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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Começa a operação do ‘homem árvore’

Hospital de Bangladesh inicia cirurgia para devolver a mobilidade a Abul Bajadam

Abul Bajadam mostra suas mãos afetadas: "quero poder abraçar minha filha". Zigor Aldama
Abul Bajandar quer abraçar sua filha. Nunca pôde abraçá-la desde que a menina nasceu há três anos, e se não fosse por um complexo procedimento cirúrgico custeado pelo governo de Bangladesh, não poderia nunca abraçá-la. A razão está na epidermodisplasia verruciforme que Bajandar começou a sofrer há uma década, quando tinha 15 anos. Ele se tornou o terceiro caso conhecido no mundo, e logo descobriu que sua vida iria se tornar um drama. "As verrugas começaram a sair no pé direito. No começo não dei muita importância, mas começaram a ganhar tamanho e se reproduziram em um joelho. Então eu me preocupei", lembra no quarto que ocupa no Hospital Universitário da capital de Bangladesh, Dacca.
Halima arregaça a manga da camisa de seu marido, que não pode fazer praticamente nada sem ajuda. Ele deseja sentir o toque de sua filha de três anos. Z.A.
Aos poucos essa pele endurecida e ocre foi comendo os pés e as mãos. No fim, Bajandar perdeu a mobilidade nos dedos e ganhou o apelido de homem árvore no pequeno povoado de Pai Gasa, localizada no distrito de Khulna, no sul. A razão para essa alcunha que não o anima em nada salta à vista: as verrugas cobriram suas mãos quase que por completo e se estenderam até ficarem parecidas com as raízes de uma árvore. Pesam seis quilos e dificultam demais a vida dele. Só levantar já é um calvário. Seus pés tiveram melhor sorte e Bajandar pode andar, mas não sem dificuldade. Para tudo mais precisa de ajuda.
"No começo fui a um curandeiro que me receitou remédios homeopáticos, mas não tiveram resultado. Então, como não podia trabalhar e na minha família só o meu pai está empregado -é motorista de um triciclo motorizado que serve como táxi-, eu tive que começar a mendigar para buscar tratamento". Procedente de uma família humilde, em que só entram 3.000 takas (156 reais) por mês, Bajandar soube que sua doença necessitava de uma assistência médica mais avançada. Então decidiu aproveitar a curiosidade que suas raízes causavam e começou a viajar para a Índia com os ganhos. "Lá eu fiquei tomando medicação prescrita por um médico por três anos". Um período em que as verrugas não pararam de crescer.
Abul Bajandar é o terceiro caso conhecido do mundo de epidermodisplasia verruciforme, que começou a sofrer há uma década, quando tinha 15 anos. Z.A.
Dessa forma, não é surpreendente que Bajandar, em um acesso de desespero, tenha tentado cortá-las por sua própria conta. "Me frustrei muito um dia em que eu não consegui vestir minha camisa. E como não tenho sensibilidade nas verrugas, achei que seria capaz de cortá-las por minha própria conta". Mas então descobriu que sentia dor "mais para dentro", e não pôde continuar com sua própria amputação. "No fim, o médico me disse que a única saída era a cirurgia, um processo que não poderia pagar nem vivendo várias vidas. Só me confortava o fato de que as verrugas não se espalhavam para outras partes do corpo, mas a cada dia eu olhava no espelho com medo de ver uma no rosto".
Felizmente, nem tudo foi negativo na vida de Bajandar. Mesmo depois de sofrer sua estranha doença. De fato, quando as verrugas já tinham o transformado em chacota das pessoas, e em objeto de pesadelos das crianças, Bajandar conheceu Halima. "No começo eu admito que senti pena dele. Talvez isso me levou a ter certa amizade, mas a verdade é que, no final, nos apaixonamos", diz ela, sentada ao lado dele e sempre atenta ao que precisam tanto ele como sua filha. Em um país onde a maioria dos casamentos é arranjada, o de Abul e Halima foi por amor e tem resistido "ao que muitos nunca seriam capazes de suportar".
