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terça-feira, 1 de março de 2016

Deputados tentam na Justiça e no MP impedir posse de novo ministro

Procurador baiano foi escolhido por Dilma para o Ministério da Justiça.
Para deputados de oposição, nomeação de procurador viola Constituição.

Nathalia PassarinhoDo G1, em Brasília
Dois deputados de oposição informaram nesta terça-feira  (1º) que tentam na Justiça Federal e no Conselho Nacional do Ministério Público impedir a posse do procurador baiano Wellington Lima e Silva como ministro da Justiça. Ele foi indicado nesta segunda (29) para substituir José Eduardo Cardozo, que irá para a Advocacia-Geral da União.
O deputado Mendonça Filho (DEM-PE) informou que vai protocolar na Justiça Federal de Brasília ação popular com esse objetivo. Com a mesma finalidade, o líder do PPS na Câmara, deputado Rubens Bueno (PR), protocolou uma representação no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) .
Procurada pelo G1, a assessoria de imprensa da Presidência informou que não se manfiestará sobre o assunto.
O artigo 128 da Constituição veda a membros do Ministério Público "exercer, ainda que em disponibilidade, qualquer outra função pública, salvo uma de magistério"
Ação na Justiça
Mendonça Filho diz que a ação se baseia no artigo 128, inciso II, alínea d, da Constituição Federal, segundo o qual é vedado aos membros do Ministério Público “exercer, ainda que em disponibilidade, qualquer outra função pública, salvo uma de magistério”.
O deputado explicou que não entrou com ação no Supremo Tribunal Federal (STF), responsável por garantir o respeito à Constituição, porque, nessa hipótese, o pedido teria que ser assinado por um partido político.
“Quero protocolar ainda hoje uma ação popular questionando a nomeação dele enquanto membro do Ministério Público da ativa. É inconstitucional, conforme o artigo 128 da Constituição. Para ir ao Supremo, teria que ser por uma Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF), que precisa ser assinada por partido político. Eu, como deputado, não sou um partido. Não houve tempo para essa discussão no DEM”, disse Mendonça Filho.
O artigo 129 da Constituição diz que está entre as funções institucionais do Ministério Público "exercer outras funções que lhe forem conferidas, desde que compatíveis com sua finalidade, sendo-lhe vedada a representação judicial e a consultoria jurídica de entidades públicas"
Ações populares são permitidas para questionar atos legais que possam gerar prejuízos ao erário. “Lógico que o melhor viés jurídico seria a ADPF no Supremo, mas eu não estou impedido de entrar com ação popular. Há prejuízo ao erário na medida em que o novo ministro da Justiça está ocupando cargo público, recebendo salário, tendo as regalias, sendo que os atos praticados por ele podem ser revogados se a indicação for considerada ilegal”, justificou o ex-líder do DEM.
Representação
O líder do PPS na Câmara, deputado Rubens Bueno (PR), protocolou uma representação no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) a fim de impedir que Wellington César Lima e Silva obtenha licença do cargo para ser empossado como ministro da Justiça.
Na representação o deputado também argumenta que o artigo 128 da Constituição Federal veda aos membros do MP exercer outras funções.
“A já anunciada nomeação e consequente posse de membro do Ministério Público em cargo de Ministro de Estado viola o disposto no art. 128, § 5o, II, ‘d’, da Constituição Federal, que veda aos membros do parquet ‘exercer, ainda que em disponibilidade, qualquer outra função pública, salvo uma de magistério’”, diz Rubens Bueno.
Constituição
Apesar de o artigo 128 vedar que membros do Ministério Público exerçam outras funções além de magistério, o artigo 129, inciso IX da Constituição, abre brecha para permitir que procuradores ocupem outros cargos desde que “compatíveis” com as funções institucionais do MP.
“São funções institucionais do Ministério Público: IX - exercer outras funções que lhe forem conferidas, desde que compatíveis com sua finalidade, sendo-lhe vedada a representação judicial e a consultoria jurídica de entidades públicas”, diz o trecho da Constituição.
Em 2006, quando Antonio Fernando de Souza era procurador-geral da República, uma resolução do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) proibiu que integrantes do MP assumissem outra função pública. A decisão se baseou em uma interpretação dos artigos 128 e 129 da Constituição.
Em 2011, na gestão de Roberto Gurgel como procurador-geral, o CNMP revogou a resolução por entender que a interpretação do conselho de vedar procuradores de assumir outras funções públicas era equivocada, uma vez que a Constituição suscita mais de uma interpretação.
Atualmente não há vedação, portanto, por parte do CNMP, mas a Justiça pode vir a ter interpretação diferente sobre o caso. Uma decisão definitiva só poderá ser tomada quando o caso for submetido ao Supremo Tribunal Federal.

