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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Casos confirmados de dengue no DF sobem 374% em um ano

Foram 3.977 confirmações até a 7ª semana, contra 838 no período de 2015.
Nove pessoas morreram em decorrência da doença desde o ano passado.

Gabriel LuizDo G1 DF
Equipe de combate ao mosquito Aedes aegypti em ação no DF (Foto: Gabriel Jabur/Agência Brasília)Equipe de combate ao mosquito Aedes aegypti em ação no DF (Foto: Gabriel Jabur/Agência Brasília)
O Distrito Federal teve 3.977 casos confirmados de dengue até a sétima semana epidemiológica de 2016, informou a Secretaria de Saúde nesta sexta-feira (26). O número é 374% maior que as 838 confirmações do mesmo período de 2015 e representa um aumento de 84% em relação à semana anterior, quando havia 2.161 casos. Ao todo, nove pessoas morreram por complicações da doença (cinco a mais, de uma semana para a outra).
Em 88% dos casos os moradores são do Distrito Federal. Brazlândia continua sendo a região com maior número de confirmações: 19% de todos os confirmados no DF. No local, 695 pessoas foram diagnosticadas com dengue. O número é 32 vezes maior que o registrado no ano passado.
O novo boletim foi divulgado um dia após a secretaria dizer que não iria divulgar os números relativos à dengue, chikungunya e do vírus da zika até a semana que vem. A justificativa da pasta era uma “oscilação” no Sistema de Notificação de Agravos, do Ministério da Saúde. “Alguns gestores locais possam ter tido dificuldades de acessar o sistema para realizar levantamento de dados.”
Os dados sobre chikungunya e vírus da zika, que normalmente constam no boletim, só serão divulgados na próxima semana. A alegação também é a instabilidade no sistema, usado pelas 27 unidades da federação para agrupar os dados enviados pelas secretarias municipais ao Ministério da Saúde, dessas e de outras doenças. No DF, as informações são repassadas pelos gestores regionais.
O Laboratório Central de Saúde Pública do DF (Lacen) detectou a presença de todos os quatro tipos do vírus da dengue em circulação no DF. Os micro-organismos foram encontrados em amostras de exames de pacientes do Guará,Santa Maria, Plano Piloto, TaguatingaRiacho FundoGamaCeilândia e Samambaia.
Pedido de desculpas
Na última quarta-feira (24), o borracheiro Elder Dias, que foi criticado pelo vice-governador do Distrito Federal, Renato Santana, por manter uma pilha de pneus em frente à loja dele, em Brazlândia, afirmou que recebeu um telefonema do governador Rodrigo Rollemberg pedindo desculpas pelo ocorrido. Segundo ele, o chefe do Executivo também pediu informações sobre o caso, que aconteceu em 13 de fevereiro.
"Ele [o governador Rodrigo Rollemberg] falou: 'Me desculpa pelo acontecido. A gente vai fazer um averiguação'. Ele ainda falou que vinha falar comigo pessoalmente, mas até hoje não apareceu", diz Dias.
Na ocasião, o GDF promovia o "Dia Nacional de Mobilização para o Combate ao Aedes aegypti” em Brazlândia, a região com casos de dengue no DF em 2016. Durante o evento, Santana e o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, deram uma “bronca” no mecânico.

Ganância das grandes empresas farmacêuticas está matando dezenas de milhares de pessoas no mundo inteiro: Pacientes são exageradamente medicados e muitas vezes recebem drogas lucrativas que têm poucos benefícios comprovados

Anna Hodgekiss e Ben Spencer
O ex-médico da rainha da Inglaterra pediu uma urgente investigação pública das práticas “sombrias” das empresas farmacêuticas.
 Sir Richard Thompson, ex-presidente da Sociedade Real de Médicos da Inglaterra [equivalente ao Conselho Federal de Medicina do Brasil] e médico pessoal da rainha da Inglaterra por 21 anos, alertou que muitos medicamentos são menos eficientes do que se pensa.
O médico faz parte de um grupo de seis eminentes médicos que hoje está avisando acerca da influência das empresas farmacêuticas na prescrição de drogas.
Os especialistas, liderados pelo Dr. Aseem Malhotra, cardiologista do Serviço Nacional de Saúde da Inglaterra, afirmam que um grande número de pacientes recebe drogas inúteis — e muitas vezes prejudiciais — que eles não precisam.
 
