EMPREENDEDOR DE SUCESSO

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

William Bonner pode ser substituido por Evaristo Costa no JN, diz jornal


De acordo com a publicação, Bonner não irá perder a função de editor-chefe

Redação iBahia
  
Após 20 anos a frente do Jornal Nacional, William Bonner poderá deixar a bancada. Assim como aconteceu com Fátima Bernardes, sua ex-mulher, a Globo vem dando início ao processo de sua saída. As informações são da coluna Zapping do jornal 'Agora São Paulo', que afirma ainda que Evaristo Costa, atualmente no 'Jornal Hoje' ao lado de Sandra Annenberg, está sendo cotado para substituir Bonner. 
(Foto: Reprodução/Instagram)
A publicação ainda afirma que a saída de Bonner da bancada não o tiraria da função de editor-chefe do noturno. A ideia da Globo é de manter o apresentador à frente de coberturas e reportagens especiais, mas com foco no comando dos bastidores.
Divórcio
Bonner e Fátima emitiram um comunicado na noite de segunda-feira (29), revelando o divórcio. No comunidade, eles também afirmam que não vou se pronunciar mais sobre o caso. "Em respeito aos amigos e fãs que conquistamos nos últimos 26 anos, decidimos comunicar que estamos nos separando. Continuamos amigos, admiradores do trabalho um do outro e pais orgulhosos de três jovens incríveis. É tudo o que temos a declarar sobre o assunto. Agradecemos a compreensão, o carinho e o respeito de sempre.", escreveram.
Porém, de acordo com colunistas, os dois não dormiam juntos mais há cerca de dois anos. Uma colega de trabalho do jornalista teria sido o pivô da separação, mas o nome dela não foi divulgado pela colunista Fabíola Reipert. 
iBahia.com

Com 2 mil voluntários, festa da Paralimpíada abordará condição humana e inclusão


Elementos nacionais também estarão presentes, como as praias cariocas, consideradas locais democráticos pela equipe

Vinícius Lisboa, da Agência Brasil (redacao@correio24horas.com.br)
Atualizado em 02/09/2016 17:25:01
  
 Os diretores criativos Fred Gelli e Marcelo Rubens Paiva falam sobre a cerimônia de abertura da Paralimpíada (Foto: Divulgação/Rio 2016)
A cerimônia de abertura da Paralimpíada do Rio de Janeiro se dedicará menos a contar a história do Brasil e mais a abordar a condição humana, informaram nesta sexta-feira (2) os diretores criativos da festa em uma entrevista à imprensa. O espetáculo terá como lema a frase "O coração não conhece limites" e também a frase em inglês "Everybody has a heart", que funciona com um duplo sentido que pode ser traduzido para "Todo mundo tem um coração/ todo corpo tem um coração". A cerimônia está marcada para as 18h15 da próxima quarta-feira (7), no estádio do Maracanã. O término está previsto para as 21h.
O escritor Marcelo Rubens Paiva, um dos três diretores criativos do evento, disse que a abertura da Olimpíada tinha a obrigação de contar a história do país e utilizar ícones nacionais. "Nós, não. Estamos ligados na humanidade, no ser humano, na condição humana, no sentido, na dificuldade, na solidariedade, no amor, no coração. É muito mais gostoso de criar", afirmou ele, que é cadeirante.
Elementos nacionais também estarão presentes, como as praias cariocas, consideradas locais democráticos pela equipe. Marcelo disse ver a Paralimpíada como a maior bandeira de uma nova visão de mundo que não encara o homem com apenas um padrão, mas com diferentes formatos possíveis. "É um desenho universal, que não é só fazer uma rampa para deficientes, mas para mulheres grávidas, idosos, pessoas que quebraram a perna, carro de bebê, deficiente visual. É um novo mundo", disse o diretor, que pediu que o público não perca o início da festa. "Começa de forma espetacular. É para emocionar, rir e chorar."
O espetáculo contará com um elenco de 2 mil voluntários e 78 bailarinos, além de duas companhias de dança de cadeirantes. Mais 500 profissionais estarão envolvidos. O Comitê Rio 2016 colocou 45 mil ingressos à venda e 4 mil ainda não foram comprados. A capacidade será de 50 mil pessoas e os outros lugares serão ocupados por convidados. O protocolo prevê que o presidente da República, Michel Temer, declare os jogos abertos, assim como na Olimpíada.
Participação dos atletasA entrada dos atletas vai começar mais cedo na cerimônia de abertura da Paralimpíada. As delegações devem desfilar pelo Maracanã aos 18 minutos, e a ideia dos organizadores é que os atletas possam assistir às atrações. O artista plástico Vik Muniz, que também é diretor criativo da cerimônia, vai preparar uma obra ao vivo no estádio durante a parada dos atletas. A pira olímpica deve ficar no lado leste do Maracanã, de frente para as tribunas, e o palco será central, e não mais no canto de um dos gols. Assim como na Olimpíada, um pequeno revezamento deve conduzir a chama dentro do estádio e atletas e ex-atletas vão participar.
A americana Amy Purdy, medalhista do snowboard nos Jogos de Inverno, terá um papel de destaque e fará uma performance de dança na cerimônia. Seu parceiro ainda é um mistério e a coreografia deve envolver trocas das próteses de suas duas pernas.
"Primeiro, eu não tinha certeza se ia aceitar o convite, porque queria saber como seria feito", contou a atleta, que está ensaiando no Brasil há um mês e meio. Ela se disse muito animada e satisfeita com a performance. "É uma grande responsabilidade abrir os Jogos e tudo o que os Jogos significam."
A cerimônia contará com uma roda de samba com os artistas Diogo Nogueira, Maria Rita, Pretinho da Serrinha, Pedrinho da Serrinha, Monarco, Hamilton de Holanda, Xande de Pilares e Gabrielzinho do Irajá, que é deficiente visual.
OrçamentoO produtor executivo da festa e chefe da empresa Cerimônias Cariocas 2016, Flavio Machado, disse que o orçamento do espetáculo não foi um problema para as ideias que os diretores criativos elaboraram. O valor do orçamento não foi divulgado. "Tem algo sobre ser brasileiro que é fazer mais com menos. O orçamento foi suficiente para fazer o que criamos. Não foi um problema e não será uma desculpa", contou Flavio, que espera passar uma mensagem provocativa: "A gente trabalhou em um conceito criativo muito forte. Queremos provocar a audiência e desmontar o preconceito com a deficiencia."
Uma das principais marcas da abertura e encerramento olímpicos, as projeções no chão do estádio devem ser bastante utilizadas mais uma vez na Paralimpíada.
Terceiro diretor criativo da cerimônia, o designer e professor universitário Fred Gelli conta ter aprendido muito com o trabalho em conjunto com Marcelo Rubens Paiva, que ensinou que o atleta paralímpico
não tem uma história de superação por conta de sua deficiência, mas pela luta para superar marcas paralímpicas e conquistar medalhas. "No fundo, a superação para esses caras é bater o recorde do oponente", disse Fred.
"Todos somos eficientes e deficientes em certo sentido. Queremos tratar disso e fazer uma cerimônia muito humana", completou.
Os Jogos Paralímpicos 2016 serão transmitidos pela TV Brasil, em parceria com emissoras da Rede Pública de Televisão dos estados. O evento, que ocorre de 7 a 18 de setembro, terá a presença de 4.350 atletas de 160 países, competindo em 22 modalidades.

