EMPREENDEDOR DE SUCESSO

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Explode, coração: Neymar faz gol relâmpago, e Brasil lutará por ouro no futebol masculino

Camisa 10 marca aos 14 segundos de jogo e abre caminho para goleada sobre Honduras e festa da torcida no Maracanã. Decisão contra a Alemanha acontece no próximo sábado.

RESUMÃO

  • O JOGO
    Veja os melhores momentos da vitória do Brasil sobre Honduras!


  • O JOGO
    Não houve luta do rochedo com o mar. Um gol de Neymar aos 14 segundos de jogo abriu caminho para a seleção olímpica golear Honduras por 6 a 0 e fazer os corações dos torcedores brasileiros explodirem de felicidade  nesta quarta-feira no Maracanã, que recebeu 52.457 pessoas. O camisa 10 foi o dono da festa, o rei no meio de uma gente tão modesta. Comandou o triunfo que garantiu ao Brasil mais uma medalha nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. No próximo sábado, acontecerá a decisão do ouro, diante da Alemanha, que passou pela Nigéria. Como será o amanhã? Responda quem puder, mas sonhar não custa nada, e o sonho do título inédito nunca foi tão real. 


  • DESTAQUEPRIMEIRO TEMPO
    Não teve tempo para o forte calor atrapalhar, nem para haver qualquer tipo de ansiedade. Na saída de bola, Neymar apertou a marcação, dividiu com o goleiro López e abriu o placar. Não comemorou, por sentir dores no peito. Este foi o único susto da seleção olímpica nesta quarta-feira. Recuperado, o camisa 10 brilhou: respondeu as muitas faltas que sofreu com dribles e passes – um deles para Gabriel Jesus marcar um de seus dois gols, o outro foi cortesia de Luan. 


  • DESTAQUESEGUNDO TEMPO
    Com a vantagem do 3 a 0, a seleção voltou para o segundo tempo mais preocupada em fazer o tempo passar e dosar energia para a final. Ainda assim, fez mais dois gols, com Marquinhos e Luan. O restante do tempo foi gasto em jogadas de maior refino técnico, para delírio da torcida, que se dedicou a criar novas músicas, provocar a Alemanha e se divertir na arquibancada. No fim, lance emblemático: todos parados, com celulares a postos para registrar o gol de pênalti de Neymar que definiu o placar. 


  • DESTAQUEDECISÃO
    A disputa da medalha de ouro acontece no próximo sábado, às 17h30 (de Brasília), também no Maracanã. O adversário do Brasil será a Alemanha, que venceu a Nigéria por 2 a 0, na Arena Corinthians. Os brasileiros já haviam escolhido o rival preferido: ao longo da partida, gritaram: “Ô, Alemanha, pode esperar, a sua hora vai chegar!”.


  • DESTAQUERECORDE
    Não importa a cor da medalha: seja prata ou ouro, o Brasil é o recordista olímpico – já chegou ao pódio seis vezes. São três medalhas de prata (1984, 1988 e 2012) e duas de bronze (1996 e 2008). Neymar também entrou para uma seleta galeria de jogadores com duas medalhas, ao lado de Marcelo, Thiago Silva, Alexandre Pato, André Cruz e Bebeto. 


  • DESTAQUEARTILHEIROS
    Os gols do Brasil na Olimpíada são quase exclusivos do quarteto ofensivo de Micale. Gabriel Jesus, Neymar e Luan são os artilheiros, com três. Gabriel tem dois. Marquinhos, que segue sem ser vazado na defesa ao lado de Rodrigo Caio, é o intruso, com um gol. 


LANCE A LANCE

  • FIM DE JOGO

    BRASIL NA FINAL!
    Termina o jogo no Maracanã! A seleção brasileira goleia Honduras e vai mais uma vez à final do torneio de futebol masculino da Olimpíada! O sonho do ouro está vivo!

  • TWITTER

    Felipe Schmidt@SCHMIDT_FELIPEO jogo acaba de forma emblemática: todos com celular para registrar o gol de pênalti do ovacionado Neymar.#trbrasil

  • 46'2º TEMPO

    jogador.nomeNeymarATACANTEGOOOOOOOOL DO BRASIL!Neymar cobra com categoria, no canto direito de López, e converte: 6 a 0!

  • 45'2º TEMPO

    BRASILPÊNALTI PARA O BRASIL!
    O Brasil insiste, e Luan recebe na área. Quando ele gira para o chute, é derrubado por Palacios! O árbitro marca o pênalti!

