ah, e pela primeira vez na carreira, Scarlett Johansson fez um nu frontal no cinema. Mas não foi por isso que ela entrou na lista, ok?

5- Richard Linklater
Richard Linklater pensando o cinema fora de sua caixinha habitual Foto: reprodução/L.A Times
Richard Linklater pensando o cinema fora de sua caixinha habitual
Foto: reprodução/L.A Times
Vanguardista por vocação, o cineasta foi além do que os entusiastas de seu cinema criam possível em 2014. Bem, na verdade, em 2014 ele apenas lançou um dos projetos mais ambiciosos da história do cinema. “Boyhood – da infância à juventude” não é apenas um dos filmes mais belos e significativos do ano, é um novo paradigma cinematográfico.

4- Angelina Jolie 
Angelina Jolie brilhando em todas as frentes possíveis em 2014 Foto: reprodução/The Hollywood Reporter
Angelina Jolie brilhando em todas as frentes possíveis em 2014
Foto: reprodução/The Hollywood Reporter
Angelina Jolie recebeu quase U$ 30 milhões para estrelar “Malévola”. Mas seu carisma incomparável garantiu à produção da Disney uma bilheteria de mais de U$ 800 milhões internacionalmente. Mais do que qualquer super-herói arrecadou no ano. Não obstante, Angelinaainda lança seu segundo filme como diretora no apagar das luzes de 2014. O nome do filme? “Invencível”. Mas sem trocadilhos espertos, por favor!

3 – Shailene Woodley
Shailene já provoca apreensão nos fãs de Jennifer Lawrence. Por que será?  Foto: reprodução/ Gloss
Shailene já provoca apreensão nos fãs de Jennifer Lawrence. Por que será?
Foto: reprodução/ Gloss
No futuro, talvez, 2014 seja lembrado como o ano em que Shailene Woodley se apoderou da cultura pop. A atriz esteve à frente do elenco de dois hits do ano. As adaptações de best-sellers infanto-juvenis “A culpa é das estrelas” e “Divergente”. Não obstante, ainda estrelou a produção independente “Pássaro branco na nevasca” e tem gente que já fala em indicação ao Oscar. Te cuida J. Law!

2 – Michael Keaton
Keaton com seu look "Oscar vem ni mim": ressurgido das cinzas hollywoodianas Foto: divulgação
Keaton com seu look “Oscar vem ni mim”: ressurgido das cinzas hollywoodianas
Foto: divulgação
Esse certamente estará no Oscar de 2015. Se marcará presença na nossa lista do ano que vem, porém, é uma incógnita. Mas se julgarmos pelo 2014 de Keaton, as chances estão em seu favor. O ator retirou-se do ostracismo e colhe elogios pelo filme “Birdman”, mas já sinalizava essa ressureição com a sátira de Steve Jobs que tirou da cartola no “Robocop” assinado por José Padilha. Em “Need for Speed – o filme” salvou a fita do marasmo e mostrou que ainda tem muita lenha para queimar em Hollywood.
1 – Lars Von Trier
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação
Não se falava em outra coisa no início do ano que não a bendita ninfomaníaca de Lars Von Trier. Dividido em dois tomos, o corte do diretor foi exibido no Brasil em outubro na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. “Ninfomaníaca” é tudo o que se pode esperar de Von Trier. Provocador, contraditório, hermético e anticlimático. O dinamarquês, que havia prometido jamais conceder outra entrevista após o fatídico episódio envolvendo Hitler em Cannes, disse a uma jornal dinamarquês que receia não mais fazer filmes no futuro. Von Trier está preocupado com o impacto que a sobriedade pode ter sobre sua verve criativa. O cineasta que revelou ser viciado em drogas lícitas e ilícitas filosofou: “Nenhuma expressão criativa com valor artístico foi criada por ex-adictos”. O paradoxo de Von Trier o eleva ao primeiro posto desta lista.
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SÁBADO, 20 DE DEZEMBRO DE 2014AnálisesBastidoresCuriosidades | 05:27