Vindo de uma família humilde em que só entram 3.000 takas (156 reais) por mês, Bajandar soube que sua doença exigia uma assistência médica mais avançada
E também recebeu carinho do povo de Bangladesh. Na verdade, centenas de pessoas o visitam todos os dias no hospital, onde seu quarto é guardado por dois policiais que apenas regulam o tráfego. Ainda que alguns só queiram tirar uma selfie mórbida com ele, e surpreende que Bajandar tenha uma paciência infinita para dar um sorriso e levantar as mãos, a maioria vai até o hospital para lhe desejar sorte e afirmar que vai rezar a Alá por sua pronta recuperação. Agora, depois que o Governo decidiu assumir o seu caso, começa uma nova etapa, cujo resultado é incerto. "Estou um pouco nervoso sobre o que pode acontecer, porque neste sábado vou ser operado pela primeira vez", diz Bajandar.
O médico Samanto Lal Sen mostra uma radiografia das mão de Bajandar: “Não é fácil lidar com os dedos, e temos que ter cuidado para não danificá-los” Z.A.
O conselho de nove médicos especialistas que o hospital criou para determinar o que fazer no caso dele também não está totalmente cheio de confiança. "O primeiro passo consiste em tentar liberar o polegar e o indicador de uma mão, que são responsáveis por 60% de todos os movimentos que fazemos. Também são os menos afetados e nos ajudarão a ver melhor qual é a situação e decidir quais passos devemos dar", diz o chefe do conselho, doutor Samanto Lal Sen, apontando para uma radiografia das mãos de Bajandar. "Não é tão fácil lidar com os dedos, e temos de ter muito cuidado para não danificá-los". Assim, as operações vão levar cerca de seis meses, aos quais se somarão outros vários meses de fisioterapia. "Ele só usou as mãos por dez anos, de forma que seus dedos estão completamente atrofiados".
"No fim, o médico me disse que a única solução era a cirurgia, um processo que não poderia pagar nem vivendo várias vidas "
Em todo caso, os médicos dizem que sua intenção é dar um passo adiante. "Não basta remover as verrugas e conseguir que recupere a mobilidade, porque no resto dos casos estudados elas voltaram a aparecer. Temos de tentar descobrir o que causa a doença, que será o passo inicial de um projeto de cura permanente", diz Sen. E todos sabem que, se os médicos conseguirem, será um grande sucesso para o setor da saúde em Bangladesh, um país em desenvolvimento no qual basta dar uma volta pelo Hospital Universitário, onde Bajandar está há um mês, para perceber as graves carências médicas: as camas dos pacientes lotam quartos e corredores, familiares se espalham pelo chão, os medicamentos são escassos, e os médicos não dão conta da demanda.
"Temos que averiguar qual é a causa da doença, o que será o passo inicial no projeto de uma cura permanente "
DOUTOR SAMANTO LAL SEN
A esse respeito, Bajandar teve sorte. Ele tem um quarto para ele e sua família, já que a imprensa local está cobrindo amplamente o caso, e recebe grande atenção médica. "No momento temos três hipóteses sobre a razão do que ele tem, mas nenhuma é conclusiva: poderia ser genético, mas ninguém na sua família tem; poderia ser uma doença de pele rara, mas sua raridade é assustadora; e poderia ser um vírus", afirma Sen. Coloca particular ênfase na última possibilidade, já que há alguns dias o médico fez uma revelação curiosa: "Encontramos uma vaca que tem o mesmo problema". Poderia ser um vírus animal que raramente sofre mutação para afetar os seres humanos?
De qualquer forma, a verdade é que Bajandar já começou a contagem regressiva para voltar a ver suas mãos. Em seu riso nervoso fica evidente algum receio, compartilhado também pela mulher, mas a esperança é muito mais poderosa. E ele está mais perto de realizar um sonho que repete uma vez atrás da outra, sempre que uma câmera é apontada para ele. "O que eu quero é abraçar minha filha, senti-la com as mãos".
FONTE.

