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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Senado aprova projeto que muda regras de exploração do pré-

Texto desobriga participação da Petrobras em todos consórcios do pré-sal. Projeto de lei agora segue para analise da Câmara dos Deputados.
24/02/2016 21h44 - Atualizado em 24/02/2016 22h16

Por Gustavo Garcia
Do G1, em Brasília


O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (24), por 40 votos favoráveis, 26 contrários e duas abstenções, o texto substitutivo do projeto de lei que altera as regras de exploração de petróleo do pré-sal. O texto segue agora para análise da Câmara dos Deputados.
A proposta retira da Petrobras a exclusividade das atividades no pré-sal e acaba com a obrigação de a estatal a participar com pelo menos 30% dos investimentos em todos os consórcios de exploração da camada. O projeto é de autoria do senador José Serra (PSDB-SP) e foi relatado pelo senador Ricardo Ferraço (sem partido-ES).
 Antes da votação, os senadores discutiram a matéria por mais de quatro horas. Parlamentares governistas criticavam o projeto, alegando que a aprovação do texto significaria entregar o pré-sal ao capital estrangeiro em um momento de desvalorização dos barris do petróleo.
Já os senadores favoráveis ao projeto argumentavam que a Petrobras, por conta do alto nível de endividamento e também por causa dos escândalos de corrupção, não tem mais condições de cumprir as obrigações previstas em lei.
 Pelo substitutivo aprovado, o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), de acordo com o interesse nacional, será o responsável por decidir quem vai explorar as áreas do pré-sal. O órgão deverá oferecer à Petrobras a preferência para ser a operadora dessas áreas contratadas sob o regime de partilha de produção.
 Depois disso, a Petrobras terá até 30 dias para se manifestar sobre o direito de preferência em cada uma das áreas ofertadas. Caso a Petrobras deseje fazer parte da exploração de determinada área, a estatal deverá participar com o percentual mínimo de 30% dos investimentos.
 Se a Petrobras optar por não participar do consórcio de exploração dá área leiloada, será aberta uma licitação para a escolha da empresa que vai explorar o consórcio.


CRISE DA PETROBRAS
Dívidas e preço do petróleo afetam o caixa.
redução dos investimentos
preço do petróleo
endividamento
ações em queda
desafios da empresa
perda de grau de investimento
perdas com corrupção

Porque a água da chuva não é de graça ou menos cara.


PARA QUE SALVAR VIDA?


MUITAS HISTÓRIAS DE SUPERAÇÃO NÃO COMO ESTA.


Como usar os novos botões do Facebook

Como usar os novos botões do Facebook
Facebook voltou a surpreender mais uma vez os usuários com novos botões de sentimentos. Agora junto ao botão Curti do Facebook poderá encontrar 6 novos botões de reação, o que ajudará os usuários a demonstrar os seus sentimentos em relação a uma determinada postagem. Estes novos botões vêm em forma de emojis e representam amor, risada, satisfação, espanto, tristeza e ira. Mas pode ser que, na primeira vez que usar esta nova funcionalidade do Facebook se depare com alguma dificuldade. Para o ajudar, em umComo vamos lhe explicar como usar os novos botões do Facebook.
Também lhe pode interessar: Como é o novo feed de notícias do Facebook
Instruções
  1. Primeiro que tudo, para usar os novos botões do Facebook, você deve iniciar sessão. À primeira vista, vai parecer estar tudo igual pois o botão Curti permanece igual.
  2. Mas se você clicar no botão Curti, verá como o gosto aparece de forma diferente com um ícone pequeno a azul. Para utilizar os novos botões de sentimentos do Facebook, o que deverá fazer é manter o rato por cima da opção Curti por alguns segundos até aparecer em cima uma barra com as restantes opções.
  3. Depois é só escolher o emoji que melhor demonstrar o que está sentindo perante aquela postagem. É importante referir que você poderá escolher apenas um botão, não sendo possível colocar o botão curti e o do amor, por exemplo.
    Caso você queira retirar o botão que colocou, independentemente de qual tiver escolhido, basta clicar de novo no botão que aparece no lugar de Curti.
  4. Os botões de sentimentos do Facebook também estão disponíveis para smartphones, tanto para iOS como para Android. A primeira coisa que deverá fazer é atualizar o app, para isso dirija-se à Apple ou Play Store e procure por atualizações do app do Facebook.
  5. Depois de atualizar o aplicativo do Facebook, abra o app. Para usar os novos botões do Facebook no smartphone, basta manter pressionado o botão Curti até aparecer a barra em cima com os novos emojis.
  6. Se alguém usar estes novos botões numa postagem da sua cronologia, você receberá uma notificação dizendo que essa pessoa "reagiu a uma foto".
    Agora divirta-se usando esta nova funcionalidade do Facebook, mas lembre-se que com um grande poder vem uma grande responsabilidade.
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Conselhos
  • O Facebook está liberando pouco a pouco os novos botões de sentimento a todos os usuários, por isso se você ainda não conseguir usar aguarde um tempo.


