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segunda-feira, 28 de março de 2016

Veja a previsão do tempo para terça-feira (29) nas capitais do Brasil

Maria Julia Coutinho apresenta a previsão em todas as regiões brasileiras.

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Pepsi lança versões retrô de seu refrigerante

Lançamentos remetem a 1893, ano em que marca foi fundada.
Bebida é feita de nozes-de-cola, açúcar certificado e água com gás.

Do G1, em São Paulo
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Vídeo da Pepsi com lançamentos que remetem a 1893 (Foto: Reprodução/Pepsi)Vídeo da Pepsi com lançamentos que remetem a 1893 (Foto: Reprodução/Pepsi)
A Pepsico, dona da Pepsi, lançou este mês duas versões estilo "retrô" de seu refrigerante nos Estados Unidos, numa tentativa de ampliar a presença no mercado de bebidas gasosas. Assista aqui à campanha.
A marca que rivaliza com a Coca-Cola lançou esta semana latinhas em duas versões de refrigerante: Original Cola e Ginger Cola. Ambas remetem ao ano de 1893, quando a Pepsi foi fundada.
A bebida especial é feita de nozes-de-cola, açúcar certificado e água com gás, segundo a Pepsi, que na campanha do produto promete uma "experiência única e inesperada" ao consumidor. "Este é nosso passado feito no presente", diz o filme de lançamento.

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FBI desbloqueia iPhone de terroristas e encerra processo contra Apple

Agência usou método próprio para acessar aparelho, diz Associated Press.
Departamento de Justiça dos EUA processava empresa por desbloqueio.

Do G1, em São Paulo
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Imagem de arquivo mostra Tashfeen Malik e Syed Farook, atiradores de San Bernardino, no aeroporto de Chicago (Foto: REUTERS/U.S. Customs and Border Protection)Imagem de arquivo mostra Tashfeen Malik e Syed Farook, atiradores de San Bernardino, no aeroporto de Chicago (Foto: REUTERS/U.S. Customs and Border Protection)
FBI conseguiu desbloquear o iPhone de um dos terroristas dos ataques a San Bernardinoatravés de um método ainda desconhecido, mas sem a ajuda da Apple, segundo a agência de notícias Associated Press (AP). Com isso, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos encerrou nesta segunda-feira (28) o processo movido contra a empresa.
De acordo com o jornal "Washington Post", os promotores do caso escreveram que os investigadores "acessaram os dados contidos" no aparelho de um dos atiradores e não precisavam mais da ajuda da Apple.
Na última segunda-feira (21) a justiça americana já havia aceitado anular audiência a pedido do governo depois que o Departamento de Justiça afirmou que havia encontrado um método para desbloquear o smartphone.
O ataque
No início de dezembro de 2015, pessoas armadas entraram num edifício em San Bernardino, na Califórnia, e mataram 14 pessoas e deixando outros 17 feridos. O tiroteio ocorreu no Inland Regional Center, uma instituição que atende "pessoas com deficiências de desenvolvimento".
Desde então, a Apple se negava a desbloquear o iPhone encontrado na casa de Syed Farook e Tashfeen Malik, o casal responsável pelo ataque, alegando que estabeleceria um precedente muito perigoso na proteção de dados dos usuários.
 
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PMs negam agressão a motorista levado algemado após confusão com viatura no Comércio

Cobradora do veículo informou ao CORREIO que os PMs puxaram o motorista pela camisa e deram um tapa no braço dele
Da Redação* (redacao@correio24horas.com.br)
Atualizado em 28/03/2016 15:37:49
  