Tom Cavalcante e família são internados com gripe H1N1

A família teria contraído a doença durante um passeio pela Disney, nos Estados Unidos
Da Redação (redacao@correio24horas.com.br)
Atualizado em 01/03/2016 18:27:52
  
Tom Cavalcante com a mulher, Patrícia, e a filha, Maria (Foto: Reprodução/Instagram)
(Foto: Reprodução/Instagram)
O humorista Tom Cavalcante, a sua esposa Patrícia, e a filha mais nova do casal, Maria, 16 anos, estão internados no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, com gripe H1N1. Segundo informações do portal Ego, a família contraiu a gripe nos Estados Unidos.
"Eles sentiram os sintomas na Disney, em Orlando", disse a agente do humorista ao portal. Ainda de acordo com a assessoria, a família chegou no Brasil no domingo (28) e foi internada no mesmo dia. Eles deverão ter alta na quinta-feira (3).
O hospital Sírio-Libanês divulgou um boletim médico sobre o estado de saúde de Tom Cavalcante.
"O humorista Antonio Jose Rodrigues Cavalcante (Tom Cavalcante) deu entrada no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, no dia 28/02, com quadro infeccioso e diagnóstico de H1N1.
O paciente está sendo medicado e deverá receber alta nos próximos dias. As equipes médicas que o acompanham são coordenadas pelos Profs. Drs. Roberto Kalil Filho e David Everson Uip."

Modelo fatura R$ 2,5 mil por mês com fotos eróticas e poesias no WhatsApp

"O que começou como uma maneira de me expressar virou meu campo profissional"
Da Redação (redacao@correio24horas.com.br)
  
Rayssa Potel vende fotos sensuais e poesias no WhatsApp
(Foto: Reprodução)
A modelo paulista Rayssa Potel encontrou no aplicativo de mensagens WhatsApp uma forma de ganhar a vida. Em um grupo fechado com 250 pessoas, Rayssa cobra R$ 10 por mês de cada membro para enviar fotos eróticas e poesias. Ela contou ao portal UOL que começou a compartilhar os conteúdos há seis anos.
Segundo Rayssa, o grupo foi criado após ela se sentir perseguida pela censura nas redes sociais Facebook e Instagram, onde também divulga seu trabalho.
"Meu 'start' se deu realmente depois de tanto ser bloqueada e ter material meu apagado sem violar coisa alguma, sendo que há páginas e páginas de maus-tratos animais e violência infantil e sexual e por aí vai", desabafou.
A ideia ganhar pelas postagens veio após ela ler reportagens sobre start-up. "O que começou como uma maneira de me expressar virou meu campo profissional, no qual dedico boa parte do meu dia estudando e escrevendo poesias. Sou modelo desde os 13 anos, porém gostaria de dar um significado a mais nessa profissão que por muitas vezes é vazia e egoísta", contou ao UOL. 