Eles argumentam que as empresas farmacêuticas estão desenvolvendo medicamentos para dar lucro, em vez de terem probabilidade de dar benefício.
E eles acusam o Serviço Nacional de Saúde de cometer irresponsabilidade ao não enfrentar os gigantes farmacêuticos.
Sir Richard disse: “Chegou a hora de uma investigação total e pública do modo como se obtém e revela a evidência da eficácia das drogas.”
Escrevendo para o MailOnline, o Dr. Malhotra diz que conflitos comerciais de interesse estão contribuindo para uma “epidemia de médicos mal-informados e pacientes desinformados na Inglaterra e outros países.”
Além disso, ele acrescenta que o Serviço Nacional de Saúde está dando “tratamento exagerado” para seus pacientes, e afirmou que os efeitos colaterais de medicação excessiva estão levando a inúmeras mortes.
O Dr. Malhotra disse: “Não há dúvida de que uma cultura de ‘mais remédio é melhor’ está no coração do sistema de saúde, agravada por incentivos financeiros dentro do sistema para prescrever mais drogas e realizar mais procedimentos.”
Ele acusou as empresas farmacêuticas de “se aproveitarem do sistema” gastando em comercialização o dobro do que gastam em pesquisas.
O Dr. Malhotra diz que as drogas de prescrição muitas vezes fazem mais mal do que bem.
E nos EUA, estima-se que um terço de toda a atividade do sistema de saúde não traz nenhum benefício aos pacientes.
Essa estatística foi apoiada também por uma afirmação feita pela Dra. Marcia Angell, ex-editora do New England Journal of Medicine (Revista de Medicina da Nova Inglaterra).
Numa palestra dada na Universidade de Montana, em 2009, ela revelou que das 667 novas drogas aprovadas pela FDA nos EUA entre 2000 e 2007, só 11 por cento eram consideradas inovadoras ou melhorias de medicamentos existentes.
E três quartos eram essencialmente apenas cópias dos medicamentos antigos.
Considerando o fato de que a principal responsabilidade das empresas farmacêuticas é dar lucro para os acionistas — em vez de dar saúde para os pacientes —, isso está longe de causar surpresa.
Uma pessoa que tem sido franca sobre os perigos da medicação moderna é Peter Gotzsche, professor de projeto e análise de pesquisas na Universidade de Copenhague.
Ele estima que as drogas de prescrição sejam a terceira causa mais comum de morte depois de doenças do coração e câncer.
O problema com a administração de medicação excessiva é que quanto mais drogas você toma, mais probabilidade há de que você experimentará efeitos colaterais que são interpretados incorretamente por um médico ou enfermeira como sintoma de doença que precisa ser tratada com medicamentos adicionais.
Entre 2007 e 2012 a maioria das dez maiores empresas farmacêuticas pagou multas consideráveis por contravenções que incluíam comercializar drogas por usos fora do rótulo, interpretação incorreta dos resultados de pesquisa e esconder dados sobre malefícios.
Mas se tais multas funcionam como um impedimento é algo controverso quando a obtenção de lucro é o motivador principal.
Em 2012 a empresa GlaxoSmithKline recebeu uma multa de 3 bilhões de dólares — o maior acordo de fraude da história dos EUA — por comercializar ilegalmente drogas que incluíam um antidepressivo, uma droga de diabete e outra para epilepsia.
Mas no período coberto pelo acordo, essa empresa contabilizou lucros de mais de 25 bilhões pela venda dessas drogas.
As revistas médicas e os meios de comunicação podem também ser manipulados para servir não só aos meios comercializadores da indústria farmacêutica, mas também ser cúmplices em silenciar os que pedem maior transparência e análises mais independentes dos dados científicos.
Pouco mais de 10 anos atrás, John Ioannidis, professor de medicina e políticas de saúde na Universidade de Stanford, publicou um documento histórico explicando por que a maioria das pesquisas médicas que são publicadas provavelmente é falsa.
Ele chegou ao ponto de afirmar que “quanto maiores são os interesses financeiros em determinada área, menos probabilidade há de que os resultados das pesquisas serão verdadeiros.”
A ciência médica está voltando às trevas.
E a luz do sol será seu único desinfetante.

Estado Islâmico faz ameaças aos fundadores do Twitter e do Facebook

Eles reclamam do fechamento de contas e grupos administrados que promovem o terrorismo nas redes sociais


Em um novo vídeo divulgado pelo Estado Islâmico eles prometem atacar os fundadores das redes sociais Twitter e Facebook. Isso porque as empresas resolveram bloquear conteúdo terrorista nas redes sociais.

No vídeo que ameaça Jack Dorsey, do Twitter, e Mark Zuckerberg, do Facebook, o EI promete tomar dez contas para cada uma que for bloqueada por divulgar o terrorismo.

