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quarta-feira, 8 de abril de 2015

Incêndio em Santos entra no 7º dia; comboio leva caminhões até o porto

Por Gustavo Bonato
SÃO PAULO (Reuters) - Um comboio foi organizado pela polícia rodoviária durante a madrugada para levar alguns caminhões da região de São Paulo para o porto de Santos, aliviando momentaneamente um bloqueio aos veículos de carga que já começa a prejudicar os embarques de produtos nos terminais.
Desde segunda-feira o acesso de caminhões à margem direita do porto, no município de Santos, está interditado devido a um incêndio em um terminal de armazenagem de combustíveis no distrito da Alemoa, na entrada da cidade.
A Polícia Rodoviária Estadual não informou imediatamente o número de caminhões que tiveram acesso aos terminais em Santos.
De maneira geral, os caminhões continuam proibidos de acessar a margem direita do porto. A interdição está prevista para terminar na sexta-feira, mas a situação é avaliada a cada 12 horas pelas autoridades que trabalham no combate ao incêndio, podendo haver uma liberação antecipada caso o quadro na região melhore.
"A medida (de restrição aos caminhões) tem o objetivo evitar congestionamentos na entrada da cidade enquanto as equipes ainda trabalham no combate ao incêndio em tanques no bairro Alemoa", destacou a concessionária Ecovias, que administra as rodovias que ligam São Paulo à Baixada Santista.
O incêndio começou na quinta-feira em uma unidade da Ultracargo, do Grupo Ultra e ainda não foi debelado. Na manhã desta quarta-feira, um dos tanques ainda tinha fogo e 140 bombeiros trabalhavam no local.
Grandes empresas exportadoras de soja que operam na margem direita do porto de Santos não têm mais estoques suficientes para manter o ritmo habitual de embarques, disse na terça-feira a Abiove, entidade que reúne as grandes indústrias e tradings do setor.
FONTE:

Diversificar operação será essencial para empresas superarem a crise

Ampliar rotas, investir em sustentabilidade e ações para redução de risco de roubos além de mais facilidades para quem contrata o serviço são saídas para redes que operam em todos os modais