PF prende vice-presidente do Facebook por descumprir ordens judiciais


descumprir ordens judiciais
Do UOL, em São Paulo  01/03/2016 - 11h33  >  Atualizada 01/03/2016 - 13h44 

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Reprodução/Facebook
Diego Dzodan, vice-presidente do Facebook para a América Latina
Diego Dzodan, vice-presidente do Facebook para a América Latina

A Polícia Federal prendeu na manhã desta terça-feira (1) o vice-presidente do Facebook na América Latina, o argentino Diego Jorge Dzodan. Ele foi detido antes de sair para o seu escritório, no bairro do Itaim Bibi, em São Paulo. Após prestar declarações na Superintendência da PF, na Lapa, o executivo foi transferido ao CDP (Centro de Detenção Prisional).
Segundo nota da PF, o pedido de prisão preventiva foi expedido pelo juiz criminal da Comarca de Lagarto (SE), Marcel Maia Montalvão, após reiterado descumprimento de ordens judiciais, que solicitavam informações contidas na rede social para produção de provas a serem usadas em investigação de crime organizado e tráfico de drogas.
A Justiça havia solicitado os endereços físicos de onde os traficantes trocavam mensagens tanto pelo Facebook quanto pelo Whatsapp, app de mensagens que também pertence ao Facebook.
Segundo Mônica Horta, chefe de comunicação da PF de Sergipe, o executivo foi procurado três vezes pela Justiça nos últimos meses para prestar esclarecimentos.

UAo não responder aos pedidos, o juiz estipulou multa diária de R$ 50 mil, que não foi cumprida por mais 30 dias. Depois essa multa aumentou para R$ 1 milhão por dia
O Facebook, de acordo com Mônica, não poderia deixar de fornecer os dados alegando descumprimento de sua política de privacidade. "Ordem judicial deve ser cumprida por toda empresa. Já emitimos ações similares contra empresas de e-mails, que respeitaram a ordem", comentou ela.
O Facebook Brasil ainda não se comunicou a respeito.
O juiz Marcel Maia Montalvão também não quis comentar a prisão de Dzodan, alegando que o caso tramita em segredo de Justiça.
Em nota, ele disse apenas que "trata-se de um processo de tráfico de drogas inteterestadual, em que a Polícia Federal solicitou ao juízo a quebra do sigilo de mensagens trocadas no WhatsApp. O que foi deferido pelo magistrado". A decisão teve como base o artigo 2º, parágrafo 1º, da lei 12.850 de 2013: "Nas mesmas penas incorre quem impede ou, de qualquer forma, embaraça a investigação de infração penal que envolva organização criminosa."
Whatsapp na berlinda desde 2015
Em dezembro do ano passado, a Justiça mandou suspender o WhatsApp por motivo parecido, com base na lei do Marco Civil da internet, que exige que serviços ofertados no país respeitem a legislação brasileira. O bloqueio devia durar 48 horas, mas no fim o aplicativo ficou 12 horas fora do ar.
Em fevereiro de 2015, a Justiça de Teresina, no Piauí, também determinou a suspensão do WhatsApp por não cumprir decisões judiciais. Mas as operadoras recorreram e o aplicativo não teve seu funcionamento suspenso.
Especialistas interpretaram, na época, que era uma tentativa de forçar a empresa a colaborar com a investigação de crimes graves, já que as aplicações de multas não surtiam efeito.
Frederico Ceroy, presidente do Instituto Brasileiro de Direito Digital, afirmou na época que a decisão abria um precedente no Judiciário brasileiro, especialmente pela postura "arredia" que o Facebook tem tido com a Justiça do país. "Se a empresa continuar se negando a fornecer os dados requeridos judicialmente, haverá um pedido por dia", disse o especialista.
Embora o WhatsApp alegue não ter as informações solicitadas pela Justiça brasileira, as autoridades, de acordo com Ceroy, pedem que sejam informados apenas os dados que possui. "Por exemplo, um determinado usuário usa o celular número tal, da operadora tal e se conectou com esse outro usuário da operadora tal. Não se quer ter acesso às conversas", afirma. "O que notamos é que há uma má vontade do app em colaborar."

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Aula 1 | Curso Completo de Formatação

https://youtu.be/__H0aJxGmsE

Pertences do neto de Chico Anysio são achados em Quissamã, no RJ

Polícia faz buscas na região para tentar encontrar Rian Britto, de 25 anos.
Filho de Nizo Neto está desaparecido deste terça-feira (23).