“Se vocês fecharem uma conta, nós tomaremos dez em troca e logo seus nomes serão apagados, após deletarmos seus sites, se Alá quiser”, diz trecho da ameaça.

Durante o vídeo as imagens dos dois executivos aparecem perfuradas com balas e os terroristas ainda afirmam ter o controle de mais de 10.000 contas e 150 grupos no Facebook, além de 5.000 perfis no Twitter.


Na primeira semana de fevereiro o Twitter anunciou a suspenção de 125.000 contas relacionadas ao terrorista desde meados de 2015.

A empresa já está ciente das ameaças, mas afirmou que não irá se pronunciar sobre este vídeo porque as ameaças são frequentes. “Acontece o tempo todo”, disse um porta-voz do Twitter.

Em março do ano passado a empresa de Dorsey já havia sido ameaça pelo EI. Na época os terroristas disseram que a guerra virtual se tornaria real, isso porque a empresa faz questão de fechar as contas dos terroristas no microblog.

Em janeiro deste ano diversos empresários de tecnologia se reuniram com o governo americano para discutir formas de combate ao terrorismo on-line. Entre eles estavam os executivos do Twitter, Facebook, Apple, Microsoft, além de Michael Rogers, diretor da Agência de Segurança Nacional, e James Comey, diretor do FBI.

Lei de Zoneamento atende a igrejas e clubes e ameaça proteção ambiental

Projeto segue agora para a sanção do prefeito Fernando Haddad.
Lei foi aprovada por 45 votos a favor e oito contra.