Coreia do Norte e Hollywood: um caso de desamor

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O King Jong-Un, vivvido pelo ator Randall Park, de "A entrevista": filme que enseja o clímax de uma relação de desdém que já se intensificava
O King Jong-Un, vivido pelo ator Randall Park, de “A entrevista”: filme que enseja o clímax de uma relação de desdém que já se intensificava
Reza a lenda que King Jong-Un, o líder supremo e excêntrico da Coreia do Norte tão em voga atualmente, herdou de seu pai, King Jong-il, o gosto pelo cinema. Além da amizade com o ex-astro do basquete Dennis Rodman, ele seria fã de Keanu Reeves e um tremendo Bondmaníaco. Seu pai ainda ocupava o poder quando o 007 de Pierce Brosnan enfrentou um lunático norte-coreano que desejava dominar o mundo em “007 – Um novo dia para morrer” (2002), aquele em que Madonnacanta a música tema e dá aulas de esgrima.
O filho pode não ter o senso de humor do pai ou mesmo a tolerância à sátira, mas já era o supremo mandatário do País quando Hollywood acertou outro petardo contra o status quo norte-coreano. O diretor Antoine Fuqua (“Dia de treinamento” e “O protetor”) lançou em abril de 2013, em plena tensão na península coreana que movimentou a geopolítica da região e pôs o mundo em alerta com as ameaças de King Jong-Un em lançar mísseis contra Japão, Coreia do Sul e EUA, o filme “Invasão a Casa Branca”, que ficou inexplicavelmente sem a crase. Na trama, Gerard Butler faz um agente do serviço secreto que move mundos e fundos para resgatar o presidente dos EUA (Aaron Eckhart) feito refém de terroristas norte-coreanos que invadiram em questão de minutos, de maneira cinematográfica, o maior símbolo do poder ocidental.
Como curiosidade, um dos terroristas do filme é vivido pelo mesmo Rick Yune que faz um dos vilões de “Um novo dia para morrer”. Talvez King Jong-Um não tenha se incomodado tanto com “Invasão a Casa Branca”, porque embora os coreanos sejam derrotados, em nenhum outro filme hollywoodiano terroristas tinham ido tão longe na destruição do símbolo máximo do poder ianque. “Independence Day” (1996), por razões óbvias, não conta.
Especulações à parte, a Coreia do Norte vinha superando a Rússia – desde a eclosão da Guerra Fria a tradicional nação vilã nos filmes hollywoodianos – no antagonismo geopolítico do cinemão.
O primeiro indício dessa tendência estava em “Salt”, (2010), fita de ação estrelada por Angelina Jolie, em que ela faz uma agente da CIA acusada de ser uma espiã russa. O detalhe? O filme começa com Jolie sendo torturada em uma prisão norte-coreana.
Rick Yune, o maior terrorista norte-coreano de Hollywood, encara Aaron Eckhart em "Invasão a Casa Branca"
Rick Yune, o maior terrorista norte-coreano de Hollywood, encara Aaron Eckhart em “Invasão a Casa Branca”
Halle Berry se une ao James Bond de Pierce Brosnan para impedir seguir o rastro de Rick Yune no filme de 2002
Halle Berry se une ao James Bond de Pierce Brosnan para seguir o rastro de Rick Yune no filme de 2002
A mira na Coreia à espera da recíproca
Um filme obscuro de 1984 com Charlie Sheen e Patrick Swayze sobre um grupo de estudantes que é a última resistência à invasão soviética em solo americano ganhou uma refilmagem em 2011. A ideia era trocar os russos pelos chineses. Com o filme pronto, o estúdio MGM percebeu que a Coreia do Norte, pelo exotismo e pelo mistério, daria um antagonista melhor e deu mais U$ 1 milhão para o diretor Dan Bradley redublar os vilões, mudar uns símbolos aqui e ali e fazer com que chineses virassem norte-coreanos. O filme estreou em 2013, um ano após “Os vingadores” e se beneficiou deChris Hemsworth, que quando rodou o filme era um ilustre desconhecido, ser um astro famoso por viver o herói Thor.
Outro blockbuster hollywoodiano elegeu a Coreia do Norte como alvo. Em “G.I Joe: Retaliação”, um farsante que se passa pelo presidente dos EUA diz que bombardeará a Coreia do Norte “15 vezes seguidas só para ter certeza”. Trata-se de uma piada, de gosto duvidoso, mas uma piada. Piada esta que o filme “A entrevista” eleva à décima potência. O filme, cujo roteiro foi escrito a partir de uma ideia de Seth Rogen e Evan Goldberg (eles escreveram perolas da cultura pop como “Superbad – é hoje” e “Segurando as pontas”), mostra dois jornalistas despirocados que recebem da CIA a missão de assassinar King Jong-Un.
A Coreia do Norte já havia condenado o filme, mas negado com veemência qualquer participação nos cyber ataques contra o estúdio Sony. O FBI confirmou nesta sexta-feira (19) que o governo da Coreia do Norte teve papel central nas ofensivas contra a Sony.
Ainda é incerto o desfecho deste imbróglio que rapidamente se transformou em um vexatório episódio de cerceamento à liberdade de expressão e caminha para se assumir como o incidente diplomático que desde os primeiros ataques hackers estava destinado a ser. A Sony, naturalmente, estuda estratégias de capitalizar com toda a repercussão que “A entrevista” vem recebendo. O lançamento em plataforma digital, como foi aventado aqui neste Cineclube minutos depois da confirmação de que “A entrevista” não seria lançado nos cinemas americanos, ganha força como alternativa para o estúdio e para a restituição de algumas bases da liberdade de expressão. Após a fala de Obama, do posicionamento do FBI e de toda a agitação diplomática que deve se suceder, mesmo um lançamento em cinema não pode ser descartado.
Seth Rogen, que também dirige o filme, orienta James Franco e sua versão de King Jong-Um
Seth Rogen, que também dirige o filme, orienta James Franco e sua versão de King Jong-Un
O pai de King Jong-Um era o grande vilão da sátira "Team America": ele não achou ruim... (Fotos: divulgação)
O pai de King Jong-Un era o grande vilão da sátira “Team America”: ele não achou ruim…
(Fotos: divulgação)
A reação de Hollywood como um todo tem sido de espanto, incredulidade e receio pelo que a decisão da Sony pode representar nas esferas artística, comercial e democrática. O Sonygate, como já vem sendo carinhosamente chamado todo esse imbróglio, certamente já é mais interessante do que qualquer filme hollywoodiano da temporada.
De qualquer forma, vale o registro de que em 2004 os criadores de “South Park”, Trey Parker e Matt Stone, lançaram “Team America: detonando o mundo”, filme em que uma equipe tática formada por policiais americanos tenta salvar o mundo de uma violenta conspiração terrorista liderada por King Jong-ilGeorge ClooneyMatt Damon e Ethan Hawke foram algumas das estrelas entre o time de dubladores das marionetes.
Eram outros tempos. Talvez King Jong-Un seja mais ambicioso que seu pai. Rejeitou qualquer traço de humor, superou os russos do lado de cá das telas e resolveu medir forças de verdade com Hollywood. Por enquanto, para infortúnio de quem se atém a valores democráticos e gosta de cinema, ele está ganhando.
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Dez atrizes em dez fotos sensuais de 2014