Amauri Vargas
Com alta do frete, empresas de transporte rodoviário precisam trazer outros benefícios aos clientes
Com alta do frete, empresas de transporte rodoviário precisam trazer outros benefícios aos clientes
Foto: Divulgação/A2 fotografia
São Paulo - Para sair da tradicional operação de levar e trazer, transportadoras investem em diversificação de produtos para crescerem em meio à economia mais fraca. Na 21ª Intermodal South America, que termina amanhã em São Paulo, a caça por novos clientes envolve sustentabilidade, novas rotas, facilidade para contratar serviços e garantia de segurança para cargas valiosas.
"O bom da crise é que as empresas precisam se reinventar para atrair clientes. Apostar em benefícios ao consumidor [mesmo em um cenário de alta do frete] é um diferencial e tanto. As mercadorias precisam chegar de um ponto a outro, independentemente da crise, e ganha quem atrair mais o contratante", explica o especialista em logística e professor da Universidade Federal de Minas Gerais, Sérgio Rodrigues.
Na visão do professor, o setor de rodovias é o que mais precisa se reinventar. "Isso porque a cultura brasileira é apoiada nesse modal, e os empresários do ramo sempre estiveram em situação confortável com o mercado".
Além disso, o transporte de cargas via aérea e marítima têm trazido soluções para fisgar parte dos tradicionais empresários de rodovias. "A cabotagem, por exemplo, quer ganhar espaço, enquanto as aéreas usam o tempo curto para ganhar clientes, ainda mais com a alta no custo do frete rodoviário", disse.
Novas rotas
Presente na Intermodal, a empresa logística Panalpina também trouxe novidades ao mercado: a ampliação da rede de voos próprios com envio de um serviço completo de cargueiro para o Brasil (Brazil Wings) e o LTL (Less-than-Truck-Load), que envolve coleta em todo o Estado de São Paulo, consolidação e entrega de cargas fracionadas no Porto de Santos.
Segundo o vice-presidente Regional de Frete Aéreo para as Américas na Panalpina, Roberto Schiavone a empresa já opera dois voos semanais de Huntsville (EUA) para Viracopos (SP). O serviço, chamado Brazil Wings, faz parte do acordo entre Panalpina e Atlas Air. "O serviço oferece capacidade regular em aeronave cargueira para a América do Sul a partir dos Estados Unidos e um transit time recorde de menos de 40 horas a partir de Hong Kong para São Paulo", explica.
O serviço direto de Huntsville para São Paulo foi projetado para os clientes no Centro-Oeste e partes do Sudeste dos Estados Unidos, e tem como público-alvo a indústria de maquinários e implementos agrícolas, high-tech, healthcare, automotivo, entre outras.
Busca por clientes
Quem também usará a Intermodal para atrair novos clientes é a Log Comercial Properties. Segundo o diretor executivo da empresa, Sérgio Fischer, o objetivo é mostrar ao mercado o potencial de seus condomínios logísticos.
"Não nos restringimos ao eixo Rio-SP. Atuamos onde identificamos demandas altas de consumo, priorizando as facilidades de acesso. Com essa estratégia, somente no ano passado comercializamos mais de 230 mil m² de novos negócios, recorde absoluto de locação."
Para o executivo, apesar de o cenário macroeconômico ser desafiador, os números do último ano mostram que o Brasil está carente de parques industriais. "Percebemos que hoje os clientes são mais cautelosos na tomada de decisão, porém, os contratos estão sendo efetivados", diz.
Mais segurança
Apostando em inovação e redução de até 50% no custo para transporte de cargas de alto valor agregado, a Transvip também está otimista. "Trata-se de uma ótima oportunidade para trocar informações e fazer novos negócios", afirma o diretor-geral da Transvip, Marcos Guilherme Cunha.
O executivo detalha que no caso de transporte especial, a empresa usa carretas blindadas, rastreadas por satélite, e que possuem câmeras de visualização remota. "Todos esses aparatos dispensam a escolta, a contratação de uma gerenciadora de riscos e, muitas vezes, o próprio seguro da carga. Por isso, o serviço custa, em média, metade do valor do transporte convencional."
A maior segurança para cargas também é a filosofia da Prosegur. Voltada às soluções integradas de segurança para portos, a empresa trouxe duas soluções aos visitantes da feira: o Proteus, uma trava para a porta de contêiner equipada com alta tecnologia para monitoramento e rastreamento, e o colete com microcâmera embutido. "O cliente pode contar com as imagens transmitidas ao vivo ou gravar o que acontece durante a ronda do vigilante no seu posto de trabalho", diz o diretor de soluções integradas da Prosegur, José Luis Rodrigues.
Que crise?
Na contramão, a Gocil está olhando a economia pessimista pelo retrovisor. A companhia administra o recebimento de cargas em centros de logística e faturou cerca de R$ 1,08 bilhão em 2014, o que representou 10% de crescimento.
"Em 2015 vamos faturar mais. A receita será 15% mais alta em negócios de maior valor agregado", afirma a gerente de marketing da empresa, Daniella Barbosa. Segundo ela, uma parceria divulgada durante a feira foi fechada com a norte-americana de sistemas 4D Security Solutions, para aumentar a capacidade de processamento das cargas monitoradas. "Escolhemos a 4D por conta do know-how na automatização de aeroportos nos EUA, no canal do Panamá e na cidade inteira de Abu Dhabi."
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Peixe popular ganha mercado e preço cai

Após alta superior a 4% no índice Ceagesp em março, pescados tiveram aumento na oferta e demanda durante semana de feriado em substituição aos importados

Nayara Figueiredo
Com perspectiva positiva para 2015, extrativismo aumentou para garantir oferta na semana de Páscoa

