Depois, Marcelo encaminhou pelo WhatsApp uma mensagem confessando o crime para uma tia
O acusado de matar a mulher e a filha de oito meses no Ceará confessou à polícia que depois de cometer o crime ele dormiu. Marcelo Barberene Moraes, 37 anos, entrou em pânico ao acordar, segundo depoimento que ele prestou à delegada Socorro Portela.
"O Marcelo disse que foi só quando acordou que viu a besteira que tinha feito. Nesse momento, teria começado a gritar de desespero. Ele alegou que não se lembrava do que tinha feito", disse a delegada ao Extra. Ele não consumiu drogas na noite, segundo a polícia.
Adriana e bebê Jade foram mortas (Foto: Reprodução/Facebook)
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Depois, Marcelo encaminhou pelo WhatsApp uma mensagem confessando o crime para uma tia. "A família tinha um grupo no WhatsApp. Após o crime, um familiar mandou uma mensagem falando que Marcelo tinha confessado o crime para uma tia e pedido perdão. A mensagem também chegou no celular da Adriana", acrescentou a delegada.
Adriana Pessoa de Carvalho Moraes, 38 anos, e a filha de oito meses, Jade, foram achadas mortas na manhã de domingo, na casa de veraneio da família, em Paracuru. A mulher foi baleada na cabeça e a filha nas costas. Marcelo inicialmente disse que a casa teria sido arrombada, mas acabou confessando o crime ontem.
"No momento em que fazíamos a nova perícia, ele começou a chorar e confessou o crime. Afirmou que discutiu com a Adriana e pegou a arma que estava guardada em um armário e atirou nas vítimas", disse a delegada.
Vida normal
A babá que cuidada da pequena Jade, Rafaela Nogueira, foi ouvida na delegacia nesta terça. Ela contou que nunca presenciou uma briga entre o casal, que parecia viver bem. "Trabalho com eles há oito meses, desde que a Jade nasceu, e eles pareciam viver bem e não costumavam brigar. Nunca vi nenhum problema entre eles", garantiu ao G1.
A babá que cuidada da pequena Jade, Rafaela Nogueira, foi ouvida na delegacia nesta terça. Ela contou que nunca presenciou uma briga entre o casal, que parecia viver bem. "Trabalho com eles há oito meses, desde que a Jade nasceu, e eles pareciam viver bem e não costumavam brigar. Nunca vi nenhum problema entre eles", garantiu ao G1.
A funcionária só trabalhava durante a semana e não estava com a família no momento do crime. O casal ainda tinha uma filha de 7 anos, que dormia quando os assassinatos aconteceram.
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