Jessica Paré em foto para a Esquire Dicas de filme: "Assunto de meninas" (2001) e "Paixão À flor da pele"
Jessica Paré em foto para a Esquire
Dicas de filme: “Assunto de meninas” (2001) e “Paixão À flor da pele”
Rashida Jones em foto para a GQ Dicas de filmes: "Celeste e Jesse para sempre" (2011) e "A rede social" (2010)
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Lake Bell para a Esquire  Dicas de filmes: "Uma boa e velha orgia" (2011) e "Terror na ilha" (2012)
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Dicas de filmes: “Uma boa e velha orgia” (2011) e “Terror na ilha” (2012)
Margot Robbie para a W Dica de filme: "O lobo de Wall Street" (2013)
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Cameron Diaz para a Esquire Dicas de filmes: "O conselheiro do crime" (2013) e "A caixa" (2009)
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Kren Junqueira para a revista Status Dica de filme: "A pelada" (2013)
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Dica de filme: “A pelada” (2013)
Evangeline Lilly para a Esquire  Dicas de filmes: "Depois de partir" (2007) e "Gigantes de aço" (2011)
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Dicas de filmes: “Depois de partir” (2007) e “Gigantes de aço” (2011)
Lizzy Caplan para a GQ Dica de filme: "Quatro amigas e um casamento"
Lizzy Caplan para a GQ
Dica de filme: “Quatro amigas e um casamento”
Sarah Gadon para a W Dica de filme: "Cosmópolis" (2012)
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Dica de filme: “Cosmópolis” (2012)
Scarlett Johansson para a Esquire  Dicas de filmes: "Lucy" (2014) e "Ela" (2013)
Scarlett Johansson para a Esquire
Dicas de filmes: “Lucy” (2014) e “Ela” (2013)
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RETROSPECTIVA 2014, OS MELHORES FILMES DO ANO