Roney DomingosDo G1 São Paulo
Vereadores votam nova lei de Zoneamento na tarde desta quinta (25) (Foto: Roney Domingos/G1)Vereadores votam nova lei de Zoneamento na tarde desta quinta (25) (Foto: Roney Domingos/G1)
O projeto da Lei de Zoneamento, aprovado na quinta-feira (25) pela Câmara de São Paulo, fez concessões a instituições religiosas, clubes e construtoras e ameaça a demarcação de áreas verdes na Zona Sul e Norte da cidade. Os vereadores aprovaram, por exemplo, a possibilidade de instalação de um lixão na Vila Jaguará.
A lei, que cria regras para o uso e ocupação do solo, foi aprovada por 45 votos a favor e oito contra. Agora, o projeto segue para a sanção do prefeito Fernando Haddad (PT).
Entre os pontos aprovados está a ampliação do horário de missas e outras celebrações religiosas, que antes só podiam começar às 7h. A partir da aprovação do projeto, essas celebrações poderão começar à 6h. O texto ainda amplia o cálculo de lotação dos locais de culto e anistia os estabelecimentos em desacordo com a legislação. Também estabelece que as igrejas já instaladas possam ampliar em 20% a área construída.
O novo zoneamento faz concessões a bairros residenciais tombados que pleitearam o não estabelecimento de comércio e serviços na vizinhança e atendeu reivindicações de pequenas e médias empresas para flexibilizar a fiscalização.
Os clubes foram atendidos em relação ao espaço para construção. Eles conseguiram ampliar em 20% o potencial de construção das suas propriedades.
A lei também permite que as construtoras deixem de cumprir uma regra prevista no Plano Diretor que limita o número de vagas de garagem em prédios licalizados próximos a corredores de tráfego.
Cartaz contra a lei de zoneamento no Jardim Marajoara, Zona Sul de São Paulo (Foto: Cíntia Acayaba/G1)Cartaz contra a lei de zoneamento no Jardim Marajoara, Zona Sul de São Paulo (Foto: Cíntia Acayaba/G1)
Meio ambiente
Ambientalistas protestaram contra a abertura de possibilidade de construção de prédios residenciais e equipamentos públicos em áreas de mananciais. Além de relcamarem da área  na Vila Jaguará que foi demarcada de forma a permitir a construção de um lixão.
O vereador Paulo Frange (PTB), relator do projeto, afirma que o governo quer destinar o espaço a uma estação de transbordo pela proximidade com a Rodovia Anhanguera. "Na minha visão, independentemente do zoneamento, essa situação acontece até porque esse processo está em processo de licenciamento e já tem protocolo. Não podemos enganar a população daquela região dizendo que vamos resolver o problema deles colocando ou tirando a Zeis [Zona Especial de Interesse Social] 3 desse local."
Um dos pontos principais do plano é a limitação da área construída em determinadas regiões da cidade. Como contrapartida será permitido o adensamento nos eixos de transporte. Com as novas regras, o aproveitamento dos terrenos nos miolos dos bairros ficará restrito e, desta forma, a Prefeitura pretende equilibrar a paisagem de forma planejada, evitando a construção de espigões.
A cidade de São Paulo já tinha uma lei de zoneamento, a 13.885, de 2004, mas ela precisava ser revisada para ficar adequada ao Plano Diretor Estratégico (Lei 16.050/2014), que foi revisado em 2014. Quando sancionada pelo prefeito Fernando Haddad, a nova lei vai vigorar até 2029.
Veja alguns artigos que foram aprovados:
- Construção de edifícios com mais de uma vaga de garagem por unidade em grandes avenidas. A mudança modificou o projeto original, que queria justamente diminuir o número de garagens nas áreas centrais para tirar carros das ruas. Na discussão na Câmara, essa mudança teria sido feita para incentivar a venda de imóveis, em um momento de crise.
- Os vereadores criaram uma nova regra, válida por três anos, segundo a qual, as construtoras poderão criar uma vaga de estacionamento para cada 60 metros quadrados de construção, sem ter de pagar mais por isso, o que tornaria os imóveis mais baratos.
- Foi mantida a exclusão de atividades como buffet, buffet infantil, arena, cinema, teatro, bares e restaurantes em três das quatro áreas residenciais tombadas por sua singularidade urbanística do espaço: Jardins, em Pinheiros, City Lapa, na Lapa e Pacaembu, na Sé.
- Moradores do Jardim Marajoara, na Zona Sul, conseguiram impedir a mudança de perfil de parte das ruas do bairro. Será um estritamente residencial.
- Mais prazo para que indústrias instaladas em áreas não industriais possam se ajustar às exigências independemente da largura da via.
- Abertura da possibilidade de quadruplicar o limite de construção de prédios comerciais, residenciais e equipamentos públicos em áreas próximas de pátios e terminais do Metrô. Isso significa que no Terminal Bresser, por exemplo, podem ser construídos apartamentos populares.
- Também será possível a regularização de estabelecimentos comerciais instalados em corredores subterrâneos das estações do Metrô.
- Também está previsto no texto a possibilidade de beneficiar imóveis com fachada ativa e área com fruição pública não apenas nos grandes eixos da cidade, mas também nos centros dos bairros.
- O novo texto abre a possibilidade de intervenção urbana em áreas onde a Prefeitura quer estimular grandes empreendimentos em parceria com a iniciativa privada: além do Ceagesp, já previsto no texto original, o Anhembi e o Canindé, na Zona Norte.
Homem fica nu durante protesto sobre a nova lei de zoneamento (Foto: Marcelo Brandt/G1)Homem fica nu durante protesto sobre a nova lei de zoneamento (Foto: Marcelo Brandt/G1)
Protesto
Fantasiados de cactos, ativistas do grupo Minha Sampa realizaram protesto na Câmara de São Paulo contra a aprovação da nova lei de Zoneamento.
Guilherme Coelho, coordenador do grupo, disse que a fantasia era para mostrar que a cidade virará um deserto caso a proposta permita a construção de prédios e equipamentos públicos em áreas de mananciais.
Fora da Câmara, manifestantes tiraram as roupas para protestar contra a nova lei de Zoneamento.

Fotos aéreas mostram evolução das obras do novo Elevado do Joá, no Rio

De acordo com a Geo-Rio, 94% do projeto já foi concluído.
Previsão de conclusão é em junho deste ano.

Daniel SilveiraDo G1 Rio
Elevado das Bandeiras, em fevereiro de 2016 (Foto: João dos Anjos / Divulgação)Duplicação do Elevado do Joá faz parte das obras de melhoria viária para as Olimpíadas (Foto: João dos Anjos / Divulgação)
Já estão na reta final as obras de construção do novo Elevado do Joá, que liga a Zona Sul à Barra da Tijuca. O projeto, que faz parte das intervenções viárias para as Olimpíadas do Rio, promete melhorar em 35% a capacidade de tráfego entre São Conrado e a Barra da Tijuca. 

De acordo com o presidente da Fundação Instituto de Geotécnica (Geo-Rio), Márcio Machado, resta finalizar a escavação para emboque do Túnel da Barra, além de concluir a pavimentação das vias, instalar a iluminação e realizar o acabamento urbanístico - como a cobertura vegetal em alguns trechos, por exemplo.
“O prazo [para finalizar as obras] é até o final de junho, mas estamos trabalhando para terminar bem antes”, destacou Márcio, que preferiu não estimar a data de entrega da obra.
As obras tiveram início em junho de 2014. Nas imagens cedidas ao G1 pela Geo-Rio, há três trechos do trajeto, fotografado em pelo menos três etapas distintas da construção. São eles o Elevado das Bandeiras, a Ciclovia do Joá e a Ponte da Joatinga. CONFIRA AS IMAGENS.