Os policiais militares que levaram o motorista Ênio de Jesus algemado para a delegacia após confusão envolvendo uma viatura da Polícia Militar e um ônibus da empresa Dois de Julho negaram terem agredido o rodoviário. A confusão aconteceu por volta das 6h15, na Avenida Jequitaia, na altura do Terminal de São Joaquim.
Os PMs da 16ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM/Comércio), que não quiseram se identificar, informaram ao CORREIO que estavam finalizando uma ronda quando o ônibus, que estava na terceira faixa da via, mudou bruscamente de faixa e acabou fechando a viatura policial. Eles contaram ainda que achavam que o ônibus estava sendo assaltado e resolveram interceptar o veículo.
Situação só foi normalizada após o retorno do motorista ao local 
(Foto: Mauro Akin Nassor/CORREIO)
Durante a abordagem, os PMs alegam que perguntaram o que tinha acontecido ao motorista, disseram que a imprudência quase tinha resultado em um acidente e pediram que o motorista do ônibus apresentasse o documento de habilitação. O motorista teria perguntado qual era o procedimento e fechado a porta do ônibus. 
Conforme os militares, o motorista foi detido por desacato, uma vez que se recusou a apresentar o documento de habilitação. Eles negaram também que tenham agredido o motorista, como foi informado pela cobradora do veículo, Iolanda Almeida. Segundo a cobradora, os PMs teriam puxado Ênio pela camisa e dado um tapa no braço dele, antes de algemá-lo. 
Em nota, a PM informou que o motorista só abriu a porta do ônibus após pedidos dos passageiros que estavam no interior do veículo. A PM afirma ainda que o motorista se negou a apresentar a carteira de habilitação, alegando que era orientação da empresa em que trabalha e que ele só foi conduzido a delegacia após desacatar a PM. 
Passageiros desceram dos ônibus e fizeram parte do trajeto a pé
(Foto: Mauro Akin Nassor/CORREIO)
ConfusãoApós o motorista ser levado algemado no fundo da viatura, os rodoviários pararam os ônibus no local, obstruindo o trânsito na região. Passageiros desceram dos ônibus e fizeram parte do trajeto a pé. De acordo com informações da Transalvador, o trânsito ficou congestionado por duas horas e trinta minutos na região.
Por conta disso, o motorista foi liberado assim que chegou à 3ª Delegacia (Bonfim). A situação só foi normalizada por volta das 10h, quando Ênio retornou ao local, acompanhado do presidente do Sindicato dos Rodoviários da Região Metropolitana (Sinmetro), Valter Luís Ferreira.  
De acordo com a titular, Helenecí Sousa Nascimento de Jesus, uma ocorrência foi aberta e o presidente do Sinmetro se comprometeu em levar o motorista novamente a delegacia ainda nesta segunda-feira. 

PMs negam agressão a motorista levado algemado após confusão com viatura no Comércio

Cobradora do veículo informou ao CORREIO que os PMs puxaram o motorista pela camisa e deram um tapa no braço dele
Da Redação* (redacao@correio24horas.com.br)
Atualizado em 28/03/2016 15:37:49
  
Os policiais militares que levaram o motorista Ênio de Jesus algemado para a delegacia após confusão envolvendo uma viatura da Polícia Militar e um ônibus da empresa Dois de Julho negaram terem agredido o rodoviário. A confusão aconteceu por volta das 6h15, na Avenida Jequitaia, na altura do Terminal de São Joaquim.
Os PMs da 16ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM/Comércio), que não quiseram se identificar, informaram ao CORREIO que estavam finalizando uma ronda quando o ônibus, que estava na terceira faixa da via, mudou bruscamente de faixa e acabou fechando a viatura policial. Eles contaram ainda que achavam que o ônibus estava sendo assaltado e resolveram interceptar o veículo.
Situação só foi normalizada após o retorno do motorista ao local 
(Foto: Mauro Akin Nassor/CORREIO)
Durante a abordagem, os PMs alegam que perguntaram o que tinha acontecido ao motorista, disseram que a imprudência quase tinha resultado em um acidente e pediram que o motorista do ônibus apresentasse o documento de habilitação. O motorista teria perguntado qual era o procedimento e fechado a porta do ônibus. 
Conforme os militares, o motorista foi detido por desacato, uma vez que se recusou a apresentar o documento de habilitação. Eles negaram também que tenham agredido o motorista, como foi informado pela cobradora do veículo, Iolanda Almeida. Segundo a cobradora, os PMs teriam puxado Ênio pela camisa e dado um tapa no braço dele, antes de algemá-lo. 
Em nota, a PM informou que o motorista só abriu a porta do ônibus após pedidos dos passageiros que estavam no interior do veículo. A PM afirma ainda que o motorista se negou a apresentar a carteira de habilitação, alegando que era orientação da empresa em que trabalha e que ele só foi conduzido a delegacia após desacatar a PM. 
Passageiros desceram dos ônibus e fizeram parte do trajeto a pé
(Foto: Mauro Akin Nassor/CORREIO)
ConfusãoApós o motorista ser levado algemado no fundo da viatura, os rodoviários pararam os ônibus no local, obstruindo o trânsito na região. Passageiros desceram dos ônibus e fizeram parte do trajeto a pé. De acordo com informações da Transalvador, o trânsito ficou congestionado por duas horas e trinta minutos na região.
Por conta disso, o motorista foi liberado assim que chegou à 3ª Delegacia (Bonfim). A situação só foi normalizada por volta das 10h, quando Ênio retornou ao local, acompanhado do presidente do Sindicato dos Rodoviários da Região Metropolitana (Sinmetro), Valter Luís Ferreira.  
De acordo com a titular, Helenecí Sousa Nascimento de Jesus, uma ocorrência foi aberta e o presidente do Sinmetro se comprometeu em levar o motorista novamente a delegacia ainda nesta segunda-feira. 

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