Para encerrar 2014 aqui no Cineclube, nada mais justo do que relembrar e honrar as melhores produções do ano. Não foi um grande ano para o cinema. O que não quer dizer que não tenhamos tido ótimos filmes lançados no país. Eram elegíveis para essa lista todas as produções lançadas comercialmente no Brasil entre 1º de janeiro e 25 de dezembro. Além, é claro, de filmes lançados diretamente em DVD´s ou na televisão, outrora vista como mídia menos interessante.
Há, natural e compreensivelmente, uma presença preponderante de produções norte-americanas na lista. Mas há espaço para Brasil, Polônia, Argentina, Grécia, Romênia e outras cinematografias que deram o que falar em 2014. Muita coisa boa ficou de fora. A subjetividade de toda lista surge aqui combinada com a objetividade que todo crítico de cinema deve perseguir. O que não extingue o caráter pessoal  da análise, dada a natureza da atividade crítica em si.
Inside Llewyn Davis - versão
Direção: Joel e Ethan Coen
Lançamento original: 2013
País: EUA
Os Coen revisitam território familiar ao retratar a jornada (majoritariamente enfadonha) de Llewyn Davis, um aspirante a cantor na cena nova-iorquina que via emergir o folk (gênero musical que consagrou Bob Dylan)com toda a sua força. Davis é um dos muitos expelidos do sonho americano que frequentam a filmografia dos Coen, mas o filme é um tour de force por se esmerar em um fiapo de história e ofertar grandes insights sobre a existência.
Clube de Compras Dallas 11
Direção: Jean-Marc Vallée
Lançamento original: 2013
País: EUA
Esqueça, se for possível, as fantásticas e oscarizadas atuações de Matthew McConaughey e Jared Leto. Esse misto de filme-denúncia com história de sobrevivência tem um coração do tamanho de um elefante. Com um roteiro acima da média e atores em estado de graça, Vallée fez um doloroso e importante filme sobre o surgimento atroz da Aids na América e a maneira desumana com que a indústria farmacêutica abordou a questão.
O passado - versão final 11
Direção: Asghar Farhadi
Lançamento original: 2013
Países: França/Irã
Não era fácil superar “A separação”, poderoso filme vencedor de vários prêmios que colocou Asghar Farhadi no mapa da cinefilia. Se não o faz, Farhadi falha com louvor. “O passado” expande o olhar investigativo do diretor sobre as reminiscências de nossas relações amorosas. Existe ética no amor? O sobressalto do amor é capaz de sobrepujar diferenças culturais? O debate ensejado por essa riquíssima obra não se esgota ao fim da sessão.
O homem duplicado  - versão final 1
Direção:  Denis Villeneuve
Lançamento original: 2013
País: Canadá
Essa adaptação certeira de José Saramago versa sobre a singularidade do indivíduo à sombra da sociedade. A formulação e reconhecimento da identidade, portanto, forma a matéria prima do filme deVilleneuve. Um professor à beira da depressão descobre um sósia e resolve segui-lo para saber mais sobre a curiosa situação. O despojamento estético da obra, a gravidade da inflexão proposta e o rigor da mise-em-scène tornam “O homem duplicado” um dos filmes mais inteligentes e desafiadores do ano.
Ida - versão final 1
Direção: Pawel Pawlikowski
Lançamento original: 2014
País: Polônia
Filmado em um preto e branco hipnotizante, essa história singela de uma freira que descobre ser filha de judeus perseguidos e mortos durante o regime nazista, estabelece um painel histórico sobre a Polônia que agonizou durante boa parte do século XX. “Ida” é daqueles filmes obrigatórios não só para quem gosta de cinema, mas para que percebe na sétima arte uma válvula contínua de reflexão e história.
 Instinto materno - versão final
Direção: Calin Peter Netzer
Lançamento original: 2013
País: Romênia
Equacionar um conflito geracional e familiar a um conflito de classes em uma Europa em decadência exige um diretor de pulsos fortes. Netzer alinhava essa trama na qual uma mãe se ressente do afastamento nada sutil de seu filho, mas que não hesita em mover mundos e fundos quando ele enfrenta a possibilidade de ir para a cadeia por homicídio culposo. A fita romena é um poderoso estudo as contradições humanas e um retrato desolador do poder desestabilizador do dinheiro.