Brasil tem seis assassinatos por hora, a maioria de homens negros

O Brasil também é um dos países onde a polícia mais mata e mais morre do mundo

Foto cedida pelo sindicato dos servidores penitenciários do Maranhão.
A cada dez minutos, uma pessoa é assassinada no Brasil. O ano passado foi sangrento e foram contabilizadas 53.646 vítimas de crimes violentos. Os dados da última edição do Anuário de Segurança Pública são pouco esperançosos e traçam “um cenário de crise endêmica”. Embora os homicídios venham se estabilizado e a taxa de 26,6 vítimas por cada 100.000 habitantes seja muito menor que em outros países, como Honduras (90,4) ou a Venezuela (53,7), o número segue sendo muito alto para os especialistas.
O informe, que nos últimos oito anos tornou-se referência para conhecer os números da violência no Brasil, traz também outros dados que preocupam, como a letalidade policial: em 2013, ao menos seis pessoas foram mortas por dia nas mãos de policiais. Os agentes brasileiros mataram, em cinco anos, 11.197 pessoas, enterrando mais vítimas que as polícias norte-americanas em três décadas. “As polícias brasileiras mantêm um padrão absolutamente abusivo do uso da força letal como respostas públicas ao crime e à violência”, sustenta Samira Bueno, secretária-executiva da ONG Fórum de Segurança, responsável pelo levantamento.

Os números da violência

  • Em 2013, houve 53.646 mortes violentas, incluindo vítimas de homicídios dolosos, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte. O número é 1,1% superior ao de 2012
  • A taxa de crimes por cada 100.000 habitantes é de 26,6
  • As polícias brasileiras mataram 11.197 pessoas nos últimos cinco anos
  • Nos últimos cinco anos, foram mortos 1.770 policiais, 75,3% deles enquanto estavam fora de serviço
  • O número de estupros cresceu ligeiramente e atingiu 50.320 vítimas
  • Na população carcerária, 61,7% são negros ou pardos. O porcentual sobe para 68% quando se trata de vítimas de homicídios
  • O número de pessoas encarceradas no Brasil atingiu 574.207 internos
  • O déficit de vagas nos presídios brasileiros cresceu 9,8% entre 2012 e 2013 e atingiu um total de 220.057 vagas faltantes
  • O número de presos provisórios, aguardando julgamento, atingiu 215.639 pessoas ou 40,1% do total dos detidos
Os números provavelmente são maiores, pois os pesquisadores ainda enfrentam a falta de transparência de muitos Estados que mantêm lacunas na contabilização das ações letais das suas Forças de Segurança, entre eles Sergipe, Ceará, e Mato Grosso do Sul.
Os policiais são também presa fácil do crime, sobretudo fora de serviço. Assim, o Brasil é “um dos países em que os policiais mais morrem e mais matam”, diz o relatório. Só no ano passado, 490 oficiais morreram violentamente, um número que dispara até 1.770 se considerarmos os últimos cinco anos. “A morte dos policiais em serviço é tão ou mais grave do que a vitimização fora dela. Embora o número tenha decrescido do ano passado para este, parece haver na sociedade uma aceitação natural da perda da vida do policial. Um Estado onde é natural que um policial perca a vida em razão da sua profissão é um Estado que está sob a lógica da barbárie”, reflete no relatório Rafael Alcadipani, professor de estudos organizacionais da EAESP/FGV. O fato de 75,3% dos policiais morrerem fora de serviço, a maioria durante seus bicos, ilustra, segundo os especialistas, a precariedade da polícia brasileira.
A maior taxa de policias mortos em 2013 foi registrada no Pará, onde, precisamente, ainda se apura o número de mortes –poderiam superar as 20– de uma chacina executada supostamente por policiasem revanche ao assassinato de um cabo nesta semana.
O Brasil que, com mais de 574.000, é o quarto país que mais encarcera do mundo, tem nos presídios um calcanhar de Aquiles, segundo os especialistas. Os dados do relatório revelam um sistema penitenciário congestionado por crimes relacionados com o tráfico de drogas e onde 40% dos presos ainda esperam julgamento. Mostra do colapso das prisões é a falta de mais de 220.000 novas vagas. Uma cifra que vem aumentando 10% nos últimos anos. “A cada ano, aumenta a superlotação e o orçamento é insuficiente. Apesar de a percepção de que a impunidade é alta, a punição acontece de forma preventiva e para delitos onde é questionável o emprego da prisão, como a comercialização de pequenas quantidades de drogas", lamenta Renato Sergio de Lima, vice-presidente do Fórum, que insiste no domínio das facções criminais nos presídios. “O sistema acaba reforçando os laços criminais”.
Os números também colocam sobre o papel um sistema racista, que pune majoritariamente a população jovem e negra. “Há um padrão que se repete de seletividade penal”, afirma Renato Sergio. O levantamento indica que 61,7% da população carcerária são negros ou pardos. Na população brasileira, no entanto, os negros e pardos são 50,7% do total, segundo o censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essa “seletividade” nos presídios é ainda mais patente ao enxergar as vítimas de homicídio: 68% delas são negras e pardas.