  • 44'2º TEMPO

    BRASILPEGA O GOLEIRO!
    Neymar chega em jogada individual na área, ginga na frente da zaga e prefere o chute direto - em vez do passe no lado oposto. O goleiro López faz boa defesa!


  • 41'2º TEMPO


    Weverton volta a cair no gramado e recebe atendimento médico.

  • 40'2º TEMPO

    HONDURASOLHA O PERIGO!
    Elis chega com perigo na área, passa por Marquinhos e é travado por Luan na hora do chute!

  • 38'2º TEMPO


    O Brasil segue mantendo a bola no ataque, mostrando ótima troca de passes. A torcida gosta e continua fazendo festa.

  • 36'2º TEMPO

    HONDURASWEVERTOOOON DE NOVO!
    Honduras faz jogada ensaiada na cobrança de escanteio, e García chega livre na área para cruzar. Elis chuta colocado, e Weverton faz ótima defesa no contrapé!


  • TWITTER

    Raphael Zarko@RAPHAZARKODefesaça de Weverton. Micale levantou os punhos e cumprimentou de longe seu número 1 #trbrasil

  • 35'2º TEMPO

    HONDURASSAAAAALVA WEVERTON!
    O goleiro do Brasil brilha com ótima defesa no chute de Elis, que arrisca de fora da área!

  • 33'2º TEMPO

    jogador.nomeLuanMEIO-CAMPOGOOOOOOOOOOOOL DO BRASIL!
    Após cruzamento de Felipe Anderson, Luan chega livre na área e empurra para o gol vazio: 5 a 0!


  • 31'2º TEMPO

    SAIRenato AugustoRenato AugustoMEIO-CAMPO
    ENTRARafinha AlcântaraRafinha AlcântaraMEIO-CAMPO

  • 29'2º TEMPO

    BRASILUUUUUUHHHH!
    Neymar cobra mais uma falta da entrada da área, e a bola sai ao lado do gol de López, tocando na parte externa da rede. O Maracanã chega a gritar gol por um instante!


  • 28'2º TEMPO

    Rodolfo EspinalRodolfo EspinalMEIO-CAMPO
    Cartão amarelo para Rodolfo Espinal

  • 27'2º TEMPO


    Neymar coloca faixa de capitão no goleiro de Honduras para ajudá-lo



terça-feira, 16 de agosto de 2016

João Havelange, ex-presidente da Fifa, morre aos 100 anos no Rio


Ele estava internado desde julho para tratamento de pneumonia. Havelange havia completado 100 anos no dia 8 de maio.
16/08/2016 08h32 - Atualizado em 16/08/2016 11h58
Do G1 Rio


O ex-presidente da Federação Internacional de Futebol (Fifa) João Havelange morreu na manhã desta terça-feira (16), no Hospital Samaritano, em Botafogo, Zona Sul do Rio. Ele estava internado para tratamento de uma pneumonia desde julho. O enterro está marcado para às 15h desta terça, no cemitério São João Batista.
No final do ano passado, Havelange foi internado no mesmo hospital em decorrência de problemas pulmonares. Ele completou 100 anos de idade no último dia 8 de maio.
Em nota, o hospital não informa a causa da morte, diz apenas que "a instituição se solidariza com familiares e amigos do dirigente esportivo."
O presidente em exercício, Michel Temer, divulgou nota lamentando a morte de Havelange. "O esporte mundial perdeu hoje um dos seus mais expressivos líderes. João Havelange se dedicou com afinco ao desenvolvimento do esporte e, principalmente, do nosso Futebol. Presto solidariedade aos familiares e amigos neste momento de pesar", diz a nota.
História
O brasileiro com raízes belgas foi um dos dirigentes mais importantes – e também mais questionados – da história do esporte mundial. Ele foi afastado do esporte em abril de 2013, quando renunciou ao cargo de presidente de honra da Fifa. Dois anos antes, ele já havia deixado de ser membro do Comitê Olímpico Internacional (COI).
Filho de um comerciante belga que fez fortuna no Rio de Janeiro, João Havelange chegou a ser atleta olímpico de natação e polo aquático. Mas destacou-se mesmo como dirigente esportivo: primeiro na Confederação Brasileira de Desportos (CBD), depois no COI e por último na Fifa.
Havelange foi eleito para Fifa em 1974, entrando no lugar do inglês Sir Stanley Rous. Ele ficou no cargo até 1998, quando foi substituído pelo suíço Joseph Blatter, que só saiu após a série de denúncias de corrupção na entidade que causou a prisão de dirigentes – inclusive do brasileiro José Maria Marin.
Segundo o próprio site da Fifa, João Havelange comandou a entidade em um “período de profundas mudanças na organização”. Dentre as principais alterações, está o aumento no número de países na Copa do Mundo (de 16 para 32).
Além disso, o brasileiro ajudou a criar novas competições de futebol. Entre elas, estão os Mundiais Sub-17 e Sub-20, no final da década de 80, e a Copa das Confederações e a Copa do Mundo feminina, no início da década de 90. De acordo com informações da página da Fifa, o número de funcionários da entidade aumentou de 12 para 120 na gestão de Havelange.
Durante a era Havelange, a Fifa organizou seis Copas do Mundo. A seleção brasileira ganhou uma delas, em 1994, nos Estados Unidos. Além de ter feito parte dessa entidade por 24 anos, o carioca também presidiu a CBD, de 1956 a 1974.
A presença de João Havelange como dirigente esportivo não foi ocasional. Antes de frequentar escritórios, ele teve vivência assídua em campos, quadras e piscinas. Foi daí que tirou a base para a carreira que viria nos anos seguintes.
João Havelange foi presidente da Fifa e morreu nesta terça (Foto: Fábio Motta/Estadão Conteúdo/Arquivo)
João Havelange morreu nesta terça-feira, aos 100 anos (Foto: Felipe Dana/AP)