Ninfomaníaca - versão final 11
Direção:  Lars Von Trier
Lançamento original: 2013/2014
Países: Dinamarca/Alemanha/França/Inglaterra
São dois volumes, mas trata-se, na verdade, de apenas um filme e assim “Ninfomaníaca” surge em nossa lista. O filme de sexo explícito de Lars Von Trier é, em sua essência, um estudo libertino e imaginativo sobre nossas angústias existências, refletidas como bem lembraria Freud, no sexo. O cineasta dinamarquês perpassa diferentes fetiches e obsessões, começa trabalhando com arquétipos e por fim dá voz a sua heroína, Joe, parra arrematar o mais deserotizado filme a abordar o sexo que o cinema já viu. Von Trier, a despeito de muitos desapontamentos, não queria distrair a audiência tão interessada em suas digressões.
 Sob a pele - versão final
Direção: Jonathan Glazer
Lançamento original: 2013
País: Inglaterra
O filme é hermético? Sim. É uma experiência estética intrigante? Também. É bom? Demais! “Sob a pele” é o que se convém classificar como filme difícil. Mas a obra de Jonathan Glazer é das mais brilhantes de 2014 no que propõe sobre o homem – como espécie -  e o meio. Scarlett Johanssonfaz uma alienígena que atrai homens com sua aparência para matá-los, mas aos poucos vai se afeiçoando pelo que nos caracteriza humanos. Filme de muitas camadas, permite interpretações a contento. É para ser descoberto, apreciado e redescoberto.
 Praia do futuro (versão)
Direção: Karim Aïnouz
Lançamento original: 2014
Países: Brasil/Alemanha
Um filme sobre impulsividade. Sobre assumir os próprios desejos. Sobre renúncia. Sobre tesão. Sobre ser homem. E sobre amar outro homem. “Praia do futuro”, novíssima obra-prima em só menor deKarim Aïnouz, opõe a cosmopolita Berlim à ensolarada Fortaleza como versões conflitantes do protagonista Nonato, defendido com a habitual entrega por Wagner Moura. Um filme que dá orgulho de dizer que é brasileiro.
 Nebraska -  versão final
Direção: Alexander Payne
Lançamento original: 2013
País: EUA
Um road movie banal no recorte que faz do extraordinário. Ou seria o contrário? Alexander Payneborra a noção de extraordinário e banal ao contar a história de um homem que já dá os primeiros sinais de senilidade em uma viagem para resgatar um prêmio que não existe. No meio do caminho, as pazes com o passado e com seu filho. Um filme belíssimo que resiste ao tempo e cresce de tamanho à medida que nos afastamos dele. Uma das grandes joias do ano nos cinemas brasileiros.
 Era uma vez em NY - versão final 11
Direção: James Gray
Lançamento original: 2014
País: EUA
Vamos começar falando pelo plano que fecha o filme. É a coisa mais fascinante e narrativamente eloquente feita por um diretor em muitos anos. O fecho de “Era uma vez em Nova York” potencializa essa história de tragédia e amor em uma Nova York mais parasita do que receptiva aos estrangeiros que buscam o sonho americano. Polonesa chega aos EUA e se vê obrigada a se prostituir para conseguir liberar sua irmã tuberculosa que ficou detida ao desembarcar nos EUA. Os arremedos do destino podem ser cruelmente poéticos é o que sugere esse poderoso filme de James Gray.
 Relatos selvagens - versão final 11
Direção: Damián Szifron
Lançamento original: 2014
País: Argentina
Nenhum filme combinou as tarefas de entreter e ensejar reflexão com tamanha astúcia e eficácia como este exemplar argentino, a maior bilheteria da história do cinema hermano.
Em seis inspirados episódios, Szifron tece comentários fortes e espirituosos sobre nossa sociedade – tudo a partir do pouco civilizado desejo de vingança. Humor, violência, tensão e drama se fundem a um todo que faz todo o sentido.
 Mesmo se nada der certo - versão final 11
Direção: John Carney
Lançamento original: 2014
País: EUA
Pense no filme mais saboroso do ano. Se você não pensou em “Mesmo se nada der certo” quer dizer que você não viu o filme mais saboroso do ano. John Carney reedita, com mais inspiração e uma bela dose de Keira KnightleyMark Ruffalo e Adam Levine, a fórmula que já havia aplicado em “Apenas uma vez”, faz uma crítica bem sacada dos rumos da indústria musical e conta uma história agridoce sobre corações partidos, amor à música e Nova Iorque. Não tem como não amar!