Com perspectiva positiva para 2015, extrativismo aumentou para garantir oferta na semana de Páscoa
Foto: Divulgação
São Paulo - Diante das altas entre 5% e 10% nos valores dos tradicionais importados de Páscoa, como bacalhau e salmão, a saída para o setor extrativista foi apostar no incremento da oferta de variedades mais populares. Pescada, sardinha e cação seguraram a alta de 11,2% de vendas em São Paulo, na última semana, e preços dos peixes nacionais devem seguir em queda.
Os dados são do balanço prévio do setor para a chamada Semana Santa, realizado pela Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp). Segundo levantamento da entidade foram registradas vendas de 6.754 toneladas de pescado no período, contra 6.073 toneladas comercializadas no comparativo anual.
"Os populares tiveram uma oferta maior. Os peixes nobres estavam mais caros e o consumidor talvez tenha migrado para os produtos mais populares em função dessa boa oferta", diz o economista da Ceagesp, Flávio Godas.
No momento em que o poder de compra das famílias diminui e os custos de importação aumentam, as variedades importadas perderam espaço para o produto cultivado dentro do País. Como a demanda é, sazonalmente, muito acentuada nesta época do ano, o setor extrativista elevou o volume disponível para venda.
"O balanço ainda não está consolidado, mas a pescada, sardinha e cação foram os que saltaram aos nossos olhos", lembra Godas. De acordo com o economista, a pescada foi a única que teve o preço estável na variação anual, em R$ 9 por quilo. As outras duas tiveram quedas respectivas de 40% e 16,9%, para R$ 2,50 e R$ 7,57.
Em março, o custo médio da categoria pescado havia subido 4,42%, com destaque para as altas na corvina, de 23,7%, tilápia, de 20,3%, tainha, de 17,4%, e salmão, com 10,35%.
Na avaliação de Godas, a tendência para os próximos meses é de queda nos valores devido ao aumento na oferta e possível redução no consumo.
Outras ações
Na última semana, a Bahia Pesca, empresa vinculada à Secretaria de Agricultura baiana (Seagri), em parceria com o Ministério da Pesca e Aquicultura, realizou a primeira edição do 'Santo Pescado', um evento que reuniu cooperativas para venderem o produto com descontos de até 50% em terminais de Salvador e Ilhéus. Lá também predominaram as variedades populares, provenientes da pesca artesanal.
"Conseguimos comercializar 15 toneladas de peixe, o que é muito dentro da perspectiva da região. Além do preço mais barato, a qualidade do produto ainda era superior. Do total ofertado, tivemos uma sobra de 700 quilos que foram doadas a uma entidade religiosa, com fins sociais na região", conta o diretor técnico da Bahia Pesca, Cláudio Carvalho.
Em geral, o estado produz cerca de 105 mil toneladas por ano, comercializadas entre R$ 10 e R$ 12 por quilo. Durante o evento, foi possível vender produtos a R$ 6.
Segundo o diretor, a Bahia conta com 125 mil pescadores declarados em um registro geral da pesca. O 'Santo Pescado' colaborou para o fomento da atividade, fato que já acontece através de parcerias com o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA).
Sobre o suporte dado a pequenos pescadores, vale ressaltar o anúncio mais recente de alteração no Seguro Defesa - uma assistência financeira temporária concedida ao pescador profissional e artesanal - que facilita o acesso ao benefício através de solicitações via call center.
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Ministério diz que recursos do Plano Safra 2015/16 podem chegar a R$ 176 bilhões

