EMPREENDEDOR DE SUCESSO

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Após enviar carta a diretor da empresa reclamando do salário, jovem é demitida no EUA

Talia considerava o valor do salário baixo em relação ao alto custo de vida
Da Redação (redacao@correio24horas.com.br)
Atualizado em 22/02/2016 17:46:30
  
Uma jovem de 25 anos foi demitida após mandar uma carta aberta ao diretor da empresa onde trabalhava reclamando do valor do salário. Talia Jane era funcionária da Eat24, onde trabalhava no atendimento ao cliente, na cidade de São Francisco, nos Estados Unidos. 
Talia enviou a carta ao CEO da multinacional Yelp - a Eat24 é subsidiária da empresa - Jeremy Stoppleman. O caso ganhou destaque na revista Forbes, onde um artigo foi publicado analisando a demissão da jovem. 
(Foto: Reprodução)
Na carta, ex-funcionária desabava sobre as dificuldades de se viver com o salário que ganhava. "Então aqui estou eu, 25 anos de idade, equilibrando todos os tipos de dívidas e tentando ter uma vida que não inclua chorar na banheira a cada semana", escreveu na carta. Ela ganha pouco mais de oito dólares por hora, que seria equivalente a R$ 32, valor que considera baixo em relação ao alto custo de vida.
Talia também fala sobre as dificuldades enfrentadas por outros colegas de trabalho. "Todos os meus colegas de trabalho estão lutando. Eles estão arranjando empregos paralelos, estão vivendo dentro de casa. Um deles começou uma campanha no GoFundMe porque não podia pagar o aluguel", relata.
Após a demissão, a jovem utilizou o Twitter para comentar o acontecido.  "Eu amei ter sido demitida por bradar que não tenho condições de pagar meu aluguel, isso resolve todos os meus problemas!", escreveu de forma irônica. Segundo a jovem, a ordem de demissão partiu "de cima" e o gerente dela não estava ciente da decisão. 
O CEO da Yelp informou, através do Twitter, que leu a carta enviada por Talia, mas que não está envolvido na demissão da jovem. Ainda conforme Stoppleman, toda história possui dois lados. 

Movimento negro repudia nome "acarajé" em operação da Polícia Federal

Para a organização, o uso da palavra "acarajé" faz com que a religiosidade do candomblé fique vinculada a uma operação criminal
Da Redação (redacao@correio24horas.com.br)
Atualizado em 22/02/2016 19:22:13
  
O Coletivo de Entidades Negras (CEN) divulgou nesta segunda-feira (22) uma nota repudiando o uso do nome "acarajé" para batizar a 23ª fase da Operação Lava Jato, que teve mandados de busca e apreensão cumpridos na Bahia, entre outros estados.
(Foto: Divulgação/Receita Federal)
"Nosso repúdio vem no sentido do total desrespeito religioso a um elemento sagrado do candomblé, desrespeitando assim, de forma acintosa, toda a tradição e história dessa religião no Brasil", diz nota divulgada pelo coletivo, que exige "imediata alteração" do nome da operação.
Para a organização, o uso da palavra "acarajé" faz com que a religiosidade do candomblé fique vinculada a uma operação criminal. "Isso, para nós e toda nossa comunidade religiosa, é inaceitável".
O principal alvo dessa fase da operação é o publicitário baiano João Santana, responsável por várias campanhas presidenciais do PT.
A Polícia Federal afirmou em nota que a fase da operação foi denominada "Acarajé" em referência ao termo usado por alguns dos investigados para o dinheiro em espécie.
Leia a íntegra da nota do Coletivo de Entidades Negras:

O Coletivo de Entidades Negras, CEN, organização nacional do Movimento Negro que tem, entre outros temas, a defesa das religiões de matrizes africanas, vem a público apresentar seus mais veementes protestos e repúdio à operação da Polícia Federal batizada de Operação Acarajé. Nada justifica a escolha deste nome e exigimos sua imediata alteração.

O acarajé é alimento sagrado para as pessoas que, em todo o país cultuam os Orixás. Há pouco tempo, na Bahia, o acarajé foi objeto de disputa jurídica entre o povo de santo e os evangélico-pentecostais que queriam rebatiza-lo de bolinho de Jesus para, assim, poder comercializa-lo. O povo de santo venceu a pendenga apresentando a sacralidade do alimento que é intimamente relacionado à Orixá Oya.

Nosso repúdio vem no sentido do total desrespeito religioso a um elemento sagrado do Candomblé, desrespeitando assim, de forma acintosa, toda a tradição e história dessa religião no Brasil.