 Miss violence - versão final2
Direção: Alexandro Avranas
Lançamento original: 2013
País: Grécia
Aborto, incesto e outros tipos de abuso familiar compõem o painel desse poderoso e chocante drama grego. Multipremiada, a fita de Avranas faz um retrato triste e pálido de uma Grécia caída em desgraça. As ruínas da civilização se refletem em uma família que tenta manter a aparência altiva, mas a câmera insiste em insinuar que há algo de muito errado submerso naquela rotina familiar que abraçou com estranha tranquilidade o suicídio de uma menina em seu aniversário de 11 anos. Nada nos prepara para as verdades que emergirão desse olhar intrusivo que dispensamos a essa família.
 Trapaça - versão final
Direção:  David O. Russell
Lançamento original: 2013
País: EUA
Não há personagens como nos filmes de David O. Russell. Em “Trapaça”, ambientando nos anos 70, eles buscam a reinvenção como combustível para uma vida plena. Cafona, exagerado, colorido, musicado e cheio de diálogos espertos,“Trapaça” é irresistível. É um filme verdadeiro com seus personagens e correto com a plateia. O entretenimento desta, ou qualquer mensagem, não se sobrepõem à jornada dos personagens. É bom cruzar com um filme destes de vez em quando. E que personagens!
Boyhood - versão final 11
Direção: Richard Linklater
Lançamento original: 2014
País: EUA
2014 talvez seja lembrado como o ano de “Boyhood” e, se vingar, será um bom rótulo cinéfilo para o ano. A produção de Richard Linklater é corajosa, esteticamente inovadora, narrativamente cativante, mas acima de tudo, é cinema bruto. De raiz. Acompanhamos a vida de um menino por doze anos. Simples assim. Mas são doze anos mesmo… Realidade e ficção se embaralham nesse misto de vanguarda e nostalgia que Linklater forjou. Ensimesmados, agradecemos!
 K
Direção: Dan Gilroy
Lançamento original: 2014
País: EUA
Qual a relação entre a deturpação do sonho americano e o sensacionalismo midiático? Talvez não haja nenhuma, mas talvez haja. “O abutre” certamente flerta com a possibilidade ao mostrar a súbita ascensão de um homem sem grandes ambições como cinegrafista de tragédias nas noites de Los Angeles. Um aterrorizante Jake Gyllenhaal dá o tom de um dos filmes mais subversivos e pungentes da temporada.
Ela - versão final
Direção: Spike Jonze
Lançamento original: 2013
País: EUA
Pode o grande romance do ano ser entre um homem e um sistema operacional? Pode sim! Mas “Ela” é muito mais do que isso. É um olhar tenro para nossa necessidade de conexão. Um vaticínio sobre esses tempos de solidão e uma deliciosa crônica sobre amar, não necessariamente sobre o amor – ainda que a relação seja intrínseca. “Ela” é cult, pop, inteligente, anacrônico, hi-tech , ficção científica e romance. Esse hibridismo bem adornado por Spike Jonze amarga e adoça como tudo que é realmente bom na vida.
 Garota exemplar - versão final
Direção: David Fincher
Lançamento original: 2014
País: EUA
Uma tenaz análise do casamento e de seus e efeitos sobre o individuo e sobre o casal ao longo dos anos no mesmo compasso que é uma crítica virulenta à sociedade do espetáculo. Tudo em ritmo de thriller. David Fincher, com sua elegância habitual, entrega outro filme maiúsculo com turns esubplots sempre impactantes e cativantes. Ben Affleck nunca esteve melhor e Rosamund Pike, mais assustadora. “Garota exemplar” é um filme salutar em todos os seus arranjos e dividendos.
 O lobo de Wall Sreet - versão final
Direção:  Martin Scorsese
Lançamento original: 2013
País: EUA
Uma obra-prima moderna. É um neoclássico. Adjetivos à parte, essa crônica da ganância insolvente alinhada por Martin Scorsese a partir de um caso real saído da Wall Street dos anos 90 é puro cinema de imersão. Da fotografia convidativa à alucinada atuação de Leonardo DiCaprio, “O lobo de Wall Street” transborda na tela com sua incorreção política, seus inúmeros “fuck” e o olhar potente de um cineasta no auge de sua forma.
Fotos: montagem sobre imagens de divulgação
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Certificação e Reconhecimento MRV Engenharia

