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sexta-feira, 3 de abril de 2015

Morte de filho de Alckmin vai impactar sucessão no PSDB-SP

Negociações entre aliados de Serra e do governador paulista já haviam iniciado; eleição está inicialmente marcada para maio

A queda de helicóptero que vitimou o filho caçula do governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB), Thomaz, de 31 anos, vai impactar o processo de sucessão no PSDB paulista. As negociações, que começaram há algumas semanas com foco nos diretórios dos maiores municípios do Estado, tendem a ser pausadas pela tragédia.
Thomaz Alckmin posa para foto com a irmã, Sophia: ele morreu com apenas 31 anos de idade
Instagram/Reprodução
Thomaz Alckmin posa para foto com a irmã, Sophia: ele morreu com apenas 31 anos de idade
As negociações em torno do diretório municipal na capital paulista, bem como da seção estadual eram tratadas com cautela pelo tucanato. Todos os esforços tinham por objetivo evitar uma divisão entre o grupo do governador Geraldo Alckmin e do senador José Serra.
O governador tem a primazia de conduzir o processo. No diretório estadual há um revezamento entre um deputado estadual e um federal. Assim, Duarte Nogueira, atual titular, pode dar lugar ao deputado estadual Pedro Tobias. Uma vez confirmado no cargo, caberia a Tobias atuar para dar ao governador paulista a visibilidade necessária para fazer de Alckmin um potencial nome ao Palácio do Planalto em 2018.
Filho caçula do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, Thomaz Alckmin foi a quinta vítima fatal de um acidente de helicóptero. Foto: Instagram/Reprodução
Filho caçula do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, Thomaz Alckmin foi a quinta vítima fatal de um acidente de helicóptero. Foto: Instagram/Reprodução
Filho caçula do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, Thomaz Alckmin foi a quinta vítima fatal de um acidente de helicóptero. Foto: Instagram/Reprodução
Filho caçula do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, Thomaz Alckmin foi a quinta vítima fatal de um acidente de helicóptero. Foto: Instagram/Reprodução
Filho caçula do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, Thomaz Alckmin foi a quinta vítima fatal de um acidente de helicóptero. Foto: Instagram/Reprodução
Filho caçula do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, Thomaz Alckmin foi a quinta vítima fatal de um acidente de helicóptero. Foto: Instagram/Reprodução
Thomaz Alckmin (à esquerda), ao lado dos irmãos Sophia e Geraldo. Foto: Reprodução/Facebook
Thomaz ao lado da mãe, Lu Alckmin. Foto: Eliana Rodrigues/Divulgação
Reprodução do Instagram da mulher de Thomaz Alckmin, filho do governador de São Paulo que morreu em acidente de helicóptero nesta sexta-feira (2 de março). Foto: Reprodução/Instagram
Helicóptero que matou cinco pessoas, entre elas o filho caçula de Alckmin, caiu em um condomínio na Grande São Paulo . Foto: Reprodução/TV Globo
O governador Geraldo Alckmin fazia um giro pelo interior paulista quando soube do acidente com o filho caçula, Thomaz (02/04/2015). Foto: Reprodução
Filho caçula do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, Thomaz Alckmin foi a quinta vítima fatal de um acidente de helicóptero. Foto: Instagram/Reprodução
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Atualmente o diretório municipal em São Paulo é gerido pelo ex-deputado estadual Milton Flávio. Nome próximo a Serra, ele deve ser substituído por um quadro no partido ligado a Alckmin.
Já surgiram no horizonte tucanos pré-candidatos à prefeitura de São Paulo para o ano que vem. Entre eles estão o deputado federal eleito Bruno Covas; o deputado e agora suplente de senador José Aníbal; e o vereador paulistano Andrea Matarazzo, ligado ao senador eleito José Serra. Mário Covas Neto, o “Zuzinha”, também vereador em São Paulo e filho do ex-governador Mário Covas (morto em 2001), é outro nome.

Divisão 
A disputa ficou evidente em 2012, quando o PSDB mantinha em curso uma prévia com nomes como o então secretário estadual do Meio Ambiente Bruno Covas – que transferiu o domicílio eleitoral de Santos para a capital –; o titular à época da pasta de Energia, José Aníbal; o então deputado estadual Beto Trípoli; e o vereador Andrea Matarazzo.
Serra só definiu seu ingresso às vésperas da prévia e provocou a ira de Aníbal – hoje seu suplente no Senado – e de Trípoli, enquanto Covas e Matarazzo retiraram seus nomes. Serra venceu a prévia com 52% da preferência e mais tarde seria derrotado no segundo turno da eleição municipal pelo petista Fernando Haddad. 

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