domingo, 14 de agosto de 2016

7 MOTIVOS PARA COMER BATATA DOCE

As 10 vezes em que o bem venceu

POR RIO 2016
Paz entre rivais, inclusão social e casamento gay são alguns destaques dos Jogos Rio 2016 até agora
As 10 vezes em que o bem venceu
Marjorie Enya e Isadora Cerullo protagonizaram a primeira proposta de casamento pública dos Jogos (Getty Images/Alexander Hassenstein)
Os Jogos Olímpicos não são marcados apenas por grandes feitos esportivos. Todos os dias, as competições reservam exemplos emocionantes de espírito esportivo, amor verdadeiro e respeito às diferenças. Confira alguns momentos em que o bem subiu ao lugar mais alto do pódio. 

1 - A equipe mais querida

A delegação de refugiados foi ovacionada na Cerimônia de Abertura e em todos os eventos de que participou até agora. Os atletas estão aproveitando os Jogos para mandar recado pelos jornalistas aos amigos e familiares que continuam vivendo em regiões de conflito há tempos sem dar notícias. Suas histórias, todas dramáticas, pelo menos tiveram o mesmo final feliz: Rio 2016.
Abençoados: Atletas da delegação de refugiados posa diante do Cristo Redentor (Getty Images/Buda Mendes)

2 - O público abraça o diferente (parte 1)

Os DJs da Arena do Vôlei de Praia tocaram músicas do É o Tchan e Olodum especialmente para a dupla egípcia Nada Meawad e Doaa Elghobashy, de apenas 18 e 19 anos. As jogadoras chamaram a atenção pelo traje discreto que foge do padrão do esporte. Elas saíram logo da competição, mas deixaram saudade na torcida.
 Doaa Elghobashy, 19, e Nada Meawad, 18, foram homenageadas na Arena Olímpica de Vôlei de Praia (Getty Images/Ezra Shaw)

3 - O público abraça o diferente (parte 2)

A goleira do handebol de Angola Teresa Almeida, conhecida como Bá, não tem o corpo esguio e abdômen delineado das outras atletas do esporte. Mas, com 1,70m, 98kg e muito carisma, ela caiu nas graças dos torcedores brasileiros e mostrou que não existe um "padrão Olímpico" quando o tema é corpo de atleta. 
Bá, a goleira da equipe de handebol de Angola: "Melhor do que Neymar". (Getty Images/Lars Baron)

4 - ​Pedido de casamento gay

Na final do rugby, a maior salva de palmas não foi para as medalhistas, mas para as brasileiras Marjorie Enya e Isadora Cerullo, que protagonizaram a primeira proposta de casamento pública dos Jogos no Estádio de Deodoro. Episódios como este podem transformar Rio 2016 nos Jogos mais LGBT da história.   