MRV Engenharia

MRV - Certificações

Qualidade em primeiro lugar

A MRV Engenharia é uma construtora que investe, permanentemente, no aprimoramento e gestão da qualidade de seus imóveis. Ao longo de sua existência, a empresa sempre esteve sintonizada com o mercado e com o que de melhor se praticava.
Desta forma, a empresa conseguiu, em novembro de 2001, a certificação no nível A do Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade na Habitação - PBQP-H, sendo uma das primeiras construtoras a atingir o nível máximo de qualificação. Este programa busca proporcionar a melhoria da qualidade e produtividade do setor da construção civil, com o objetivo de elevar a competitividade de bens e serviços por ele produzidos. Isso acontece porque o PBQP-H exige re-qualificação da mão-de-obra, padronização e verificação constante e preventiva dos processos, redução nos índices de desperdício e a tentativa de eliminar o retrabalho.
A MRV Engenharia possui também a certificação ISO 9001. Este selo é uma norma que visa estabelecer critérios para um adequado gerenciamento do negócio tendo como foco principal a satisfação do cliente, executando algumas ações como: comprometimento da empresa com a qualidade em todos os níveis de hierarquia; gerenciamento adequado dos recursos humanos e materiais necessários para as operações do negócio, dentre outras.
Em 2010 a construtora ficou entre as quatro maiores empresas ligadas ao setor de construção das Américas em valor de mercado, segundo o Ranking das Américas. Além disso, foi eleita a empresa que mais respeita o consumidor no Brasil, na categoria Construção e Incorporação, pela Revista Consumidor Moderno.
Em 2013, pelo segundo ano consecutivo, a empresa chegou ao 1º lugar do ranking ITC, premiação que leva em conta o número de metros quadrados construídos. A construtora também já foi reconhecida como a empresa que agrega mais valor ao acionista segundo consultoria contratada pelo Brasil Econômico.

Reconhecimento no mercado

  • 1º lugar ranking ITC - Empresa que mais construiu em 2013
  • XV Prêmio de Segurança do Trabalho do Sinduscon-MG - Empresa Destaque na Área de Vivência (2013)
  • Prêmio Top of Mind Uberlândia (2013)
  • Prêmio Top of Mind Vale (2013)
  • 1º lugar ranking ITC - Empresa que mais construiu em 2012
  • Ranking ITC - categoria “Residencial baixa renda” (2012)
  • Empresa que agrega mais valor ao acionista- Brasil Econômico (2012)
  • Prêmio Top of Mind Minas Gerais (2012)
  • Prêmio Top of Mind de Ribeirão Preto (2012)
  • Prêmio Top Imobiliário de São Paulo (2012)
  • Prêmio Top Imobiliário (2010)
  • XV Top of Mind (2009/2010) - Categoria Liderança
  • Top of Mind 2009 - Liderança do Segmento Construtora Residencial
  • XIV Top of Mind (2008/2009) - Categoria Liderança
  • XIII Top of Mind (2007/2008) - Categorias Liderança
  • Certificação ISO 9001
  • XII Top of Mind (2006/2007) - Categoria Liderança
  • As maiores de Minas 2005 – A MRV foi destacada como a 47ª maior empresa do estado e a primeira colocada no segmento de construção civil
  • IX Top of Mind (2004/2005) - Categoria Liderança
  • 8º Lugar no Ranking Top Imobiliário 2005 promovido pelo Estado de São Paulo em parceria com a Embraesp, em que premia as 10 maiores construtoras do país.
  • Maior construtora residencial do país de acordo com o Balanço da Gazeta Mercantil em 1997, 1998, 2000, 2002, 2004, 2005
  • Medalha Wady Simão - Sinduscon - Construtora do ano (2002)
  • As maiores de Minas 2002 - Empresa mais rentável por Patrimônio Líquido
  • VII Top of Mind (2001/2002) - Categoria Liderança
  • IV Prêmio Minas Desempenho Empresarial (2001/2002) - Categoria Destaque Empresarial Institucional
  • VI Top of Mind (2000/2001) - Categoria Liderança
  • V Top of Mind (99/2000) - Categoria Liderança
  • II Prêmio Minas Desempenho Empresarial (99/2000) - Categorias Empresa Excelência de Minas e Liderança Setorial de Minas - Premiação Jornal Hoje em Dia Melhor Construtora do ano (2000)
  • IV Top of Mind (98/99) - Categoria Expressão

 

Certificações

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