Afirmamos que Orixá e o povo de santo nada tem com a roubalheira que assola o país. O que repudiamos é ver nossa religiosidade vinculada a uma operação para prender bandidos. Isso, para nós e toda nossa comunidade religiosa, é inaceitável.

Coordenação Nacional do CEN.

Santana diz que acusações são 'infundadas' e que Brasil vive 'clima de perseguição'

Publicitário baiano entregou carta se afastando de campanha eleitoral da República Dominicana
Agência Brasil
Atualizado em 22/02/2016 19:07:36
  
O publicitário João Santana decidiu nesta segunda-feira (22) deixar a campanha eleitoral de Danilo Medina, candidato à reeleição na República Dominicana. Em carta encaminhada ao comitê do Partido de La Liberacion Dominicana (PLD), Santana disse que desligou-se da campanha para retornar ao Brasil para se defender de “acusações infundadas” das autoridades brasileiras.
João Santana com Dilma Rousseff e Lula (Foto: Roberto Stuckert/Divulgação)
Santana, a  mulher, Mônica Moura, e outros investigados na 23ª fase da Operação Lava Jato, deflagrada nesta segunda-feira, tiveram prisão decretada pelo juiz federal Sérgio Moro. 

Na carta, João Santana declarou que, desde a semana passada, colocou-se à disposição das autoridades brasileiras para esclarecer “qualquer especulação”. Além disso, o publicitário declarou que vai prestar as informações necessárias para “estabelecer a verdade dos fatos”.

De acordo com a defesa do publicitário, Santana e Mônica Moura vão se entregar à Polícia Federal assim que desembarcarem no Brasil.  Eles estão na República Dominicana e devem chegar nas próximas horas.
Leia a carta:
"Ao Comitê de Campanha Nacional PLD:
Me dirijo a vocês, porque, como ficaram sabendo também pelos meios de comunicação, acordei esta manhã com a notícia de que meu nome está sendo ligado a uma suposta trama relacionada com o financiamento de campanhas políticas no Brasil. Conhecendo o clima de perseguição que existe hoje no meu país, não posso dizer que me pegou completamente de surpresa, mas ainda é difícil acreditar. Dadas as circunstâncias, peço a este Comitê de Campanha, para me desligar em caráter imediato da campanha em curso na República Dominicana. Isto vai me permitir ir ao Brasil para me defender das acusações infundadas que estou sofrendo. Vale ressaltar que desde a semana passada eu me coloquei à disposição das autoridades brasileiras para esclarecer qualquer especulação e que facilitarei todas as informações necessárias para imprimir a verdade dos fatos, além de qualquer dúvida. Eu também acredito que esta é a melhor decisão para não afetar de forma alguma os interesses do PLD nesta eleição. Agradeço a confiança em meu trabalho e tenho certeza de que as próximas eleições ratificarão a vitória do presidente e candidato Danilo Medina e do PLD, para o bem do povo dominicano. Sem mais delongas, me despeço, João Santana"

Deborah Secco posa com short curtinho e recebe elogios de seguidores

"Que linda" e "Maravilhosa" foram alguns dos comentários dos fãs
Da Redação (redacao@correio24horas.com.br)
Atualizado em 22/02/2016 19:26:58
  
A atriz Deborah Secco fez a festa dos marmanjos nessa segunda-feira (22). A loira compartilhou uma foto do seu look com seus seguidores do Instagram. Na imagem, Deborah aparece com um short curtinho e uma blusa com a palavra "Retada!" escrita. 
(Foto: Reprodução/Instagram)
Na legenda da imagem, a atriz fez um trocadilho com a palavra que estava escrita em sua blusa. "Uma semana 'retada' procês!", escreveu ela.
O look de Deborah logo chamou a atenção e rendeu elogios a atriz. "Arrasou na foto e no look", escreveu um seguidor. Outros comentários foram: "Que linda" e "Maravilhosa".   
A atriz deu à luz a sua primeira filha, Maria Flor, com o ator baiano Hugo Moura há dois meses. Deborah, inclusive, já chamou atenção dos fãs ao aparecer com barriga sequinha um mês após dar à luz a filha

Mãe de Claudia Leitte pede fim de perseguição à filha: "Por que tanta amargura?"