Falta de confiança

O estudo sobre a violência está acompanhado de uma pesquisa sobre a confiança dos brasileiros nas instituições e nas leis, elaborada pelaFundação Getúlio Vargas (FGV) Direito-SP. As conclusões revelam que apenas 32% confiam no Poder Judiciário e que a polícia conta com o voto de confiança de apenas 33% dos entrevistados. “São dados muito negativos, porque o Poder Judiciário em outros países está melhor colocado que a polícia, mas, no Brasil, demonstra que a aplicação da lei, em geral, não merece a confiança da população, afirma Oscar Vilhena, diretor da Direito SP da FGV. “Há indicadores que explicam estes dados. A Justiça é lenta, como em todos os países, mas é aplicada de maneira desigual. A respeito da polícia, é apontada sua ineficiência. Se pensa que não serve acudir a ela, porque [a polícia] não vai abrir uma investigação e, por outro lado, são temidas sua arbitrariedade, a violência e a corrupção", completa Vilhena. Assim, não é de estranhar que 81% acreditem que é fácil desobedecer as leis do país.

Papa Francisco cita "não matarás" para defender o fim da pena de morte

Segundo ele, “as sociedades modernas têm a possibilidade de castigar eficazmente o criminoso sem o privar da oportunidade de redimir-se”
Agência Brasil
  
O papa Francisco pediu neste domingo (21) que não seja executada nenhuma pena de morte durante a celebração do Jubileu Extraordinário, que ocorre até 20 de novembro, e pediu à comunidade internacional o fim definitivo dessa prática.
“Faço um apelo à consciência dos governantes para que consigam um acordo internacional para abolir a pena de morte. E proponho aos católicos que cumpram um gesto de valentia: que nenhum condenado seja executado durante o Ano Santo da Misericórdia”, disse. Ele citou mandamento "não matarás", e lembrou que ele é válido tanto para os culpados quanto para os inocentes.
(Foto: AFP)
Diante milhares de fiéis que se juntaram na Praça de São Pedro para a habitual oração dominical do Angelus, Francisco disse que “também os criminosos gozam do direito inviolável à vida”. Ao falar da janela do Palácio Apostólico do Vaticano, o papa lembrou que “o Jubileu Extraordinário da Misericórdia é uma ocasião propícia para promover no mundo formas mais maduras de respeito pela vida e pela dignidade das pessoas”.
Para Francisco, cresce no mundo contemporâneo um sentimento “contra a pena de morte, inclusivamente como instrumento de legítima defesa social”. Segundo ele, “as sociedades modernas têm a possibilidade de castigar eficazmente o criminoso sem o privar da oportunidade de redimir-se”.
“O problema deve abordar-se pela lógica de uma justiça penal que está cada vez mais em linha com a dignidade do homem. O mandamento ‘não matarás’ tem um valor absoluto e diz respeito tanto aos inocentes como aos culpados”, disse.
O papa Francisco concluiu o seu discurso com uma mensagem dirigida a “todo os cristãos e a todos os homens de boa vontade”, a quem pediu que trabalhem “não só pela abolição da pena de morte, mas também para melhorar as condições das prisões, em respeito pela dignidade das pessoas privadas de liberdade”.