Você lembra de Paty, grande amor de Chaves? Veja como ela está


Ex-atriz hoje é psicóloga na Cidade do México

Da Redação (redacao@correio24horas.com.br)
Atualizado em 01/09/2016 21:52:24
  
Paty (Foto: Reprodução)
Uma personagem de Chaves que acaba às vezes passando esquecida, mas muito querida pelo público, era Paty, grande amor do personagem principal. Moradora do apartamento 23 e sobrinha de Glória, que ganhou o coração de Seu Madruga, ela foi interpretada no seriado pela atriz Ana Lillian de la Macorra.
Hoje com 58 anos, Ana esteve no Brasil em maio, para participar de um evento de fãs de Chaves na cidade de São Paulo. Atualmente, ela não trabalha mais como atriz e é psicóloga na Cidade do México.
Em 2013, a atriz falou sobre como foi estar em Chaves. "Meus amigos riem muito do fato de eu ter participado de 'Chaves'. E meus pacientes, quando descobrem, falam: 'Não, minha psicóloga é a Paty' (risos)", afirmou Ana Lilian, "Eu fui a responsável por fazer os testes com as atrizes que se candidataram, mas não conseguimos achar ninguém que se encaixasse nos requisitos, então de repente o Roberto virou e falou: 'É você!'. E eu fiquei dizendo 'Não, não, não... Eu não sou atriz, não trabalho em frente às câmeras", lembra.
Veja como Ana está atualmente:
(Foto: Reprodução)

Bonner e Fátima não dormiam juntos há cerca de 2 anos, diz colunista


Colunista afirma que casal aproveitou o intercâmbio dos filhos para o Canadá para se separar

Redação iBahia
Atualizado em 01/09/2016 16:54:57
  
O desenrolar da separação de William Bonner e Fátima Bernardes esta dando o que falar. O casal que anunciou o fim do casamento de mais de 20 anos na última segunda-feira (29), vem atiçando o faro dos internautas em descobrir qual o real motivo para o ponto final na relação. 
O colunista Léo Dias, do jornal 'O Dia', afirmou na manhã desta quarta-feira (31) que o jeito temperamental de William e a ascensão profissional e financeira de Fátima frente ao ‘Encontro’ foram os fatores que contribuíram para o fim da relação.
(Foto: Divulgação)
As informações foram passadas ao colunista através de um amigo do casal que prefere não se identificar. Segundo Dias, há dois anos Bonner e Fátima não dormiam mais no mesmo quarto. Na nota publicada pelo colunista, ele afirma que o casal aproveitou o intercâmbio dos filhos para o Canadá, em maio deste ano, para comunicarem o fim do relacionamento.