"Por que perseguir tanto a alguém que o único pecado com a vida pública, é tentar levar alegria, felicidade por alguns momentos?", escreveu
Redação iBahia
Atualizado em 22/02/2016 09:52:25
  
A mãe da cantora Cláudia Leitte, Ilna Leitte, usou o Instagram para sair em defesa da filha contra o que ela chamou de "perseguição". Dona Ilna compartilhou um texto do colunista Roberto Rodrigues, do jornal Diário de São Paulo, que também sugere que as pessoas deixem a cantora em paz. 
(Foto: Reprodução)
"Li e achei justo!!!! Um ser trabalhador, honesto, digno , guerreiro.... Persigam a vitória e paz para vcs, para um país mais justo e feliz!! Porque tanta amargura nesta vida? Porque perseguir tanto a alguém que o único pecado com a vida pública, é tentar levar alegria, felicidade por alguns momentos?!!!!! Chega (sic)", escreveu.
No texto compartilhado pela mãe da cantora, o colunista comentou sobre a polêmica em torno da possibilidade de Cláudia Leitte arrecadar mais R$ 350 mil, através da Lei Rouanet, para publicar um livro sobre sua vida. Para o colunista, a repercussão negativa dos fatos “acaba prejudicando a imagem da cantora que acaba de gravar a música Corazon, ao lado de Daddy Yankee, e parte para a carreira internacional”. 
iBahia.com

Suspeito de matar menina em Petrolina foi visto se lavando no banheiro; polícia oferece R$ 10 mil

Até agora, ninguém da família de Beatriz reconheceu a pessoa do retrato falado
Da Redação (redacao@correio24horas.com.br)
Atualizado em 22/02/2016 16:41:41
  
http://imagens2.ne10.uol.com.br/ne10/imagem/noticia/vertical/2016/02/22/normal/e3f3cfb682f9dbe2069b13cf8a302d9d.jpg
Foto: Divulgação/Polícia Civil
O homem apontado como suspeito de matar a menina Beatriz Angélica Mota, 7 anos, foi visto em atitude suspeita em um dos banheiros da escola na noite do crime, em Petrolina (PE). Segundo Marceone Ferreira Jacinto, delegado à frente do caso, testemunhas presenciaram o homem, ainda não identificado, lavando o rosto e os cabelos no banheiro masculino do ginásio. Uma das testemunhas disse à polícia ter visto ele também dentro do banheiro feminino. Um retrato falado foi divulgado nesta segunda-feira (22).
"Uma das testemunhas viu o suspeito dentro do banheiro feminino e outra testemunha viu essa pessoa sentada próximo ao bebedouro, durante muito tempo. Só para lembrar, o local onde a criança foi encontrada é próximo ao bebedouro", contou o delegado durante coletiva na manhã desta segunda-feira (22), em Recife (PE). 
O bebedouro foi o último local onde a garota foi vista. Vinte minutos depois ela foi encontrada dentro de um depósito morta por golpes de faca de cozinha. Até agora, ninguém da família de Beatriz, nem as outras duas testemunhas que viram o suspeito, reconheceram a pessoa do retrato falado.
O perfil do assassino foi construído com base em depoimentos de três testemunhas - uma delas é a própria mãe da menina, Lúcia Mota. "A mãe foi uma das pessoas que viu essa pessoa em atitude suspeita", contou o delegado, sem dar detalhes desse encontro.
Ele disse que uma das testemunhas ficou ao lado do suspeito minutos depois do crime. "Ele saiu, ficou próximo a uma das testemunhas, que até olhou para o suspeito. A testemunhas achou estranho e retornou para o ginásio onde ocorria a festa", disse Marceone.
De acordo com a investigação da polícia, o suspeito é homem, moreno, tem cerca de 1,70 m e pesa aproximadamente 70 quilos. O homem também aparenta ter cabelos cacheados e olhos fundos. A polícia não descarta a participação dele no crime. "Dentro do que a gente tem com a investigação, ele teve participação no crime, ou foi o executor ou teve alguma participação direta ou indireta no caso", afirmou o delegado. 
Beatriz com o pai, o professor de inglês
Sandro Romildo (Foto: Reprodução)
Recompensa
A Polícia Civil de Pernambuco está oferecendo R$ 10 mil para quem prestar informações que ajude a encontrar o assassino de Beatriz por meio do Disque Denúncia. Quem souber de alguma informações deve entrar em contato pelo telefone (81) 3719-4545 ou através do sitehttp://www.disquedenunciape.com.br/.
Nenhuma imagem das câmeras de segurança flagram o momento do crime. Na época, a escola só possuía câmeras na portaria, nos corredores e nos pátios. "Infelizmente nós não tínhamos instalado as câmeras na quadra", disse o administrador da escola Carlos André de Melo.
Desabafo
Os pais de Beatriz Angélica Mota, morta dentro de uma escola em Petrolina (PE), fizeram um desabafo após mais de dois meses de investigação sem pistas do assassino. "Esse monstro está solto na sociedade. A gente não sabe se ele vai agir novamente, com quem ou como. Minha vida parou, em todos os sentidos. Eu só penso em justiça", disse a mãe em entrevista ao Fantástico.
Ela foi esfaqueada nos membros superiores e inferiores. "Parecia uma cena de guerra, as pessoas gritando e desesperadas. Eu perguntei: 'cadê Bia?'. Me apontaram para uma sala, perto do bebedouro. Quando eu cheguei na porta tinha um segurança e ele disse: 'moço, não há mais nada que o senhor possa fazer'", conta Sandro Romilton, pai da menina.
A área da quadra continua interditada pela polícia. "Todos os esforços estão voltados para elucidar esse caso", disse o delegado Marceone Ferreira Jacinto.
O crime
Beatriz estudava no Ensino Fundamental no Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, que fica no Centro de Petrolina, mas nasceu e morava com a família em uma chácara em Juazeiro, na Bahia. Beatriz desapareceu minutos após o pai, professor de inglês da instituição, sair de perto da família para participar da cerimônia de formatura. A mãe da menina percebeu o afastamento da filha e começou a procurá-la.
Sandro chegou a interromper a festa e subir no palco duas vezes para chamar pela filha. Uma das organizadoras da festa também pediu ajuda para localizar a filha caçula do professor. Na mesma noite, a filha mais velha dele estava entre os formandos do Ensino Médio. 
"Beatriz, ô minha filha, onde você tá? Ô Bia, tá todo mundo procurando por você, meu amor. Ela está vestida como eu aqui, com o rosto da irmã. Ela tem sete anos, tava brincando com a coleguinha. Eu já procurei em todos os lugares que vocês imaginam nessa escola e ainda não achei minha filha, eu tô desesperado", disse Sandro desesperado no palco.
O corpo de Beatriz foi encontrado em um depósito de material esportivo desativado, que fica ao lado de uma quadra de esportes onde acontecia a formatura. Ela foi esfaqueada 42 vezes no tórax, membros superiores e inferiores. A faca usada no crime foi encontrada cravada no abdômen da criança. 