5 - Negra, lésbica, nascida na Cidade de Deus e orgulho nacional

As lágrimas da judoca Rafaela Silva ao ganhar a primeira medalha de ouro do Brasil nos Jogos Rio 2016 só não foram mais emocionantes do que a própria história de vida dela. 
As lágrimas de Rafaela Silva durante o hino nacional comoveram o público (Getty Images/David Ramos)

6 - Gratidão mesmo na derrota

O sérvio Novak Djokovic, número 1 do mundo no tênis, foi eliminado pelo argentino Juan Martin Del Potro logo na primeira rodada da competição, mas não escondeu a emoção pelo apoio do público e deixou o campo chorando e agradecido: “Me senti como se estivesse no meu país".
O sérvio Novak Djokovic se comove com a torcida (Getty Images/Clive Brunskill)

7 - O importante é competir

O nadador etíope Robel Kiros Habte terminou em último lugar na sua bateria nos 100m livre. Mas, se volume de aplauso garantisse medalha, o ouro seria dele.
Em primeiro plano, Robel Kiros Habte salta na piscina. (Getty Images/Al Bello)

8 - Igualdade social

O choro emocionado do golfista brasileiro Adilson da Silva ao lembrar do começo difícil como caddie em um esporte que já foi considerado de elite doeu no coração. No primeiro dia de competição do esporte, ele teve o privilégio de dar a primeira tacada do esporte que ficou mais de 100 anos longe dos Jogos. 
Após falar sobre o começo difícil, Adilson enxuga as lágrimas (Rio 2016/Rafael Cavalieri)

9 - Espírito esportivo

A etíope Etenesh Diro levou um pisão e perdeu a sapatilha durante os 3.000m com obstáculos do atletismo, mas seguiu correndo descalça com o apoio da torcida no Estádio Olímpico (Engenhão). Ao terminar a prova na sétima posição, a atleta chorou no chão e foi amparada por Hyvin Jepkemoi, que chegou em primeiro. A vaga de Etenesh na final foi assegurada já que ela foi prejudicada por uma adversária.
Etenesh Diro é socorrida após a prova em que correu descalça (Getty Images/Cameron Spencer)

10 - Compaixão Olímpica

Quando a Grã-Bretanha derrotou a Argentina nas quartas de final do rugby por 5 a 0, os hermanos ficaram desolados no chão. Os adversários interromperam a comemoração e foram consolar os derrotados, arrancando aplausos do público. 
Adversários se consolam no campo de rugby. (Getty Images/David Rogers)

Brasil faz dobradinha na ginástica com Diego Hypolito e Arthur Nory

POR RIO 2016
Brasileiros vão ao pódio com prata e bronze e conquistam primeiras medalhas do país no solo
Brasil faz dobradinha na ginástica com Diego Hypolito e Arthur Nory
Diego Hypolito levantou a torcida na Arena Olímpica do Rio com sua apresentação (Foto: Getty Images/Scott Halleran)
A equipe masculina de ginástica artística do Brasil fez história novamente nos Jogos Rio 2016. Depois de participarem pela primeira vez da final por equipes, os ginastas brasileiros chegaram ao inédito pódio na prova individual do solo e em dose dupla: Diego Hypolito ganhou a prata, e Arthur Nory ficou com o bronze. O ouro foi para o britânico Max Whitlock.
Hypolito, de 30 anos, e Arthur, de apenas 22, empolgaram o público presente na Arena Olímpica do Rio com suas apresentações. O veterano recebeu a nota 15.533, enquanto Nory obteve 15.433. Os dois ficaram atrás de Whitlock, que foi avaliado com 15.633, mas à frente do favorito da prova, o japonês Kohei Uchimura, que foi o quinto.
São as primeiras medalhas da ginástica masculina no solo. Até o Rio 2016, o ouro de Arhur Zanetti, em Londres 2012, era a única medalha do país na modalidade.
A programação da ginástica artística prossegue neste domingo (14) com as finais do salto feminino, do cavalo com alças masculino e das barras assimétricas femininas.

Confira o calendário da ginástica artística

SEJA UM EMPREENDEDOR DIGITAL, NO CONFORTO DO SEU LAR, COM SEU ESCRITÓRIO VIRTUAL

SEJA UM EMPREENDEDOR DIGITAL

  SEJA UM EMPREENDEDOR DIGITAL Tenha sua  Página Lucrativa  Online e Fature Dezenas ,  Centenas  ou  Milhares  de PAGAMENTOS  de  R$ 50,...