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Proteja-se da chikungunya, a "nova dengue"

A febre transmitida pelos mesmos mosquitos da doença que aparece no verão pode ser evitada de maneiras simples. Conheça os sintomas, o tratamento e fique de olho na chikungunya!


O mesmo mosquito pode transmitir uma nova doença, fique de olho!
Foto: Getty Images
A febre chikungunya, transmitida pelos mesmos mosquitos que transmitem a dengue, chegou ao país em 2010 e tem feito cada vez mais vítimas. Nos últimos meses, o número de infectados pela "nova dengue" ou "prima da dengue" passou de 800. Os estados mais afetados são Bahia e Amapá, mas o Ministério da Saúde se prepara para o aumento de casos em todo o país no verão. Saiba como proteger sua família:

 Como se pega a febre chikungunya?

"A chikungunya é transmitida pela picada de mosquitos contaminados", explica Cristiane da Cruz Lamas, diretora da Sociedade Brasileira de Infectologia. Assim como a dengue, duas espécies podem transmiti-la: o Aedes aegypti, tipo mais comum nas cidades, e o Aedes albopictus, encontrado em regiões de mata.

Quais são os sintomas?

Febre, sensação de cansaço, dor nas articulações e, em alguns casos, vermelhidão na pele. "O quadro inicial pode ser confundido com uma gripe ou com a própria dengue", alerta a especialista.

Quanto tempo a doença dura?

Em geral, de sete a dez dias, mas a dor nas articulações pode levar meses para passar. Nesse caso, é tratada como artrite crônica. E não há nada que se possa fazer para evitar o tormento: "É uma reação que varia de corpo para corpo", diz a infectologista. Apesar disso, a chikungunya provoca menos mortes que a dengue, pois não há risco de hemorragias.

Como é o tratamento?

O tratamento apenas alivia a febre e as dores. "Não tome analgésicos e anti-inflamatórios por conta própria. Eles podem causar hemorragias se for um quadro de dengue. Como as duas doenças são parecidas no começo, a confusão é comum", afirma a especialista.

Prevenção em dose dupla

Mantenha os mosquitos longe de casa e fique livre da dengue e da chikungunya:
. Não acumule água em pneus, vasos ou garrafas.
. Certifique-se de que a caixa-d’água está tampada.
. Tem piscina em casa? Faça a manutenção necessária.
. Não jogue lixo na rua. Isso evita enchentes e a formação de poças de água.
. Quando estiver em um local com muitos mosquitos, use bastante repelente.
. Procure colocar telas nas janelas de casa.

M de Mulher

Como identificar e vencer a baixa autoestima em 5 passos


É importante se dar conta de que nossa autoestima depende de nós mesmos, e não do que os outros pensam. Aprenda a se valorizar e se amar acima de todas as coisas.

Quando somos pequenos ninguém nos ensina como construir um bem-estar emocional adequado.
Se tivermos a sorte de que nossa família nos ofereça um entorno facilitador cheio de bondade, é possível que nossa autoestima seja mais ou menos funcional.
Agora, na medida em que crescemos, essa dimensão frágil e vulnerável pode experimentar muitos altos e baixos em função de cada uma de nossas vivências.
A sociedade sempre nos explica que, para ter sucesso é preciso ser especial, é preciso ser válido em todos os aspectos, perfeito fisicamente, corajoso e triunfante.
Porém, as pessoas acabam desenvolvendo uma substituição da autoestima, onde validam a si mesmas em função de como os outros as tratam.
Se alguém os rejeita é porque não são dignos de serem amados. Se são demitidos do trabalho é porque não servem para aquela tarefa. Se os amigos os deixam de lado é porque não merecem a confiança de ninguém.
Esses pensamentos não são adequados. Jamais devemos derivar nestes estados emocionais tão negativos.
Hoje, aqui em nosso espaço, queremos explicar quais são os 5 indicadores mais comuns da baixa autoestima e como podemos enfrentá-la. Não deixe de conferir!

Como detectar a baixa autoestima em 5 passos?

