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segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Pena de 20 anos e oito meses foi diminuída para 16 anos. Em defesa, homem alegou ter cometido crime após ameaça da vítima. Jeferson Carlos Do G1 Ariquemes e Vale do Jamari FACEBOOK Paulo Cézar Valdomiro é procurado pela polícia (Foto: Polícia Civil/ Divulgação) Paulo Cézar Valdomiro fchegou a ser foragido da Justiça (Foto: Polícia Civil/ Divulgação) O acusado de ter assassinado a tiros um homem de 28 anos em dezembro de 2014, em Ariquemes (RO), no Vale do Jamari, teve a pena de homicídio reduzida pelo Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO). Em recurso de apelação criminal, Paulo César Valdovino, conseguiu por unanimidade dos votos a diminuição da pena imposta de 20 anos e oito meses para 16 anos. Segundo a Justiça, o homem também é acusado de ter atirado contra outro rapaz, de 22 anos, no mesmo dia do crime no Setor Mutirão. A condenação inicial de 20 anos havia sido procedida pelo Tribunal do Júri de Ariquemes. A princípio, o réu inconformado com a decisão do Tribunal do Júri de Ariquemes ingressou com recurso de apelação criminal no Tribunal de Justiça de Rondônia, alegando em sua defesa que cometeu o crime perante forte emoção, pois estaria sendo ameaçado pela vítima. saiba mais Homem é morto e outro baleado no Setor Mutirão em Ariquemes, RO Polícia Civil divulga foto de suspeito de cometer homicídio, em RO A defesa alegou que a decisão dos jurados contrariava a prova contida nos autos, solicitando o afastamento das penas qualificatórias de motivos torpe, fútil e surpresa já que não foram comprovadas no processo. Na pena revista pelo desembargador, Hiram Marques, em relação ao homicídio, constava contra o réu duas condenações transitadas já em definitivo. Porém, não eram suficientes para o aumento da sentença na pena base de homicídio. Foi concluída que o aumento da pena era inadequado, e reduziu de 18 para 16 anos a pena imposta pelo juízo de 1° grau. O caso Paulo Cézar Valdomiro foi condenado pela morte de um homem de 28 anos em dezembro do ano passado, em um bar do Setor Mutirão. Na época, testemunhas contaram à Polícia Militar que dois homens chegaram a pé, efetuaram os disparos e fugiram por um terreno baldio que fica ao lado do estabelecimento. O homem morreu ainda no local do crime. Ele teve perfurações na cabeça e no tórax. A polícia encontrou projéteis de arma calibre 380. Outro rapaz de 22 anos, que estava no local, também foi baleado, mas não morreu. tópicos: Buritis

Bebês já tinham recebido alta no mês de julho, mas estavam em São Paulo.
Família chegou ao litoral paulista no último fim de semana.

Do G1 Santos
Quatro meses após o nascimento dos filhos quíntuplos, o casal Karina Bárbara Barreira e João Biagi Júnior finalmente pôde voltar para casa com a família completa. Eles retornaram para Santos, no litoral de São Paulo, no último sábado (15). Desde o parto, a família estava morando em um apartamento alugado na capital paulista, pois os bebês prematuros tiveram que permanecer um tempo na UTI até ganharem peso.
Família mora no bairro da Aparecida, em Santos (Foto: Reprodução / TV Tribuna)Família mora no bairro da Aparecida, em Santos
(Foto: Reprodução / TV Tribuna)
Com ajuda de familiares e de muitas doações ao longo dos últimos meses, o imóvel de Santos foi todo preparado para recebê-los.
Artur, Melissa, Laís, Gabriela e Giulia nasceram no dia 13 de abril. A última bebê dos quíntuplos a receber alta foi Melissa, na noite de 16 de julho. Laís e Giulia deixaram o hospital dia 3 de julho, enquanto Artur e Gabriela foram os primeiros a ir para casa, dia 3 de junho.
Os pais tiveram que prolongar a estadia em São Paulo para evitar o cansaço das viagens diárias entre o litoral e a capital, já que os bebês ainda eram acompanhados por uma equipe médica.
No fim do mês passado, Bárbara e João divulgaram a primeira foto dos quíntuplos juntos. Eles estão saudáveis e já adquiriram o peso necessário para ficarem em casa.
Parto
Antes dos quíntuplos, Karina havia tentado engravidar durante cinco anos. A cesárea precisou ser feita um dia depois da gestante completar sete meses de gravidez, pois havia o risco de complicações dentro da barriga da mãe.
Pelo menos 11 médicos participaram do parto. Desde o nascimento, amigos e parentes se revezaram para ajudar os pais a cuidarem das crianças.
Além dos recém-nascidos, Karina também precisou de um atendimento especial após o parto. Ela perdeu 12 kg e ficou dois dias internada na UTI e os restantes no quarto.
De acordo com os médicos, Karina teve uma crise de hipertensão provavelmente motivada pelo estresse, o que foi rapidamente controlado.
Foto dos bebês Artur e Gabriela, dois dos quíntuplos do casal João e Karina (Foto: Reprodução/Facebook/Karina Barreira)Casal João e Karina precisou alugar apartamento em São Paulo (Foto: Reprodução/Facebook)

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