PORQUE SUA SANTIDADE O PAPA NÃO CITA ESTE TEXTO BÍBLICO AOS ASSASSINOS DE VITIMAS INOCENTES? 
JOSÉ SANTANA. 

Brasil tem seis assassinatos por hora, a maioria de homens negros

Zika: diretora-geral da OMS visita o Brasil esta semana

A OMS declarou emergência em saúde pública de interesse internacional devido ao aumento de casos de infecção pelo Zika
Agência Brasil
  
A diretora-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margaret Chan, visita o Brasil esta semana para acompanhar a epidemia do vírus Zika no país.  A previsão é que ela desembarque em Brasília na próxima terça-feira (23).
Da capital, Margaret Chan deve ir ao Recife, já que o estado de Pernambuco registra o maior número de casos de microcefalia possivelmente associados à infecção pelo Zika (182 casos da malformação confirmados e 1.203 em investigação).
(Foto: Elza Fiúza/ Agência Brasil)
De acordo com o Ministério da Saúde, a visita da diretora-geral da OMS ocorre a convite do governo brasileiro. A agenda oficial de Margaret Chan no Brasil deve ser divulgada nesta segunda (22).
No início do mês, a OMS declarou emergência em saúde pública de interesse internacional em razão do aumento de casos de infecção pelo Zika em diversos países e de uma possível relação da doença com quadros de malformação congênita e síndromes neurológicas.
O Ministério da Saúde investiga pelo menos 3.935 casos suspeitos de microcefalia possivelmente associada ao vírus. Até o dia 13 de fevereiro, 508 casos foram confirmados e 837 descartados de um total de 5.280 notificações de estados e municípios ao governo federal.
Desde a última quinta-feira (18), a notificação de casos suspeitos de infecção pelo Zika é obrigatória no Brasil. A portaria, publicada no Diário Oficial da União, prevê que todos os casos suspeitos deverão ser comunicados semanalmente às autoridades sanitárias.
Margaret Chan foi eleita diretora-geral da entidade pela primeira vez em novembro de 2006. Em maio de 2012, a  sanitarista foi reconduzida para o mandato que vai até junho de 2017. Antes, ela já havia ocupado dois diferentes postos na OMS.

Adele destruiu camarim após desafinar em apresentação no Grammy: "chorei o dia inteiro"

Mesmo em uma dieta restrita, a cantora ficou tão furiosa que parou em um drive-thru e comprou um hambúrguer duplo, batata frita e tomou uma cerveja quando voltou ao hotel
Da Redação (redacao@correio24horas.com.br)
Atualizado em 22/02/2016 11:23:27
  