Autoestima não é, absolutamente, “acreditar que somos a melhor pessoa do mundo” e ainda menos ver a nós mesmos como “os piores”. O primeiro caso é reflexo de um orgulho cego, e o segundo é um exemplo claro de baixíssima autoestima.
Deveríamos aprender desde crianças a acreditar em nós mesmos e em nossas capacidades.
O problema começa quando nos centramos na necessidade de que sejam os demais que nos demonstrem se somos ou não válidos para fazer algo, ou se somos ou não dignos de ser amados.
É uma fonte terrível de sofrimento que deveríamos evitar. Vejamos agora quais são essas chaves que nos indicarão se nossa autoestima é forte ou não.

1. Tenho medo de me enganar

Quando crianças buscamos o apoio de nossos pais e mestres para fazer algo. Se me engano, pelo menos terei um adulto ao lado para me ajudar.
Agora, chegamos à idade adulta e ainda continuamos tendo medo do erro, de falhar, de nos enganarmos, e pensamos, além disso, que não estamos capacitados o bastante para fazer isso ou aquilo.

Como enfrentar esse medo?

Uma baixa autoestima se reflete, antes de tudo, nesse acúmulo desmedido de medos. A primeira coisa que deveríamos derrubar é o medo de nos enganarmos.
Os erros não são ruins, eles nos ensinam a obter uma aprendizagem sobre como fazer as coisas melhor. Não devemos nos etiquetar como torpes só porque nos enganamos, porque não há juiz pior do que si mesmo.

2. Irritabilidade

O mau humor, a apatia, estar sempre irritado por cada coisa que acontece ou que deixa de acontecer é, frequentemente, reflexo de uma baixa autoestima e inclusive de uma depressão.
São esses momentos em que temos a sensação de que perdemos o controle de tudo o que nos rodeia. Já não temos mais expectativas, e isso é algo realmente perigoso.

Como enfrentar essa situação?

Estabeleça prioridades, por isso seu primeiro objetivo deve ser o de atender a você mesmo. Mude de rotina, de amizades, pratique novas tarefas e encontre novos hobbies.
Apagar o barulho mental da negatividade o despertará para novos sonhos.

 3. Desejo de agradar

Em nosso espaço já falamos numerosas vezes sobre o risco que existe nessa necessidade constante de agradar a todos, de satisfazer a cada pessoa que nos rodeia.
Quando isso é levado ao extremo, reflete uma baixa autoestima.
Apesar de não haver nada ruim com respeito a sentir prazer em satisfazer os outros de vez em quando, o problema surge quando precisamos da complacência externa a cada instante para “nos sentirmos bem”.

Como enfrentar o desejo de agradar?

Tente fazer atividades de forma individual, sem a necessidade de se explicar para ninguém. Desfrute de seus instantes de solidão e aprenda, antes de tudo, a ser assertivo, a dizer “não” quando alguém pede algo que você não quer fazer.
É necessário gerenciar essa dependência excessiva dos demais.

4. Carregar o “peso do mundo”: autoculpabilidade

Há épocas em que cada coisa que acontece ao nosso redor parece ser culpa nossa. Quando nosso filho está mal na escola pensamos que, talvez, não estejamos ajudando-o o suficiente.
·    Quando nossos pais ficam doentes, dizemos a nós mesmos que tínhamos que ter dado um pouco mais de atenção a eles.
·     Quando alguém nos critica ou nos rejeita, culpamos a nós mesmos.

Como gerenciar a autoculpabilidade?

Precisamos entender que nossa função não é “carregar o peso do mundo”. Nem tudo é nossa responsabilidade, não somos obrigados a dar ar a tudo o que respira.
Tire os pesos de você, tente descansar a mente e o corpo e apreciar as coisas mais simples de forma mais livre. Procure momentos para você e deixe de se auto avaliar.

5. Falta de esperanças

Não importa que tenhamos 8 ou 80 anos. As pessoas sempre têm algum projeto, alguma ambição e inumeráveis esperanças que dão luz e cor à nossa vida.
Se percebe que todos os dias se levanta pela manhã sem propósitos e nem ilusões e se limita a se deixar levar apenas pelo que os outros decidem, então sua autoestima precisa ser curada, atendida.

Como enfrentar a falta de esperanças?

Os sonhos se apagam muitas vezes porque caímos na rigidez das rotinasporque já não há estímulos externos e porque, por dentro, não nos sentimos nada bem.

Busque novas paixões. Inscreva-se em algum curso, mude de cenários e, principalmente, de gente. Fazer novas amizades é, às vezes, o melhor remédio para o coração.
fonte: melhorcomsaude

SEJA UM EMPREENDEDOR DIGITAL, NO CONFORTO DO SEU LAR, COM SEU ESCRITÓRIO VIRTUAL

SEJA UM EMPREENDEDOR DIGITAL

  SEJA UM EMPREENDEDOR DIGITAL Tenha sua  Página Lucrativa  Online e Fature Dezenas ,  Centenas  ou  Milhares  de PAGAMENTOS  de  R$ 50,...