Polícia divulga retrato falado do suspeito de matar menina em escola de Petrolina

O perfil do assassino foi construído com base em depoimentos de três testemunhas - uma delas é a própria mãe da menina, Lúcia Mota
Da Redação (redacao@correio24horas.com.br)
Atualizado em 22/02/2016 12:07:31
  
Beatriz, 7 anos, foi morta com 42 facadas dentro da escola onde estudava (Foto: Reprodução)
A Polícia Civil de Pernambuco divulgou na manhã desta segunda-feira (22) o retrato falado do suspeito de assassinar a menina Beatriz Angélica Mota, de 7 anos, morta com 42 facadas dentro da escola onde estudava em Petrolina. De acordo com a investigação da polícia, o suspeito é homem, moreno, tem cerca de 1,70m e pesa aproximadamente 70 quilos. O homem também aparenta ter cabelos cacheados.
http://imagens2.ne10.uol.com.br/ne10/imagem/noticia/vertical/2016/02/22/normal/e3f3cfb682f9dbe2069b13cf8a302d9d.jpg
Foto: Divulgação/Polícia Civil
O perfil do assassino foi construído com base em depoimentos de três testemunhas - uma delas é a própria mãe da menina, Lúcia Mota. Nenhuma imagem das câmeras de segurança flagram o momento do crime. A garota foi achada morta dentro de um depósito de material esportivo desativado, que fica ao lado de uma quadra onde acontecia uma solenidade de formatura.
Desabafo
Os pais de Beatriz Angélica Mota, 7 anos, morta dentro de uma escola em Petrolina (PE) fizeram um desabafo após mais de dois meses de investigação sem pistas do assassino. "Esse monstro está solto na sociedade. A gente não sabe se ele vai agir novamente, com quem ou como. Minha vida parou, em todos os sentidos. Eu só penso em justiça", disse a mãe em entrevista ao Fantástico.
Ela foi esfaqueada nos membros superiores e inferiores. "Parecia uma cena de guerra, as pessoas gritando e desesperadas. Eu perguntei: 'cadê Bia?'. Me apontaram para uma sala, perto do bebedouro. Quando eu cheguei na porta tinha um segurança e ele disse: 'moço, não há mais nada que o senhor possa fazer'", conta Sandro Romilton, pai da menina.

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