Estadão Conteúdo
BRASÍLIA - O Secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, André Nassar, confirmou nesta terça-feira, 7, que os recursos do Plano Safra 2015/2016 podem chegar a cerca de R$ 176 bilhões, R$ 20 bilhões acima de 2014/2015. Ele afirmou que a prioridade é manter pelo menos R$ 89 bilhões dos recursos com juros controlados para custeio. Os juros do plano também estão em vias de serem definidos e podem ficar entre um e dois pontos porcentuais maiores que o da edição anterior, chegando a no máximo 8,5% ao ano.
O governa trabalha para ampliar em R$ 20 bilhões os recursos livres - uma parte desse aumento ocorreria por meio de mudança nas regras da Letra de Crédito Agrícola (LCA). "A gente sabe que é muito importante não perder essa injeção de recursos para o Plano Safra. A grande discussão é como aumentar os recursos disponíveis", disse. "Se a safra for financiada a juros muito elevados, criaremos problema para o futuro, como não pagamento", ponderou.
Nassar afirmou ainda que o Banco do Brasil está sob pressão de produtores para liberar recursos para custeio. O secretário explicou que o BB tem recursos para o pré-custeio, mas ponderou que o dilema é a qual taxa emprestar. "Estamos dependendo do BB para trabalhar", afirmou. "O BB gostaria que anunciássemos amanhã o Plano Safra, mas isso não é simples. O Plano Safra é grande e temos discussão grande de quais vão ser essas taxas", disse.





Manifestantes e deputados são feridos em ato em Brasília

Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados/Fotos Públicas
Manifestante fica ferido durante confronto com policiais em protesto contra terceirização em Brasília
Manifestante fica ferido durante confronto com policiais em protesto contra terceirização em Brasília
São Paulo - Manifestantes que protestam contra o projeto de lei dasterceirizações entraram em confronto com a Polícia Militar no Congresso Nacional, em Brasília, na tarde desta terça-feira. De acordo com informações dojornal O Estado de S.Paulo, dois parlamentares foram atingidos por spray de pimenta.
Ainda segundo o jornal, o conflito começou quando os manifestantes tentaram entrar no Congresso. Policiais fizeram um cordão de isolamento impedindo o avanço dos manifestantes e usaram bombas de efeito moral e spray de pimenta.
Atingido pelo spray, o deputado Vicentinho (PT-SP) foi atendido no ambulatório da Câmara. Lincoln Portela (PR/MG) também foi atingido pelo spray e ainda sofreu um corte na boca.
Os manifestantes também contabilizaram dois feridos, que foram atendidos na enfermaria da Casa. Até agora, uma pessoa foi detida.
O PL 4330, que trata das regras para empregados terceirizados, pode ser votado hoje na Câmara dos Deputados. O projeto é criticado por centrais sindicais e movimentos sociais, que dizem temer a flexibilização das leis trabalhistas. O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), descartou mais cedo adiar a votação do projeto.
O protesto de hoje foi organizado pela CUT (Central Única dos Trabalhadores), junto com outras centrais e movimentos. Estavam previstas manifestações em outras 11 cidades. Em São Paulo, a manifestação reuniu cerca de 400 pessoas segundo a Polícia Militar. De acordo com a CUT, foram mil manifestantes. 
Tópicos: CUTCâmara dos DeputadosPolítica no BrasilPolícia MilitarProtestos,TerceirizaçãoGestão
FONTE:
http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/manifestantes-e-deputados-sao-feridos-em-ato-em-brasilia

Como saber se uma lesão está infeccionada?

Como saber se uma lesão está infeccionada?

Como mãe, às vezes você se preocupa bastante com seus filhos, contudo, outras vezes, somente precisa saber que tudo está bem. Se está preocupada com alguma ferida que seu menino tenha, vamos dizer-lhe como pode saber se está infectada ou não e a maneira mais eficaz de trata-la, ou caso seja necessário, procurar o médico. Você deve saber, antes de mais nada, que as infecções das feridas ocorrem quando as bactérias penetram na pele. Isto geralmente acontece quando a ferida não está coberta por alguma gaze ou desinfetante. Quando uma lesão se infecciona, sua cura é retardada. E se não é cuidada corretamente pode gerar problemas mais graves. As feridas mais propensas a gerar algum tipo de infecção são as que tenham penetrado mais profundamente na pele.
É normal que uma ferida incomode a criança, mas se a dor é excessiva e, além disso, existir avermelhamento, inchaço e secreções é bem provável que a ferida esteja infectada. Se a infecção já estiver avançada, seu filho pode apresentar inclusive febre, sensação de agulhadas e pus.
Para evitar que a infecção da ferida você deve manter o ferimento limpo. Uma limpeza periódica é indispensável. Se a infecção ja estiver presente providencie uma limpeza com gaze e um pouco de água oxigenada. Nunca use algodão pois deixa fibras soltas que impedem a cicatrização. Depois disto aplique um antisséptico e um Curativo À Prova d'água NexcareMR. É importante evitar que a ferida umedeça pois a umidade também provoca bactérias que levam à infecção. Com os Curativos À Prova d'águas NexcareMR você evitará que isso ocorra.
Se o seu pequeno apresenta:
- Fiebre
- Vômito
- Dor excessiva
- Pus
- Mau odor
Você deve procurar o médico para realizar o procedimento necessário. Lembre-se de inspecionar sempre as feridas de sua criança para evitar uma infecção.
FONTE:

Câmara deve votar lei da terceirização nesta quarta-feira

Ueslei Marcelino/Reuters
Visão geral do plenário da Câmara dos Deputados durante sessão do Congresso Nacional, em Brasília
Visão geral do plenário da Câmara dos Deputados: a proposta começará a ser discutida nesta quarta pela manhã e deve ir a voto à noite
Da REUTERS
Brasília - A Câmara dos Deputados aprovou na noite de terça-feira o regime de urgência para o projeto de lei que regulamenta a terceirização de trabalhadores, tema polêmico que conta com a oposição do PT e de alguns sindicatos e que levou o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, a pedir alterações no texto por temores com a queda de arrecadação dos tributos trabalhistas.
A apreciação da matéria, tratada como prioridade pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), será iniciada nesta quarta-feira, depois que a pauta foi liberada na terça com a votação de uma medida provisória que estava trancando as votações, informou a Agência Câmara Notícias.
Segundo a agência, a proposta começará a ser discutida nesta quarta pela manhã e deve ir a voto à noite.
O projeto de lei que regulamenta a terceirização permite que empresas contratem trabalhadores terceirizados para exercer qualquer função na companhia, e não apenas para a chamada atividade-meio, como ocorre atualmente.
Empresários defendem o projeto, enquanto alguns sindicatos e o PT são contra. O texto está em análise há 11 anos.
Liderados pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), manifestantes contrários à votação do projeto protestaram do lado de fora do Congresso no início da tarde de terça e travaram um breve confronto com a polícia.
Ao menos três manifestantes e um policial ficaram feridos no conflito, em que a polícia usou spray de pimenta contra manifestantes que jogaram pedaços de madeira e outros objetos contra um cordão formado por policiais.
Dois deputados, Vicentinho (PT-SP) e Lincoln Portela (PR-MG), denunciaram ter sofrido agressões por parte de policiais e manifestantes, segundo a Agência Câmara Notícias.
De acordo com os grupos contrários ao projeto de lei, a proposta "tira dos trabalhadores direitos duramente conquistados e dá aos patrões segurança jurídica para contratar do jeito que quiser", segundo nota no site da CUT.
Já o governo se preocupa com uma queda na arrecadação dos tributos trabalhistas. O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, se reuniu com parlamentares para tratar do tema pela manhã e conseguiu que algumas mudanças fossem realizadas no texto.
Uma das alterações transfere para a empresa contratante a responsabilidade pelos pagamentos de encargos previdenciários relativos a empregados terceirizados, uma vez que o governo considera mais fácil controlar os pagamentos dessa forma.
"Eles trouxeram alguns artigos que solicitam que todos os tributos e fundos que têm que ser pagos pela empresa contratada sejam retidos na fonte pela contratante... Isso foi acatado integralmente por nós", disse o deputado Arthur Maia (SD-BA), relator do projeto na Câmara. (Por Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro)
Tópicos: Câmara dos DeputadosPolítica no BrasilPTPartidos políticos,TerceirizaçãoGestão
FONTE:
http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/camara-deve-votar-lei-da-terceirizacao-nesta-quarta-feira

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