Foto: Reprodução/TV Globo
A cantora britânica Adele contou que teve um ataque de fúria e destruiu o camarim logo após a apresentação no 58º Grammy Awards, neste ano. O áudio da música falhou e desconcentrou a cantora durante uma performance ao vivo.
"Eu saí do palco, chutei a lata de lixo, bati a porta, o teto do camarim caiu. Eu estava chateada. No dia seguinte, chorei o dia inteiro. Foi uma das piores apresentações que eu já fiz na vida", disse em entrevista ao Fantástico. Mesmo em uma dieta restrita, a cantora ficou tão furiosa que parou em um drive-thru e comprou um hambúrguer duplo, batata frita e tomou uma cerveja quando voltou ao hotel.
Segundo a cantora, ela se confundiu com as mistura de sons no microfone. "O que aconteceu é que você podia ouvir a voz que caiu em cima das cordas do piano. Ficou parecendo uma guitarra. Lá na hora dava para ouvir por 30 segundos, mas na transmissão, esse som tava lá o tempo todo. Isso me desconcentrou", revelou.
A música que ela cantou foi "All I Ask" do novo disco que ela lançou em novembro, inspirado pelo filho. Ela contou em entrevista que jogou fora o primeiro álbum completamente inspirado pelo garoto, mas que guardou algumas músicas e buscou outras fontes de inspiração. "Ele é o grande amor da minha vida, mas não da vida de todo mundo", disse.
Relembre performance:

Último livro de Umberto Eco será lançado esta semana na Itália

O escritor italiano morreu na última sexta-feira (19), vítima de câncer
Da Redação (redacao@correio24horas.com.br)
  
O último livro do escritor italiano Umberto Eco, morto na última sexta-feira (19), será lançado na sexta-feira (26) na Itália. Segundo informou a editora La Nave di Teseo. "Pape Satan Aleppe", crônicas de uma sociedade "líquida", é uma compilação de textos já publicados pelo autor desde o ano 2000 no semanário italiano "L'Espresso".
A princípio, o livro deveria ser publicado em março. No entanto, a morte do autor acelerou o processo. Segundo Eco, a expressão que dá nome à obra significa algo "suficientemente 'líquida' para caracterizar a confusão de nosso tempo".
Escritor havia lançado, em 2015, livro Número zero, sobre jornalismo. Foto: Wikipedia/reprodução
(Foto: AFP)
Vítima de câncer, o escritor faleceu em sua casa, em Milão, aos 84 anos. Ele ficou mundialmente conhecido por seu romance "O Nome da Rosa", que vendeu milhões de exemplares e foi traduzido para mais de 43 idiomas.

Em início de apuração, Morales se vê derrotado em referendo boliviano

Caso se confirme, esta será a primeira derrota eleitoral direta do presidente boliviano, há dez anos no poder
Da Redação (redacao@correio24horas.com.br)
  
O presidente boliviano, Evo Morales, está sendo derrotado no referendo realizado no domingo (21) sobre a reforma constitucional que permitiria sua candidatura a outro mandato, até 2025. Com 27% das urnas apuradas, segundo o Órgão Eleitoral Plurinacional (OEP) anunciou, o 'Não' está vencendo com 63,51% dos votos, contra 36,49% do 'Sim'.
Segundo o vice-presidente Álvaro García, há expectativa de que Morales ganhe o referendo com os votos dos bolivianos que moram em outros países e residem na zona rural do país. "Acreditamos que os resultados serão favoráveis ao MAS (Movimento Ao Socialismo, o partido de Morales) porque é o partido dos pobres, dos humildes, das pessoas que moram mais afastadas e é aí onde nossa força vai se manifestar", disse.
15 de Fevereiro de 2007 - Brasília - Os presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Evo Morales (Bolívia) assinaram acordos de cooperação. Evo prometeu que não deixará faltar gás natural no Brasil (Roosewelt Pinheiro
(Foto: Agência Brasil)
No entanto, dois canais de TV apontam vitória do 'Não'. O ATB, que citou o instituto Ipsos, anunciou a vitória contra mais um mandato de Morales por 52,3% dos votos, a 47,2%. Enquanto a emissora Unitel (instituto Mori) informou um índice de 51% para o 'Não', contra 49% de sim.
Caso os números sejam concretizados, esta será a primeira derrota eleitoral direta do presidente boliviano, há dez anos no poder, apesar de em 2015 seu partido já tenha perdido cargos-chave nas eleições municipais. O que o obrigaria a passar a faixa presidencial no início de 2020, quando finalizar seu terceiro mandato.

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