O maior desafio do projeto, segundo o presidente da Geo-Rio, foi a escavação dos dois túneis, semelhantes aos já existentes no Elevado do Joá. Um deles tem aproximadamente 220 metros, e o outro 430 metros, totalizando 650 metros de via perfurada em rochas. Estes dois novos túneis foram perfurados mais de 40 anos depois dos primeiros – o Elevado do Joá foi construído no começo da década de 70.
“O nosso maior desafio era fazer uma obra destas com moradias em cima e em volta de toda área onde foram feitas detonações [com explosivos]. Tivemos que fazer detonações cuidadosas para não causar danos nas moradias”, disse Márcio Machado.
O novo Elevado do Joá terá fluxo somente no sentido Zona Sul – Barra da Tijuca, mas poderá funcionar com faixa reversível. Além dos dois novos túneis, paralelos aos já existentes, contará com mais uma pista, uma nova ponte na Joatinga, paralela à já existente, além de contemplar uma ciclovia por toda a sua extensão que, ligada à Ciclovia da Niemeyer, irá compor o trajeto “Tim Maia”, que liga toda a orla da Zona Sul à Barra da Tijuca com ciclovia.
O investimento total da obra é de R$ 457,9 milhões.

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Corrida por vacina antizika já mobiliza setores acadêmico e farmacêutico

Há 30 menções ao zika vírus até agora, porém, em pedidos de patentes.
Sanofi e parceira da Merck já iniciaram projetos; GSK estuda viabilidade.

Da Reuters
Suporte acomoda amostras de zika vírus na empresa de biotecnologia alemã Genekam (Foto: Ina Fassbender/Reuters)Suporte com amostras de zika vírus em empresa de biotecnologia alemã (Foto: Ina Fassbender/Reuters)
Mais uma vez o mundo clama para que cientistas e empresas farmacêuticas criem rapidamente uma vacina contra uma doença viral que, no caso mais recente, poucas pessoas tinham ouvido falar até algumas semanas atrás.
Em teoria, não deveria ser muito difícil produzir uma reação imunológica contra o zika vírus, que está se espalhando pelas Américas, mas criar um produto seguro, eficaz e de pronta entrega que proteja mulheres e meninas em risco não é fácil na prática.
Para começar, cientistas de todo o mundo sabem ainda menos sobre o zika do que sabiam sobre o vírus ebola, que causou uma epidemia jamais vista na África Ocidental no ano passado.
Devido ao seu alto índice de mortandade, o ebola foi tema de pesquisas sobre bioterrorismo, o que forneceu pelo menos um argumento a favor da busca acelerada por uma vacina. Desta vez, o vácuo de conhecimento é mais preocupante.
Só há 30 menções ao zika em pedidos de patentes – são 1.043 para o ebola e 2.551 para a dengue, de acordo com o Índice Mundial de Patentes Thomson Reuters Derwent. E só foram publicados 108 estudos de destaque sobre o zika desde 2001, contra mais de 4 mil a respeito do ebola, como revela a plataforma digital de pesquisa Web of Science.
Ainda assim, o Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, a Agência de Saúde Pública doCanadá e o Instituto Butantan, em São Paulo, iniciaram trabalhos com candidatos em potencial a uma vacina para o zika, e várias empresas de biotecnologia também estão no páreo.
Entre elas está a NewLink Genetics, que ajudou a desenvolver a primeira vacina bem-sucedida contra o ebola junto com a Merck.
Já há ao menos uma grande fabricante de vacinas: a Sanofi informou na terça-feira (2) que vai lançar um programa para criar uma vacina contra o zika, um dia depois de a Organização Mundial de Saúde (OMS) ter declarado a doença e seus supostos elos com malformação cerebral de recém-nascidos uma emergência de saúde pública mundial.
A japonesa Takeda Pharmaceutical também disse, nesta quarta-feira (3), que montou uma equipe para investigar como pode ajudar a criar uma vacina, e a GlaxoSmithKline (GSK) está finalizando estudos de viabilidade para determinar se sua tecnologia de produção de vacinas pode servir.
A infecção do zika é tão amena que, na ampla maioria dos casos, suas vítimas não sabem estar infectadas, por isso é improvável que este grupo de pacientes em potencial precise ou queira ser imunizado.
O grupo alvo crucial são as mulheres que podem estar grávidas, já que a maior ameaça que se suspeita na doença é sua possível conexão com a microcefalia.

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