Pontífice chamou perseguidos de 'mártires de hoje'
atualizado às 11h24
O papa Francisco fez um apelo nesta segunda-feira e pediu que o mundo reaja às perseguições e aos assassinatos de cristãos. Ele ainda cobrou dos governos que ofereçam proteção aos "perseguidos, exilados, mortos e decapitados só pelo fato de serem cristãos".
O papa Francisco fez um apelo nesta segunda-feira e pediu que o mundo reaja às perseguições e aos assassinatos de cristãos
Foto: AP en español
"Eu peço que a comunidade internacional não assista muda e inerte tal crime inaceitável, que constitui um preocupante ataque aos direitos humanos mais elementares. Peço verdadeiramente que a comunidade internacional não vire a cara para o lado", afirmou Jorge Mario Bergoglio durante a celebração pós-Páscoa "Regina Coeli".
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Referindo-se a esses grupos como os "mártires de hoje", o Pontífice destacou que eles são, atualmente, "muito mais numerosos do que aqueles dos primeiros séculos". A preocupação de Francisco com aqueles que pertencem às diversas religiões cristãs é tema recorrente nos discursos e nas celebrações.
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Como prova de sua preocupação, o líder da Igreja Católica já enviou por duas vezes um de seus cardeais mais próximos para a região conhecida como o "Curdistão iraquiano", onde milhares de pessoas estão se refugiando.
Em agosto de 2014, o Pontífice chegou a enviar uma ajuda financeira de cerca de US$ 1 milhão para a região, sendo que "75% seriam para a comunidade católica e 25% para a minoria yazidi".
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