Continuar lendo: http://tecnologia.umcomo.com.br/articulo/como-usar-os-novos-botoes-do-facebook-22504.html#ixzz418ACfev0

Mãe salva menino de cobra de 3 metros que tentava devorá-lo enquanto ele dormia

Por iG São Paulo  - Atualizada às 
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Mulher foi acordada pelos gritos do garoto em Macksville, na Austrália; não venenosa, cobra mata por estrangulamento

Ferimento no rosto da criança: se ela fosse estrangulada, provavelmente não sobreviveria
Reprodução/Facebook
Ferimento no rosto da criança: se ela fosse estrangulada, provavelmente não sobreviveria

Uma mãe evitou que o filho fosse devorado enquanto dormia por uma gigantesca cobra que invadiu seu quarto em uma cidade australiana, na última quinta-feira (18). De acordo com o tabloide britânico "Daily Mail", a mãe do menino foi acordada pelos gritos de dor da criança e, ao entrar no quarto, o encontrou deitado na cama e sangrando enquanto uma píton de três metros mordia a sua cabeça.
Vizinho exibe a píton que atacou criança
Reprodução/Facebook
Vizinho exibe a píton que atacou criança
A criança, que dormia na parte de cima de um beliche, também despertou com as diversas mordidas do réptil, que, assim como a sul-americana sucuri (ou anaconda), não é venenosa e mata a vítima por estrangulamento. 
O caso aconteceu na pequena cidade de Macksville, norte do estado de Nova Gales.do Sul, na Austrália. O animal também chegou a morder as mãos do garoto antes de ser morta por um amigo da família. 
Em fotos que circularam no Facebook, é possível ver o rosto ensanguentado da criança e o homem exibindo a píton, bem mais alta do que ele. As imagens geraram mais de 2 mil compartilhamentos ou curtidas na rede social em menos de 24 horas.
Casos do gênero não são incomuns na Austrália, onde algumas das mais letais espécies de répteis, animais marinhos e aracnídeos do mundo são encontradas. Gêneros da píton também podem ser encontrados na África tropical, Índia, Paquistão, sul da China, além de ilhas do Pacífico.  
    Leia tudo sobre: Mundo • Cobra • Píton • Austrália

    terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

    Como é o asteroide que está se aproximando da Terra


    O Dia das Bruxas, data bastante popular nos países de língua inglesa, está chegando. E, a exemplo dessa celebração em que crianças se disfarçam para pedir doces, se aproxima também o momento da visita da "Grande Abóbora".
    Não se trata, porém, de mais um personagem dessa festa pagã de origem celta, mas sim de um asteroide gigantesco que, segundo a Nasa (agência espacial americana) descobriu recentemente, passará relativamente perto da Terra às 19:05 (horário de Brasília) de 31 de outubro.
    Para a Nasa, essa será uma excelente oportunidade para estudar o asteroide. A próxima vez em que um objeto tão grande passará tão perto do nosso planeta deve ser apenas em agosto de 2027
    BBC
    Para a Nasa, essa será uma excelente oportunidade para estudar o asteroide. A próxima vez em que um objeto tão grande passará tão perto do nosso planeta deve ser apenas em agosto de 2027
    Conhecido tecnicamente como TB145, esse objeto tem uma largura aproximada de 400 metros. Isso faz com que ele seja 20 vezes maior que o meteorito que explodiu sobre o céu de Chelyabinsk, na Rússia, em 2013, destruindo centenas de janelas e deixando mais de mil feridos por causa de seus detritos.
    Sua velocidade também é maior: enquanto o meteorito entrou na atmosfera a uma velocidade de 19 km por segundo, a "Grande Abóbora" se movimenta a 35 km/s. No entanto, o asteroide felizmente passará a uma distância que, se é bem próxima em termos espaciais, é considerada segura para o nosso planeta.
    Oportunidade
    Quando estiver mais perto, o TB145 estará a 480 mil quilômetros da Terra. Isso representa 1,3 vez a distância entre a Lua e a Terra. O asteroide não será visto facilmente. "Será preciso ao menos um pequeno telescópio para vê-lo", afirmou Paul Chodas, diretor do Centro para Estudo dos Objetos Próximos da Terra do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa.
    No momento em que estiver perto, o TB145 estará a 480 mil quilômetros da Terra. Isso representa 1,3 vez a distância entre a Lua e a Terra. Será preciso ao menos um telescópio para enxergá-lo
    BBC
    No momento em que estiver perto, o TB145 estará a 480 mil quilômetros da Terra. Isso representa 1,3 vez a distância entre a Lua e a Terra. Será preciso ao menos um telescópio para enxergá-lo
    Para a agência espacial americana, essa será uma excelente oportunidade para estudar o asteroide. A próxima vez em que um objeto tão grande passará tão perto do nosso planeta deve ser apenas em agosto de 2027.
    A Nasa planeja obter imagens de radar para analisar sua superfície e para detectar se ele está ou não acompanhado de uma lua, o que pode apontar pistas sobre sua massa e densidade. "A influência gravitacional do TB145 é tão pequena que não terá efeitos detectáveis na Lua, nas placas tectônicas ou nas marés da Terra", explicou a Nasa em um comunicado.
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    Consequências catastróficas
    Felizmente, a "Grande Abóbora" passará rapidamente pelo céu, cumprindo sua órbita.
    No entanto, não haveria tempo hábil para evitar uma colisão se a Terra estivesse em seu caminho. "Um asteroide deste tamanho é muito difícil de desviar com um alerta de apenas 20 dias", afirmou Chodas à revista Popular Science. Em caso de um choque com a Terra, um pedaço gigante de rocha ou gelo como o TB145 poderia causar uma devastação catastrófica, avaliou o pesquisador.
    Cientistas estão trabalhando atualmente em planos para desviar e destruir esse tipo de objeto – nosso planeta é alvo do impacto de asteroides medianos a cada 100 mil anos, em média.
    A Nasa assegura que não temos com o que nos preocupar. Ao menos desta vez.
      Leia tudo sobre: asteróide • astronomia • nasa

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