Do G1 Rio
Agentes da Delegacia de Descobertas de Paradeiros foram para o município de Quissamã, no Norte Fluminense, após documentos e roupas de Rian Brito, de 25 anos, neto do humorista Chico Anysio, serem encontrados na Praia do Paulista nesta segunda-feira (29). Policiais e bombeiros iniciaram as buscas no Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba e em pousadas nos arredores. O jovem está desaparecido desde terça-feira (23).
Quissamã, RJ
De acordo com o coordenador da Defesa Civil em Quissamã, Amaro Garcia, as buscas por Rian serão retomadas na terça-feira (1°) às 6h. Em entrevista na tarde desta segunda, o delegado Carlos Augusto Guimarães, da 130ª DP, disse que buscas serão iniciadas também no mar.
"Os pertences que foram encontrados aqui, eu só estou autorizado a confirmar que realmente são do rapaz Rian, que está desaparecido. A assessoria da Polícia Civil vai prestar maiores esclarecimentos através de uma nota. Os bombeiros já tiveram autorização do comando para fazer buscas tanto na mata como no mar para saber se encontram o rapaz", afirmou Carlos Augusto.
O delegado contou ainda que os objetos de Rian foram encontrados por um homem no domingo (28) e levados até a DP nesta segunda.
"O que eu posso dizer é que as investigações, tanto da Polícia Civil como do Corpo de Bombeiros, vão continuar até que encontrem o rapaz. Foram encontrados os documentos pessoais, o cartão bancário, uma camisa e o chinelo dele. Um rapaz estava passando na praia e encontrou (os objetos), levou para sua casa e guardou. Quando viu na televisão que se tratava do Rian, ele veio na delegacia entregar. É o que eu posso dizer agora", declarou o delegado.
Imagens
No domingo (28), a Polícia Civil divulgou imagens que mostra Rian entrando em um táxi em um shopping da Zona Sul do Rio. A polícia ainda não descobriu a identidade do taxista, que poderia ajudar a saber o paradeiro do rapaz. As imagens, cedidas pelo shopping, mostram Rian descendo uma escadaria e fazendo sinal para um táxi por volta das 13h30.
O pai de Rian, o ator Nizo Neto, divulgou as imagens em uma rede social e falou da importância de que sejam compartilhadas. A mãe do rapaz disse, recentemente, não ter tanta certeza que o filho está bem.
A delegada informou que o caso está sob investigação e testemunhas têm sido ouvidas. Ainda de acordo com ela, a polícia também busca outras imagens que posam ajudar nas investigações.
Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o VC no G1 RJ ou por Whatsapp e Viber.

Tubarão de quase 3 metros fica preso a rede de pesca no Norte Fluminense

Tubarão foi capturado durante pesca de robalo em Quissamã.
Captura foi feita por pescadores na manhã desta segunda-feira (29).

Do G1 Norte Fluminense
Tubarão ficou preso na ede de pesca do robalo (Foto: Divulgação/ Coordenadoria de Quissamã)Tubarão ficou preso na rede de pesca do robalo
(Foto: Divulgação/ Coordenadoria de Quissamã)
Um tubarão cação de quase três metros de comprimento surpreendeu pescadores na manhã desta segunda-feira (29) na Praia de João Francisco, em Quissamã, no Norte Fluminense. Os pescadores estavam pescando robalo quando o tubarão ficou preso na rede.
De acordo com os pescadores, a rede estava a uma distância de dez metros da orla. Populares dissseram que o animal já havia sido visto algumas vezes no local. Segundo os pescadores, o cação é da espécie tintureira, pesa cerca de 220 kg e possui aproximadamente 2,80 metros.
Um dos pescadores informou que é raro encontrar essa espécie com esse tamanho e características na região. “É muito raro a gente conseguir pescar esse peixe aqui na área. Hoje é um dia especial para a gente. Fomos presentados e foi difícil até acreditar num primeiro momento”, disse Fábio dos Anjos.
Segundo pesquisadores, não é comum o registro de ataques desta espécie ao ser humano no litoral brasileiro.
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